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Civilização Egípcia

 

Civilização Egípcia
Civilização Egípcia

O Egito foi palco do surgimento de uma das civilizações que merecem destaque na história da antiguidade.

As realizações artísticas, tanto na arquitetura como na escultura e na pintura, atingiram seu auge entre a terceira e a quarta dinastias de faraós, dando origem aos padrões e formas estéticas que iriam perdurar, ainda que mais sutilmente, por toda a civilização egípcia da posterioridade.

Os avanços tecnológicos alcançados por esta civilização podem ser conferidos em suas mais arrebatadoras obras arquitetônicas realizadas, as pirâmides, gigantescas tumbas destinadas aos faraós, cuja construção deve ter iniciado por volta do ano de 2.700 a. C. Após suas mortes, os corpos dos faraós eram embalsamados e sepultados no interior das pirâmides.

Os egípcios possuíam a crença da vida após a morte, o que explica o grande cuidado na conservação dos corpos de seus governantes.

Por outro lado, as técnicas de irrigação eram avançadas para sua época: já era empregada a técnica de irrigação através da canalização das águas do rio.

Também eram aproveitadas as cheias periódicas do rio Nilo: com o alagamento e esvaziamento periódicos, as terras referentes s margens do rio tornavam-se bastante férteis e produtivas.

Inicialmente, a região do Egito estava sob controle de dois reinos diferentes.

Zonas agrícolas eram constituídas aos longo das margens sul e norte do rio Nilo, e conforme houve a proximidade de tais áreas, regidas separadamente pelos já referidos reinos, foi realizada a unificação dos reinos, sob o reinado do Faraó Menes. A partir daí, uma série de dinastias se sucederam.

Os faraós eram considerados também os maiores representantes das divindades na terra, sendo também considerados herdeiros das divindades. A figura do faraó era identificada como o deus Horus, o deus com feições de falcão.

Após um período de domínio pelos Hyksos Semíticos da Ásia, o Novo Reino estabeleceu um império na Síria. A partir daí, o Egito passou a se envolver em muitas guerras na Ásia. Com a conquista do Egito pela Pérsia em 525 d. C., o Egito desapareceu enquanto território de tradições culturais próprias.

No apogeu da existência da civilização egípcia, já havia alta cultura entre os egípcios: através de seus registros hieroglíficos, supõe-se que a escrita egípcia deve ter sido desenvolvida a partir do ano de 3.200 a.C.

Uma tradição de escribas possibilitou o registro de uma surpreendente produção "literária". Entre esta produção, contavam-se textos de ordens científica, histórica, filosófica e religiosa.

Nesta última modalidade, pode ser observado o sistema religioso egípcio, que justificava o poder dos governantes: a representação dos deuses hierarquizados difundia-se através da classe sacerdotal, a qual obtinha muito prestígio e poder político.

Fonte: geocities.yahoo.com.br

Civilização Egípcia

GRANDIOSA E DURADOURA

Entre as primeiras civilizações orientais pertencentes ao modo de produção asiático, baseadas na servidão coletiva, a egípcia sobressaiu-se como uma das mais grandiosas e a mais duradoura.

Marcada pelas grandes obras hidraúlicas (canais de irrigação, diques), fundamentais para a agricultura, a civilização egípcia contava com um Estado despótico regido por um Faraó.

Situada no nordeste da África, numa região predominantemente desértica, a civilização egípcia desenvolveu-se no fértil vale do Nilo, beneficiando-se do seu regime de cheias.

As abundantes chuvas que caem durante certos meses na nascente do rio, ao sul do território egípcio (atual Sudão), provocam o transbordamento de suas águas.

Essas cheias, ao ocuparem as margens do rio, depositam ali o húmus fertilizante. Terminada a época chuvosa, o rio volta a seu curso normal e a terra fica pronta para uma agricultura satisfatória.

"O Egito é uma dádiva do Nilo". Frase de autoria do historiador grego Heródoto, que explica que o regime de cheias do rio possibilitou um amplo desenvolvimento da civilização egípcia ao garantir as práticas agrícolas. Fato esse, só possibilitado pelo trabalho humano, tendo como exemplo, as grandes obras hidráulicas (canais de irrigação e diques).

Isso favoreceu o surgimento das primeiras aldeias neolíticas no vale do Nilo, formando os nomos, comunidades que eram independentes e desenvolviam uma agricultura rudimentar e tinham como chefes os nomarcas. O crescimento da população e o aprimoramento agrícola possibilitaram o nascimento das primeiras cidades.

Para agregar esforços, na construção de diques e canais de irrigação, foi imposto a união dos nomos, formando o Alto Egito (ao sul do Nilo) e o Baixo Egito (ao norte). Menés unificou o Baixo e o Alto Egito, tornando-se o primeiro Faraó da civilização Egípcia, subordinando 42 nomos.

A unificação marcou o início do período pré-dinástico. O Faraó concentrou todos os poderes em suas mãos e se apropriou de todas as terras, sua população tinha que lhe pagar impostos e servi-lo. Para solidificar totalmente seu poder usou a religião como uma arma importante, passando a ser considerado um deus vivo e sendo cultuado como tal. Daí, classificamos o regime político do Egito antigo como sendo uma monarquia teocrática.

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Pirâmides egípcias

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Tutankhmon, o Faraó menino do Egito

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Amenófis (outro Faraó) estabeleceu
o monoteísmo em substituição ao politeísmo

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Pedra encontrada por um dos soldados de Napoleão que continha inscrições nos idiomas: grego, hieroglífico e demótico

Fonte: www.vestigios.hpg.ig.com.br

Civilização Egípcia

Em todos os tempos, a civilização egípcia foi, sem dúvida, uma das culturas orientais mais admiradas e estudadas pelas nações ocidentais.

