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Ciências Econômicas

Ser Economista

O Economista é um profissional que a partir de um bom domínio da Ciência Econômica está capacitado para intervir no processo social, oferecendo a melhor contribuição específica sobre aspectos que são privativos de sua profissão. Segundo Pedro José Mansur: "Ele tem capacidade de colocar a serviço da comunidade moderna um conjunto de conhecimentos científicos, acumulados e sistematizados ao longo de toda a história, tanto política, quanto social e econômica.

Portanto, economista não é somente aquele que faz orçamentos, planejamentos, análises de investimentos etc. Mas é aquele profissional que, além de exercer todas estas funções, é capaz de pensá-las dentro de um contexto geral de todo o processo de distribuição e produção da sociedade.

Por isso, o economista é um profissional especial, que se distingue dos outros que utilizam técnicas similares. Ele encaixa a reflexão (e conseqüente prática) de cada problema ligado a estes já especificados, distribuição e produção, a um quadro mais amplo, quer dizer, dentro do Sistema Econômico".

Segundo a legislação, economista é designação profissional privativa daqueles que, além de possuírem curso de graduação em Ciências Econômicas (em curso reconhecido pelo Ministério da Educação), são registrados no Conselho Regional de Economia correspondente ao Estado onde exercem suas atividades.

Mercado de Trabalho

A atividade profissional privativa do Economista exercita-se liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, cálculos, esquemas ou certificados sobre assuntos compreendidos no seu campo profissional (Resolução COFECON 860/74), inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por qualquer outro meio que objetive técnica ou cientificamente o aumento ou a conservação do rendimento econômico.

Os documentos referentes à ação profissional de que trata qualquer trabalho, ou atividade à que se refere estes pontos, só terão valor jurídico quando assinados por economistas devidamente registrados no seu respectivo Conselho Regional.

Registro Obrigatório

Com o advento da Lei N.º 1411/51, regulamentada pelo Decreto N.º 31794/52, foi instituída a profissão do economista, a qual passou a integrar o quadro de profissões liberais regulamentadas, nascendo nesse ato, a obrigatoriedade do registro das pessoas físicas e jurídicas no CORECON-PR, que exerçam sob qualquer forma atividades técnicas de economia e finanças. Como ocorre nas demais profissões regulamentadas, o CORECON-PR é uma autarquia federal de fiscalização profissional de direito público e detentora do poder de policia, com atribuição principal de fiscalizar a profissão do economista.

Dessa forma, visando proteger os interesses da sociedade, o legislador ao estabelecer normas para o exercício da profissão do economista, dispôs o seguinte:

Lei N.º 1.411, de 13 de agosto de 1951

Dispõe sobre a Profissão de Economista.

O Presidente da República:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º - Designação Profissional de Economista, a que se refere o quadro das profissões liberais, anexo ao Decreto-lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho), é privativa:
a) dos bacharéis em Ciências Econômicas, diplomados no Brasil, de conformidade com as Leis em vigor;

Art. 3º - Para o provimento e exercício de cargos técnicos de economia e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal, de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção governamental ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas, ou título de habilitação ... (vetado) ... respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos.

Art. 14 - Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.

Parágrafo Único - Serão também registrados no mesmo órgão as empresas, entidades e escritórios que explorem, sob qualquer forma, atividades técnicas de Economia e Finanças.

Regulamento a que se refere o Decreto nº 31.794, de 17 de novembro de 1952

Da Profissão de Economista

Do Economista

Art. 1° - A designação profissional de economista, na conformidade do quadro de atividade e profissões apenso à Consolidação das Leis do Trabalho, é privativa:

a) dos bacharéis em Ciências Econômicas, diplomados no Brasil, de conformidade com as leis em vigor;
b) dos que possuem cursos regulares no estrangeiro, após a devida revalidação do respectivo diploma no Ministério de Educação e Saúde; e

Do Campo Profissional

Art. 2° - A profissão de economista, observadas as condições previstas neste Regulamento, se exerce na órbita pública e na órbita privada:

a) nas entidades que se ocupem das questões atinentes à economia nacional e às economias regionais, ou a quaisquer de seus setores específicos e dos meios de orientá-las ou resolvê-las através das políticas monetária, fiscal, comercial e social;

b) nas unidades econômicas públicas, privadas ou mistas, cujas atividades não se relacionem com as questões de que trata a alínea anterior, mas envolvam matéria de economia profissional sob aspectos de organização e racionalização do trabalho.

Da Atividade Profissional

Art. 3° - A atividade profissional privativa do economista exercita-se, liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, esquemas ou certificados sobre os assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por quaisquer outros meios que objetivem, técnica ou cientificamente, o aumento ou a conservação do rendimento econômico.

Art. 4° - Os documentos referentes à ação profissional de que trata o artigo anterior, só terão valor jurídico quando assinados por economista devidamente registrado na forma deste Regulamento.

Art. 5° - O Conselho Federal de Economia -COFECON- mediante denúncia das autoridades judiciais ou administrativas, promoverá a responsabilidade dos economistas, nos casos de dolo, fraude ou má fé, adotando as providências indispensáveis à manutenção de um sadio ambiente profissional, sem prejuízo de ação administrativa ou criminal que couber.

Art. 6° - Os documentos mencionados no artigo 4° poderão ser registrados nos Conselhos Regionais de Economia - CORECON - na forma do artigo 11, letra "c", da Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951, quando houver manifesta conveniência das partes neles interessadas, resguardando o sigilo profissional.

Art. 7° - É obrigatória a citação do número de registro do economista, no competente CORECON, após a assinatura de qualquer trabalho mencionado neste Capítulo.

Do Exercício Profissional

Art. 12 - Para o exercício de cargos técnicos de economia e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal e de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação da carteira profissional a que se refere o artigo 15, da Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951.

Art. 15 - O exercício dos cargos e funções de que trata este Capítulo será fiscalizado pelos competentes CREP, sob a supervisão do COFECON, que orientará e disciplinará o exercício da profissão de economista, em todo o território nacional.

Do Registro e da Carteira de Identidade Profissional

Art. 40 - Os profissionais a que se refere este regulamento só poderão exercer legalmente a profissão, após prévio registro de seus títulos, diplomas ou certificados no órgão próprio do Ministério da Educação e Saúde, e ser portador da carteira de identidade profissional expedida pelo respectivo CORECON, sob cuja jurisdição se achar o local de sua atividade.

Art. 41 A todo profissional devidamente registrado será fornecida uma carteira de identidade profissional, numerada e visada no Conselho Regional respectivo, na qual constará: (*)

Nome por extenso do profissional;

Filiação;

Nacionalidade e naturalidade;

Data do nascimento;

Denominação da Faculdade em que se diplomou, ou declaração de habilitação na forma deste Regulamento e respectivas datas;

Natureza do título ou dos títulos de habilitação;

Número de registro do CORECON respectivo;

Fotografia de frente e impressão datiloscópica;

Assinatura.

Parágrafo Único - A expedição da carteira de identidade profissional é sujeita ao pagamento da taxa de Cr$ 50,00 (cinqüenta cruzeiros) ao respectivo CORECON.(*)

Art. 42 - A carteira de identidade profissional servirá de prova para o exercício da profissão, de carteira de identidade e terá fé pública.(*)

Das Penalidades

Art. 48 - A falta do competente registro torna ilegal o exercício da profissão de economista e punível o infrator.

Art. 49 - O CORECON aplicará as seguintes penalidades aos infratores dos dispositivos da Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951, e do presente Regulamento:

a) multa de Cr$ 200,00 (duzentos cruzeiros) a Cr$ 3.000,00 (três mil cruzeiros) aos infratores dos dispositivos legais em vigor;(*)

b) suspensão de um a dois anos do exercício da profissão ao economista que, no âmbito de sua atuação, for responsável, na parte técnica, por falsidade de documentos ou pareceres dolosos que assinar;

c) suspensão de seis meses a um ano ao profissional que demonstrar incapacidade técnica no exercício da profissão, sendo-lhe facultada ampla defesa; e

d) suspensão, até um ano, do exercício da profissão ao economista que agir sem decoro ou ferir a ética profissional.

§ 1° - Provada a conivência das empresas, entidades ou firmas individuais nas infrações da lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951, e dos dispositivos deste regulamento, pelos profissionais delas dependentes serão estas passíveis das sanções previstas.

§ 2° - Nos casos de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.

Art. 50 - O CORECON estabelecerá normas reguladoras para os processos de infração, prazos e interposição de recursos.

Juramento

“Perante Deus eu Juro fazer da minha profissão de Economista um instrumento não de valorização pessoal, mais sim utilizá-lo para promoção do bem estar social e econômico de meu povo e minha nação, cooperar com o desenvolvimento da ciência econômica e suas aplicações, observando sempre os postulados da ética profissional.”

Símbolo do Economista

Ciências Econômicas

 

A administração universal. A Ciência da Administração, abrangendo a todo o mundo. A Ciência Universal.

A indústria como geradora da riqueza. A Economia povos. A abundância decorrente do trabalho industrial. O processo indefinito da máquina como processo civilizador e propulsor do progresso.

Anel do Economista

Ciências Econômicas
Anel do Economista

A pedra água marinha na cor azul, a cor do economista. Ao lado o caduceu, símbolo de Mercúrio Deus do comércio. O bastão representa a força, poder e supremacia. As serpentes simbolizam a sabedoria. o cetro de Hermes Deus da alquimia recebido de Apolo em troca de uma lira de sua invenção, simbolizando os dois princípios contrários que devem unificar, quer sejam o enxogre e o mercúrio, o fixo e o volátil, o úmido e o seco, o quente e o frio.

