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ORIGEM DOS HEBREUS

O que sabemos sobre o povo Hebreu deve-se sobretudo às informações da Bíblia, principalmente do Antigo testamento; mas pesquisas arqueológicas e obras de historiadores judeus muito têm esclarecido os estudos sobre os Hebreus.

Segundo o livro Gênesis do Antigo testamento, Taré, juntamente com sua família, abandonou a cidade de Ur, na Mesopotâmia, e desceu em direção ao sul, pelas margens do Eufrates. Taré era membro de uma tribo semita, grupo étnico descendente de Sem (filho do lendário Noé, do Dilúvio). Hoje, os semitas compreendem dois importantes povos: os Hebreus (judeus) e os árabes. Com a morte de Taré, a liderança dessa tribo nômade ficou com Abraão, que, segundo a tradição, recebeu inspirações divinas para ir com seu povo até Canaã (região da Palestina), a Terra prometida.

O povo Hebreu, também conhecido por judeus ou israelitas, é o povo da Antigüidade que possui o maior e mais fiel número de registros históricos, sendo a Bíblia Sagrada sua fonte de informações mais precisa, e auxiliadora no encontro de vários achados arqueológicos. O princípio deste povo esta em Sem, pai dos povos Semitas. Conforme a Bíblia, Sem teve por filhos: Elam, origem dos islamitas, Assur, origem dos assírios, Arfaxade, origem dos caldeus, Lude e Arã. Arfaxade gerou a Heber, origem da nomenclatura "hebreu" e também seu fundador, da descendência de Heber veio Tera, pai de Abraão, que nasceu na cidade de Ur dos caldeus.

Inicialmente os hebreus viviam na Mesopotâmia. Abraão, porém, recebeu um chamado de Deus e partiu com sua esposa, Sara e seus servos, Ló, sobrinho de Abraão incorporou-se a sua tribo.

Abraão chegou a região da Palestina, terra de ocupação Cananéia, por volta de 2000 a.C., nesta região viveram como semi-nômades. Esta região, porém, foi assolada por grande fome. Abraão, rico e próspero pastor, tomou sua tribo e retirou-se para o Egito, onde permaneceram por um breve período. Ao sair do Egito, Ló e Abraão separaram-se. Ló instalou-se na região de pastagens do rio Jordão, mais tarde fixou-se na região de Sodoma. Abraão mudou-se para Canaã, nesta ocasião recebeu uma revelação de Deus: "Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente, porque toda essa terra que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre." (Gênesis 13.14-15)

Abraão mudou-se para a região de Hebrom, onde levantou um altar a Deus.

Quedorlaomer, rei do Elam, formou acordo com Anrafael (nome que identifica Hamurabi), rei de Sinear (região que posteriormente veio a ser conhecida como Babilônia), Arioque, rei de Elasar e Tibal, rei de Goim, e subjugou os cananeus por doze anos. Quedorlaomer conquistou os Refains, os Zuzins e os Emins. Derrotou também os Amalequitas e os Amorreus.

Os reis Bera de Sodoma, Birsa de Gomorra, Sinabe de Admá, Semeber de Zeboim e o rei de Zoar, colocaram-se contra Quedorlaomer e seu aliados. O rei do Elam os venceu na batalha do vale de Sidim, os reis vencidos fugiram para as montanhas, os vencedores tomaram em cativeiros os povos vencidos e levaram as riquezas destes, Ló, sobrinho de Abraão, foi levado juntamente em cativeiro.

Abraão, já muito próspero, comandou 318 guerreiros de sua tribo, venceu Quedorlaomer e resgatou os despojos de guerra e os cativos, incluindo seu sobrinho Ló.

Abraão não possuía descendente, Sara , estéril, deu a Abraão sua escrava egípcia, Agar, para que com esta Abraão viesse a ter descendentes. Deste ajuntamento nasceu Ismael.