As investigações sobre essa antiga e misteriosa civilização atingiram o auge na Idade Média e no renascimento, mas foi somente no período neoclássico que avançaram decisivamente. Com base na pedra Rosetta, encontrada por um soldado de Napoleão, o cientista francês Jean-François Champollion decodificou em 1799 uma série muito importante de hieróglifos, levando em conta as traduções em grego e em escrita demótica feitas na pedra.

A partir de então constituiu-se a ciência da egiptologia. Sua aplicação imediata serviu para a tradução e interpretação dos textos pintados e gravados em muros e esculturas de templos funerários.

Esses textos, por sua vez, revelavam a sua função: repouso de reis e nobres e de seus incalculáveis tesouros, após sua morte. Muito pouco, no entanto, resistiu até os nossos dias. Os magníficos tesouros dos faraós foram, em sua época, alvo de assaltantes e ladrões, que ignoraram seu caráter intocável e sagrado.

As obras conservadas mais significativas pertencem ao chamado império novo. A imponência e beleza dos templos de Luxor e Carnac e o delicado trabalho de ourivesaria também em objetos de uso diário refletem o apogeu de uma cultura que perseguiu, na beleza indescritível das manifestações artísticas, uma sincera oferenda a suas inúmeras divindades, cada qual para uma situação. Essas entidades costumavam ser representadas por esculturas com corpo de homem e cabeça de animal, vestidas com os mesmos trajes usados pelo faraó, um deus na terra.

PINTURA NA ARTE EGÍPCIA

A pintura egípcia teve seu apogeu durante o império novo, uma das etapas históricas mais brilhantes dessa cultura. Entretanto, é preciso esclarecer que, devido à função religiosa dessa arte, os princípios pictóricos evoluíram muito pouco de um período para outro. Contudo, eles se mantiveram sempre dentro do mesmo naturalismo original. Os temas eram normalmente representações da vida cotidiana e de batalhas, quando não de lendas religiosas ou de motivos de natureza escatológica.

As figuras típicas dos murais egípcios, de perfil mas com os braços e o corpo de frente, são produto da utilização da perspectiva da aparência.

Os egípcios não representaram as partes do corpo humano com base na sua posição real, mas sim levando em consideração a posição de onde melhor se observasse cada uma das partes: o nariz e o toucado aparecem de perfil, que é a posição em que eles mais se destacam; os olhos, braços e tronco são mostrados de frente. Essa estética manteve-se até meados do império novo, manifestando-se depois a preferência pela representação frontal.

Um capítulo à parte na arte egípcia é representado pela escrita. Um sistema de mais de 600 símbolos gráficos, denominados hieróglifos, desenvolveu-se a partir do ano3300 a.C. e seu estudo e fixação foi tarefa dos escribas. O suporte dos escritos era um papel fabricado com base na planta do papiro. A escrita e a pintura estavam estreitamente vinculadas por sua função religiosa. As pinturas murais dos hipogeus e as pirâmides eram acompanhadas de textos e fórmulas mágicas dirigidas às divindades e aos mortos.

É curioso observar que a evolução da escrita em hieróglifos mais simples, a chamada escrita hierática, determinou na pintura uma evolução semelhante, traduzida em um processo de abstração. Essas obras menos naturalistas, pela sua correspondência estilística com a escrita, foram chamadas, por sua vez, de Pinturas Hieráticas. Do império antigo conservam-se as famosas pinturas Ocas de Meidun e do império novo merecem menção os murais da tumba da rainha Nefertari, no Vale das Rainhas, em Tebas.

ARQUITETURA NA ARTE EGÍPCIA

As pirâmides são sem dúvida o paradigma da arquitetura egípcia. Suas técnicas de construção continuam sendo objeto de estudo para engenheiros e historiadores. A pirâmide foi criada durante a dinastia III, pelo arquiteto Imhotep, e essa magnífica obra lhe valeu a divinização. No início as tumbas egípcias tinham a forma de pequenas caixas; eram feitas de barro, recebendo o nome de mastabas (banco). Foi desse arquiteto a idéia de superpor as mastabas, dando-lhes a forma de pirâmide.

Também se deve a Imhotep a substituição do barro pela pedra, o que sem dúvida era mais apropriado, tendo em vista a conservação do corpo do morto. As primeiras pirâmides foram as do rei Djeser, e elas eram escalonadas.

As mais célebres do mundo pertencem com certeza à dinastia IV e se encontram em Gizé: Quéops, Quéfren e Miquerinos, cujas faces são completamente lisas. A regularidade de certas pirâmides deve-se aparentemente à utilização de um número áureo, que muito poucos arquitetos conheciam.

Outro tipo de construção foram os hipogeus, templos escavados nas rochas, dedicados a várias divindades ou a uma em particular.

Normalmente eram divididos em duas ou três câmaras: a primeira para os profanos; a segunda para o faraó e os nobres; e a terceira para o sumo sacerdote. A entrada a esses templos era protegida por galerias de estátuas de grande porte e esfinges. Quanto arquitetura civil e palaciana, as ruínas existentes não permitem recolher muita informação a esse respeito.

ESCULTURA E OURIVESARIA NA ARTE EGÍPCIA

A escultura egípcia foi antes de tudo animista, encontrando sua razão de ser na eternização do homem após a morte. Foi uma estatuária principalmente religiosa.

A representação de um faraó ou um nobre era o substituto físico da morte, sua cópia em caso de decomposição do corpo mumificado. Isso talvez pudesse justificar o exacerbado naturalismo alcançado pelos escultores egípcios, principalmente no império antigo. Com o passar do tempo, a exemplo da pintura, a escultura acabou se estilizando.

