Os fenícios também eram de origem semita e estavam estabelecidos na costa do Mediterrâneo desde épocas remotas. Ficaram submetidos a diferentes senhores que dominaram aquelas regiões mas, sem prejuízos disso, realizaram intensa atividade comercial em suas cidades entre as quais foram de maior importância naquela época SIDON e BIBLOS.
Biblos foi a primeira cidade fenícia que alcançou certo esplendor. Esteve
em estreita relação comercial com o Egito e caiu sob sua dependência aumentando-lhe
então as possibilidades mercantis porque muitos produtos egípcio se vendiam
quase que exclusivamente por seu intermédio. Biblos, não pode manter sua hegemonia
na fenícia; outra cidade Sidon principiou a desenvolver-se e obscureceu a
sua rival.
Sidon foi uma das principais posições egípcia na época das guerras da Síria,
porém o seu verdadeiro esplendor foi atingido quando começou a explorar o
comércio marítimo que antes era realizado pelos cretenses. Com efeito, após
1400 quando Creta caiu ante os ataques dos aqueus, os fenícios de Sidon aproveitaram
as circunstâncias favoráveis para dominar as regiões do cobre e para açambarcar
o intercambio comercial das ilhas do Mar Egeu e essencialmente a de Creta
e das cidades das costas da Síria e da África.
Construida por Nabucodonosor, a Porta de Ishtar(deusa da amor e da guerra na mitologia mesopotâmica) era a mais grandiosa das oito portas que permitiam entrar na cidade de Babilônia.
Os fenícios eram antigos colonos de parte Ocidental do Fértil Crescente. Fazendo parte embora dos povos semíticos, eram de ancestrais mesclados, assim como os canaanitas. E, do mesmo modo que os hebreus e filisteus, os fenícios nunca se organizaram fortemente como nação. As cidades que fundaram compartilhavam de uma cultura comum mas não tinham elos políticos mútuos,nem se agrupavam na aventuras mercantis. Foram capazes de manter sua independência enquanto nenhum grande império as ameaçou.Mas, no século IX a .C., os assírios os subjugaram.
No período de sua independência porém, os fenícios desenvolveram extenso e lucrativo comércio, e especialmente por mar, através do Mediterrâneo, levando mercadorias - e idéias - das terras civilizadas do Oriente para os povos atrasados da Europa e do Ocidente. Entre as suas mais velhas estações comerciais e coloniais havia GADES (CADIS) na costa atlântica da Espanha, ÚTICA no litoral mediterrâneo da África e próxima de Cartago, que se tornou sua maior colônia.
A religião dos fenícios estava longe de ser admirável. Abrangia superstições cruéis, ritos licenciosos em honra da deusa ASTARTE e o sacrifício de crianças, que eram queimadas vivas. Alguns desses costumes chegaram até aos judeus de Israel. Por exemplo, AHAB construiu um templo ao BAAL de TIRO para JEZEBEL, uma de suas esposas que era fenícia.
Felizmente, os fenícios tinham algo melhor do que sua religião para oferecer à civilização.Sua maior realização foi o alfabeto, que começaram a usar por volta de 1500 a .C., provavelmente como um aprimoramento dos símbolos egípcios. Entre os povos a que os fenícios ensinaram seu alfabeto estavam os gregos do Egeu, que o aperfeiçoaram acrescentando-lhe vogais - os próprios fenícios só usavam consoantes.
Juntamente com a nova escrita veio o uso do papiro e da tinta que lhes haviam ensinado os egípcios e que se mostrou um sistema muito menos incômodo do que a escrita em pedras ou tabuinha de barro.