Abraão, já com idade bastante avançada, gera com sua esposa Sara, conforme promessa de Deus, um filho ao qual chama de Isaac. Isaac casa-se com Rebeca, sobrinha de Sara, e tem dois filhos, os gêmeos Esaú e Jacó, este último tem mudado seu nome para Israel, nome ao qual seus descendentes até o dia de hoje são conhecidos.

Entre 1700 e 1500 a.C., mais povos penetraram na região adaptando-se às condições sócio-econômicas locais. A ocupação da região pelos hebreus foi sistematizada por Jacó, que depois veio a se chamar Israel. O povo hebreu, ainda segundo a tradição, descende desses patriarcas.

O Egito e o Êxodo

O Egito oferecia melhores condições de sobrevivência que a Palestina. Para lá rumou Jacó (Israel), com parte da população dos hebreus. No Egito, os hebreus permaneceram longos anos, trabalhando para o faraó. Não era escravos, pois podiam viver juntos, criar seus filhos e preservar sua língua e seus costumes. Além disso, alguns ocupavam importantes posições no governo.

A permanência dos hebreus no Egito coincidiu com o período de invasão dos Hicsos. Após a expulsão destes sob a liderança de Moisés, os hebreus iniciaram a sua "retirada" em direção à palestina (1270 a 1220 a.C.) Esse foi o lendário Êxodo. A partir daí, guiados pelas iluminações e visões de Moisés, os hebreus passaram a adorar um só deus, Jeová (ou Iavé), dando os primeiros passos em direção ao monoteísmo.

Organização Social

Após a morte de Moisés, os hebreus chegaram à palestina e, sob a liderança de Josué, conquistaram parte de Canaã. Nessa época, o povo hebreu estava dividido em 12 tribos ("os doze filhos de Israel"). Viviam em clãs compostos pelos patriarcas, seus filhos, mulheres e trabalhadores não livres. O poder e o prestígio desses clãs eram personificados pelo patriarca, e os laços entre esses clãs eram muito frágeis.

Essa divisão em tribos dificultava a melhor condução das lutas contra os antigos habitantes da região, que resistiam à penetração dos israelitas. Com a invasão dos filisteus, a situação tornou-se ainda mais difícil.

Política

Surgiram então, chefes de sensíveis qualidades militares que ficaram conhecidos como juizes: Otoniel, Débora, Gedeão, Sansão e Samuel. Esses juizes, além de combater os filisteus, tiveram que lutar contra os amoritas, povos que se estabeleceram na Transjordânia.

O governo dos juizes evoluiu e impulsionou os hebreus a se organizarem num sistema de governo monárquico.

Os Reis Hebreus

Samuel centralizou politicamente esse povo já unificado religiosamente pelo monoteísmo. Saul (a partir de 1010 a.C.) foi o primeiro rei de Israel.

Como a unção de Davi (1006 a 966 a.C.) como rei dos hebreus, iniciou-se uma fase marcada pelo expansionismo militar e pela prosperidade, Durante esse reinado, foi escolhida Jerusalém para capital do Estado, o que simbolizou a unificação das tribos localizadas no norte e no sul da palestina.

Salomão (906 a 926 a.C.), filho de Davi, desenvolveu o comércio, aumentado a influência do reinado sem recorrer à guerra. Construiu o templo de Iavé (Jeová). No entanto, o fausto e a riqueza que marcaram seu governo exigiam o constante aumento de impostos, que empobreciam mais e mais o trabalhador, criando um clima de insatisfação no povo hebreu.

O Cisma Político-Religioso

Os Reinos de Israel e Judá

Com a morte de Salomão, houve a divisão religiosa e política das tribos e o fim da monarquia unificada.

Ao norte foi formado o reino de Israel, composto de 10 tribos que, após disputas internas, chegaram a um acordo em 878 a.C., com a escolha de Omri para rei. Apesar de a veneração a Iavé persistir, foi introduzido o culto a vários deuses.