As estatuetas de barro eram peças concebidas como partes complementares do conjunto de objetos no ritual funerário. Já a estatuária monumental de templos e palácios surgiu a partir da dinastia XVIII, como parte da nova arquitetura imperial, de caráter representativo. Paulatinamente, as formas foram se complicando e passaram do realismo ideal para o amaneiramento completo. Com os reis ptolemaicos, a grande influência da Grécia revelou-se na pureza das formas e no aperfeiçoamento das técnicas.

A princípio, o retrato tridimensional foi privilégio de faraós e sacerdotes. Com o tempo estendeu-se a certos membros da sociedade, como os escribas. Dos retratos reais mais populares merecem menção os dois bustos da rainha Nefertite, que, de acordo com eles, é considerada uma das mulheres mais belas da história universal. Ambos são de autoria de um dos poucos artistas egípcios conhecidos, o escultor Thutmosis, e encontram-se hoje nos museus do Cairo e de Berlim.

Igualmente importantes foram as obras de ourivesaria, cuja maestria e beleza são suficientes para testemunhar a elegância e a ostentação das cortes egípcias. Os materiais mais utilizados eram o ouro, a prata e pedras. As jóias sempre tinham uma função específica (talismãs), a exemplo dos objetos elaborados para os templos e as tumbas. Os ourives também colaboraram na decoração de templos e palácios, revestindo muros com lâminas de ouro e prata lavrados contendo inscrições, dos quais restaram apenas testemunho.

Fonte: www.cen.g12.br

Civilização Egípcia

Origem

Entre muitas outras civilizações, apenas uma que se destaca devido ao seu profundo conhecimento sobre todos os aspectos da vida é a civilização egípcia.

Seja ela técnico, agrícola ou a espiritual, essa civilização tinha tocado o pico em todos os aspectos com zelo extremo.

O Antigo Egipto se uniram em torno de 3150 aC, ao longo do curso inferior do rio Nilo, com a fusão política do Alto e Baixo Egito, sob o primeiro faraó.

A história do antigo Egito cresceu com a série de reinos estáveis.

Os historiadores dividiram a série ou períodos de reino em três categorias, tais como:

Reino velho da Idade do Bronze inicial.
Reino Médio da Idade do Bronze média e
Nova reino da Idade do Bronze tardia.

Durante este novo reino, no período Ramesside (Ramsés), a civilização egípcia tinha atingido o auge de seu poder. Depois que ele tinha entrado em um lento declínio.

A prosperidade da antiga civilização veio em parte da capacidade de se adaptar às condições do vale do Nilo. A inundação previsível do rio Nilo e irrigação controlada que produzem culturas redundantes resultar para o desenvolvimento de aspectos sociais e culturais.

Junto muitas outras conquistas da civilização egípcia, a mais visível são as pirâmides, templos, obeliscos (um sistema de matemática), um uso prático eficaz de medicina, sistemas de irrigação e técnica agrícola. E por último mas não menos importante o uso de papiro (um material semelhante ao papel grosso produzido a partir do miolo da planta papiro) para documentação.

A civilização egípcia também deixou um legado duradouro através de sua arte e arquitetura, que são amplamente copiado até hoje no mundo moderno. Suas antiguidades viajado muito por todo o mundo.

É uma civilização que tinha cativado os pensamentos de historiadores e egiptólogos por séculos. É também uma civilização que cresceu, atingiu o auge e pereceram, mas definitivamente tinha deixado para trás uma marca eterna para as gerações de saber pela sua essência única.

Fonte: www.kidsgen.com

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Egípcios

O Antigo Egito foi uma civilização que se originou ao longo do curso médio e inferior do rio Nilo, e chegou a três épocas de esplendor faraônico em períodos chamados:

Antigo Império (2800-2200 aC)
Império Médio (2050-1780 aC)
Novo Império (1580-1100 aC)

Localização Geográfica

O Egito está localizado no canto nordeste da África. É atravessada de norte a sul ao longo do rio Nilo, que deságua no Mar Mediterrâneo.

O deserto cobre mais de 90% do Egito. Os egípcios viviam às margens do rio Nilo ou ao longo dos canais. A cada ano o Nilo transbordava e inundou os campos para fertilizar suas margens e excedentes de geração de alimentos.

O país foi dividido em dois: o Alto Egito, ao sul e do Baixo Egito, no norte, na foz do delta do Nilo em forma.

A organização social e política

Sociedade egípcia era uma pirâmide natureza e divididos em diferentes grupos:

