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Ciclo do Café

 

Plantio, colheita, tratamento e beneficiamento do café

As terras da fazenda cafeeira, desmatadas e preparadas para o plantio, recebiam as mudas de café que, depois de um período de cerca de três a quatro anos, já produziam algum fruto, atingindo boa produção no 6º ano. Entretanto, o período de produção máxima da planta acontecia a partir do 7o ao 8o até o 15º ao 20º ano, declinando daí em diante em termos de produção relativa e podendo chegar a produzir, em condições muito especiais, e no caso do Vale em raros e isolados casos, até aos 40 ou 50 anos de idade.

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Escravos. Colheita de Café.

(não identificada) Marc Ferrez.

Coleção Gilberto Ferrez. IMS.

As colheitas ocorriam após a estação chuvosa, nos meses de maio até setembro, com o ponto alto em julho, através do método chamado de “derriça” que, praticamente, limpava cada galho da planta, removendo frutos maduros, ou “cerejas”, verdes, secos, galhos e gravetos. Era realizada de forma exaustiva, pois se repetia o processo em todo o cafezal, recolhendo-se, também, os grãos secos caídos aos pés das plantas.

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Partida para colheita.

Marc Ferrez. 1885.

Coleção Gilberto Ferrez. IMS.

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Colheita.

Marc Ferrez. 1885.

Coleção Gilberto Ferrez.

IMS.

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Colheita.

Marc Ferrez. 1885.

Coleção Gilberto Ferrez. IMS

O café era transportado para as instalações da fazenda, iniciando-se a fase de “tratamento”, na qual a primeira operação era a lavagem dos grãos em tanques apropriados, objetivando retirar as impurezas mais grosseiras que vinham junto com ele da lavoura. Em seguida, era espalhado pelo terreiro onde secava por um período que poderia levar até 30 dias, variando com as condições do tempo e com a mistura dos grãos colhidos.

No terreiro, o café era periodicamente revirado para se obter uma secagem uniforme e amontoado e coberto ao cair da tarde — com palha e posteriormente com lonas — para protegê-lo do sereno da noite ou quando ameaçava chuva. No dia seguinte, com o sol já bem alto e o terreiro já aquecido, repetia-se a operação.

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Beneficiamento de Café. Fazenda Cachoeira Grande. Localizada no distrito de Abarracamento, Rio das Flores, RJ. Marc Ferrez.

Coleção Gilberto Ferrez. IMS.

Imagem do final do XIX, quando a fazenda pertencia à família Ferreira Leite Guimarães.

Construída na margem do Paraíba do Sul, foi completamente demolida na década de 1980 para construção de um posto de gasolina.

Após seca a polpa e as outras películas internas que envolviam os dois grãos, o “café em coco” — também conhecido como “café em pergaminho” devido ao nome da película que envolve os dois grãos ou, ainda, “café casquinha” — era imediatamente beneficiado ou armazenado em tulhas, aguardando o início do beneficiamento. Terminava aí a fase de tratamento do café, através do processo denominado “por via seca” — gerando o também chamado “café terreiro” — que era o processo predominante no Vale.

Uma alternativa a este processo era o “tratamento por via úmida”, desenvolvido para reduzir o prazo de secagem do café no terreiro e permitir a obtenção de um grão de melhor qualidade.

Utilizava máquinas chamadas “despolpadores” — cuja marca mais famosa foi a americana “Lidgerwood” — que recebiam o café lavado, como antes mencionado, e por pressão mecânica retiravam a polpa e deixavam os dois grãos envoltos na película pergaminho. Por só despolpar café cereja, esta técnica encarecia o produto final e, em relação ao processo “por via seca”, foi utilizada em escala reduzida no Vale-paraibano.

O “café em coco”, seja por que processo tenha sido tratado, estava pronto para ser “beneficiado”, o que acontecia no “engenho de café”.

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Interior de Engenho de Café.

(provável / Fazenda Cachoeira Grande) Marc Ferrez.

Coleção Gilberto Ferrez. IMS

Deixando de lado as máquinas mais simples para produção em escalas menores, como os pilões manuais, os monjolos e os carretões de ripe, entre outras, a “máquina” mais usada para “descascar” o café — a etapa básica do processo de beneficiamento — foi o popular e muito utilizado “engenho de pilões”, semelhante ao que foi empregado na mineração de ouro.