O culto e o fausto da corte pesavam sobre os camponeses, que pagavam impostos sempre maiores. Nesse momento. O movimento profético ganhou força. O profeta Elias, por exemplo, defendia as aspirações do campesinato pobre e liderava a oposição à dinastia dos omridas.

Em 842 a.C., Jehu, com o apoio da população oprimida, deu um golpe de Estado e foi ungido rei por Elias. Após um período de confusão, foi novamente restabelecida a ordem, mas em 723-722 a.C. o rei assírio Sargão II invadiu Israel e destruiu a capital Samaria. Concretizavam-se assim as profecias de Amós: Israel seria destruída por um invasor. Israel tornou-se província assíria e grande parte de seus habitantes foi transportada para a Mesopotâmia.

O reino de Judá, composto de duas tribos e com capital em Jerusalém, permaneceu fiel ao monoteísmo. Em meados do século VII a.C. , o rei Ezequias (725 a 697 a.C.) aliou-se ao Egito tentando evitar a invasão assíria; mesmo assim, grande parte do território de Judá foi tomada pelos assírios.

Josias (639 a 609 a.C.) conseguiu recuperar parte da independência do reino de Judá. Mas essa região passou então a ser uma área de disputa entre o império babilônico e o egípcio. Nabucodonosor II, rei da babilônia, invadiu o reino de Judá e destruiu Jerusalém e o templo, transferindo o rei e os mais ilustres habitantes da regiãopara a Babilônia. Este episódio é chamado de cativeiro babilônico pela Bíblia, pois ali os hebreus permaneceram durante cerca de 50 anos.

Decadência e dispersão

Quando o Império babilônico foi vencido por Ciro, rei dos persas, os hebreus foram libertados e voltaram à região da antiga Jerusalém. Ali ergueram novamente o templo. Paulatinamente, foram eliminadas as diferenciações entre os filhos de Israel e os de Juda, que ficaram genericamente conhecidos como judeus.

A partir de então os judeus foram dominados por vários povos em expansão. Mas o domínio efetivo da região deu-se em 63 a.C., quando a Palestina foi incorporada a uma potência que dominava quase todo o mundo da época: o império romano. De início, não houve interferência nas crenças religiosas dos judeus. Mas no ano 70 da nossa era, com a divinização do imperador romano e a recusa dos judeus em reconhecê-lo como tal, foi ordenada a destruição de Jerusalém. Seu povo dispersou-se pelo mundo. A esse fenômeno deu-se o nome de Diáspora.

Religião e Cultura

A história do povo hebreu não pode ser dissociada da história de sua religião. Há uma ligação tão íntima que se torna difícil falar separadamente de uma delas.

Nem sempre os hebreus foram monoteístas. No início de sua história, Iavé (Jeová) era um deus entre muitos. Mas, com o desenvolvimento histórico, Iavé foi-se sobrepondo às outras deidades. Os hebreus foram um dos primeiros povos a sistematizar o monoteísmo.

Iavé exigia homenagens e oferendas exclusivas em sua honra, em troca, seria o Todo-Poderoso protetor do povo hebreu.

A primeira codificação do iaveísmo foi feita por Moisés (Decálogo ou Dez mandamentos). Os profetas desempenharam importante papel na religião judaica: reformadores religiosos, pobres, mantiveram o povo de Israel fiel ao culto de Jeová. Os profetas mais importantes foram Elias, Oséias e Amós, no reino de Israel; Isaías e jeremias, no reino de Judá.

Depois dos séculos III e II a.C. começou a expectativa da vinda de um profeta do mesmo porte de Moisés. Ele deveria ser um ungido e tornar-se o Messias, isto é, aquele em que o povo acreditava que o salvaria. Estava nascendo o messianismo, que resultou no cristianismo, uma vertente do judaísmo, que se espalhou por grande parte do globo terrestre.

A produção cultural hebraica está ligada com sua vida religiosa. Salomão escreveu mais de 3000 provérbios, mais de um milhar de cânticos e emitiu opiniões sobre Botânicas e Zoologia. O legado cultural hebreu foi importante para a formação de vários traços da cultura ocidental.