Primeiro grupo: O Faraó (rei-Deus) e da família real.
Segundo grupo:
sacerdotes, altos funcionários, governadores provinciais, chefes militares e escribas seniores.
Terceiro grupo:
camponeses, que constituíam cerca de 97% da população total. Estes incluem artesãos e comerciantes.
Quarto grupo:
possuíam escravos. Eles eram vistos como objetos ou animais e pode ser comprado e vendido. Muitos deles trabalhavam nas casas mais abastadas.
O papel das mulheres no Egito era mais importante do que em outras culturas da antiguidade. Alguns deles tinham grande poder e até mesmo eram rainhas egípcias. Nefertit i é o período mais conhecido de rainha faraônica. Seu nome significa "a bela chegou", sua beleza foi destacada em várias esculturas e gravuras. Nefertiti foi imortalizada em templos e mais do que qualquer outros monumentos rainha egípcia.
O faraó era considerado um deus,
porque acreditava-se ter uma origem divina. Ele tomou o nome de El das Duas Senhoras, Rei do Alto e do Baixo Egito, Golden Horus, Horus, filho de Victor e RA.
Quando o poder de morrer foi transferido por herança a seu filho mais velho, embora em várias ocasiões, não foi o caso.
Era um monarca absoluto,
mas deve ter um intelectual ampla, e toda a sua vida pública e privada foi regulamentada severamente. Ele tinha todos os poderes. Legislativo, executivo, funções judiciais e religiosas de Faraó consistiu manter e defender as leis de Maat, manter a ordem total do universo, desde o momento da criação, não só em Em relação à estrutura social e política do Egito, mas também as leis da natureza.
Os sacerdotes
foram caracterizados por sabedoria, com a sua principal função a administração dos templos e atenção de suas divindades, para interpretar os seus desejos, cumprir e dar adoração. Eles eram uma classe política muito influente, portanto, que alguns vieram para governar como regentes nas dinastias XXI e XXII. Tal é o caso de Piankhy ou Harsiese.
Escribas
eram muito importantes na organização do Estado, como eles foram responsáveis ??pela elaboração de leis, textos sagrados e transcrever todos os tipos de obras comerciais e administrativas.
Os artesãos
trabalhavam em oficinas nas quais foram misturados todos os comércios, e supervisionado por um CEO: ourives, joalheiros, carpinteiros, trabalhadores de couro, pintores ... Os escultores preferiam trabalhar de forma isolada, embora fosse comum para muitos deles trabalham em o mesmo trabalho.
Havia uma espécie de escravidão,
servidão melhor, em que os indivíduos têm direitos e salários, e poderia até mesmo comprar sua liberdade.

Organização Política

O sistema de governo egípcio foi caracterizada por ser:

Monárquico
Absolutista
Teocrático

Realista, uma vez que apenas foi liderado pelo faraó, absolutista como Faraó tinha todos os poderes do reino teocrático e como o filho do faraó pensou ou escolhidos de Deus, justificando, assim, seu absolutismo não dar a ninguém, mas apenas para Deus, como era considerado uma divindade.

Os egípcios eram governadas pelo Faraó, que ajudou a funcionários, governadores e militares para estender o seu poder em todo o território sob seu controle e fazer cumprir as leis estabelecidas. A única organização liderada pelo rei é chamado de Estado.

Faraó tinha a missão de defender o povo com o seu exército, bem como cidades organizadoras, construir canais de irrigação, promover a agricultura, promover superávit comercial agrícola e conseguem superar com sucesso de anos de más colheitas.

Alguns faraós eram muito poderosos e estenderam seus estados vizinhos lutando domínios.

Em seguida, houve os seguintes cargos:

O tipo real: responsável por atingir todos os atos de governo. Ele era uma figura-chave, como eles foram educados, hábil na escrita hieroglífica, e conhecia os segredos do cálculo, sendo os únicos capazes de avaliar os impostos, garantir empregos na construção civil e transcrever as ordens do faraó.
O sumo sacerdote:
Chefe Supremo, que tinha sido confiada a liderança do culto. Os sacerdotes eram uma classe poderosa, que foi detida por longos séculos de poder.
O grão-vizir:
Quem controlava os Nomes (províncias) e foi o intermediário entre o rei e outras autoridades. Vizier chamado o novo líder ou "primeiro-ministro", cuja autoridade só foi superado pelo faraó, assumindo várias funções por delegação.
O chefe do selo real:
Quem controlado receitas modo de tesouraria e despesas da monarquia egípcia.

Religião egípcia

Religião egípcia era politeísta natureza, ou seja, acreditavam em muitos deuses e deusas, e não apenas um.

Os egípcios adoravam Osíris, que julgou a alma, Ra (Deus Sol), deus principal do império e centenas de divindades representadas com cabeças de animais, como gatos, besouros, cobras e touro Apis.

Numerosos rituais Held, a mais importante das quais foi concebido para provocar o alagamento procurado do rio Nilo, tão necessários para a agricultura                                       

Deuses egípcios

Alguns dos deuses mais importantes do Egito antigo eram:

RA: Esta é a principal divindade. Ele representa o sol.
ANUBIS:
representado como um homem com cabeça de cão, ou como um cão de grande porte. Ascensão morto facilita para os céus. Embalsamadores Pattern.
ATON:
nome originário do disco solar Helipolis. Amenhotep IV levou todos os outros deuses, e só acreditam nele.
Hórus, filho
de Ísis e Osíris. Senhor dos Céus. Ele é representado como um falcão ou um homem com cabeça de falcão. Deus da realeza.
OSIRIS:
Senhor do submundo que contém as sementes da vida. Deus é o protetor do falecido, em vida após a morte.
Deus HAPY
do Nilo, fertilidade e riqueza do povo egípcio.
BES:
Representado como uma face plana anão.Protetor das mulheres em trabalho de parto, e repelir os maus espíritos.
PTAH:
ele é retratado como um homem vestido com uma apertada boné e vestindo uma túnica e um cetro. Deus Criador, Senhor da cidade de Memphis. Considerado padroeiro dos artesãos.
AMON:
Representado duas penas de falcão que adornam seu cocar. Animais que representam são o ganso eo carneiro.Deus patrono do Império e da Monarquia.

Os egípcios acreditavam na vida após a morte, isto é, na vida após a morte. O falecido foram enterrados em túmulos (pirâmides, mastabas ou hipogeus), alguns ricamente adornado com pinturas, relevos e objetos funerários fabuloso. Graças a isso, sabemos muito bem a sua civilização.

Fruto das crenças de vida após a morte era a mumificação, ou seja, a preparação dos mortos para a vida após a morte. Os corpos dos mortos foram submetidos a um longo processo pelo qual as entranhas são extraídos (depositado em recipientes chamados "vísceras") e, depois de ter sido impregnado com várias substâncias foram cuidadosamente enfaixado para preservar a aparência que tinham em vida.

