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Coentro

Coentro

Nome Científico

Coriandum sativum

Nome Família

Umbelíferas

O coentro provém da família Umbelliferae, parente da salsinha, o que explica o fato dele também ser conhecido por salsinha chinesa. É uma planta herbácea, de origem egípcia, com o nome científico de Coriadrum Sativum, de caule cilíndrico, folhas verdes e brilhantes, flores brancas ou rosadas e frutos de cor vermelha ou marrom. As folhas frescas e os frutos secos são usados como condimentos. Do coentro podem ser utilizadas as folhas na forma fresca ou seca, o caule e a raiz frescos, e sementes secas.

Curiosidade

O coentro é uma excelente fonte de fibras dietéticas, ferro, magnésio e manganês.

As sementes de coentro funcionam como um estimulante para o estômago e o intestino, o que faz delas uma iguaria para ser consumida como aperitivo antes das refeições.

O coentro é rico em vitamina A, que age em nosso organismo combatendo os radicais livres.

Ele contém também linalol, um composto que ajuda a combater as flatulências.

Propriedades Nutricionais

A planta tem sido objeto de pouco estudo científico.

Propriedades Medicinais

Suas propriedades só são conhecidas empiricamente. Na medicina caseira é muito usado para acalmar os males do estômago em infusões. O chá de coentro também possui efeito sedativo.

Valor Calórico

100 gramas de coentro desidratado fornecem 294 calorias

Como Comprar

Prefira as folhas mais frescas de cor verde vivo, sem manchas e com os talos crocantes. Evite os maços com folhas amareladas e com os talos moles.

Como Armazenar

Quando fresco, as folhas, assim como o caule e a raiz, depois de bem lavados e secos, devem ser guardados em recipiente fechado ou em sacola plástica transparente própria para alimentos, conservando-se na geladeira por até dois dias.

Quando seco, guarde em recipiente fechado, em local protegido da luminosidade e umidade.

Como Preparar

O coentro fresco pode ser usado em peixes, mariscos, camarões, quisados, arroz, feijão, saladas, sopas, molhos e legumes. Os grãos inteiros são usados na preparação de salsichas, lingüiças, conservas e picles. Já os grãos moídos ou socados constituem um condimento agradável para o preparo de carnes, aves, sopas, pães e doces. O óleo das sementes pode ser utilizado em perfumes, licores e até mesmo no gim.

Fonte: www.hortifruti.com.br

Coentro

Coentro

Nome Científico

Coriandrum sativum L.

Nome Popular

Coendro

Família

Umbeliferae

Aspectos Agronômicos

Reproduz-se espontaneamente, sendo encontrada, às vezes, fora de cultura. Esta planta adapta-se melhor aos solos férteis, ácidos, bem drenados, leves e profundos, necessitando de iluminação plena.

Prefere climas quentes, sendo sensível a temperaturas baixas.

O plantio diretamente no campo com sementes, no princípio da primavera.

A colheita é delicada, pois devem ser cortadas as umbelas quando entre 50 e 60% dos frutos tiverem mudado da cor verde para amarelada.

Parte utilizada

Folha

Fruto

Semente

Constituintes Químicos

Óleo essencial contendo coriandrol

Óleo fixo

Pectinas

Taninos

Açúcares

Mucilagens

Amidos

Flavonóides

Limoneno

Terpineno

Compostos de linalol, pineno, cimeno e pentosanas

Origem

Região mediterrânea, sendo muito cultivada no Norte da África, em Marrocos, e na Europa.

Aspectos Históricos

O nome dessa planta tem origem grega "Koriandron", que significa percevejo.

Esta erva é cultivada na medicina e culinária há pelo menos, três mil anos.

Foram trazidos para Europa pelos Romanos. Os chineses chegara a acreditar que a planta conferiam a imortalidade, e na Idade Média faziam parte dos elixires do amor, como afrodisíacos.

Uso

Fitoterápico

Tem ação:

Diurética

Antiespasmódica

Antiinflamatórias

Carminativas (liberta os gases)

Tônica

Estomacal

É indicada:

Debilidades estomacais

Cólicas abdominais

Flatulências

Feridas

Abcessos

Tumores

Atonia gastrintestinal

Apetite excessivo

Ansiedade e nervosismo

Farmacologia

Possui propriedades carminativas e estomáquicas. Usado para corrigir o sabor desagradável de diversos medicamentos; associa-se a certos purgativos com fim de evitar cólicas que estes podem produzir, como se observa com o sene e o ruibarbo.

Tem propriedades excitantes, em doses fracas; quantidades maiores ocasionam uma espécie de embriagues e quando muito elevadas produzem fenômenos tóxicos.

Riscos

Pode provocar perturbações e lesões renais, quando usada em doses excessivas.

Dose Utilizada

Uso Interno

Infuso: 1 colher de sopa de folhas, frutos ou flores (todos juntos) picados, para 1 litro de água fervente. Tomar 2 a 3 xícaras por dia.
Infuso: 3-5g para 1 xícara de água fervente.
Pó: 3-5g, após as refeições. Pode ser usado junto com mel.

Uso Externo

4 a 5 colheres de sopa da substância, para 1 litro de água.

Culinária

As folhas com seu aroma intenso é ótimo tempero para saladas, legumes e aves.

Bibliografia

Balmé, F. Plantas Medicinais. São Paulo: Hemus, p. 131.
Bremness, L. Plantas Aromáticas. São Paulo: Civilização, 1993, p. 39.
Corrêa, A.D., Batista, R.S.; Quintas, L.E.M. Do Cultivo à Terapêutica. Plantas Medicinais. Petrópolis: Vozes, 1998, p. 112-113.
Costa, A.F. Farmacognosia. Lisboa: Fundação Calouste Gullenkian, 5ª edição, 1994, p. 513-517.
Panizza, S. Cheiro de Mato. Plantas Que Curam. São Paulo: IBRASA, 1998, p. 82-83.
Sanguinetti, E.E. Plantas Que Curam. Porto Alegre: Rígel, 2ªedição, 1989, p. 96.
Santos, C.A.M.; Torres, K.R.; Leonart, R. Plantas Medicinais. São Paulo: Ícone, 1988, p. 73.

Fonte: www.unilavras.edu.br

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