Abraão e a Origem do Conflito

Abraão é chamado de pai de todos os que crêem. Mas apenas através de Isaque, Jacó e de seus descendentes é que Deus prometeu cumprir a sua intenção de estabelecer o Reino de Deus na terra e oferecer salvação à humanidade. A seguir, veremos como os erros de Abraão geraram um grande conflito que chega até nossos dias no Oriente Médio. Abraão também é considerado o pai dos árabes.

Abraão é o homem com quem esse conflito árabe/judeu começou. Ele foi uma pessoa singular porque recebeu uma promessa muito especial de Deus, o Criador.

No capítulo 11 de Gênesis lemos a respeito da tentativa malograda de conseguir uma unidade mundial através da Torre de Babel, que supostamente deveria atingir os céus. Em Gênesis 12 lemos, então: "Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra" (vv. 1-3).

Não se trata de uma bênção pronunciada por um sacerdote, um profeta ou algum grande dignitário. Esta bênção foi confirmada pela promessa quádrupla dada a Abraão por ninguém menos do que o próprio Criador do céu e da terra, o Deus eterno que sempre foi, e que é, e sempre será!

Esse homem, Abraão, foi instruído por Deus a deixar tudo para trás e fazer uma jornada à Terra Santa. Ele teve de deixar seu país, sua parentela, até mesmo a casa de seu pai, e viajar para um lugar que lhe era desconhecido. E esse homem confiou no Deus vivo que lhe havia falado e partiu.

Uma das características singulares de Abraão foi que ele obedeceu naquilo que foi instruído a fazer. Ele creu em Deus e imediatamente agiu. Por esse motivo, lemos no Novo Testamento: "...para vir [Abraão] a ser o pai de todos os que crêem..." (Romanos 4.11).

Abraão era um admirável e fiel servo do Senhor. Ele creu em Deus mais do que em qualquer outra coisa. Todavia, em algumas ocasiões, Abraão permitiu que a sua carne corresse em paralelo à sua vida de fé.

Por isso o conflito que vemos hoje no Oriente Médio pode ser remontado às origens desse grande patriarca do povo de Israel e dos árabes.

Abraão e os Árabes

A paciência de Sarah, esposa de Abraão, esgotou-se primeiro: "Disse Sarah a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela. E Abrão anuiu ao conselho de Sarah" (Gênesis 16.2).

Abraão, que tinha 86 anos de idade, teve um momento de fraqueza. Ele se esqueceu de Deus e logicamente chegou ao ponto onde também deve ter pensado: "Nós temos de fazer alguma coisa!"

Pode bem ser que ele tenha concordado com Sarah, julgado ser essa a solução do Senhor, e deste modo seguido o conselho de sua esposa.

"Ele a possuiu, e ela concebeu. Vendo ela que havia concebido, foi sua senhora por ela desprezada" (v. 4).

Obviamente, esse não era o caminho que Deus planejara para dar uma descendência numerosa a Abraão. Imediatamente começaram os problemas. Sarah, a legítima esposa, passou a ser desprezada aos olhos de sua serva Hagar, que deu a Abraão um filho, o seu primogênito, chamado Ismael.

Se Abraão e Sarah reconheceram que aquilo que fizeram estava errado, não há evidência disso nas Escrituras.

Treze anos mais tarde, entretanto, Deus falou a Abrão, agora com 99 anos de idade, repetindo novamente a promessa que Ele lhe fizera anos atrás.

Mas então Deus mudou o nome de Abrão para Abraão. Abrão significa "pai das alturas" ou "pai exaltado", e Abraão significa "pai de multidão".

Depois de receber outras instruções, Abraão aparentemente começou a pensar que Deus estava confirmando Ismael como Sua semente escolhida. Ele orou: "...Tomara que viva Ismael diante de ti!" (Gênesis 17.18).