As duas espadas cruzadas, a lei de oferta e demanda, objeto de estudo do economista. O pergaminho com a escrita CODEX: “economia. Do outro lado a tábua de leis com a legenda LEX, que regem nossa constituição.

O capacete com duas asas que representam atividade e diligência.

Fonte: www.corecon-pr.org.br

Ciências Econômicas

PRIMEIRO CONJUNTO

I - Folha de acanto

Posto que acoimada de ser planta exótica, lembra, entretanto, uma época de notável fulgor histórico - a arte helênica. A beleza de seu limbo conferiu-lhe o poder da imortalidade, através do censo estético de Calimico.

II - Globo

O Universo, o Mundo

Significado do primeiro conjunto

A administração universal. A Ciência da Administração, abrangendo a todo o mundo. A Ciência Universal.

SEGUNDO CONJUNTO

I - Cornucópia

Fortuna, Riqueza, Economia, Fartura, Abundância.

II - Roda Dentada

A Indústria, estágio mais adiantado da civilização contemporânea.

Significado do segundo conjunto

A indústria como geradora da riqueza. A Economia povos. A abundância decorrente do trabalho industrial. O processo indefinito da máquina como processo civilizador e propulsor do progresso.

Símbolo Cornucópia

"1. MIT Vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância, e que, hoje, simboliza a agricultura e o comércio; 2. P. EXT. qualquer fonte de riqueza" -

Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa

Perfil do Economista

O Conselho Federal de Economia para verificar a formação acadêmica, a situação do mercado de trabalho do Economista, além de informações da conjuntura econômica e suas perspectivas, realizou uma pesquisa nacional. Nessa iniciativa, analisou, também, dos economistas o que esperam de suas entidades representativas, de forma a termos subsídios na orientação de nossas iniciativas.

Legislação Aplicada

Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951

Dispõe sobre a Profissão de Economista.

Decreto n.º 31.794, de 17 de novembro de 1952

Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de economista, regida pela Lei nº 1.411, de 13.08.1951, e dá outras providências.

Lei n.º 6.021, de 03 de janeiro de 1974

Altera dispositivos da Lei n.º 1.411, de 13.08.1951, que dispõe sobre a profissão de economista; atualiza valores das anuidades, taxas e multas, subordinando-as a percentuais do maior salário mínimo, e altera a denominação dos Conselhos Federal e Regionais.

Lei n.º 6.537, de 19 de junho de 1978

Altera dispositivos da Lei n.º 1.411, de 13.08.1951, que dispõe sobre a profissão de Economista.

Dispõe sobre a Profissão de Economista.

Lei n.º 1.411, de 13 de agosto de 1951

O Presidente da República:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º - Designação Profissional de Economista, a que se refere o quadro das profissões liberais, anexo ao Decreto-lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho), é privativa:

a) dos bacharéis em Ciências Econômicas, diplomados no Brasil, de conformidade com as Leis em vigor;

b) dos ... (vetado) ... que, embora não diplomados, forem habilitados ... (vetado).

Art. 2º - (Vetado)

Art. 3º - Para o provimento e exercício de cargos técnicos de economia e finanças, na administração pública, autárquica, paraestatal, de economia mista, inclusive bancos de que forem acionistas os Governos Federal e Estadual, nas empresas sob intervenção governamental ou nas concessionárias de serviço público, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Ciências Econômicas, ou título de habilitação ... (vetado) ... respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos.

Parágrafo Único - A apresentação de tais documentos não dispensa a prestação do respectivo concurso, quando este for exigido para o provimento dos mencionados cargos.

Art. 4º - (Vetado)

Art. 5º - É facultada aos bacharéis em Ciências Econômicas a inscrição nos concursos para provimento das cadeiras de Estatística, de Economia e de Finanças, existentes em qualquer ramo de ensino técnico ou superior e nas dos cursos de ciências econômicas.

Art. 6º - São criados o Conselho Federal de Economia (COFECON), com sede na Capital Federal, e os Conselhos Regionais de Economia (CORECON), de acordo com o que preceitua esta Lei. São autarquias dotadas de personalidade jurídica de direito público.(*)

Art. 7º - O COFECON, com sede no Distrito Federal, terá as seguintes atribuições:

a) contribuir para a formação de sadia mentalidade econômica através da disseminação da técnica econômica nos diversos setores da economia nacional;

b) orientar e disciplinar o exercício da profissão de economista;

c) tomar conhecimento de quaisquer dúvidas suscitadas nos Conselhos Regionais e dirimi-las;

d) organizar o seu regimento interno;

e) examinar e aprovar os regimentos internos dos CORECONs e modificar o que se tornar necessário, a fim de manter a respectiva unidade de ação;

f) julgar, em última instância os recursos de penalidades impostas pelos CORECONs;

g) promover estudos e campanhas em prol da racionalização econômica do País;

h) fixar a jurisdição e o número de membros de cada Conselho Regional, considerando os respectivos recursos e a expressão numérica dos economistas legalmente registrados em cada região; (**)

i) elaborar o programa das atividades relativas ao dispositivo das letras "a" e "g" para sua realização por todos os Conselhos;

j) servir de órgão consultivo do Governo em matéria de economia profissional.

Art. 8º - O Conselho Federal de Economia será constituído de, no mínimo 9 (nove) membros efetivos e igual número de suplentes.(**)

§ 1º - O Presidente e o Vice-Presidente do Órgão serão escolhidos, pelo Plenário, entre os membros efetivos eleitos.(**)

§ 2º - O Presidente e o Vice-Presidente, eleitos na primeira quinzena de dezembro, terão mandato de 1 (um) ano, permitida a reeleição, por mais 2 (dois) períodos consecutivos, condicionada sempre à duração do respectivo mandato como Conselheiro.(**)

§ 3º - Para substituição de qualquer dos membros efetivos, será escolhido, pelo Plenário do Conselho, um dos suplentes.(**)

§ 4º - Ao Presidente competirá a administração e representação legal do órgão.(**)

Art. 9º - Constitui renda do COFECON:

a) 1/5 da renda bruta de cada CORECON, com exceção das doações, legados e subvenções;

b) doações e legados;

c) subvenções do Governo.

Art. 10 - São atribuições dos CORECONs:

a) organizar e manter o registro profissional dos economistas;

b) fiscalizar a profissão de economista;

c) expedir as carteiras profissionais;

d) auxiliar o COFECON na divulgação da técnica e cumprimento do programa referido no art. 7º, letra "i";

e) impor penalidades, referidas nesta lei;

f) elaborar o seu regimento interno para exame e aprovação pelo COFECON.

Art. 11 - Constitui renda dos CORECONs:

a) 4/5 das multas aplicadas;

b) 4/5 da anuidade prevista no artigo 17;

c) 4/5 da taxa de registro facultativo de qualquer contrato, parecer ou documento profissional, a ser fixada no regimento do COFECON;

d) doações e legados;

e) subvenções dos governos.

Art. 12 - O mandato dos membros do COFECON será de três anos. A renovação do terço far-se-á, anualmente, a partir do quarto ano da primeira gestão.

Art. 13 - Os membros dos órgãos regionais são eleitos da mesma forma adotada para o órgão federal.(***)

Art. 14 - Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais devidamente registrados nos CORECONs pelos quais será expedida a carteira profissional.

Parágrafo Único - Serão também registrados no mesmo órgão as empresas, entidades e escritórios que explorem, sob qualquer forma, atividades técnicas de Economia e Finanças.

Art. 15 - A todo profissional devidamente registrado no CORECON será expedida a respectiva carteira de identidade profissional, por esse órgão, assinada pelo presidente, que constitui prova de identidade para todos os efeitos legais. A carteira de identificação profissional conterá as seguintes indicações. (*)

a) nome, por extenso, do profissional;

b) filiação;

c) nacionalidade e naturalidade;

d) data do nascimento;

e) denominação da Faculdade em que se diplomou, ou declaração de habilitação, na forma desta Lei e respectivas datas;

f) natureza do título ou dos títulos de habilitação;

g) número de registro do CORECON;

h) fotografia de frente e impressão datiloscópica;

i) prazo de validade da carteira;

j) número do CIC (Cartão de Identificação do Contribuinte);

l) assinatura.

Parágrafo Único - A expedição da carteira de identificação profissional é sujeita a taxa de 10% (dez por cento) do maior salário mínimo vigente; o registro de profissional a 50% (cinqüenta por cento) do maior salário mínimo vigente; e o registro obrigatório da pessoa jurídica, organizada sob qualquer forma para prestar serviços técnicos de economia, fica sujeito a taxa equivalente ao maior salário mínimo vigente. (*)

Art. 16 - A carteira profissional servirá de prova para fins de exercício profissional, de carteira de identidade e terá fé pública.

