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Classe Crinoidea

Os Crinoidea ocorrem do Ártico à Antártica, e em todas as profundidades.

As espécies não pedunculadas vivem sobre substrato consolidado, ou são epibiontes de antozoários e algas, por exemplo.

Já os pedunculados podem ser encontrados em todos os tipos de substrato.

Classe Crinoidea
Lírio do Mar

Nessa classe encontramos animais conhecidos vulgarmente como "lírios-do-mar".

Possuem o corpo caliciforme, munido ou não de pedúnculo. As formas pedunculadas, possuem uma haste com a qual se fixam a um suporte qualquer.

No topo do pedúnculo encontram-se peças calcárias formando o cálice no interior do qual abrigam-se as partes moles do animal.

Das margens do cálice partem os braços com numerosas ramificações laterais, chamadas pínulas que se estendem por todo o comprimento do braço.

Boca e orifício retal estão na superfície superior do disco, o orifício retal freqüentemente em um cone elevado.

Os crinóides não pedunculados são de movimentação livre isto é, são capazes de nadar. O alimento é constituído principalmente de plâncton, colhidos pelos tentáculos e dirigidos pelos cílios à boca.

Essa classe é considerada a mais primitiva dos Echinodermatas. Embora atualmente existam poucas espécies, fora muito abundante em eras geológicas remotas.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Classe Crinoidea

Classe Crinoidea
Lírio do Mar

Classe Crinoidea
Lírio do Mar

Os membros da classe Crinoidea, que inclui os lírios-do-mar pedunculados e fixos e os crinóides apedunculados e livres, são os únicos equinodermos viventes nos quais a superfície oral está dirigida para cima. Esta condição também é verdadeira para a maioria dos equinodermos do Paleozóico.

A coroa dos crinóides pedunculados e apedunculados é composta de múltiplos braços ao redor de um forte cálice central, que é coberto por uma parede membranosa oral, o tégmen. O tégmen contém a boca no centro e o orifício retal para um lado.

A multiplicidade de braços resulta da ramificação basal de um arranjo originalmente pentâmero. Os braços possuem numerosos ramos laterais pequenos (pínulas) e a superfície oral de todos os ramos, incluindo as pínulas, contém um sulco ambulacrário ciliado.

Fortes ossículos fazem parte do pedúnculo relativamente sólido, dos cirros, dos braços e das pínulas.

Fortes ossículos também estão localizados dentro da parede do cálice.

Os lírios-do-mar sésseis podem flexionar o pedúnculo e desenrolar os braços quando estão se alimentando. Os comatulídeos se fixam com os cirros e rastejam e nadam com os braços.

Os crinóides são comedores de suspensões e os pés ambulacrários, ao entrarem em contato com o zooplâncton ou outras partículas suspensas, efetuam movimentos, levando as partículas para o sulco ambulacrário. Os cílios ambulacrários transportam as partículas envoltas em muco ao longo dos braços até a boca. Os braços são mantidos como um funil ou, quando uma corrente, como um leque circular ou plano. Os múltiplos braços e pínulas proporcionam a área necessária para este tipo de alimentação.

Os gametas são produzidos nos braços, que também são os locais de incubação, quando isto ocorre.

O desenvolvimento resulta em uma larva vitelária em forma de barril. A metamorfose ocorre após a instalação e fixação. Os comatulídeos passam por um estágio pedunculado (pentacrinóide) antes da coroa libertar-se.

Fonte: www.geocities.com

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