Mas Deus rapidamente o corrigiu: "De fato, Sarah, tua mulher, te dará um filho, e lhe chamarás Isaque; estabelecerei com ele a minha aliança. Aliança perpétua para a sua descendência" (v. 19).

Apesar disso, Deus afirmou muito especificamente que havia ouvido as orações de Abraão a favor de Ismael: "Quanto a Ismael, eu te ouvi: abençoá-lo-ei, fá-lo-ei fecundo e o multiplicarei extraordinariamente; gerará doze príncipes, e dele farei uma grande nação" (v. 20). Mas o Senhor enfatizou que Ismael não era o portador da aliança, mas sim Isaque: "A minha aliança, porém, estabelecê-la-ei com Isaque, o qual Sarah te dará à luz, neste mesmo tempo, daqui a um ano" (v. 21).

A escolha de Isaque, entretanto, não diminuiu a tremenda bênção sobre Ismael. Ismael deveria ser abençoado, ser frutífero, multiplicar-se, não apenas de maneira normal, mas "extraordinariamente". Ele seria pai de 12 príncipes e não se tornaria apenas uma nação, mas "uma grande nação".

O cumprimento dessa profecia encontra-se em Gênesis 25. Lemos na genealogia de Ismael que dele realmente descenderam 12 príncipes.

Ismael, portanto, não deve ser menosprezado ou rejeitado, pois Deus deu a ele e a seus descendentes grandiosas bênçãos e as promessas que acabamos de citar.

Entretanto, os descendentes de Ismael tornaram-se inimigos ferrenhos de Israel, descendentes de Isaque (veja Salmo 83). E permanecem assim até o dia de hoje.

Outros Descendentes de Abraão

Sarah, a amada esposa de Abraão, deu à luz ao filho da promessa com 90 anos de idade e acabou morrendo aos 127 anos. Após Abraão ter enviado o seu servo para procurar uma esposa para Isaque, o que, incidentalmente, fornece-nos um quadro profético da Noiva de Cristo, achou obviamente que o seu chamado estava completado, que o seu ministério estava concluído.

Depois que Isaque se casou com Rebeca, Gênesis 25 diz: "Desposou Abraão outra mulher; chamava-se Quetura. Ela lhe deu à luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá. Jocsã gerou a Seba e a Dedã; os filhos de Dedã foram: Assurim, Letusim e Leumim. Os filhos de Midiã foram: Efá, Efer, Enoque, Abida e Elda. Todos estes foram filhos de Quetura. Abraão deu tudo o que possuía a Isaque. Porém, aos filhos das concubinas que tinha, deu ele presentes e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os para a terra oriental" (vv. 1-6). Abraão, já em idade avançada, criou outra família!

Pesquisando sobre a genealogia dessa família, descobrimos que os filhos de Abraão com Quetura também se tornaram inimigos ferrenhos de Israel. Portanto, vemos claramente que os árabes em geral, que reivindicam ter Abraão como pai, certamente pertencem à mesma família e estão ligados a Israel.

Nesse contexto, é extremamente interessante observar o que mostrou uma pesquisa recente:

Estudo de DNA comprova que judeus e árabes são parentes próximos, como diz a Bíblia

(...) Com uma nova técnica baseada no estudo da descendência masculina, biólogos concluíram que as várias populações judaicas não apenas são parentes próximas umas das outras, mas também de palestinos, libaneses e sírios. A descoberta significa que todos são originários de uma mesma comunidade ancestral, que viveu no Oriente Médio há 4000 anos. Em termos genéticos significa parentesco bem próximo, maior que o existente entre os judeus e a maioria das outras populações. Quatro milênios representam apenas 200 gerações, tempo muito curto para mudanças genéticas significativas. Impressiona como o resultado da pesquisa é coerente com a versão expressa da Bíblia de que os árabes e judeus descendem de um ancestral comum, o patriarca Abraão.

Fonte: www.culturabrasil.pro.br

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