Art.17 - Os profissionais referidos nesta lei, ficam sujeitos ao pagamento de uma anuidade no valor de 40% (quarenta por cento) do maior salário mínimo vigente, e as pessoas jurídicas, organizadas sob qualquer forma para prestar serviços técnicos de economia, a anuidade no valor de 200% (duzentos por cento) a 500% (quinhentos por cento) do maior salário mínimo vigente, de acordo com o capital registrado. (*)

§ 1º - A anuidade será paga até 31 de março de cada ano, salvo a primeira que se fará no ato da inscrição ou registro.(*)

§ 2º - O atraso no pagamento das anuidades acarretará multa equivalente a 5% (cinco por cento) do maior salário mínimo vigente, por trimestre de atraso, dentro do período, e 20% (vinte por cento) sobre o valor da anuidade, nos períodos subsequentes.(*)

§ 3º - A comprovação do pagamento das anuidades nos CORECONs será necessária para que seja efetivado o pagamento de salários a economistas contratados com organizações públicas ou privadas.(*)

Art. 18 - A falta do competente registro torna ilegal e punível o exercício da profissão de economista.

Art. 19 - Os CORECONs aplicarão penalidades aos infratores dos dispositivos desta lei:

a) multa no valor de 5% (cinco por cento) a 250% (duzentos e cinqüenta pôr cento) do valor da anuidade;(*)

b) suspensão de um a dois anos do exercício da profissão ao profissional que, no âmbito de sua atuação profissional, for responsável, na parte técnica, por falsidade de documentos ou pareceres dolosos que assinar;

c) suspensão de seis meses a um ano ao profissional que demonstrar incapacidade técnica no exercício da profissão, sendo-lhe facultado ampla defesa.

§ 1º - Provada a conivência das empresas, entidades, firmas individuais, nas infrações desta Lei, pelos profissionais delas dependentes, serão estes também passíveis das multas previstas.

§ 2º - No caso de reincidência da mesma infração, praticada dentro do prazo de dois anos, a multa será elevada ao dobro.

Art. 20 - As entidades sindicais e as autarquias cooperarão com o COFECON e CORECONs, na divulgação da técnica econômica e dos processos de racionalização econômica do país.

Art. 21 - (Vetado).

Art. 22 - Esta lei entrará em vigor trinta dias após sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1951, 130º da Independência e 63º da República.

GETÚLIO VARGAS - E. Simões Filho - Horácio Lafer - Danton Coelho

(*) Redação dada pela Lei n.º 6.021, de 03 de janeiro de 1974

(**) Redação dada pela Lei n.º 6.537, de 19 de junho de 1978

(***) Vide Lei n.º 6.537, de 19 de junho de 1978 - Art. 6 o e Parágrafos

DOU 18.08.1951

Fonte: www.cofecon.org.br

Ciências Econômicas

O Economista é o profissional que estuda fatos históricos, dados e estatísticas a fim de detectar tendências na atividade econômica, níveis de confiança na economia e atitudes do consumidor.

Essas informações são acessadas por meio de avançados métodos de análise estatística, matemática e programação, e também por meio de análises históricas, e dão base para recomendações de como encontrar maneiras para melhorar a eficiência de um sistema ou obter vantagens de tendências assim que se estabelecem.

Ele ajuda a construir, a ampliar e a preservar o patrimônio de pessoas, empresas e governos e desenvolve planos para a solução de problemas financeiros, econômicos e administrativos nos diversos setores da atividade econômica.

Há registro de economistas ou pensadores do que se convém chamar economia ou ciências econômicas desde a Antigüidade, como Aristóteles, em sua obra "Política", ou o indiano Chanakya, primeiro-ministro na Índia entre os séculos IV e III a.C. Porém, o britânico Adam Smith (1723-1790), autor de "Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações", é considerado o pai da economia moderna.

A profissão de economista foi regulamentada no Brasil em 1951, com o Lei n° 1.411. Para ser economista, é necessária a formação superior em bacharel em Ciências Econômicas, bem como ser registrado em um dos Conselhos Regionais de Economia.

Fonte: www.fea.usp.br

Ciências Econômicas

Ao fazer o curso de Ciências Econômicas, o discente desenvolve conhecimentos de teoria econômica, da história econômica e de métodos quantitativos, que lhe possibilitam a compreensão dos aspectos socioeconômicos das sociedades modernas.

No futuro o profissional poderá exercer suas atividades tanto no setor público quanto no setor privado, atuando em áreas como:

análises de mercado e de conjuntura

elaboração e avaliação de projetos

cestão privada nos setores produtivo, comercial e financeiro

cestão e planejamento público

Pesquisa teórica e empírica relacionada a fenômenos econômicos.

O Bacharel em Ciências Econômicas poderá trabalhar como

Profissional liberal

Prestando serviços a empresas e ao setor público

No sistema financeiro

No sistema tributário nos órgãos de planejamento

Orçamento e execução financeira da União

Dos estados e municípios

Em assessorias públicas ou privadas

Na sua própria empresa.

Fonte: www.site.uft.edu.br

Ciências Econômicas

Perfil do curso

O curso de graduação em Economia da UERJ proporciona ao estudante uma formação que o habilita a exercer a profissão nos vários segmentos do mercado de trabalho, seja em empresas privadas ou públicas, nas áreas de estudos econômicos e financeiros, assessoria, consultoria e planejamento.

O curso caracteriza-se pela solidez na formação em Teoria Econômica e pela flexibilidade com diversas cadeiras eletivas que possibilita aos alunos escolher e explorar melhor suas potencialidades individuais.

Perfil do profissional

Raciocínio abstrato, habilidade numérica, capacidade de análise e síntese, criatividade, capacidade de observação e interpretação objetiva de fatos e dados complexos, além de interesse por finanças, mercado financeiros e de capitais.

Área de Atuação

Em empresas privadas ou públicas, nas áreas de estudos econômicos e financeiros, assessoria, consultoria e planejamento. Trabalham também em bancos, companhias de seguro, indústrias, comércio em geral e institutos de pesquisa econômica.

Fonte: www.uerj.br

Ciências Econômicas

A principal função do Economista é analisar o ambiente econômico, examinar projetos para verificar a viabilidade econômica e elaborar planos econômicos para empresas e instituições tais como o governo. Dinamismo é uma das característica mais importantes do profissional de Economia, ele deve sempre estar atento para as variações do mercado financeiro, já que boas oportunidades no mercado passam muito rápido.

Quanto a especialização o economista pode atuar em 2 áreas: Macroeconomia e Microeconomia, a diferença entre estes dois ramos da economia está basicamente na amplitude que tratam.

A Macroeconomia leva em conta o contexto de grandes regiões tais como zonas metropolitanas, estados ou países, tratando uma grande quanidade de dados estatísticos, sobre grandes mercados. Já a Microeconomia é mais restrita, levando em conta detalhes mais precisos sobre regiões menores, mercados restritos ou empresas.

Grade Básica do Curso de Economia

Introdução à Economia

Estatística

Introdução às Ciências Sociais

Cálculo

Instituições de Direito

Matemática Financeira

Contabilidade

Análise de Balanço

Análise do Mercado Financeiro

Sistemas Econômicos

Aspectos Favoráveis da Carreira em Economia

Com o crescimento econômico atual do Brasil e crescimento das exportações, boas oportunidades tem aparecido para os profissionais de economia, principalmente em instituições financeiras tais como bancos privados que estão ajudando a financiar este crescimento e também no governo.

Aspectos Desfavoráveis da Carreira em Economia

O aspecto desfavorável da profissão de economista é a necessidade constante de atualização, tanto atualização teórica, quanto atualização no que diz respeito a situação econômica. Outro aspecto negativo é que muitas vezes o economista sofre grandes cargas de cobrança, principalmente quanto ele está trabalhando com análise de investimentos.

Fonte: www.guiadacarreira.com.br

Ciências Econômicas

Descrição

É o estudo do uso pelo homem dos recursos existentes para a produção de bens e materiais bem como a sua acumulação e distribuição na sociedade. É o profissional que tem a responsabilidade de planejar e executar as ações que visem solucionar problemas de ordem financeira, econômica e administrativa.

Acompanha as variações do mercado financeiro, e tudo aquilo que diga respeito à Economia do país para de posse dos dados ter condições de viabilizar projetos comerciais e empresarias. Pode trabalhar em duas áreas distintas: Macroeconomia e Microeconomia.

Em questões de amplitude como problemas e atividades econômicas do país, de uma região ou comunidade é a área de Macroeconomia. Já em Microeconomia os estudos são em escala reduzida e estão restritos a uma empresa ou mercado específico. Em tempos de globalização exige-se cada vez mais pesquisa, atualização e agilidade na tomada de decisões.

Currículo Básico

Matemática Financeira, Estatística, Contabilidade, Introdução às Ciências Sociais, Introdução à Economia, Instituições de Direito, Contabilidade e Análise de Balanço.

Aptidões Desejáveis

É preciso habilidade matemática, espírito empreendedor e capacidade de análise e avaliação. E também, deverá ter interesse por questões sociais, organização, objetividade e liderança. Além de conhecimentos de Informática e língua estrangeira.

Especializações possíveis

Avaliação de Projetos, Comércio Internacional, Economia Agrícola, Economia Financeira, Economia de Recursos Humanos, Economia do Trabalho, Economia Urbana, Macroeconomia e Teoria Econômica.

Campos de Atuação

Órgãos públicos, Empresas privadas, empresas de planejamento, Assessorias, Consultorias, Instituições de Pesquisa e Financeiras, Bancos.

Fonte: www.guiadasprofissoes.com.br

Ciências Econômicas

É o estudo da produção e da distribuição de bens e serviços entre os indivíduos e as sociedades. O economista estuda os fenômenos relacionados com a produção e o consumo de bens e serviços que envolvam ou não dinheiro. Ele ajuda a construir, a ampliar e a preservar o patrimônio de pessoas, empresas e governos.