Os fenícios eram hábeis na navegação, tinham adquiridos conhecimentos astronômicos dos babilônicos e usavam as estrelas, especialmente a estrela POLAR, para a orientação nas viagens a noite
Ficaram muito conhecidos na engenharia e na produção da jóias. Entre as obras de engenharia, destacam-se a famosa canalização de água para abastecer a população das cidades como por exemplo TIRO e a construção do templo de JERUSALÉM, na época de SALOMÃO;além disso muitos dos principais artífices e técnicos especializados eram fenícios. Os produtos comercializados pelos fenícios iam desde os navios, tecidos, madeiras, azeite, jóias, vidro (transparente ou colorido),até os mais diversos artigos que conseguiam com outros povos como escravos. Ficaram famosos os tecidos tingidos na Fenícia com um molusco o múrice de cor viva, conhecido como "púrpura de TIRO", usado especialmente pelas altas camadas sociais dos grandes impérios da Antiguidade.O próprio nome fenício, da palavra grega phoinix, significa púrpura.
Os arameus semíticos, valeram-se da queda dos antigos impérios a fim de mudar-se do deserto para o norte da Síria. Embora facilmente dominassem ou expulsassem os nativos dos locais em que se estabeleceram, tiveram depois dificuldades com os hebreus, que eram vizinhos. Conquistados e incorporados ao Império Hebreu pelo rei Davi, mais tarde recuperaram a independência. No século VIII a .C., foram conquistado pelos assírios e daí por diante não recobraram a liberdade. A civilização aramaica contudo, não desapareceu, mas continuou sob dominação alheia.
A carreira cultural dos arameus nos séculos após a sua derrota foi parecida à dos fenícios, com exceção de que, em vez de se voltarem no rumo do oeste, pelo mar, desenvolveram um comércio terrestre para o Oriente. Adotaram o alfabeto fenício e transmitiram aos povos orientais: assírios, persas e indianos, assim como os vizinhos hebreus. Sua escrita simplificada e seu amplo e valiosos comércio tornaram-nos e a sua lingua, conhecidos em toda a parte do Oriente Próximo

Baixo relevo Persa
Assíria é uam palavra derivada de assur, que significa lugar de passagem. A criação do Império assírio no século IX a .C. pós termo à era dos pequenos Estados da Síria e Palestina. Dali por diante os assírios ocuparam o centro do malco da Ásia Ocidental, até a sua queda no fim do século VII a .C..
A assíria ficava na Alta mesopotâmia e na região a leste. A parte ocidental do apís era antiplano ondulado, ao passo que a área a leste do Rio Tigre, estendendo-se até as Montanhas do Zagros era terra de colinas, matos e grandes rios. Ali haviam estabelecidos os semíticos assírios antes dos meados do terceiro milênio A .C, e haviam avançado ainda mais longe, enquanto seu domínio se ia estendendo de Élan até as fronteiras do Egito.
O Império Assírio chegou ao ápice sob SARGÃO II ( 722-705 a . C ) . Derrotou ele os israelitas e todos os outros inimigos, incluindo os egípcios, mas quando revoltas irromperam em ELÃ e BABILÔNIA os egípcios se valeram da oportunidade para recobrar sua independência
A Assíria estava localizada em um lugar de fácil acesso e possuir muitos atrativos, por isso sofreu ataques de muitos invasores.
Foi talvez o perigo constante de invasões que despertou no povo assírio um feroz espírito de guerra.
Os assírios organizaram um dos primeiros exércitos permanentes do mundo. Comandados por reis como Sargão II, Senequerib, Assurbanipal, os assírios fizeram grandes conquistas militares e construíram um dos maiores impérios da antiquidade.
Do século VIII ao século VI a .C. dominaram uma extensa região que incluía toda a Mesopotâmia, o Egito e a Síria.
As conquistas sem precedentes dos assírios foram devidas ao seu exército que foi o mais altamente organizado da história do Oriente Antigo. Nos primeiros tempos, o exército baseava-se no recrutamento dos camponeses porém mais tarde tornou-se uma força permanente constituída de soldados que se engajavam por longo tempo
Posteriormente estrangeiros tiveram que ser alistados, assim como os assírios.
O exército compendia vários ramos: engenheiros, cujos os serviços eram usados em operações de sitio como nas marchas, cavalaria, corpo de carretas, infantaria em que se incluíam ladeiros e arqueiros. Os soldados eram providos de malhas protetoras, escudos de metal ou vime. Utilizavam muitos espiões e a topografia da região a ser invadida era cuidadosamente estudada antes de ser iniciada uma campanha.
