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Coentro

 

Coentro
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Sementes de Coentro

Entre as Umbelíferas, encontra-se também o coentro (Coriandrum sativum), cultivado e subespontâneo entre as messes e campos de quase todo País.

O coentro semeia-se em filas de 25 cm de separação. O peso de mil sementes é de 9,1 a 9,8 g; a capacidade de germinação é de 77% em média; germinação em duas ou três semanas. Para 100 m2 calculam-se 250 g de semente, sendo a colheita nessa mesma extensão de uns dez a vinte quilos.

Quando os frutos começam a amadurecer cortam-se as plantas ou então debulham-se ou expõem-se ao sol sobre panos até os frutos caírem maduros. O coentro seco é de cor de castanha, cheira aromaticamente e é um pouco doce.

Na medida do possível deve ser conservado em latas bem fechadas, para não perder o aroma.

As folhas, as raízes, os caules e as sementes desta erva, fortemente aromática, têm gostos levemente diferentes.

As folhas frescas são bonitas e dão imediatamente um gosto exótico a qualquer prato, se forem adicionadas antes de servir. É um tempero excelente para ser usado em saladas.

As raízes e os caules podem ser cozinhados para dar gosto a sopas, mas devem ser retirados do caldo antes de servir.

Composição e Propriedades

Os elementos ativos até hoje conhecidos são os que se encontram nos frutos: 0,8-1,0% de óleo essencial de cilantro, óleo gordo, ácido málico, um pouco de tanino, açúcar, pectina, vitamina C e fécula.

O modo de atuação só se conhece empiricamente. Supõe-se que o coentro reforça o estômago, resolve os espasmos, faz desaparecer a flatulência, corta a diarréia e é vermífugo. A planta tem sido objeto de pouco estudo científico.

Emprego Como Condimento

O cheiro a especiaria nos frutos frescos suaviza-se depois de secos e torna-se muito agradável. O seu emprego principal é o de pastelaria e confeitaria de todas as espécies, começando nos biscoitos e bolachas e acabando no pão, assim como em frutas ácidas e especiarias. Açucarados, os frutos constituem uma guloseima.

O coentro combina além disso com hortaliças, como a couve, o repolho e os espinafres; também é compatível com os regimes dietéticos.

Fonte: www.geocities.com

Coentro

Nome científico: Coriandrum sativum L.

Família: Umbelliferae

História

Cultivado há mais de três mil anos, o coentro já é mencionado nos textos em sânscrito, nos papiros egípcios, além da Bíblia, onde o “maná” é comparado às sementes do coentro. Os chineses acreditavam nos poderes de imortalização do coentro, e, na Idade Média, era colocado em poções de amor, como afrodisíaco. Foi trazido à Europa pelos romanos, que misturavam coentro com vinagre para conservar a carne.

Origem

Costa do Mediterrâneo (Sul da Europa, Oriente Médio e África do Norte)

Características da planta

Planta anual, herbácea, com caule cilíndrico, estriado e pouco ramificado, que pode atingir de 0,70 a 1,00m de comprimento.

As folhas são de coloração verde-brilhante e apresentam-se em duas formas: as inferiores pinadas e as superiores bipinadas. Exalam um aroma forte e fétido quando esmagadas, lembrando o cheiro exalado por percevejos.

Características da flor

As flores, pequenas e de coloração branca ou róseo-violácea, estão dispostas numa inflorescência do tipo umbela. O florescimento ocorre entre a primaverae o verão.

É importante lembrar que antes da decisão de investir no cultivo de plantas medicinais e aromáticas, principalmente para quem não tem experiência com estas culturas, é obter mais informações sobre o assunto, para conhecer todas as etapas e técnicas envolvidas na produção.

É aconselhável procurar orientação de instituições de pesquisa ou profissional capacitado, para se informar quais plantas são mais indicadas para serem cultivadas na propriedade, em função da localização e tipo de solo da mesma, entre outros fatores. Deve-se ainda, realizar pesquisa de mercado procurando descobrir quais são os compradores mais próximos, qual a possibilidade de negociar a produção, entre outros pontos importantes.

Traremos apenas informações gerais e sobre o cultivo desta planta, visando sua exploração comercial, fornecendo ainda alguns endereços para mais informações.

De modo geral, para qualquer planta de uso aromático e medicinal, para se iniciar uma cultura seja a nível comercial ou mantê-la na horta doméstica, as sementes e mudas devem ser adquiridas de produtores ou de viveiros de mudas idôneos, que garantam a identificação botânica correta.