Desenvolve planos para a solução de problemas financeiros, econômicos e administrativos nos diversos setores de atividade – comércio, serviços, indústria ou finanças. Esse profissional se dedica tanto a grandes questões, referentes a um país ou a uma região, quanto a problemas de pequenas empresas ou investidores individuais.

Graças a essa versatilidade, encontra trabalho em entidades privadas, institutos e órgãos municipais, estaduais e federais. Pode atuar, ainda, como consultor autônomo.

O mercado de trabalho

As ofertas de emprego para os economistas concentram-se especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas a demanda pelo profissional cresce nas demais capitais brasileiras e nas regiões para onde migram as indústrias. Empresas privadas do setor financeiro são atualmente as principais empregadoras desses profissionais, que atuam na gestão e no planejamento do mercado de capitais.

A área de comércio internacional também requisita muito o economista, sobretudo para negociações com blocos econômicos estrangeiros. Setores como crédito, finanças, desenvolvimento sustentável, mercado externo e setor público têm tido grande crescimento.

E as portas estão abertas principalmente para os especialistas em finanças e métodos quantitativos. Muitas ONGs contratam formados para serviços fixos ou temporários, já que a economia solidária, voltada para a geração de empregos e de renda para grupos menos favorecidos, é um trabalho crescente. No setor público, abrem-se vagas em órgãos como Banco Central do Brasil, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ministérios e secretarias, além de órgãos fiscalizadores e universidades públicas.

Empresas como a Petrobras e o Banco do Brasil também empregam o profissional. As prefeituras em geral necessitam desse bacharel para planejar orçamentos, mas o setor público contrata menos que o privado. Para atuar no ensino é preciso ter pós-graduação, o que também é considerado um diferencial no mercado.

O curso

Analisar dados e fazer prognósticos exige mais que conhecimentos técnicos. É preciso combinar a orientação teórica específica com uma sólida formação histórica. Assim, além de matemática financeira, estatística e econometria, o currículo traz disciplinas que ensinam a interpretar as diversas correntes do pensamento econômico e a entender a evolução econômica e social brasileira e internacional.

As matérias optativas, por sua vez, aplicam o conhecimento teórico e metodológico das ciências econômicas a outras questões, como as relacionadas ao meio ambiente.

A carga de leitura, em português e línguas estrangeiras, é grande. É exigida uma monografia no fim do curso. Prepare-se para aguçar seu senso crítico, a fim de acompanhar os seminários e participar dos debates em sala de aula sobre as idéias das diversas escolas econômicas. Algumas faculdades oferecem graduação para áreas específicas de atuação, como agroindústria.

Duração média

Quatro anos.

O que você pode fazer

Comércio internacional

Planejar e promover negócios entre empresas de diferentes países, estudando mercados e cuidando das operações de importação e exportação.

Economia agroindustrial

Estudar e planejar transações no setor de agropecuária, analisando a demanda de produtos e a melhor forma de colocá-los no mercado nacional e internacional.

Economia ambiental

Analisar projetos ambientais em indústrias, ONGs e órgãos públicos.

Fazer análises de impacto ambiental.

Mediação e arbitragem

Ajudar a resolver litígios comerciais entre empresas, recorrendo ou não à Justiça.

Mercado financeiro

Analisar o mercado para decidir quais investimentos realizar.

Trabalhar como operador de bolsa de valores.

Pesquisa

Levantar a variação de preços, de custos e outras informações para indicadores econômicos, como índices de inflação, de desemprego e o custo de vida.

Planejamento estratégico

Avaliar as oportunidades e os riscos de mercado para redirecionar os negócios de uma empresa ou orientar aquisições e fusões.

Políticas públicas

Definir a política econômica de municípios, de estados ou do país.

Elaborar orçamentos que possibilitem as ações planejadas pelos governos.

Fonte: guiadoestudante.abril.com.br

Ciências Econômicas

Economista

O que é ser economista?

Economistas são profissionais que tem como objetivo estudar e pesquisar as formas de distribuição eficiente dos recursos de uma sociedade - terra, trabalho, matéria-prima - e de produção de bens e serviços.

Além de levantamentos e análises de dados para acompanhar os acontecimentos do país e do mundo, fazem previsões baseadas em modelos estatísticos das conseqüências econômicas de mudanças de política, população, clima.

Muitas vezes especializam-se em determinada área da economia, como trabalho, política monetária, história econômica ou ciclos econômicos. Nas diversas áreas, lidam com uma infinidade de informações associadas à atividade econômica: inflação, taxas de juros, produção de bens, consumo, nível de emprego, taxa de câmbio.

Quais as características necessárias para ser economista?

É preciso habilidade matemática, espírito empreendedor e capacidade de análise e avaliação. E também, deverá ter interesse por questões sociais, organização, objetividade e liderança. Além de conhecimentos de Informática e língua estrangeira.

Características desejáveis

Boa memória

Capacidade de análise

Capacidade de comunicação

Capacidade de convencimento

Capacidade de observação

Curiosidade

Espírito de investigação

Facilidade de expressão

Facilidade para matemática

Gosto pela pesquisa e pelos estudos

Gosto pelo debate

Habilidade para escrever

Habilidade para os negócios

Habilidade para trabalhar em equipe

Interesse em adquirir conhecimento em diversas áreas

Interesse pela leitura

Interesse por finanças

Interesse por temas da atualidade

Qual a formação necessária para ser economista?

Para exercer a profissão de economista é necessários curso superior de economia ou ciências econômicas, com duração de quatro anos. O estágio não é obrigatório, mas é altamente recomendável por ser uma forma do novo profissional ter contato com o mercado de trabalho, além de enriquecer o currículo. Conhecimento de inglês e computação são fundamentais.

Mestrado, doutorado e outros cursos de especialização proporcionam ao profissional melhores oportunidades na área.

Principais atividades de um economista

Os economistas podem exercer sua profissão em diversos ramos de atividades:

Nas universidades:

Dar aulas nas faculdades de economia, administração, estatística e outras;

Conduzir pesquisas e escrever relatórios, muitas vezes voltados para o público leigo;

Dar palestras e conferências;

Participar de seminários e debates;

Orientar teses de pós-graduação.

Na empresa privada:

Elaborar orçamentos;

Elaborar projetos de empreendimentos, levando em conta os custos - mão-de-obra, energia, transporte, material, equipamentos, impostos, taxas e financiamento - e o potencial de lucro;

Estudar a viabilidade econômica das técnicas de produção e dos equipamentos;

Estudar formas de aumentar a produtividade dos funcionários;

Analisar ofertas de financiamento disponíveis no mercado;

Analisar medidas econômicas do governo e seu impacto na empresa;

Estudar a organização e a operação das empresas, com o objetivo de fazer seu planejamento administrativo e a programação de suas atividades econômicas;

Preparar relatórios e documentos sobre seus estudos e análises.

No mercado financeiro e de capitais

Analisar opções de investimento e rentabilidade de ações, fundos, títulos e outras aplicações;

Orientar operadores do mercado de capitais e da bolsa de valores;

Pesquisar diversos mercados e políticas econômicas e seus efeitos no mercado financeiro;

Pesquisar possíveis formas de aumento de capital da empresa;

Criar novos produtos financeiros.

Nos órgãos públicos

Elaborar estudos sobre diversas atividades econômicas do país, como indústria, agricultura, pecuária, mineração e comércio;

Planejar investimentos oficiais;

Planejar políticas públicas;

Propor formas de financiamento das políticas públicas;

Elaborar orçamento geral do país, do estado ou do município;

Fazer estudos para políticas de formação e fixação de índices e análises de seu possível impacto na economia;

Participar da elaboração e análise de pesquisas sobre a evolução da população - renda familiar, emprego, habitação, saúde, educação, divisão por faixas etárias;

Propor índices para taxas de juros e impostos, com base em estudos sobre a economia do país e do mundo.

Nas companhias de seguros e de previdência privada

elaborar modelos de seguros diversos e de pecúlios, pensões e aposentadorias, com base em cálculos atuariais, levando em conta os riscos e a rentabilidade para a companhia.

Áreas de atuação e especialidades

Comércio Internacional

planejamento da estratégia de transações comerciais entre empresas de diferentes países; estudo das oportunidades de exportação e importação e das tendências dos mercados nacional e internacional.

Economia Agroindustrial

análise e planejamento das atividades produtivas de empresas agropecuárias e suas relações com outros setores da economia.

Economia Urbana

estudo de soluções para os problemas das cidades levando em consideração as necessidades e o perfil da população.

Finanças Públicas

definição das políticas econômicas de um país, estado ou município. Busca o equilíbrio entre a receita e a despesa visando a previsão dos efeitos sociais de medidas econômicas.

Recursos Humanos e do Trabalho

análise dos diferentes aspectos do mercado de trabalho incluindo dados como taxa de desemprego, massa salarial. É também responsável pela elaboração de planos de cargo e de salário em empresas privadas.

Sistema Financeiro

elaborar e analisar a viabilidade de projetos e de créditos de uma firma. Pode atuar nos setores de planejamento e controle financeiro de empresas, bancos e outras instituições.

Tecnologia e Desenvolvimento

estudo dos impactos econômicos da introdução de novas tecnologias e produtos no mercado. Faz também estudos sobre projetos industriais e urbanos levando em consideração a questão do meio ambiente.