Constituía-se em um conjunto de várias hastes seqüenciais que, subindo e descendo alternadamente, iam descascando o café que ficava em recipientes colocados sob cada uma delas.

O café assim descascado era limpo, escolhido, ensacado (em sacos de 60 kg) e embarcado, através de tropa de mulas e depois por ferrovia, para os portos intermediários, alguns fluviais, que existiam ao longo da costa paulista e fluminense, e daí aos portos exportadores, fundamentalmente o Rio de Janeiro e, mais para frente, Santos, já com o café abandonando o Vale do Paraíba.

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Ensacamento.

Marc Ferrez. 1885.

Coleção Gilberto Ferrez.

IMS.

Com o advento de equipamentos mais modernos e instalados em seqüência, o beneficiamento tinha início com as “máquinas limpadoras”, ventiladores ou outros modelos, que retiravam as impurezas que ainda estavam misturadas com o café em coco nas tulhas, preparando-o para a etapa do descascamento — em algumas propriedades com os engenhos de pilões ou, nas mais “avançadas”, com os “descascadores mecânicos”. Em seguida, os grãos descascados eram novamente “ventilados” para a limpeza final, escolhidos manualmente nas mesas pelos escravos, conforme seus tamanhos e formas, ou em máquinas que selecionavam os grãos utilizando “peneiras” — chapas perfuradas com furos de várias dimensões —- e ensacados, em alguns engenhos também “automaticamente”, seguindo para os portos de destino.

Todas as máquinas apresentadas, já em uma configuração mais moderna, eram alimentadas na seqüência antes descrita através de um sistema de transporte de grãos que usava “elevador de caçamba” — condutos de madeira de secção quadrada, verticais, pelo interior dos quais se movimentavam pequenas “canequinhas” fixadas em correias — que transportavam, em um moto contínuo, os grãos de uma máquina para a outra, conjugados com “bicas inclinadas”, através das quais os grãos passavam de uma máquina para a seguinte, simplesmente descendo por gravidade dentro de condutos, nestes casos ocos.

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Fazenda Cachoeira Grande.

Elevadores, esteiras.

Abarracamento, Rio das Flores, RJ.

Marc Ferrez.

Coleção Gilberto Ferrez. IMS.

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Lavagem de café (não identificada).

Marc Ferrez. Coleção Gilberto Ferrez. IMS.

O sistema de máquinas e “elevadores/ bicas” era movimentado através de um eixo principal — eixo geral de transmissão de força — ao qual estavam acopladas polias de vários diâmetros que movimentavam outras polias ligadas às diversas máquinas através de correias.

Era um sistema integrado e complexo que precisava ser muito bem planejado e dimensionado para fazer funcionar todas as máquinas na seqüência, na velocidade particular de cada uma e no ritmo adequado ao nível de produção de cada propriedade.

Até a implantação de formas mais modernas de geração de energia, como o vapor e depois a eletricidade, todos os mecanismos descritos eram acionados por força hidráulica, daí a importância da água para a fazenda de café, força essa que era gerada pelo movimento circular da roda-d’água que, para grandes engenhos, eram construídas de ferro e tinham diâmetros que podiam chegar a 7 metros.

Assim, em linhas gerais, era tratado e beneficiado o café Vale-paraibano, depois o café do “Oeste” de São Paulo, já com sistemas maiores e mais complexos, mas que, em essência, funcionavam como o descrito, exceto pelo engenho de pilões, que foi, com o tempo, substituído totalmente pelas máquinas modernas.

Existiam outras máquinas como, por exemplo, os secadores de café “mecânicos”, que substituíam ou complementavam o processo de secagem os grãos nos terreiros, e os brunidores de grãos que, entretanto, principalmente os primeiros, não foram empregados em grande escala no Vale.

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Beneficiamento. Fazenda Monte Café.

Sapucaia, RJ. Marc Ferrez. 1885. Coleção Gilberto Ferrez. IMS.

