
Por milênios os egípcios, acreditaram que existiam inúmeros deuses, cada deus ocupava-se de cada necessidade do povo egípcio, Amon sempre foi visto como o mais poderoso dos deuses. Em troca desses "Tarefas que os deuses faziam para o povo egípcio, sacerdotes, bailarinos e cantores ficavam a disposição dos deuses, fazendo oferendas, e alegrando os deuses. Os deuses ganhavam também grandes propriedades e oficinas

Os templos podiam ser dedicados a um único deus ou par vários. Na frente geralmente havias estatuas e esfinges, quando entrava se num templo se podia ver vários ou apenas um grande pátio aberto, já atrás dos pátios existia uma sala com colonas, bem pintada e decorada. O santuário ficava ao fundo dessa sala, onde existia um altar para os deuses.

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As oferendas eram feitas apenas por sacerdotes, pessoas comuns não podiam freqüentar os templos, mas os sacerdotes podiam levar recados dessa pessoas. As oferendas eram feitas somente pelos sacerdotes, e eram feitas todos os dias e podiam ser comida incenso, roupas, etc. Além disso os sacerdotes tinham o dever de acordar os deuses.. Em alguns dias especiais o faraó que fazia a oferenda. Em alguns festivais a estatua era carregada pela rua pelos sacerdotes.
Fonte: www.geocities.com
Nefertiti era filha de Dushratta, rei de Mitâni. Mas, como era normal acontecer nos casamentos entre crianças, Akhenaton e a pequena princesa cresceram ternamente ligados um ao outro e, com o passar dos anos, transformaram a afeição em amor. Então, até onde a História conta, Akhenaton, em contraste com a maioria dos reis da antigüidade e de sua própria estirpe, parece ter-se contentado, durante toda a vida, com o amor de uma única mulher, dada a ele como Grande Esposa quando ainda era apenas uma crinça. Akhenaton e Nefertiti se amavam com fervor. O jovem rei não havia tomado "esposas secundárias", seguindo o costume de seus antepassados, simplesmente porque nessa sua única rainha, "seu coração encontrava a felicidade", tal como ele mesmo declarou em tantas inscrições. A extraordinária importância que ele atribuiu a sua amada, pode bem ser a prova de tudo quanto ele sentiu. Sendo assim, podemos deduzir que tenha compreendido, melhor do que qualquer outro homem, o valor supremo da ternura e do prazer.
O templo foi desmontado e reconstruído na Ilha Agilika, a aprox. 550 m. de seu lugar original, na Ilha de Philae. O templo, que era dedicado a deusa sis, está localizado num belo cenário com características idênticas ao do anterior. Suas várias capelas e santuários, incluem o Vestíbulo de Nectanebos I que é usado como entrada da ilha, o Templo do Imperador Adriano , o Templo de Hathor, o Quiosque de Trajano (Cama do Faraó), e dois pilonos (pórtico de antigo templo egípcio com forma de duas pirâmides truncadas) que celebram todas as deidades envolvidas no mito de Ísis e Osiris. Durante a noite pode-se assistir ao maravilhoso espetáculo de luzes e sons, quando as silhuetas dos edifícios são projetadas na rocha enquanto sons musicais saem da água. Philae é inesquecível.

Os templos e santuários foram definitivamente fechados por Justiniano em 550
d. C., pondo fim a 4000 anos de adoração de deuses pagãos.
A antigüidade da ilha data da 26.ª Dinastia ao período do Império Romano, cuja influência deixou a sua marca em muitas das construções. O culto da deusa sis era muito popular nessa época, por isso a ilha era dedicada a ela, que atrai anualmente milhares de visitantes. As construções de santuários em Philae continuaram por mais oitocentos anos, e era o último remanescente da antiga religião egípcia que chegou até o século VI.
O Templo de Luxor foi construído, na maior parte, por Amenhotep III. O recinto tem à frente uma enorme coluna e um obelisco, além de estátuas de Ramsés II. No seu interior encontram-se vários pátios com colunas, sendo o principal e o mais belo o construído por Amenhotep III. O complexo foi ampliado por Tutancâmon, Horemheb e Ramsés II. Um pouco mais adiante, ao norte, encontra-se o amplo complexo do Templo de Karnak.

Karnak é um mundo. O recinto sagrado ocupa trinta hectares, com vários santuários, onde sobressai o Templo de Amon (tomando um décimo da superfície do recinto), tudo dominado por dez portões monumentais (pilonos). A Sala Hipostila, uma verdadeira floresta composta de 134 colunas gigantes, é um monumento ímpar em beleza que testemunhou várias gerações de faraós (em cima). O banco de dados eletrônicos, instalado por Robert Verginieux, ajuda na reconstrução dos monumentos perdidos da época de Akhenaton, e dentro em pouco teremos uma visão dos relevos honrando o deus-sol, perdidos há 33 séculos.