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Arte Asteca

A cidade de Tenochtitlán era realmente extraordinária como projeto arquitetônico. Possuía duas pirâmides, uma dedicada ao Deus Sol, com 63 m de altura e outra dedicada ao Deus Lua, com 43m. AS cidade tinha uma avenida com 1.700 m de extensão, chamada Avenida dos Mortos, cheia de templos e monumentos. Em cima das ruínas do monumento mais importante os espanhóis ergueram uma igreja e humilharam Montezuma II, acabando por decepa-lo em nome do cristianismo. Duvido que isso fosse o desejado por Cristo mas os homens sempre fizeram por conta própria e atribuíram ao Deus. César destruiu o povo Celta, Judeus e Muçulmanos ainda hoje se destroem irracionalmente e coube aos espanhóis a destruição dos Astecas.

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Essa civilização, simplesmente desapareceu. Até hoje isso não é uma coisa bem compreendida e existem teorias diversas para explicar esse desaparecimento. Uma delas coloca os Astecas como seres extraterrestres que foram embora depois de cumprida uma missão. A teoria é estapafúrdia mas um achado impressionante, feito em 1989 por uma equipe de TV, revigora a sua validade. Incrustada na parede de um templo, em uma das muitas línguas astecas, uma inscrição diz: "Nós voltaremos no dia 24 de dezembro de 2.010". A data é bem sugestiva e da o que pensar. Está chegando perto e quem viver, verá. Seria bom o surgimento de um novo enviado de Deus para diminuir a violência do mundo.

Os Astecas tingiam tecidos feitos a base de algodão para o fabrico de roupas. A cerâmica também era carregada de cores fortes e muitas jóias eram preparadas usando ouro e prata, alem de pedras preciosas.

Arte Asteca

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Na guerra, os Astecas buscavam a captura dos inimigos para sacrifica-los aos seus deuses. Uma das formas mais importantes como se dava esse sacrifício, arrancava o coração dos guerreiros em um templo e o comiam. Os guerreiros que eram sacrificados eram levados ao templo, tocando flauta e acompanhados de belas mulheres. Talvez a característica monstruosa desses sacrifícios explique a aparência também monstruosa e ameaçadora dos deuses astecas, conforme são representados nas esculturas que chegaram até nós.

Arte Asteca

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Fonte: www.cyberartes.com.br

Arte Asteca

O artista pré-hispânico é regido principalmente por conceitos religiosos, mesmo que anônimos e, reproduzindo o imaginário coletivo, muito mais que o individual. Na sociedade asteca possuía lugar de destaque e importância.

É necessário que nos desvencilhemos dos "pré-conceitos" ocidentais e em termos artísticos ainda impregnados dos conceitos renascentistas, para podermos compreender a dimensão que as artes visuais, a música, o teatro e a poesia (oral e escrita), representavam para a cultura asteca.

As artes constituíam seu principal meio de comunicação imag.01 e de relato histórico, através das formas é que os astecas expressavam sua mentalidade, sua visão de mundo. A arte é uma referência da própria vida, seja terrena imag.02 ou cósmica. imag.03 Todas as formas possuem seus signos próprios, a Arte Asteca assume o principal significado de evocar o sagrado, expressando-o em termos visuais.

A arte assume o papel preponderante de representação do mundo simbólico-religioso, toda essa visão cósmica que permeia a sociedade asteca como um todo, se reflete no modo como o espaço é representado no simbolismo poético, em seus monumentos arquitetônicos, em suas esculturas, em seu fazer artístico de modo geral.

A estética pré-hispânica esta vinculada ao sagrado, existe um imaginário coletivo, porém nem por isso deixamos de reconhecer o artista em seus traços individuais, como aquele que transforma todo esse simbolismo sagrado em imagem. A Arte Asteca foi de grande importância dentro do contexto histórico desse povo, tendo sido admirada pelo próprio conquistador e a Europa, em matéria de estética e técnica.

Para a compreensão de qualquer imagem é necessário considerar-se o plano individual e o coletivo. O individual é o próprio artista, o sujeito que cria o objeto que será apreciado por uma coletividade. Essa compreensão está sujeita ainda a alguns fatores como: o suporte utilizado pelo artista, o material, o objeto ou a "idéia" a ser reproduzida, e para quem (qual o público) aquela imagem foi produzida. O artista pré-hispânico encontra em seu meio ambiente o barro (argila) para a cerâmica e a escultura; as pedras para a escultura, alguns artefatos e para a arquitetura; e os metais. Porém está limitado pelo tema.

Na arquitetura, destaca-se a grandiosidade de seus templos imag.04 e outras construções que provocam admiração pelo tamanho e falta de tecnologia. Os monumentos arquitetônicos e as esculturas astecas tem como principal regra o princípio horizontal. As esculturas são trabalhadas de todos os lados imag.05 . A pintura mural imag.06 era utilizada em seus templos e palácios, sendo que as figuras normalmente não eram personalizadas, sendo identificadas através de pictogramas. A pintura foi utilizada principalmente nos códices imag.07 (pequenos livros, semelhantes aos manuscritos europeus), responsáveis pela transmissão do conhecimento.

A pintura destaca-se pelas formas figurativas imag.08 , como também formas abstratas e geométricas imag09 . A cerâmica constituiu-se de artefatos como jarras, potes e louças em geral. Muitos desses utensílios domésticos constituíam-se de verdadeiros objetos de arte, com pinturas policromadas. imag10

A imagem asteca assume pois, a função de representação visual e plástica do sagrado. Imagem que lhe é atribuída pelo artista, à partir de suas vivências, das vivências de sua sociedade, das técnicas que distingue sua arte e , fundamentalmente de sua "mente" criadora, de sua fantasia. O artista pode ser o artesão sim, pois ele utiliza a técnica tanto quanto aquele, porém, esta técnica está a serviço de sua fantasia, do imaginário de sua coletividade.

O historiador Gombrich destaca em uma de suas obras: " o teste da imagem não é a semelhança com o natural, mas a sua eficácia dentro de um contexto de ação" ( Gombrich, E.H. Arte e Ilusão).

O artista asteca criou dentro dessa eficácia, as obras que hoje nos ajudam a compreender a sua cultura, a sua concepção do sagrado, e o seu povo.

Fonte: www.geocities.com

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