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Organelas

Lisossomas

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São vesículas pequenas, arredondadas, repletas de enzimas hidrolíticas em estado inativo. O perfeito funcionamento das enzimas lisossômicas depende de um pH= 5, que é mantido por constante transporte ativo de prótons para a luz lisossomal a medida que o lisossoma migra para regiões mais próximas da membrana plasmática. Nessa região da célula, os endossomas podem se fundir com os lisossomas, formando os endossomas secundários onde ocorre a digestão enzimática de seu conteúdo.

Peroxissomas

Organelas de 0,2 a 1mm de diâmetro envolvidas por uma unidade de membrana contendo cerca de 40 enzimas oxidativas, dentre elas a catalase, urato oxidase e D-aminooxidase. Atuam no catabolismo de ácidos graxos de cadeia longa (beta-oxidação), formando Acetil-CoA e H2O2. O Peróxido de hidrogênio detoxifica agentes nocivos como o etanol e mata certos microorganismos. O excesso de H2O2 é destruído pela enzima catalase, também no interior dos peroxissomas. Os peroxissomas realizam ainda a oxidação de urato e de D-aminoácidos. Todas as células animais possuem de 60 a 70 peroxissomas, sendo que hepatócitos, neutrófilos e macrófagos e células renais possuem maior número deles. Nas células vegetais, os glioxissomas são responsáveis pela metabolização dos triacilgliceróis (via do glioxilato).

As proteínas destinadas aos peroxissomas não são produzidas no RER, e sim no citossol. Através de um peptídeo sinal, aderem aos receptores específicos expressos na membrana dos peroxissomas. Um modo de transporte especial, semelhante ao utilizado pelo complexo de poros nucleares, envolve a translocação do receptor para a matriz, a entrega da proteína transportada e o retorno do transportador para o citosol. A medida que os peroxissomas incorporam lipídios e proteínas à membrana, crescem e se dividem por fissão.

Proteassomas

A degradação protéica pode ocorrer nos lisossomas, endossomas secundários, no RER e no citoplasma. Os Proteassomas são complexos enzimáticos citoplasmáticos, compostos por diversas classes de proteases dispostas em torno de um conduto central. Uma das suas funções é a degradação de proteínas. Proteínas citosólicas, quando danificadas, mal-dobradas, desestruturadas ou com aminoácidos oxidados, são degradadas no conducto central do cilindro do proteassoma -- onde estão os sítios ativos das proteases -- gerando oligopeptídeos de vida curta. As proteínas a serem degradadas são endereçadas aos proteassomas pela ubiquitina. Um dos sinais para a ubiquitinação é a presença de resíduos desestabilizadores na porção N-terminal, mas outros sítios para ubiquitinização existem enclusive na porção C-terminal. Depois de marcadas, as proteínas entram nos proteasomas pela abertura do cilindro, que é parcialmente tampada por um complexo protéico que parece funcionar como um filtro seletivo das proteínas que devem entrar no conducto central do cilindro.

Organelas

O processo de degradação protéica, no interior do proteassoma, consome energia, que é cedida por moléculas de ATP, hidrolizadas pelo complexo protéico da abertura do cilindro. Depois de degradada a proteína, as ubiquitinas e o proteassoma são liberados e podem ser reutilizados. Existem muitas cópias de proteasomas nas células e a degradação protéica ocorre no citosol, no interior de RER e lisossomas. Este mecanismo permite que a concentração de diferentes proteínas seja modificada rapidamente, de acordo com o estado funcional da célula. Assim, certas proteínas têm um curto período de meia vida, enquantro outras têm sua meia vida prolongada, por possuírem aminoácidos especiais na sua porção N-terminal, que impedem a ubiquitinização. Na transição da metáfase para a anáfase, a degradação de coesinas (proteínas que mantêm as cromátides irmãs juntas) é fundamental para a distribuição das cromátides entre as células filhas e a manutenção da ploidia correta.

Fonte: www.icb.ufmg.br

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A organela nada mais é, que uma estrutura com características e funções específicas.

Numa célula animal encontramos vários tipos de organelas, são elas:

Ribossomo;
Mitocôndria;
Complexo de Golgi ou sistema golgiense;
Centríolos;
Lisossomo;
Retículo endoplasmático liso;
Retículo endoplasmático rugoso;

Organelas

Veja abaixo as funções de cada organela

ORGANELA ORGANELA
Ribossomo É o responsável pela síntese de proteínas
Mitocôndria Responsável pela respiração celular
Complexo de Golgi Armazena e secreta substâncias diversas
Complexo de Golgi Atua na divisão celular
Lisossomo Atua na digestão intracelular
Retículo End. Liso Transporte de substâncias e produção de esteróides
Retículo End. Rugoso Transporte de substâncias e síntese de proteínas

Fonte: www.instrumentador.com.br

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A célula animal cumpre todas as funções vitais da vida como o metabolismo, o anabolismo, a respiração, a reprodução e a capacidade de reagir às modificações do meio-ambiente. A célula animal possui três partes funcionalmente distintas: membrana (ou parede externa), citoplasma e núcleo.

A membrana plasmática que envolve qualquer tipo de célula, seja animal ou vegetal, é composta segundo modelo de Singer e Nicholson por grandes moléculas protéicas que podem atravessar toda a membrana e pequenas moléculas de lípides (gorduras), sendo portanto uma membrana lipo-protéica. A membrana tem uma função de semi-permeabilidade, sendo que as moléculas protéicas cumprem o papel de enzimas que fazem o transporte ativo de substâncias.

Para o funcionamento da célula se faz necessária a presença de energia. A organela responsável por obter energia para a célula é a mitocôndria. A mitocôndria possui uma membrana externa lisa e lipo-protéica. Internamente ela possui uma membrana lipo-protéica que possui dobras chamadas cristas mitocondriais que estão envolvidas num gel composto por proteínas, água e sais mineirais.

A respiração celular consiste em obter energia através do alimento da célula, quase sempre a glicose, em presença de oxigênio.

O complexo de Golgi é formado por uma série de bolsas, sáculos achatados e vesículas que fazem o armazenamento e a secreção de substâncias que são produzidas pela célula. Cada conjunto de sáculos achatados são chamados de dictiossomos. Quase sempre o complexo de Golgi une o núcleo e citoplasma a um pólo excretor da célula.

O retículo endoplasmático é encontrado na célula na forma lisa e rugosa. O retículo endoplasmático rugoso, assim chamado pela presença de ribossomos, tem a função de fazer a síntese de proteínas. Os canais do retículo endoplasmático encaminham as substâncias para o complexo de Golgi para posterior excreção.

Presente somente em células animais, os lisossomos são compostos por uma membrana lipo-protéica externa e enzimas digestivas internas. O lisossomo é responsável pela “quebra” dos alimentos, ou seja, a digestão intracelular.

O conjunto de pequenos túbulos utilizados na divisão celular é chamado de centríolo, presente somente nas células animais. Durante a divisão celular os centríolos formam o fuso acromático que encaminham os cromossomos para as células filhas. Os centríolos também formam cílios e flagelos que possibilitam a locomoção de células e substâncias através de seus movimentos.

O núcleo, que comanda todas as atividades celulares, é possui a carioteca, uma membrana porosa que permite a passagem de substâncias do carioplasma para o citoplasma e vice-versa. Dentro do núcleo temos o nucléolo (um núcleo dentro do núcleo) que faz o armazenamento de RNA ribossômica que é matéria prima para a síntese de ribossomos. Quanto maior o metabolismo de síntese de proteína de uma célula, maior será o nucléolo.

Fonte: www.qieducacao.com

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