Oferece uma grande superfície ao ar e ao mesmo tempo é de uma leveza e uma resistência notáveis.
As penas recebem nomes distintos consoante o lugar onde se implantam: rémiges(Fig.15) que se implantam nas extremidades anteriores, formando as asas. São as penas de maiores dimensões e dividem-se em primárias ou secundárias consoante seinserem, respectivamente, na mão ou no antebraço; rectrizes(Fig.16) ou timoneiras, que formam a cauda e servem para mudar a direcção da ave durante o voo; tectrizes(Fig.14), que cobrem o corpo .

Fig 14
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Fig 15

Fig 16
As aves têm de se adaptar a diferentes habitats e devido a esse motivo apresentam uma grande variabilidade quanto a formas e a nichos ecológicos que exploram. Isto reflecte-se especialmente na estrutura dos bicos e das patas. São muitas as adaptações que se encontram na Natureza.
Entre outras podemos destacar as seguintes:

Bicos que quebram sementes

Uma ave aquática em terra

A pinça do maçarico
Uma peneira subaquática

Um bico de carnívoro

Bico em pinça
Um bico de frugívoro

Um pato com dentes

Um bico para «chapinhar»

Um bico para todos os fins

Pés para poleiro

Pés para todos os fins

Garras para trepar

Aves de rapina

Garras com penas

Pernaltas

Dedos da Galinha-de-água

Pés com palmuras

Pernas da ave
Os ninhos das aves são muito interessantes e apresentam varias estruturas. Tanto podem ser pequenas que se encontram coladas nas grutas com ajuda da saliva, como também longo túneis com metros de solo no caso de algumas águias. Apesar da sua semelhança quanto à forma, os pequenos pormenores destes ninhos identificam as suas obreiras com tanto rigor como se de uma impressão digital se tratasse.
Aqui temos alguns exemplos de formas de ninhos:

Teias de aranha como alicerce

Penas em segunda mão

Obra-prima em lama
Fonte: aves-biologia.blogspot.com