Monumento principal: Pirâmides

Estas grandes obras arquitetônicas criadas no calcário foram feitas pelos egípcios nos tempos antigos eram 47 grandes pirâmides.

São os maiores elementos funerárias construídas dentro de uma pirâmide, há várias salas, uma das quais é a câmara mortuária onde a múmia do falecido e seus bens graves foram depositados. O maior e mais conhecidas são as de Quéops, Quéfren e Miquerinos Faraós, encontrado em Giza.

Foram também os Mastabas são pirâmides e do topo. Normalmente servido sepultamento de pessoas importantes e hipogeus eram túmulos esculpidos na rocha cortada. Eles não são visíveis do exterior.

Fonte: www.portaleducativo.net

Civilização Egípcia

Egito - Civilização Egípcia

A civilização egípcia se desenvolveu em torno do rio Nilo.

Este rio, que nasce na África Central em uma área de clima tropical, sofre inundações em suas águas nos meses de verão por chuvas próprio ritmo este clima.

Com as chuvas inundaram seus bancos e lodo torna-se terra muito fértil que a água cobriu depósitos. A origem da civilização egípcia e seu desenvolvimento inicial sempre foi ligado a essa peculiaridade de seu rio, que fornecem boas colheitas levou ao aumento da população.

Civilização Egípcia
O rio Nilo e suas margens

Embora unidos pelo rio, o Egito tem duas regiões distintas: a do Norte, no Delta do Nilo, Baixo Egito, ao sul, o Alto Egito, no vale dominado pelo deserto, cuja única tira cultiváveis ??são as terras que têm sido expostos quando a água do rio é removido.

Fonte: iris.cnice.mec.es

Civilização Egípcia

Introdução

"O mundo dos egípcios foi claramente definida: um profundo e estreito vale de fertilidade indescritível e dois desertos mortos em ambos os lados, uma paisagem que não é desta forma ou de qualquer outra parte do planeta. Esta paisagem teve uma grande influência na percepção do mundo foram os egípcios. O rio, que dominou o vale deu-lhes orientação. A palavra egípcia para norte e sul foram "downstream" "a montante", seu mundo era terra preta e terra vermelha, terra preta do vale do Nilo e da superfície avermelhada do deserto; ou planície e planalto, o vale do Nilo e do deserto plateau " (James Henry Breasted: História do Egito, 1936).

Eu queria começar o meu trabalho destacando a importância que teve e tem o rio Nilo para a sociedade e cultura de um dos mais importantes da antiguidade egípcia, juntamente com as culturas e civilizações do Excel que foram localizados no rio, perto do Mediterrâneo.

É muito bem disse que o Egito é mencionado como uma dádiva do Nilo, pois é, este rio foi o apoio da civilização, importantes meios de comunicação, sua flora e fauna ajudou tribos que ali viviam, ea criação de lodo permitiu que a vida ea agricultura no Egito.

Mas meu trabalho não é apenas do Rio Nilo, o Egito é também uma cultura permeada de crenças, faraós, arte, e uma organização política interessante.

Aspectos geográficos

O Egito está localizado a nordeste da África, ao norte é o Mar Mediterrâneo, Núbia e Etiópia para o sul, do leste e do deserto da Arábia deserto oeste Livico.

O clima do país é seca, a precipitação é infrecuentes.En boca, neste sector as inundações do Nilo, a vida na região depende das cheias, quando as águas ainda são um lodo (lama fértil)

O rio abrange 1.500 quilômetros de largura e tem 18 termina quando você abre um delta em forma de leque, que foi dividido em dois reinos: o Alto Egito e Baixo Egito, cada um correspondendo, respectivamente, ao longo trecho de terra preta ao redor da atual e do delta do Nilo. A união destas duas áreas sob um faraó e uma capital (Memphis) foi o início do período dinástico, que durou cerca de 3000 anos.

Se pudéssemos observar o país a partir de cima, veríamos uma gleba de cor avermelhada da terra e um centro azul linha verde fronteira que se abre como um leque quando chega ao Mediterrâneo.

Origens do Egito

As origens de uma das civilizações que é considerado uma fonte da cultura ocidental não pode ser estabelecida com certeza. Acredita-se que os primeiros habitantes estavam sob a influência da cultura do Médio Oriente. As descrições de civilização e outros dados são devido à conjectura, achados arqueológicos, vestígios de ruínas, túmulos, etc Com amostras significativas desta cultura, uma das melhores fontes foram hieróglifos.

Para estudar o período dinástico (1 dinastia, eo período ptolemaico) foi importante sacerdote aegyptiaca Maleton ptolomaico (século III aC), que fez uma lista de reis divididos em 30 dinastias.

Egito foi então dividido em dinastias. Esta divisão até a conquista de Alexandre III o Grande, foram os impérios Antigo, Médio, de novo, com períodos intermediários, então os períodos mais tardios e Ptolomeu, estes já são fixos no tempo, graças a novas descobertas.

Período Arcaico (3100-2686 aC.), Dinastias I e II, onde os faraós eram Menes e Den em Memphis foi fundada neste período além de tomar contato com a Mesopotâmia e ataques sobre a Líbia.

Império Antigo (2686-2181 aC) dinastias III e IV, onde a capital foi fundada Memphis e neste reino foram os faraós Khufu, Khafre, Miquerinos, além das pirâmides de Gizé Pirâmides de Abusir e Sakkara rosa. Foram realizadas expedições militares para a Palestina ea Núbia baixa penetração.

I Período Intermediário (2181-2040 aC.), VII e XI dinastia, a capital foi Herakleopolis, aqui foi um faraó chamado Mentuhotep II.