Alguns aspectos referentes a colheita e pós-colheita devem ser conhecidos, como por exemplo:

Determinação do momento ideal da colheita, que varia de acordo com o órgão da planta, estádio de desenvolvimento, época do ano e hora do dia;
Conhecimento de qual parte da planta contém o princípio ativo de interesse;
A colheita de sementes é realizada quando elas estão completamente amadurecidas ou no caso de serem deiscentes (que caem após o amadurecimento), antecipa-se a colheita para evitar as perdas;
A colheita deve ser realizada em períodos sem ocorrência de chuvas, preferencialmente no período da manhã, após o orvalho ter evaporado;
As ferramentas utilizadas variam de acordo com as partes que serão colhidas. Normalmente são utilizadas ferramentas simples: tesouras de poda (caule e folhas) e pás, enxadas e enxadões (raízes e partes subterrâneas);
O material cortado é acondicionado em recipientes adequados à parte colhida ( sementes, flores, outros);
O material coletado tem destinos variados: uso direto do material fresco, extração de substâncias ativas ou aromáticas do material fresco e secagem para comercialização "in natura".

Embora não tenhamos como objetivo indicar o uso medicinal desta ou de qualquer outra planta, destacamos algumas recomendações contidas no livro Plantas e Saúde - Guia Introdutório à Fitoterapia:

Utilize somente plantas medicinais conhecidas;
Procure conhecer a parte da planta que serve como remédio (raiz, caule, folha ou flor);
Não colete plantas medicinais nas margens de rios ou córregos poluídos e esgotos, bem como na beira de estradas, devido as substâncias tóxicas liberadas pelo escapamento dos veículos;
Procure conhecer as plantas que são tóxicas;
Tenha cuidado ao comprar ervas medicinais, observando sempre o seu estado de conservação (se não tem mofo, insetos, etc);
Procure conhecer o modo de preparo das plantas utilizadas como remédio (infusão, cozimento, etc);
Estar atento a indicação de uso da planta, se é para uso interno (beber) ou externo (compressa, cataplasma, etc);
Não substitua imediatamente o remédio dado pelo seu médico por plantas indicadas por amigos. Procure antes conversar com seu médico.
Após estas ressalvas, passaremos a tratar sobre o cultivo do Coentro.

O cultivo do Coentro

Nome científico: Coriandrum sativum L.

DESCRIÇÃO E ORIGEM

Planta herbácea anual, pertencente a família das Umbelíferas. É nativa em países da Europa.

Altura: Média de 25 a 60 cm.
Caule:
Cilíndrico, estriado, um pouco ramificado.
Folhas:
Coloração verde-brilhante, alternadas, pinadas ou bipinadas.
Floração:
Ocorre entre a primavera e o verão.
Frutos (ou sementes): Possuem diâmetro entre 1,5 a 5 mm.
Variedade:
Branca e roxa.
Finalidade:
P lanta de uso medicinal e aromática.

Partes das plantas utilizadas

Uso aromático: Frutos (sementes) bem maduros e secos. As folhas verdes e frescas são também empregadas na culinária.

As folhas do coentro só podem ser conservadas sob refrigeração. As folhas e frutos verdes exalam um odor forte e desagradável característico desta planta (se assemelha ao odor de percevejo "esmagado").

Uso medicinal: Frutos.

CULTIVO

Clima: O coentro é uma planta que tolera bem tanto o frio como o calor, assim como curtos períodos de seca.
Plantio:
Através de seus frutos ou sementes.
Solo:
São preferidos os solos férteis, profundos, bem drenados e com boa exposição à radiação solar. Devem ser evitados solos ácidos e os que retêm muita umidade.
Fertilidade do solo e adubação:
Solos ricos em nitrogênio e adubações nitrogenadas intensas devem ser evitadas, pois o excesso de nitrogênio atrasa o amadurecimento das sementes ou prolonga o período de progressivo amadurecimento e reduz a produção. Adubações com fósforo e potássio no mesmo ano do plantio produzem sementes mais aromáticas.

Preparo do solo

Aração e gradagem.

Quantidade de sementes por hectare: 15 a 25 kg.
Semeadura:
Semear em local definitivo.

Época da semeadura

Cada região tem sua época mais adequada, mas recomenda-se que seja feita no início da primavera. A semeadura deve ser programada de forma que a colheita não coincida com épocas de chuvas intensas, o que prejudica a colheita.

Deve-se evitar a semeadura no período de inverno, devido principalmente ao risco de ocorrência de geadas. Para culturas em escala comercial, devido ao rápido amadurecimento dos frutos, sugere-se que a semeadura seja realizada aos poucos, em etapas, para evitar que a colheita de toda a área cultivada seja realizada de uma única vez, o que poderia gerar perdas durante a colheita, pois as sementes maduras e secas caem facilmente no solo, reduzindo o rendimento.