Ensino

lecionar em universidades, participar de seminários e orientar teses de pós graduação.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para os economistas é muito competitivo para o setor público e privado. O economista, que pesquisa a produção, a distribuição e o consumo de bens e serviços, torna-se mais importante quando a economia do país está em expansão e as possibilidades de produção e investimentos se ampliam. O mercado financeiro, que se expandiu muito na época da inflação alta, vem enxugando seus quadros significativamente.

O setor bancário passa por uma reformulação, com fusões e vendas de instituições para bancos estrangeiros. Para os jovens bem qualificados, há oportunidades em alguns setores que estão crescendo: empresas de seguros e previdência privada, setor de transportes, de energia e de telecomunicações.

Curiosidades

História

A economia é a ciência que estuda as leis que regulamentam o sistema econômico e existe desde os primórdios da sociedade. Os gregos da Antiguidade, os escolásticos da Idade Média e os fisiocratas franceses do século XVIII foram responsáveis por muitas teorias ainda vigentes.

Entretanto, a economia, como ciência, teve início com o lançamento do livro "Investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações " ou só "A riqueza das nações", como ficou conhecido, do inglês Adam Smith,em 1776, inaugurando assim a Escola de Economia Política Inglesa.

A partir de então surgiram muitos outros pensadores como Davi Ricardo, Thomas Robert Malthus e John Stuart Mill, que formularam novas teorias econômicas importantes. A escola clássica terminou com a publicação de "O Capital" de Karl Marx, que foi considerado o último economista dessa fase.

No final do século XIX, William Jeyons, Anton Menger e Leon Walras desenvolveram uma teoria que se contrapunha à idéia do valor do trabalho de Smith e Ricardo, que dizia que o valor estava na utilidade marginal.

Os "marginalistas", como ficaram conhecidos, se dividiram em três escolas de pensamento:a austríaca, que pregava a utilidade como determinante do valor dos bens; a inglesa, que conciliava as novas idéias com as clássicas; e a francesa, que estudava o sistema econômico em termos matemáticos.

Esses pensamentos foram se fundindo até a quebra da Bolsas de Nova Iorque, em 1929, quando foi criada a primeira escola neoclássica, que teve como grande seguidor John Keynes.

A importância do pensamento econômico foi crescendo com a conscientização das pessoas comuns da necessidade do desenvolvimento essa ciência, sobretudo a partir da segunda metade do século XX.

Hoje, de acordo com estimativas, existem aproximadamente 70 mil economistas no Brasil.

Fonte:www.brasilprofissoes.com.br

Ciências Econômicas

Sobre a profissão

As Ciências Econômicas formam um conjunto de conhecimentos que está profundamente associado às questões sociais, políticas e culturais.

Entretanto, é preciso saber que a formação em Ciências Econômicas passa fortemente pelo domínio dos métodos quantitativos, com uma grande exigência de Estatística e de Matemática, além do estudo das teorias econômicas e da história da economia.

O economista deve buscar respostas a perguntas que movem, ao mesmo tempo, políticas e planos econômicos de governos, decisões empresariais e conversas cotidianas.

O agravamento das crises econômicas em todo o mundo, com reflexos visíveis nas relações sociais, mostrou que a economia é um assunto que interfere tanto no dia-a-dia das famílias quanto nas relações entre os países.

As pessoas querem entender por que um país cresce ao longo dos anos e outro não, o que faz subir ou baixar as taxas de desemprego ou o que possibilita que empresas cobrem mais caro por um produto. Indagações como estas são também o pano de fundo das preocupações dos economistas.

Tipos de Curso

a) Nível Superior

Bacharelado

Duração de 4 anos, com apresentação de monografia ao final do curso. O bacharelado em economia combina conhecimentos técnicos em matemática e cálculos com elementos históricos e sociológicos, facilitando o entendimento do desenvolvimento social do Brasil e do mundo através dos tempos. Prepare-se para ler muito, inclusive muitos textos em língua estrangeira.

O currículo dos cursos costuma conter as seguintes matérias: ciência política, sócio-economia, história do pensamento econômico, economia internacional, economia marxista, elaboração e análise de projetos, política e planejamento econômico, teoria micro e macro econômica, técnicas de pesquisa em economia, entre outras.

b) Nível médio

Curso Técnico

Duração de 1 a 3 anos. Os cursos técnicos na área de ciências econômicas tem as especializações em “Economia Doméstica”, Informática aplicada à área econômica, entre outras, e podem ter curta duração, 1 ano, em caso de especialização, ou até 3 anos, em caso de curso profissionalizante do ensino médio.

Mercado de Trabalho

O campo de trabalho para o economista é variado, pode ser em órgãos públicos; empresas de planejamento, de assessoria e consultoria de projetos; institutos de pesquisa; instituições financeiras; indústrias em geral. Cumprindo disciplinas pedagógicas, poderá exercer também, o magistério do Ensino Fundamental e Médio, em disciplinas correlatas ao curso de Economia e, até mesmo, atuar como professor universitário.

O Bacharel em Ciências Econômicas poderá atuar no planejamento econômico, financeiro e administrativo; pesquisar e analisar o mercado, os preços, a renda nacional, a conjuntura econômica, o desenvolvimento, o custo de vida e o salário; efetuar perícias e avaliações econômicas; determinar o nível ideal de produção; fixar preços de venda e apropriação de custos; prestar assessoria de economia e finanças, visando sempre o aumento de produtividade e rentabilidade do patrimônio ou dos serviços em âmbito público e privado.

Os cursos de pós-graduação na área de Ciências Econômicas oferecem uma vasta gama de especializações em diversos nichos do mercado de trabalho para o economista, qualificando-o, também, à docência no ensino superior.

Ofertas de Emprego

O número de postos de trabalho na área de Economia cresce em todas as capitais brasileiras, apesar de existir uma concentração no eixo Rio-São Paulo, sendo que as empresas privadas abrem mais vagas do que as públicas, principalmente as do setor financeiro, responsável por um terço das contratações.

Além disso, há uma boa expectativa de aumento na ofertas de emprego na área de economia para os próximos anos nos setores de comércio exterior, crédito e desenvolvimento sustentável.

Este profissional poderá encontrar boas colocações também no setor público, nas prefeituras municipais, ministérios e secretarias, Bancos estatais, e Instituições de pesquisa econômica, que contratam, geralmente, através de concurso público. Além disso, os pós-graduados podem dar aulas em universidades.

Fonte: www.cursocerto.com.br

Ciências Econômicas

Bacharel em Ciências Econômicas

Bacharel em Ciências Econômicas é a titulação que o Estudante recebe ao graduar-se no curso de nível superior de Economia, cuja área de conhecimento, adquirida ao longo de sua formação, está centrada na área de ECONOMIA e FINANÇAS.

Economista é o Bacharel em Ciências Econômicas registrado nos conselhos regionais de Economia, habilitando-se, assim, ao exercício legal da profissão. Para melhor definir a área de conhecimento dos Economistas, apresentamos, abaixo, os textos do "Novíssimo Dicionário de Economia" de Autoria de Paulo Sandroni-Edição 1999.

DEFINIÇÃO

ECONOMIA

É a Ciência que estuda a atividade produtiva. Focaliza estritamente os problemas referentes ao uso mais eficiente de recursos materiais escassos para a produção de bens; estuda as variações e combinações na alocação dos fatores de produção (terra, capital, trabalho, tecnologia), na distribuição de renda, na oferta e procura e nos preços das mercadorias.

Sua preocupação fundamental refere-se aos aspectos mensuráveis da atividade produtiva, recorrendo para isso aos conhecimentos matemáticos, estatísticos e econométricos.

De forma geral, esse estudo pode ter por objeto a unidade de produção (empresa), a unidade de consumo (família) ou então a atividade econômica de toda a sociedade. No primeiro caso, os estudos pertencem à microeconomia e, no segundo, à macroeconomia.

A palavra "economia", na Grécia Antiga, servia para indicar a administração da casa, do patrimônio particular, enquanto a administração da polis (cidade-estado) era indicada pela expressão "economia politica". A última expressão caiu em desuso e só voltou a ser empregada, na época do mercantilismo, pelo economista francês Antoine Montchrestien(1615); os economistas clássicos utilizaram-na para caracterizar os estudos sobre a produção social de bens visando à satisfação de necessidades humanas no capitalismo. Foi somente com o surgimento da escola marginalista, na Segunda metade do século XIX, que a expressão "economia política" foi abandonada, sendo substituída apenas por "economia".

Desde então, é a denominação dominante nos meios acadêmicos, enquanto o termo "economia política" ficou restrito ao pensamento marxista. Modernamente, de acordo com os objetivos teóricos ou práticos, a economia se divide em várias áreas: economia privada, pura, social, coletiva, livre, nacional, internacional, estatal, mista, agrícola, industrial etc.

Ao mesmo tempo, o estudo da economia abrange numerosas escolas que se apoiam em proposições metodológicas comumente conflitantes entre si. Isso porque, ao contrário das ciências exatas, a economia não é desligada da concepção de mundo do investigador, cujos interesses e valores interferem, conscientemente ou não, em seu trabalho cientifico. Em decorrência disso, a economia não apresenta unidade nem mesmo quanto a seu objeto de trabalho, pois este depende da visão que o economista tem do processo produtivo.