A decadência do ciclo cafeeiro Vale-paraibano e o café no “Oeste” paulista

As principais causas da decadência do café no Vale foram: a utilização de técnicas inadequadas de plantio e cultivo e o mau uso da terra. Dentre as técnicas inadequadas, destacou-se o plantio do café em linha reta, de cima para baixo, e não em curvas de nível. Com isso, o cafeeiro tinha suas raízes capilares lavadas e expostas ao ar e ao sol pelas águas das chuvas, o que diminuía consideravelmente a sua produtividade e o seu tempo de vida útil. Além disso, a enxurrada removia a camada fértil do solo que era depositada nas várzeas ou levada pelas águas dos rios da região.

A inevitável erosão tornava as encostas imprestáveis e o desmatamento intensivo e as queimadas traziam alterações climáticas, influenciando na regularidade do regime de chuvas, que toda a serra anteriormente ostentava e de que o café tanto necessitava.

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Fazenda Santo Antônio.

Sapucaia, RJ. Detalhe.

Pintura de Nicolau Facchinetti, 1880.

Martins, Carlos; Piccoli, Valéria. RJ:CCBB, 2004.

Nenhuma técnica de adubação era empregada, até porque a existência de terras virgens não estimulava esse esforço. A simples manutenção da cobertura vegetal no alto dos morros, por exemplo, teria ajudado a diminuir esses impactos. A despeito de já se conhecerem técnicas mais evoluídas de cultivo e de algumas poucas vozes alertarem, com vigor, sobre esse conjunto de problemas e as conseqüências que dele adviriam, a terra era e continuava sendo explorada sem arte ou ciência.

Alguns fazendeiros chegavam a dizer, como cita Stanley Stein: “... fiz as coisas dessa maneira, deixe que a próxima geração faça como lhe agradar”. O conservadorismo, que presidia posições como essa, era um valor cultural muito mais presente no dia-a-dia dos cafeicultores do Vale do que se possa imaginar.

Assim, antes de prosseguir no tema e tendo em vista a contribuição que este aspecto cultural teve na derrocada do ciclo, é interessante pinçar alguns outros trechos de Stanley Stein, pois através deles, pode-se perceber com nitidez a “filosofia” que presidia o pensamento dos cafeicultores fluminenses, vis-à-vis do Vale.

Os relatos a seguir, transcritos do Congresso Agrícola de 1878, realizado na Corte sob os auspícios do Ministro da Agricultura, correspondem à época em que os estudiosos do tema identificam como o início do declínio da economia cafeeira no Vale, sendo possível observar em suas falas que os problemas com o plantio e o cultivo do café já se faziam sentir há muito.

“Alguns culpavam (pelos tempos difíceis que estavam vivendo) a escassez de mão-de obra escrava; outros, a incapacidade de utilização de modernos equipamentos de processamento de café; e outros, ainda, a falta de crédito agrícola a juros baixos. Em meio às lágrimas, que variavam da autocrítica ao desespero, apenas algumas vozes chamaram a atenção dos fazendeiros de Vassouras, assim como dos municípios vizinhos, sobre o estado decadente das terras e dos cafezais”.

Uma dessas vozes, a de um fazendeiro das proximidades de Paraíba do Sul, advertia enfaticamente:

“É um erro imensamente grave supor que nossa baixa produção se origine somente da falta de trabalho escravo e de crédito”, e, adiante, “Apenas aqueles que não pensam nem estudam, apenas aqueles que não seguem nem examinam atenta e intimamente nosso sistema de explorar a terra sem arte ou ciência, o curso de nossa agricultura, ciclos meteorológicos e mudanças climáticas por que passou o Brasil nos últimos 25 anos, apenas esses podem grosseiramente adotar tal posição”.

Pondo de lado os mil e um comentários proferidos para justificar o esgotamento do solo, cafeeiros envelhecidos e a produção em declínio ou estacionária, enquanto se consumiam mais e mais reservas de florestas virgens, Manoel Ribeiro do Val, a voz mencionada, terminou o seu discurso para alguns fazendeiros no Congresso Agrícola dizendo:

“Apenas aqueles que estudam, plantam, mas que apesar disso não conseguiram obter um bom resultado nesses últimos 25 anos, podem imaginar os efeitos negativos do nosso sistema de plantio”.