Oriente Unido (. 2040-1786 aC) dinastias XI e XII, a capital aqui foram Tebas e Iti-Tani, os faraós eram também dois Sesostris Sesostris I e II, neste reino em menor penetração foi nuvens.

II Período Intermediário (1786-1567 aC) dinastias XIII e XVII, a capital aqui é Iti-Tani e Tebas e poder Egipci estende à Síria e Byblos aqui nVasion hicsos (1720) ocorre.

Novo Império (1567-1085 aC.), XVIII e XX dinastias, a capital nestes dinastias eram Tebas e Tell el Amarna.

Os faraós eram: Tutmés, Amenhotep, Akhenaton, Tutankhamon, Ramsés.
Alguns monumentos importantes são:
Karnak, Luxor, Tell el Amarna, Ramesseum, Abu Simbel e do livro dos mortos. Aqui era uma política expansionista para a Síria e Palestina, Núbia foi uma conquista e um tratado de amizade com os hititas.

III Período Intermediário (10805-664 aC) dinastias XXI e XX, as capitais foram Tanis e Tebas, o faraó neste período foi Shisheng, também ocorreu neste período a conquista do Egito pelos assírios.

Período Saita (664-525 aC.). Dinastia XXVI, a capital foi Sais e faraós do período foram Psamtik I e Neco, veio a expulsão dos assírios ea derrota de Carquemis.

Época Baixa (525-332 aC.). Dinastias XXVII-XXXI, faraós foram Cambises, Dario, Xerxes e Artaxerxes. Não foi a vitória de Cambises e implementação da dinastia persa (XXVII)

Grego Egito (332-30 aC). Dinastia ptolomaica, o faraó foi Alexandre, o Grande, e Ptolomeu, um evento cultural foi a fundação de Alexandria, juntamente com o seu museu e biblioteca.

Egito Romano (30AC-395D.C.). Neste período, a derrota em Actium Antony and Cleopatra por Otaviano, incorporação do país ao Império Romano ocorre.

Organização social e política no Egito

No Egito, havia uma monarquia hereditária teocrático, os governantes foram chamados faraós, este título foi originalmente usado para se referir ao palácio real e significa "grande casa ou um palácio" mais tarde passou a ser o título do próprio rei. O faraó era o filho de Deus, mas deve conseguir uma ordem correta na terra, filho de Osíris, deus do submundo (em outro dito ser o filho de versões AR), era um intermediário entre os deuses e os homens. Ele era um líder religioso, civil e militar. Faraó estava acima de sua aldeia, figura distante para quem teve relação completa, quando ele estava presente em atividades religiosas foi sempre vestida com roupas e jóias magníficas e usando barba cerimonial. O título foi herdado e poder dentro da família ou dinastia (família de governantes que sempre manter o poder)

Faraó construiu em torno dele a sacerdotes suntuosos, nobres e funcionários da corte. O primeiro-ministro era o grão-vizir, mas também teve importante selo sagrado do príncipe.

A autoridade do faraó foi subjugado pelo conselho de sacerdotes, no entanto, em sua pessoa o poder administrativo representado pelos governadores provinciais eo tribunal foi composto por um supremo tribunal composto por sacerdotes vindos de santuários de Heliópolis, Mênfis e Tebas foram agravados.

Em frente ao tribunal de justiça supremo foi nomeado pelo faraó e seu símbolo era uma medalha de ouro (tinha esculpido a imagem do prato, deusa da sabedoria) foi o vencedor colocado o colar.

Sociedade para uma estrutura organizada uma pirâmide cujo topo como vimos acima é ocupado pelo rei e sua dinastia, a base ocupa a aldeia, composta por agricultores, criadores de gado e escravos, ou seja, havia cinco grupos, de modo definido, cada um tinha o seu papel na a sociedade e as crianças assumiram os mesmos ofícios como os pais.

Os sacerdotes e nobres: Eram corte do Faraó, foram os parentes e possuía muita terra. Os sacerdotes eram numerosos e tinham grande sabedoria que foi obtida em escolas especiais, sua tarefa era de gerir os templos e cuidar de dezenas, deve interpretar a vontade deles que lhes deu grande poder, eles não pagam impostos, mas dentro da escola sacerdotal ele teve de clausura e externa, não manteve o voto de castidade, mas para mostrar estavam vestidos de linho branco limpo. Os nobres ocupou grandes cargos no governo, administradas do país, executou grandes obras públicas, recolheu impostos e altos cargos nas forças armadas.

O militar, o exército consistia de pinturas e mercenários egípcios, quando não havia guerra que eles estão envolvidos na agricultura. A infantaria tinha escudo, couraça e capacete, espada, lança e machados, além de arcos e fundas.

Os escribas, que dominavam a leitura, escrita e aritmética e contabilidade anos estavam em torno do império. Eles ajudaram os altos funcionários do governo, estavam em contato com as pessoas e atingiu uma administração eficiente. Eles estudaram durante cinco anos para ganhar essa posição, e eles escreveram em papiro com escovas, usando cores diferentes.

Os comerciantes e artesãos, incluindo carpinteiros artesãos, artistas, designers, marceneiros, ourives, arquitetos, ceramistas, embalsamadores foram contados, etc Nessa classificação os mercadores e comerciantes que viajavam no Egito em barcos no Nilo, transportando sua carga iria viajar grandes distâncias e trazendo muitos produtos distantes como resinas, perfumes, incensos, esmeraldas, cedro, ébano, marfim, etc

Os camponeses eram os mais numerosos, eles viviam em casas de adobe, às margens do Nilo. Trabalhou suas terras comunais como sacerdotes e Faraó, sua colheita foi dividido entre o agricultor e os depósitos do Faraó, onde Ele foi removido para alimentar os funcionários reais.