FINANÇAS = Área da economia que engloba os ramos de atividade e os processos relacionados com a gestão de recursos públicos, privados, dinheiro, crédito, títulos, ações e obrigações pertencentes ao Estado, às empresas e aos indivíduos. Refere-se ao sistema financeiro, que engloba os estabelecimentos financeiros e seus agentes: bancos centrais, bancos comerciais, bancos de desenvolvimento, de investimentos, instituições não bancárias de crédito(como, por exemplo, as associações de poupança e empréstimos), instituições cooperativas, sociedades de investimento, casas de câmbio, Bolsas de Valores, corretoras e agentes intermediários na colocação de valores. As finanças constituem representações simbólicas e indiretas de atividades econômicas reais.

Os papéis financeiros, por exemplo, representam e promovem fenômenos econômicos, como transferência de fundos acumulados por pessoas ou entidades, destinados ao pagamento de, em última instância, algum trabalho produzido. A poupança é também parte importante das finanças e constitui o produto do trabalho que excede as necessidades da população. Numa sociedade monetarista, a poupança é encaminhada ao setor financeiro para ser acumulada e aplicada. No regime capitalista, a captação da poupança é realizada por empresas privadas. Num regime socialista, é o Estado que monopoliza a captação da poupança. As instituições financeiras são entidades que se dedicam à captação, intermediação e aplicação de recursos financeiros. Podem ser públicas ou privadas e, no Brasil, devem ter a autorização do Banco Central para operar. Se forem empresas estrangeiras, necessitarão de autorização de funcionamento por meio de decreto do poder executivo.

As principais instituições no Brasil são: Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil, Banco do Brasil, Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco Nacional da Habitação (BNH), sociedades de crédito imobiliário, associações de poupanças e empréstimo, cooperativas habitacionais, cooperativas de crédito, banco comerciais privados, sociedades financeiras, Bolsa de Valores, sociedades distribuidoras de valores, sociedades corretoras e outras.

As finanças empresariais tratam da vida financeira das empresas e possuem um corpo de conhecimento bem definido. Em sua origem, as entradas das empresas provêm da contribuição dos sócios para a formação do capital social. Essa entrada, em geral, costuma ser aumentada pela obtenção de financiamento.

Já em funcionamento, a principal fonte de recursos da empresa das vendas de seus produtos. Essas vendas podem ser efetuadas à vista, caracterizando-se então uma entrada financeira, ou a prazo, que caracterizará uma entrada denominada formação de crédito. Quanto aos gastos: na fase de implantação, a empresa gasta recursos em investimentos. Quando em funcionamento, a saída de recursos resulta da compra dos fatores (mão-de-obra, matéria-prima, energia e serviços), do pagamento de encargos (juros, aluguéis e impostos) e de quaisquer outros gastos necessários à produção ou comercialização de seus produtos.

Mais modernamente, em decorrência da complexidade da vida econômica e do crescimento da renda de algumas categorias de pessoas, surgiu um novo ramo das finanças que se encarrega de estudar alguns temas específicos.

Denomina-se finanças individuais e estuda problemas como o orçamento familiar, a utilização de mecanismos de crédito para o consumidor, a aplicação mais vantajosa para a poupança privada e a diversificação das fontes de renda pessoal. Historicamente, a palavra "finanças" foi inicialmente aplicada para referir-se à "Fazenda Real", que constituía a parte dos bens do Estado à qual o rei tinha direito para satisfazer suas necessidades.

Depois, passou a ser empregada para designar a administração dos dinheiros públicos. À medida que se ampliava o setor financeiro das nações, que se expandiam os negócios da Bolsa de Valores e as transações imobiliárias, que se desenvolvia o sistema bancário e crescia o sistema de crédito, a palavra "finanças", ampliou também seu significado até atingir a abrangência dos dias de hoje, quando, em termos econômicos, engloba todo o setor financeiro nacional e internacional.

FINANÇAS PÚBLICAS

Setor que controla a massa de dinheiro e de crédito que o governo federal e os órgãos a ele subordinados movimentam em um país. Abrange não só as operações relacionadas com o processo de obtenção, distribuição e utilização dos recursos financeiros do Estado, como também a atuação dos organismos públicos em setores da vida econômica. Essa atuação amplia o âmbito da ação financeira do Estado que, nos dias de hoje, constitui agente econômico determinante do volume de renda nacional e da distribuição dessa renda entre os diferentes grupos sociais.

Ao mesmo tempo que atua como recolhedor de tributos e aplicador desses tributos em benefícios sociais, salários e obras públicas, o Estado tem ampliado sua ação por meio de empresas estatais, que operam em diferentes setores da economia e por meio de um controle mais direto do comércio exterior e dos mecanismos de consumo, investimentos e distribuição de matérias-primas. Esses controles podem ser complementares ou alternativos com relação aos instrumentos financeiros mais comuns. Tradicionalmente, as finanças públicas referiam-se às operações desenvolvidas para se obter, distribuir e utilizar os recursos financeiros necessários para o cumprimento da finalidade do Estado.

Sob a influência das doutrinas de economistas clássicos, como Adam Smith, David Ricardo e J.B. Say, o estudo das finanças públicas tornou-se bastante normativo, fixando regras para a seleção dos gastos públicos e para a criação de tributos, os quais deveriam perfazer a quantia estritamente necessária para o atendimento dos compromissos governamentais. A partir do século XX, o campo de ação do Estado passou a se expandir. A crise dos anos 30 deixou ao Estado a responsabilidade de tentar evitar novas crises econômicas, por meio de uma ação regularizadora. A Segunda Guerra Mundial só veio acentuar a tendência. Para cumprir sua nova função, o Estado ampliou também sua atividade financeira. Criou novos impostos, aumentando a receita na mesma proporção em que aumentaram os gastos.

Houve um crescimento progressivo dos órgãos estatais encarregados das finanças públicas, que ao se expandir, tornaram os mecanismos de arrecadação de impostos e a administração das dívidas governamentais cada vez mais burocratizados e complexos. Nas finanças públicas, estão incluídas a receita e a despesa públicas. Em geral, a receita é obtida por meio de tributos (impostos e taxas), de rendas patrimoniais(aluguéis, juros dividendos de bens e valores patrimoniais)), de rendas industriais ( renda líquida de serviços públicos e industriais e saldos das empresas estatais), contribuições parafiscais (previdência); transferências correntes e empréstimos.

Quando emite papel-moeda, o Estado obtém recursos extraordinários. No entanto, essa emissão de papel-moeda deve ser aprovada pelo legislativo. O controle é necessário porque se a emissão não corresponder a um aumento equivalente do Produto Interno Bruto, ela terá ação inflacionaria na economia do país.

A despesa pública é realizada pelos órgãos da administração governamental. Em geral, nela se incluem: o pagamento do corpo de funcionários dos diversos órgãos públicos, em todos os níveis (municipal, estadual e federal); a compra de material e equipamento para os diversos setores dos ministérios e demais órgãos da administração 'publica; os investimentos públicos; as subvenções; os subsídios etc. A despesa e a receita públicas são controladas pelo orçamento nacional.

No conceito de finanças públicas, também estão incluídas as finanças com o exterior, as quais, basicamente, dizem respeito à renda das exportações de bens e serviços, receitas de serviços como fretes, turismo, juros, assistência técnica, lucros, investimentos diretos e empréstimos e financiamentos. É o saldo apresentado pelo balanço de pagamentos do país que vai indicar se ele é devedor ou credor de outras nações.

O setor financeiro público, por intermédio de seus órgãos competentes, é encarregado de receber ou efetuar pagamentos aos países estrangeiros. Essas transações com o exterior são geralmente feitas em moedas fortes como o dólar dos Estados Unidos, em Direitos Especiais de Saque ou mesmo em ouro monetário.

Conforme demonstramos, o campo de formação dos Economistas, é amplo, e basicamente se concentra nas atividades de natureza econômico-financeira, cuja atuação no mercado de trabalho, lhe permite ocupar múltiplas funções, nos setores Público ou Privado da Economia, face a sua versatilidade.

Juramento

"Prometo, no exercício da minha profissão... cumprir os preceitos legais e morais que norteiam a Ciência Econômica, visando ao progresso e o bem estar do indivíduo, da empresa e da esfera macroeconômica"

Campo Profissional

A atividade profissional privativa do Economista exercita-se, liberalmente ou não, por estudos, pesquisas, análises, relatórios, pareceres, perícias, arbitragens, laudos, certificados, ou por quaisquer atos, de natureza econômica ou financeira, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão ou assistência dos trabalhos relativos às atividades econômicas ou financeiras, em empreendimentos públicos, privados ou mistos.

São inerentes ao campo profissional do Economista, de conformidade com a legislação pertinente, as seguintes atividades:

PLANEJAMENTO, PROJEÇÃO, PROGRAMAÇÃO, ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DE INVESTIMENTOS E FINANCIAMENTOS DE QUALQUER NATUREZA, tais como:

a)Estudos preliminares de implantação, localização, dimensionamento, alocação de fatores, análise e pesquisa de mercado

b)Orçamentos e estimativas, bem como fixação de custos, preços, tarifas e quotas

c)Fluxos de caixa

d)Viabilidade econômica, otimização, apuração de lucratividade, rentabilidade, liquidez e demonstrativo de resultados

e)Organização

f)Tudo o mais que, integre planos, projetos e programas de investimentos e financiamentos

ESTUDOS, ANÁLISES E PARECERES PERTINENTES A MACRO E MICRO ECONOMIA, tais como:

Planos, projetos, programas, acordos e tratados.