Para prosseguir produzindo dentro desse contexto, era despendido tempo, esforço e dinheiro na compra de novas e caras terras, com matas virgens para prepará-las lavoura — iniciando novo ciclo de impropriedades — cujo retorno só iria ocorrer, no mínimo, seis anos depois do início do plantio. Tais fatores, negativos, foram acrescidos de outros: o alto preço do escravo, após a proibição do tráfego em 1850; pragas que volta e meia atacavam os cafezais; gastos excessivos com luxos, títulos de nobreza e demonstrações de status que permearam a vida dos “barões do café”; concorrência dos cafezais do “Oeste” paulista, que, com maior produtividade e custos mais baixos, aos poucos conquistavam o mercado.

Estabelecia-se um ciclo vicioso que levava os fazendeiros, descapitalizados e sem alternativas, à busca de novos financiamentos. Aumentavam-se, assim, as dívidas com capitalistas e bancos, que cobravam juros altos e a quem as propriedades eram hipotecadas como garantia dos empréstimos, quase sempre de difícil liquidação.

A Abolição, reduzindo fortemente de um dia para o outro o patrimônio do fazendeiro — no geral, a escravaria representava cerca de 40 a 50% dele — tornou a derrocada inevitável. Além disso, a Abolição ocorreu exatamente no início da colheita, gerando perda de grande parte da produção, que apodreceu nos cafezais.

É bom lembrar que, independente de algumas poucas e, na maioria delas, fracassadas tentativas de introdução de imigrantes nos cafezais do Vale, o fazendeiro da região, em geral, era refratário a isso e tinha cristalizado a convicção, também altamente conservadora, de que café se plantava com escravos. Ao contrário, no “Oeste” paulista, em um primeiro momento concomitantemente a utilização de escravos, foi sendo introduzida na lavoura a mão-de-obra livre de imigrantes, em especial italianos.

Os recursos remanescentes do Vale foram migrando para o “Oeste” paulista.

Muitos cafeicultores deixaram suas fazendas em busca do novo Eldorado como, por exemplo, o coronel José Pereira Barreto que, junto com seu irmão, Luiz Pereira Barreto, outros irmãos e sobrinhos, formaram a célebre “Caravana Pereira Barreto”, que, partindo de Resende em 1876, de trem até Cachoeira Paulista — ponto final da Estrada de Ferro D. Pedro II na época — e depois a cavalo, em carroças e a pé, com pertences, mais de 60 escravos, animais e ferramentas, foram plantar café em terras adquiridas em Ribeirão Preto.

O fortalecimento da mão-de-obra de imigrantes, conjugado com o solo fértil do “Oeste” (terra roxa, do italiano “rossa”) e somado s técnicas de cultivo e tratamento mais corretas, teriam sido os fatores responsáveis pela diferença da quantidade produzida e pela produtividade entre as regiões mencionadas, embora alguns estudiosos do tema creditem a diferença, unicamente, ao uso da mão-de-obra de imigrantes. Outros julgam que ela foi importante, mas conjugada com o crédito rural que era abundante naquela época e região.

Posteriormente, a marcha do café buscou as terras igualmente férteis do norte do Paraná, na região de Londrina, Maringá, Cascavel etc. e hoje encontra seu ponto principal de produção no sul de Minas Gerais.

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Fazenda São Roque. Vassouras, RJ. Arquivo Central do IPHAN. Foto: Hess.

Roberto Guião de Souza Lima

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Arquivos: LIMA, Roberto Guião de Souza. Arquivo sobre o “Ciclo do Café”. Como produto de pesquisas desenvolvidas ao longo de 29 anos, o arquivo contém extensas e diversificadas informações sobre a história do “Ciclo do Café” e sobre a genealogia das famílias envolvidas, tendo como espaço geográfico o Vale do rio Paraíba do Sul (SP, RJ e MG) e o “Oeste” paulista e como horizonte temporal os séculos XIX e as primeiras décadas do século XX. Volta Redonda: Arquivo, 1979—2007.

Imagens fotográficas(créditos): Arquivo Central do IPHAN.

Fundação Biblioteca Nacional - FBN.

Fundação Museu da Imagem e do Som - MIS.

Instituto Moreira Salles - IMS.

Coleções particulares.

Fonte: www.institutocidadeviva.org.br

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