Escravos: Estes serviam no palácio do Faraó, casas de nobres e sacerdotes eram estrangeiros, prisioneiros de guerra, etc

Economia, Comércio e Indústria do Egito.

A principal fonte de riqueza dos egípcios era a agricultura, mas também teve importante criadouro, indústria e comércio.

No inverno, as principais culturas eram de linho, cevada e trigo; no milho amarelo, arroz; predominou no verão de algodão e linho.

Apesar de não chover no Egito, a agricultura é muito importante, porque as inundações do Nilo deixou lodo ou barro que funciona como um fertilizante, os principais cereais eram a cevada eo trigo pão e cerveja que eles fizeram.

Havia também legumes: alho, cebola, alface, etc

A pesca era importante nos pântanos da foz do Nilo, nos lagos; no Mar Vermelho foram obtidos pérolas de ostras e corais e esponjas do Mediterrâneo.

O setor mais importante foi o linho, que foi usado para a roupa, velas para embarcações e bandagens de múmias; também prática de tingimento.

A metalurgia de metais, como bronze, ouro e prata são práticos; além de carpintaria; artesanato (Alguns artesãos usado unhas, mas usado mais montagem. se destacou na arte da marchetaria de marfim e pedras preciosas madeiras)

Tanta importância teve o papiro que cresce ao longo do Nilo, em cestos, cordas e materiais de escrita foram construídas; este tronco foi colado e pressionado, a obtenção de algo como um papel grosso, escreveu sobre ele com uma bengala ou tintas vegetais.

Foi de grande importância para a navegação e comércio foram os primeiros a introduzir a vela em forma trapezoidal, mas então era quadrado e retangular (para remar até o Nilo costumava descer costumava vela). No comércio dinastia XVII atinge o Mar Negro através de Chipre, Rodes e Creta.

Descobriu-se muito importante para a economia egípcia viria a saber quando as inundações do Nilo e descobriu um ciclo: o rio transbordou deixando terra silte, então a água para baixo e plantado, colhido e depois teve um período de descanso terminando com o dilúvio o rio. Eles sabiam que o dilúvio coincidiu com o aparecimento de Sirius no céu ao amanhecer, isso aconteceu a cada 365 dias, portanto, os sacerdotes fizeram um calendário de 12 meses com 30 dias cada, a que se adicionou um adicional de 5 dias.

Religião egípcia

O politeísmo do Egito é uma das mais complexas já foi reconhecida há mais de 2000 divindades; no Império Antigo era o deus Ra cujo culto centro em Heliópolis, perto de Memphis. Durante o Médio Império a divindade de Osíris Impero no país e no Novo Reino do deus Amon era um dos mais importante que irradiam de Tebas.

Eles começaram com o caos ou Num, neste caos Amun criou o mundo vivido e, quando não havia o céu ea terra, e as coisas vivas. Então Ammon apareceu como sol ou Ra (Divindade egípcia Primeiro, Amon-Ra) sacerdotes explicou que Amon era o sol da tarde, Ra a meio do dia e Kropri da manhã. O último foi representado por um besouro e este animal representava a manhã da ressurreição.

Um dos mitos mais importantes é a de Osíris, que se casou com sua irmã Ísis e sucedeu seu pai Amon-Ra, Osíris tinha um irmão chamado Seth, que matou Osíris inveja jogando partes de seu corpo para o Nilo. Isis Ele reuniu-se com a ajuda do deus chacal Anúbis, se juntou a eles para formar a primeira múmia, mas eles só poderia voltar a vida após a morte de Osíris tornou-se o deus dos mortos.

O filho de Ísis e Osíris era o deus Horus que matou definir e desde então tornou-se o deus da terra.

Os egípcios acreditavam que Horus reencarnado em cada faraó casamento também contraiu com eles como irmãs que seu deus tinha.

Para os egípcios, os túmulos deveriam ser casas da eternidade, foi porque eles acreditavam na vida após a morte, se o corpo é mantido, para que você precisa passar por um processo chamado de mumificação, mais este processo, o livro foi adicionado dos mortos ea importância dos túmulos são sinais claros de que os egípcios viviam à espera da morte.

Muitos dos deuses egípcios tinham forma de animais ou elementos da natureza. No Egito praticado zoolatry ou adoração animais, como as Apis boi, ele representava Osíris como o empregador dos artesãos do deus Ptah, deve ser preto, tem um triângulo branco na frente e muito águia branco, com as asas estendidas nas costas; tinha cabelos duplas na cauda, viveu apenas 25 anos. Ele é, então, afogado em uma fonte dedicada ao sol, ele foi embalsamado e colocado no túmulo do Serapeum.