Em suas campanhas, os assírios deliberadamente recorriam a uma política de aterrorização. Não só matavam ou escravizavam seus inimigos e devastavam-lhes as terras, como se vangloriavam com o maior sangue-frio de suas atrocidades. Cidades eram arrasadas ou destruídas por meio do fogo e inundações. As cabeças dos cadáveres eram cortadas e amontoadas em pirâmide, oi fincadas em seteiros.Vítimas eram esfoladas vivas, cegadas, empaladas ou sepultadas vivas. Outras eram mutiladas e deixadas ao sol para morrer lentamente. Faziam-se holocausto de jovens virgens e para culminar, os reis registravam seu prazer em face do sofrimento e do temor que causavam

Era o elemento mais importante da vida econômica dos Assírios.
Muita terra era de propriedade do rei, dos nobres e sacerdotes, mas algumas estavam nas mãos de indivíduos, livre de posição inferior. Contudo,a maioria dos camponeses eram de servos. Produziam tâmaras, uvas, legumes e temperos; o carneiro e a cabra eram criados pelos donos dos grandes terrenos
Nunca foram tão importantes para a economia assíria. Essas fontes de riqueza eram deixadas a escravos e estrangeiros, como os arameus, que obtinham muitos lucros comerciando. A mineração porém, era fonte de riqueza que interessava aos reis do mesmo modo que a guerra, que também na Assíria era quase negócio.
O grupo mais privilegiado da sociedade assíria compreendia a família real, os nobres e os sacerdotes. A seguir vinham os ricos mercadores, os proprietários de terra e os artesãos, em baixo ficavam os servos, os escravos cuja a sorte era dura.
A integridade da família era moita respeitada pelos assírios.Por essa razão, os escravos raramente eram separados de seus parentes próximos.As mulheres todavia, ficavam sob absoluto controle de seus maridos, considerados proprietários legais das esposas.
O mundo dos assírios, como o de outros povos antigos era um mundo masculino.

O rei prepara-se para abater o leão, simbolo da luta entre o Bem e
o Mal.
A religião assíria era uma crença sombria, baseada na ignorância e no medo das forças de natureza, entretecida de magia e adivinhações e quase nada oferecendo no sentido de inspiração étnica e de esperança para o futuro. O deus principal era ASUR, originalmente o deus solar, que fora proclamado o rei dos deuses e o senhor de toda a criação. Em certa época foi exaltado a tão elevada posição que a religião assíria esteve a beira do monoteísmo, mas nunca chegou inteiramente a isso.
ISTAR, também era adorada, tanto como uma deusa-mãe da fertilidade quanto como uma severa senhora da caça. Outras divindades eram MARDUK, NABU, de origem babilônica e SHAMASH que se tornou deus-sol quando ASUR subiu a uma categoria superior como rei dos deuses.
A vida futura era concebida como tediosa e fantasmal exigência como também era por outões semitas. Grande grupo de sacerdotes existia para a realização dos ritos de adoração nos templos. Outros sacerdotes serviam como interpretes da vontade divina, oráculos do futuro e senhores de encantamento mágico que afastariam as forças maléficas.
Tiglath-Pileser I......(aprox) lll5-ll02 A.C.
Assurnasirpall III.......(aprox) 884-860
Salmaneser II............morto em 825
Tiglath-Pileser III......745-728
Salmaneser IV..........728-722
Sargão II..............722-705
Senaqueribe..........705-687
Esar-Haddon..........681-668
Assurbanipal.........(aprox) 669-626
A arquitetura era imponentes e ornamentada. Vastos palácios foram construídos de tijolos e madeira sobre alicerce de pedra e decorados com relevos, estátuas de metal, pintura nas paredes e trabalhos coloridos de esmalte. Intrincados arranjos de pátios, salas, escadarias, corredores e jardins, davam-lhes grandes qualidades de grandeza. As abobadas e portas arqueadas aparecem assim como colunas.