Contas Nacionais, Produto e Renda Nacional, Renda Familiar e "Per capita".

Oferta e Procura, Mercados - Produtores, revendedores e consumidores -, Política Econômico-Financeira nos setores primário, secundário e terciário.

Política Econômico-Financeira de importação e exportação, balança comercial, balanço de pagamentos e política cambial.

Desenvolvimento e crescimento econômico e social.

Conjuntura, tendências, variações sazonais, ciclo e flutuações.

Valor e Formação de Preços, Custos e Tarifas.

Produtividade, lucratividade, rentabilidade, eficiência marginal do capital e liquidez.

Políticas monetária, econômico-financeira, tributária e aduaneira, inclusive incentivos.

Mercados financeiro e de capitais, investimentos, poupança, moeda e crédito, financiamento, operações financeiras e orçamentos.

Ocupação, emprego, política salarial, custo de vida, mercado de trabalho e de serviços.

Formas de associação econômica, política empresarial, situações patrimoniais, fusão, incorporação, transformação de empresas, abertura, emissões, reduções, reinversões de capital, capitalização de recursos e distribuição de resultados.

Depreciação, amortização e correção monetária.

Estratégia de vendas, canais de distribuição/divulgação, inversões em propaganda e "royalties", política de estoques e manutenção do capital de giro próprio.

Teorias, doutrinas e correntes ideológicas de fundo econômico e econômico-social.

Tudo o mais que diz respeito à Economia e Finanças, à exeqüibilidade, rendimentos e resultados econômicos de unidades político-administrativas, mercados comuns, uniões alfandegárias ou quaisquer conglomerados ou associações, empreendimentos e negócios em geral.

PERÍCIAS

Perícias Econômicas, financeiras e de Organização do Trabalho em Dissídios Coletivos.

Perícias Econômicas para avaliação de riscos e acidentes ambientais.

Perícias em ações renovatórias.

Perícias e arbitramentos judiciais ou extrajudiciais, compreendendo aquelas o exame, a vistoria e a avaliação além das demais atividades pertinentes ou conexas, investigações e apurações, que envolvam matéria de natureza econômico-financeira.

(Perícia é a verificação feita por profissional habilitado para constatação minuciosa dos fatos de natureza técnico-científica e apuração das prováveis causas que deram origem a questões de natureza econômica.)

CÁLCULOS DE LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA EM PROCESSOS JUDICIAIS:

ARBITRAMENTOS

Arbitramentos Técnico-Econômicos.

(Arbitramento é a solução indicada por profissional habilitado ou a sua decisão para resolver pendência entre proposições ou quantitativos divergentes.)

AVALIAÇÕES

Avaliações Econômico-Financeiras de bens ou Empresa.

Avaliações Patrimoniais.

(Avaliação é o ato de fixação técnica do valor de um bem ou de um direito.)

AUDITORIA INTERNA E EXTERNA

Auditoria de Gestão (exclusive certificar contas)

(Auditoria de Gestão objetiva verificar a execução dos contratos, convênios, acordos ou ajustes, a probidade na aplicação do dinheiro público e na guarda ou administração de valores e outros bens.)

Auditoria de Programas

(Auditoria de Programas objetiva acompanhar, examinar e avaliar a execução de programas e projetos governamentais específicos, bem como a aplicação de recursos descentralizados.)

Auditoria Operacional

(Auditoria Operacional atua nas áreas interrelacionadas do órgão, entidade ou empresa, avaliando a eficácia dos seus resultados em relação aos recursos materiais, humanos e tecnológicos disponíveis, bem como a economicidade e eficiência dos controles internos existentes para a gestão dos recursos públicos ou privados.)

Auditoria de Informática

(Objetiva verificar e avaliar os aspectos de segurança dos programas de controle do Sistema de Informática).

Auditoria Gestional

(Auditoria Gestional objetiva verificar a adequação da empresa quanto à formação de políticas de recursos humanos, do plano estratégico e do programa de qualidade, nos seus aspectos econômicos e financeiros).

Observação

A direção ou chefia das unidades de auditoria de órgãos, entidades públicas ou privadas, bem como os cargos comissionados e funções de confiança em que se desenvolvam as atividades de auditoria retro-mencionadas, poderão ser exercidas por Economista, devidamente registrado no Conselho Regional de Economia, e é assegurada a oportunidade e o direito de inscrever-se e participar em concurso público seletivo para a carreira de auditor.

Obrigatoriedade do pagamento das anuidades

A inscrição no Conselho Regional de Economia é requisito indispensável ao regular o exercício da profissão do Economista. Ao registrar-se no CORECON-ES, o profissional adquire a Carteira de Identidade Profissional de Economista, documento necessário para a comprovação de sua habilitação legal.

A partir da regulamentação das diversas profissões, o Legislador estabeleceu a obrigatoriedade do recolhimento de anuidades por parte de pessoas físicas e jurídicas inscritas nos órgãos de fiscalização profissional, cujo pagamento deve ser efetuado até o dia 31 de março de cada ano.

Assim, além de cumprir seu papel de órgão fiscalizador, cabe também ao Conselho Regional de Economia-ES promover a cobrança e arrecadação das anuidades devidas pelas pessoas físicas e jurídicas registradas no CORECON-ES, sob pena de o dirigente do Órgão ser enquadrado na Lei de Responsabilidade Fiscal, por renúncia fiscal.

Independentemente de atuar ou não na área econômico-financeira, as pessoas físicas e jurídicas são obrigadas a recolher suas anuidades, tendo em vista que o fato gerador dessa obrigação decorre do registro no CORECON-ES. É importante observar que o não pagamento das anuidades implica na remessa do processo administrativo ao Departamento Jurídico do CORECON-ES para a cobrança judicial do débito perante a Justiça Federal, visto tratar-se de obrigações parafiscais de natureza tributária.

Certidão de Acervo Técnico

As Pessoas Físicas e Jurídicas, registradas no CORECON-ES, que desejam comprovar Capacitação Técnica e Aptidão na realização de serviços na área de Economia e Finanças, junto as Instituições de Direito Público ou Privado, devem solicitar de seus contratantes ou clientes, Atestados ou Declarações, contendo o tipo de serviço executado ou trabalho realizado, equipe técnica participante na execução dos serviços (obrigatória a citação do nome do Economista responsável pelos serviços técnicos de natureza econômico-financeiro e número de registro no CORECON-ES), constando, período e datas da ocorrência de sua realização.

A formação do acervo técnico, pelas pessoas físicas ou jurídicas, visa atender aos dispositivos contidos no parágrafo 1.º, do Artigo 30 da Lei N.º 8.666, de 21/06/93, (Lei de Licitações), alterada pela Lei N.º 8883, de 08/06/94, nos Processos de Privatização, onde é exigida a Certidão de Acervo Técnico para comprovação de habilitação legal, fornecida pelo CORECON-ES.

A exigência desses Atestados ou Declarações de Capacitação Técnica, tem por finalidade principal, comprovar a experiência profissional dos serviços ou trabalhos já realizados.

COMO OBTER A CERTIDÃO DE ACERVO TÉCNICO

As Empresas ou Economistas devidamente registrados no CORECON-ES, deverão apresentar ao CORECON-ES, Atestados ou Declarações fornecidas por pessoas de direito público ou privado, que comprovam a execução de serviços já realizados, (original em papel timbrado e cópia), constando datas ou período dos trabalhos, bem como o nome do Economista Responsável e/ou Equipe técnica responsável pela execução dos serviços de natureza econômico-financeira.

Fonte: www.corecones.com.br

Ciências Econômicas

Procura-se formar, nesta área, um perfeito intérprete das tendências econômicas mundiais e nacionais, capacitando-o a antever/prever os efeitos das mudanças econômicas gerais sobre grupos e setores específicos.

O curso de Ciências Econômicas tem por objetivo central de estudo a análise dos processos de produção, distribuição, uso e acumulação de bens materiais, do ponto de vista dos condicionantes sociopolíticos, tecnológicos, gerenciais e naturais neles influentes.

Sua evolução tem como propósito programático básico a oferta de soluções de cunho financeiro-administrativo e macroorganizacional que permitam a continuidade daqueles processos.

O profissional da área de Ciências Econômicas estuda as oscilações da produção e oferta de empregos, as regras gerais de decisão, os mecanismos financeiros da economia, as relações econômicas com o exterior, as formas de competição entre as empresas, a sua regulamentação legal; verifica os dados coletados e formula estratégias de ação.

Atividades Principais

Definir políticas econômicas para a empresa dentro do contexto do mercado

Estudar soluções para problemas econômicos emergenciais da empresa

Pesquisar e analisar o comportamento dos produtos, comerciantes e consumidores, diante de novas regras impostas pela economia

Estabelecer programas de equilíbrio entre receitas e despesas nos diversos setores da empresa e controlá-los efetivamente em posição favorável

Analisar a produção de bens e a distribuição das rendas, equacionando o problema de escassez de recursos

Mercado de Trabalho

Tendo em vista o fato de o economista possuir pleno conhecimento dos fenômenos atuais e históricos ligados à tecnologia, o seu campo de trabalho na atualidade é muito amplo, com tendência a um aumento ainda maior, em virtude da abertura da economia e da busca de investimentos estrangeiros.

Também possuem um vasto mercado de trabalho os profissionais que se dedicarem aos processos de fusão e incorporação de empresas, às perícias trabalhistas e aos processos de privatização.