Alguns dos deuses

Amom de Tebas deus de origem, o criador supremo, foi identificado com Ra. Ele é representado como um carneiro ou como um bezerro com cabeça de homem.
Anubis:
Deus dos mortos e de embalsamamento, era um homem com cabeça de chacal ou um cão ou deitado ao lado de um túmulo ou fundamentos Isis chacal.
Aton:
No princípio era Ra, El Ajunatón Faraó deu-lhe um novo nome e proclamar único deus egípcio. Foi longo o disco solar com raios terminando em mãos.
Bastet:
deusa do amor e da fertilidade, irmã de Rá, era uma mulher com a cabeça de um gato, ou um gato.
Hathor:
Deusa do céu, a fertilidade, a filha de Ra, esposa de Hórus. Ela era uma mulher com cabeça de vaca eo disco solar.
Hórus:
deus do céu, filho de Osíris e Ísis, marido de Hathor. Era um falcão ou um homem com cabeça de falcão.
Imhotep:
filho mortal de PTHA, protetor dos escribas e medicina. Ele era um sacerdote com a cabeça raspada e com papiro sobre os joelhos.
Isis:
Deusa egípcia mãe, fertilidade e magia. Esposa e irmã de Osíris, mãe de Hórus. Ela era uma mulher sentada em um trono com o disco solar em sua cabeça ou em pé com chifres de vaca sobre a sua cabeça.
Osíris:
deus principal da morte, o marido de Isis, filho de Horus. Ele era um homem com uma barba e pescoço enfaixado, usando a coroa do Alto Egito e em suas mãos o chicote e bandido.
Maat:
Deusa da lei, a justiça, a irmã e esposa de Thoth Ra.
Mut:
Rainha de todos os deuses e as coisas, esposa de Amon.
Nut:
Deusa do céu (esfera celeste).
Ptah:
deus criador primordial, protetor dos artesãos e ourives.
Ra:
Deus Criador e personificação do sol. Ele era um homem com cabeça de falcão, ou touro, tocado pelo disco solar.
Sekhmet:
Deusa da guerra, as lutas. Irmã de Ra, esposa de Ptah.
Set:
Deus do caos, personificação do deserto local, foi um enorme besta.
Thot:
deus da lua, timekeeper, escriba dos deuses, senhor da magia, da sabedoria e divindade universal. Ele era um Ibis com cabeça de homem.

Os hieróglifos

Escrevendo desenvolvido em pedra e papiro.

Havia três tipos de escrituras: Hieroglíficas (religiosos e capacidade oficial), o hierático (simplificada, utilizada pelos escribas), e demótico (usado para contratos e estoques)

A escrita primitiva era pictográfica, mas depois evoluiu para hieroglífica, o que significa que as impressões sagradas, este foi usado pelos sacerdotes nos livros sagrados, túmulos e templos. Para dar vida usou a escrita hierática.

Estes foram decifradas pelo cientista francês Champollion, ele encontrou a Pedra de Roseta, que continha um texto com três roteiros Grega, hieróglifos e demótico, ele conseguiu isolar 25 sinais ou 75 letras e decifrar nomes e outras palavras.

O uso de hieróglifos está documentada desde 3100. C.

As múmias

Os egípcios queriam perpetuar a sua memória e que ocuparam um material friável, seu corpo através de embalsamamento. Em um esforço para superar a própria morte, os ritos fúnebres, que marcou a entrada ainda mais, foram dirigidas não tanto para perpetuar a memória como a presença física do falecido.

Este corpo foi embalsamado com tal perfeição que múmias egípcias têm sofrido os estragos dos séculos e alguns ainda estão lá em perfeito estado, como Ramsés II e Tutancâmon. O corpo mumificado do falecido de acordo com um ritual religioso, mas também como um conhecimento científico que lhes permitiu remover o tecido mole e preservar tiras de alcatrão muscular entre as partes. Como um rito religioso foi ato elementar de abrir a boca para a múmia para que a alma poderia voltar ao seu quarto após a morte do corpo e foi a única maneira de sobreviver. Geralmente deixou o corpo em uma integridade tão perfeita que a aparência do falecido mudou muito pouco e era fácil de reconhecer.

As pirâmides

Eles são edifícios sólidos, base poligonal e afilado para uma ponta construído por algumas civilizações antigas, especialmente no Egito antigo. A figura é uma pirâmide egípcia em linha reta com uma base quadrada, o mais notável estão localizados em torno de 2700 e 1000. C. Estes foram construídos para manter o corpo de segurança do faraó para sempre.

As mais famosas são as de Quéops, Quéfren e Mizerino pharaohs localizado em Giza.

O maior grupo de pirâmides é que você estava no Giyeh, perto do Cairo, a maior das quais é a Faraó Keop, que é uma das sete maravilhas do mundo. Este é de 160 metros de altura sobre uma base quadrada de 250 pés quadrados. Hoje continua a ser de pirâmides espalhadas sobre o Egito e Sudão são preservados.

As pirâmides de degraus são camada <passos sucessivos tijolo que parecem enormes. O melhor exemplo é o de Saqqara, perto do Cairo, este é o Rei Zoser e foi feito nos anos 2737 e 2117 a. C., durante a 3 ª dinastia.

As câmaras funerárias abrigou o túmulo do faraó e as mercadorias acompanhá-lo até a vida após a morte. Este foi, no final de longos corredores que foram feitos de modo que os ladrões confuso. Esta seção da pirâmide mostra a distribuição Keop, passagens e câmaras.

Os túmulos subterrâneos

Após as pirâmides são a maneira em que ele está enterrado faraós, tumbas subterrâneas ou Hypogea encontradas no Vale dos Reis, começou esta tradução, porque acreditava-se que o corpo seria mais seguro, uma vez que seriam cobertos com pedras estrada de acesso ao longo da câmara de sepultamento, todas as galerias e tumbas têm belas pinturas que dizem algo para a vida das pessoas que foram enterradas ali.

Conclusão

A civilização do Egito foi um dos maiores em todos os sentidos, todos nascidos em torno de rios. No trabalho tentar destacar os aspectos mais do Egito, porque este país não era apenas pirâmides e múmias, monumentos por trás dessa mitologia, crenças e religiões são inúmeras coisas para tentar nome no trabalho, bem como a importância que o Nilo no econômico e cultural.

Egito de hoje não é o grande império que era, mas os restos da civilização anterior deixou a sua marca e estão enraizados no fundo do povo e seus costumes, razão pela qual muitas pessoas no mundo vêm para apreciar a maravilhas que deixaram uma rica civilização tal e organizados como era o Egito.

Fonte: rincondelvago.com

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