Os assírios praticamente nada acrescentaram de próprio, foram celebres em adotar dos babilônios a medicina, a astronomia e a matemática e realizaram esplêndido trabalho e esclarecer detalhes, neste fundo de conhecimento. A vasta biblioteca da Assurbanipal em Nínive é uam indicação dessa capacidade dos assírios.nela os eruditas da corte reuniram tudo quanto puderam encontrar da herança cultural babilônica, muita da qual de outra forma já teria desaparecido.
Por volta de 612 a C ., os caldeus aliaram-se aos medos e conseguiram destruir as principais cidades assírias entre elas ASSUR, JARRAN e a capital NÍNIVE. O fim do Império assírio foi comemorado com entusiasmo pelos povos que sofreram as brutalidades de sua dominação
Numa inscrição de 884 a . C .,o rei assírio ASSURBANIPAL, relatou o modo cruel com que trata os vencidos. Ao fazer esse relato, seu objetivo era provocar medo nos povos vizinhos.
"A cidade de TÉLA era protegida por três fortalezas. Seu povo confiava nessas fortes muralhas e nas suas tropas. Por isso não se atirou aos meus pés, em súplica. Por meio de violentas batalhas, conquistei a cidade de TÉLA. Matei três mil guerreiros, lancei muitos outros,ao fogo, fiz grande número de prisioneiros vivos. De uns cortei as mãos e os dedos; de outros, cortei o nariz as orelhas ou furei os olhos, seus filhos e filhas, afoguei nas águas"

Ruínas de Persépolis, cidade constuida por Dario I; no relevo da escadaria,cortejo
de nobres, entre eles os medos.
Com o fim do Império Assírio, a cidade da Babilônia ficou independente, logo depois foi novamente dominada agora pelos caldeus.
Com a morte de Assurbanipal, Nabopolossar, governante da Babilônia, estabeleceu a independência babilônica e aliando-se a medos e persas, ajudou a levar a cabo a tomada de Nínive e a queda dos assírios. Embora a poderosa força da Babilônia durasse menos de cem anos, sua influência foi imediatamente sentida e o Império que Nabopolossar criou é conhecido tanto como Império Caldeu quanto Império Neobabilônico
Dominando seguramente a área do Fértil Crescente, Nabopolassar empenhou-se em reprimir os intentos egípcios de restabelecer seu império no Oriente Próximo e após uma série de lutas, seu filho, Nabucodonosor, derrotou totalmente os egípcios na Batalha de Carchemish em 605 a . C. Daí para diante, a Síria passou para o domínio caldeu e, quando o Reino de Judá se rebelou em 597 a . C., Nabucodonosor tomou Jerusalém. Onze anos depois verificada nova rebelião, ele saqueou Jerusalém e deixou-a em ruínas, aprisionando em Babilônia o rei e muitos nobres; este foi o chamado "cativeiro da Babilônia " dos judeus.
Sob Nabucodonosor, o Império Caldeu chegou ao auge e babilônia tornou-se breve a cidade que historiador grego Heródoto descreveu. As grandes muralhas foram reconstruídas, erigiram-se templos e imensos palácios; e os famosos jardins em terraços - Jardins Suspensos, que eram uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo - foram restaurados.

Leão alado, edscultura de marfim de aproximadamente 1000 a.C., período do
rei Salomão.
Pirâmides do Egito
Jardins Suspensos da Babilônia
Estátua de Júpiter Olímpico
Colosso de Rodes
Templo de Diana
Túmulo do Rei Mausolo
Farol de Alexandria
O número 7, tem tido grande influência na vida da humanidade: 7 são aos dias da semana; 7 são as notas musicai; 7 são as cores do arco-iris; 7 foram as maravilhas do mundo; 7 foram os sábios da Grécia; 7 são os sacramentos; 7 são os pecados mortais; 7 são os eclipses; 7 é conta de mentiroso.
Se os caldeus, cujo o nome só aparece na história pouco antes da ascensão do Império, eram exilados de retorno a babilônia ou um povo semítico aparentando, é coisa sem importância. Seus governantes, de qualquer modo eram antigórios por excelência e cuidaram de restaurar muitos aspectos da antiga civilização de Hamurabi no governo, nas leis, na literatura, e na industrias.