Duração do Curso

5 anos

Fonte: www.curso-objetivo.br

Ciências Econômicas

O QUE FAZ

Estuda a utilização dos recursos disponíveis para a produção e distribuição de bens e mercadorias entre os indivíduos e a sociedade. Estuda as relações econômicas entre os diversos setores sociais e propõe políticas econômica, cambial e financeira do governo. Desenvolve planos para a solução de problemas financeiros, econômicos e administrativos em qualquer ramo da atividade humana, seja na agricultura, no comércio, na indústria e no setor de serviços. Atua tanto em empresas privadas quanto em institutos e órgãos públicos, municipais, estaduais e federais.

CAMPO DE TRABALHO

Comércio Internacional

Planejamento da estratégia de transações comerciais entre empresas de diferentes países; estudo das oportunidades de exportação e importação e das tendências dos mercados nacional e internacional.

Economia Agroindustrial

Análise e planejamento das atividades produtivas de empresas agropecuárias e suas relações com outros setores da economia.

Economia Urbana

Estudo de soluções para os problemas das cidades levando em consideração as necessidades e o perfil da população.

Finanças Públicas

Definição das políticas econômicas de um país, estado ou município. Busca o equilíbrio entre a receita e a despesa visando a previsão dos efeitos sociais de medidas econômicas.

Recursos Humanos e do Trabalho

Análise dos diferentes aspectos do mercado de trabalho incluindo dados como taxa de desemprego, massa salarial. É também responsável pela elaboração de planos de cargo e de salário em empresas privadas.

Sistema Financeiro

Elaborar e analisar a viabilidade de projetos e de créditos de uma firma. Pode atuar nos setores de planejamento e controle financeiro de empresas, bancos e outras instituições.

Tecnologia e Desenvolvimento

Estudo dos impactos econômicos da introdução de novas tecnologias e produtos no mercado. Faz também estudos sobre projetos industriais e urbanos levando em consideração a questão do meio ambiente.

REGULAMENTAÇÃO

Decreto 31794 de 13/08/1951. Para exercer a profissão, é obrigatório o registro no Conselho Regional de Economia (CRE).

DURAÇÃO

4 anos e inclui a apresentação obrigatória de uma monografia para conclusão do curso.

CONTEÚDO

O curso dá ao aluno uma visão abrangente das principais questões ligadas à sociedade e o currículo inclui disciplinas das áreas de Ciências Humanas e Exatas, entre as quais Matemática Financeira, Estatística, Contabilidade, Ciências Sociais, Formação Econômica do Brasil, Desenvolvimento Socioeconômico e Macroeconomia.

TITULAÇÃO

Bacharel em Ciências Econômicas ou Economista.

Fonte: www.10emtudo.com.br

Ciências Econômicas

Não há noticiário de TV, hoje em dia, em que não apareça pelo menos um economista dando sua opinião sobre algum assunto. Pelo grau de exposição pública que muitos desses profissionais ganharam, na última década, seria possível pensar que essa é uma carreira de super stars, que ocupam cargos em ministérios, publicam best sellers, assinam colunas em revistas e jornais e ganham fortunas fazendo palestras para empresários. Certos expoentes da profissão, no Brasil e no mundo, se transformam, de fato, em gurus que fazem previsões (nem sempre acertadas) sobre o futuro.

Mas a grande maioria dos graduados em Ciências Econômicas enfrenta um dia-a-dia bem menos charmoso. Driblam sucessivas crises econômicas, com mudanças de moeda, desemprego e inflação.

Tudo acontecendo em um ritmo acelerado, que requer decisões rápidas e certeiras. Mais do que captar, digerir e fazer planejamentos em cima desses fatores, o economista precisa ser capaz de fazer também análises e projeções do que pode acontecer a longo, médio e curto prazo, para não ser pego de surpresa.

Por sua mesa passam os efeitos do sobe-e-desce das bolsas de valores, as estratégias de desenvolvimento e de concorrência, a análise de viabilidade de novos projetos empresariais ou comerciais.

E não há como fazer mágica: para tocar essa empreitada, o truque é acumular formação e informação. Não sobrevive nesse mercado quem não estiver atualizado, reciclado e em sintonia com o mundo dos negócios. Mesmo - e principalmente - depois de sair da faculdade, pois o conhecimento, nessa área, é uma matéria altamente sensível ao que acontece no mundo. Na faculdade, o futuro economista recebe uma formação básica.

Entra em contato com as principais correntes do pensamento econômico e seus teóricos. A grade curricula compreende disciplinas como contabilidade, economia agrícola, ciências sociais, matemática, contabilidade, estatística, história do pensamento econômico e sociologia. Recente pesquisa do Cofecon (Conselho Federal de Economia) mostra que 92% dos profissionais brasileiros têm algum grau de especialização.

No entanto, apenas 6,3 % concluíram o mestrado e os que completaram o doutorado correspondem a 1,7%. "Mas o crescente grau de exigência por parte dos empregadores deve modificar esse panorama", acredita Rui Ascensão de Souza, chefe do Departamento de Fiscalização e Registros do Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo.

Todas as companhias de grande porte, do setor público ou privado, contratam economistas. O setor público ainda é o grande empregador, seguido de perto pelas empresas privadas e multinacionais. Nas esferas do governo federal e estadual, esse profissional atua em áreas de orçamento, finanças, análise de investimentos e aplicações financeiras, assessoramento econômico, Educação e saúde.

No âmbito privado, o economista ocupa postos em bancos, bolsas de valores e mercado futuro, em institutos de pesquisa, empresas de comércio internacional, agroindústrias, entidades de classe e empresas de seguros. Planejamento e gestão financeira ou empresarial, estudos e pesquisa de mercado, ensino, treinamento e reciclagem profissional, elaboração de projetos de investimento são atividades cada vez mais freqüentes.

Tanta procura se justifica: "Os empresários brasileiros estão atentos ao movimento da Economia lá fora. E eles dependem dos economistas para analisar a conjuntura internacional e fazer as adaptações necessárias à nossa realidade", explica Souza.

A profissão

O economista estuda todos os fenômenos relacionados à produção e ao consumo de bens e serviços, que envolvam dinheiro ou não. Ele ajuda a construir ampliar e preservar o patrimônio de pessoas, empresas e governos.

Desenvolve planos para a solução de problemas financeiros, econômicos e administrativos nos mais diferentes setores de produção, seja comércio, serviços, indústria ou finanças. Esse profissional dedica-se tanto a grandes questões, como as referentes a um país ou região, quanto a problemas de empresas ou investidores individuais, por exemplo.

Graças a essa versatilidade, encontra trabalho em empresas privadas, institutos e órgãos públicos, municipais, estaduais e federais. Devido às transações e trocas com o exterior, são boas as oportunidades nos setores de agroindústrias e de comércio internacional. Para trabalhar na área é obrigatório o registro no Conselho Regional de Economia (Corecon).

Características que ajudam na profissão

Habilidade em lidar com números, capacidade de análise e avaliação, interesse por questões sociais, organização, objetividade, espírito empreendedor e investigativo, atualização, facilidade de adaptação.

Duração média do curso

Quatro anos

Fonte: www1.uol.com.br

Ciências Econômicas

Economista é o profissional que busca compreender, modelar e prever o comportamento dos indivíduos, instituições e os fenômenos econômicos.

O alto status dos economistas perante a sociedade é resultado da quantidade de informação que o estudante recebe durante o curso superior. A capacidade de entender fluxos financeiros, prever tendências mercadológicas e gerir investimentos de maneira precisa é algumas das qualidades que os permitem trabalharem em qualquer área financeira. No entanto, da totalidade de empresas, uma parcela ínfima (em geral, as maiores) demanda poucos economistas. Então uma parte dos profissionais é obrigada a mudar a sua área de atuação, sendo normal ver economistas trabalhando em áreas correlatas.

No mercado de trabalho, uma das principais funções do economista é explicar os fenômenos econômicos usando as ferramentas que a ciência econômica (ou economia) oferece de acordo com cada escola de pensamento.

O campo de atuação do bacharel em ciências econômicas é bastante amplo, englobando todos os setores da economia.

No setor privado, economistas profissionais encontram emprego como consultores, principalmente nos setores bancário e de finanças. As atividades envolvem o estudo da formação de preços de venda, potencialidade de consumo, ponto de equilíbrio, rentabilidade e estrátégias para aplicação de recursos financeiros excedentes ou ainda cálculos para financiamentos de longo prazo, etc.

Já no setor público podem trabalhar em várias agências e departamentos como o Ministério da Fazenda, Tesouro Nacional, CVM, Banco Central, BNDES, IPEA, entre outros. Um atividade de destaque do economista neste setor é o planejamento das políticas governamentais para obtenção da melhoria nas condições de vida da população.

Alguns economistas brasileiros famosos

Bresser Pereira

Carlos Lessa

Celso Furtado

Cesar Maia

Delfim Netto

Eduardo Giannetti da Fonseca

Eugênio Gudin

José Luís Fiori

José Serra

Luís Gonzaga Belluzzo

Marcio Pochmann

Maria da Conceição Tavares

Mário Henrique Simonsen

Otávio Gouveia de Bulhões

Paul Singer

Roberto Campos

Theotonio dos Santos

Yeda Crusius

Zélia Cardoso de Mello

Fonte: pt.wikipedia.org

 

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