Quando verificaram ter pobre sucesso e tentativa de reviver a velha religião babilônica, os caldeus removeram dos deuses todas as qualidades humanas e identificara-se com os planetas. Mais tarde essa religião "celeste" deveria influenciar os romanos e, sob eles MARDUK tornou-se JUPITER; NABU, Mercúrio; Istar, Vênus. Elevados os deuses a tais altitudes, os caldeus, a fim de aprenderem o futuro que as divindades lhes preparavam, começaram a estudar intensamente as estrelas, numa mistura de astronomia e astrologia.

Nabopolassar............aprox. 625-695 a . C
Nabucodonosor.........aprox. 605-562 a . C
Nabonid.....................morto em 538 a . C.
É bastante curioso não ter ao que parece o pessimismo dos caldeus afetado gravemente sua moral. Tanto quanto se sabe, eles não se abandonaram aos rigores do ascetismo. Não modificaram a carne, nem mesmo praticavam o abandono de si mesmo. Aparentemente tinham como certo que o homem não podia evitar o pecado, por mais que tentasse. Mostram-se tão presos aos interesses materiais da vida e à busca de prazeres dos sentidos quanto os povos que precederam. Parece mesmo que foram ainda mais cobiçosos e sensuais. Referências ocasionais a reverências, à benevolência e à pureza do coração como virtudes, à opressão, a calunia e a ira como vícios aparecem em seus hinos e preces, mas de mistura com concepções ritualista de limpeza ou falta de limpeza e com expressões do desejo de satisfação física. Quanto os caldeus oravam, nem sempre era por poderes aos deuses torna-los bons, mas com maior freqüência porque eles lhes poderiam conceder longos anos, descendência numerosa e uma vida de prazeres.
Ao lado da religião, a cultura caldaica diferia da dos sumerianos, babilônio e assírios principalmente no que diz respeito às realizações científicas. Os caldeus foram, sem dúvida os mais capazes cientistas de toda história mesopotâmica, apesar de se limitarem suas conquistas principalmente à adstronomia. Criaram o mais perfeito sistema de registro cronológico até então imaginado, inventando a semana de sete dias e a divisão do dia em doze horas duplas de 120minutos cada uma. Guardaram assentamento minuciosos de suas observações dos eclipses e de outros fenômenos celeste durante mais de 350 anos, até muito depois da queda do império.
Duas de suas notáveis realizações foram efetuadas por astrônomos cujos os nomes chegaram até nós. No século VI a .C. NABU-RIMANNU calculou a duração do ano com uma aproximação de vinte seis minutos e mais ou menos uma centena de anos depoois KIDINNU descobriu e provou a variação anual da inclinação do eixo da Terra.
A força investigadora a astronomia caldaica era a religião. O principal objetivo dos mapas celestes e da coleção de dados astronômicos era descobrir o futuro que os deuses tinham preparado a raça humana ,sendo os próprios planetas deuses, podia-se melhor adivinhar o futuro pelo movimento dos corpos celestes.
Por esta razão a astronomia era principalmente astrologia ,outras ciências que não as astrologia continuavam em situação inferior por não se relacionar intimamente com a religião. Em particular a medicina mostrou pequeno adiantamento, além do alcançado pelos assírios. A mesma coisa quanto aos restantes aspectos da cultura caldaica. A arte distinque-se apenas por sua maior magnificência. A literatura dominada pelo gosto das antiguidades, revelava uma monótona falta de originalidade. Os escritos dos antigos babilônios foram extensamente copiados, mas ganharam pouca coisa de novo.
Até muito depois da queda do Império, permaneceram os caldeus como os cientistas mais capazes do Antigo Oriente Médio. Foram eles que fizeram mapas de todo o céu e durante séculos observaram e registraram todos os acontecimentods do firmamento.
Mas a construção de templos, a religião e a ciência não bastaram. NABONID, o último rei - na Bíblia, o último rei é chamado de BELCHAZAR- estava em tais disputas com os sacerdotes e era tão detestado pelo povo, que Babilônia facilmente caiu nas mãos de CIRO em 538 a . C., passando a tornar-se parte insignificante do Império Persa.

Jarros Fenícios