Espaçamento entre linhas

Usar espaçamento de 30 cm, para solos livres ou com pouca ocorrência de plantas daninhas. Para solos onde é freqüente a infestação por invasoras, o espaçamento é feito de acordo com a largura do cultivador que será utilizado.

Profundidade de semeadura

As sementes devem ser semeadas nos sulcos das linhas a uma profundidade de 2 a 2,5 cm, e cobertas com 1 a 2 cm de terra.

Utilizar espaçamento de 2 a 5 cm, entre as sementes na linha.

Germinação

Ocorre no período de 7 a 14 dias. Deve-se então realizar o desbaste, eliminando as plantas fracas e determinando-se o espaçamento final entre uma planta e outra na linha, de 15 a 25 cm.

Tratos culturais

Realizar controle e combate de ervas daninhas. Irrigar ou drenar o solo, e adubar, sempre que necessário.

Colheita dos frutos

É realizada a partir do momento em que 50 a 60% dos frutos, apresentam cor amarelo-dourado ou marrom-claro-amarelado, ou pardo, conforme a variedade. A colheita é feita, cortando-se os ramos com as umbelas (extremidades dos ramos onde estão os frutos). As umbelas cortadas podem ser colocadas em recipientes sem furos, para serem transportados para o local de secagem.

Mão-de-obra

Treinada para reconhecer o período ideal da colheita e realizar todos os procedimentos relacionados à mesma.

Colheita das folhas

É feita a partir do momento em que a planta possui folhas suficientes que possam ser colhidas, sem prejudicar o seu desenvolvimento, encerrando a colheita quando surgirem os primeiros órgãos que originarão as flores.

Bibliografia

COSTA, M.A. (et al). Plantas e Saúde - guia introdutório à Fitoterapia. Governo do Distrito Federal, 1992. 88 p.
MARTINS, E.R.; CASTRO, D.M.; CASTELLANI, D.C.; DIAS, J.E. Plantas Medicinais. Universidade Federal de Viçosa. 1994. 220p.
VON HERTWIG, I.F. Plantas aromáticas e medicinais: plantio, colheita, secagem, comercialização. 2a ed. - São Paulo: Icone, 1991. 414 p.

Fonte: www.agrov.com

Coentro

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Nome Científico: Coriandum sativum

Nome Família: Umbelíferas

O coentro provém da família Umbelliferae, parente da salsinha, o que explica o fato dele também ser conhecido por salsinha chinesa.

É uma planta herbácea, de origem egípcia, com o nome científico de Coriadrum Sativum, de caule cilíndrico, folhas verdes e brilhantes, flores brancas ou rosadas e frutos de cor vermelha ou marrom. As folhas frescas e os frutos secos são usados como condimentos.

Do coentro podem ser utilizadas as folhas na forma fresca ou seca, o caule e a raiz frescos, e sementes secas.

Curiosidade

O coentro é uma excelente fonte de fibras dietéticas, ferro, magnésio e manganês.

As sementes de coentro funcionam como um estimulante para o estômago e o intestino, o que faz delas uma iguaria para ser consumida como aperitivo antes das refeições.

O coentro é rico em vitamina A, que age em nosso organismo combatendo os radicais livres.

Ele contém também linalol, um composto que ajuda a combater as flatulências.

Propriedades Nutricionais

A planta tem sido objeto de pouco estudo científico.

Propriedades Medicinais

Suas propriedades só são conhecidas empiricamente. Na medicina caseira é muito usado para acalmar os males do estômago em infusões. O chá de coentro também possui efeito sedativo.

Valor Calórico

100 gramas de coentro desidratado fornecem 294 calorias

Como Comprar

Prefira as folhas mais frescas de cor verde vivo, sem manchas e com os talos crocantes. Evite os maços com folhas amareladas e com os talos moles.

Como Armazenar

Quando fresco, as folhas, assim como o caule e a raiz, depois de bem lavados e secos, devem ser guardados em recipiente fechado ou em sacola plástica transparente própria para alimentos, conservando-se na geladeira por até dois dias.

Quando seco, guarde em recipiente fechado, em local protegido da luminosidade e umidade.

Como Preparar

O coentro fresco pode ser usado em peixes, mariscos, camarões, quisados, arroz, feijão, saladas, sopas, molhos e legumes. Os grãos inteiros são usados na preparação de salsichas, lingüiças, conservas e picles. Já os grãos moídos ou socados constituem um condimento agradável para o preparo de carnes, aves, sopas, pães e doces. O óleo das sementes pode ser utilizado em perfumes, licores e até mesmo no gim.

Fonte: www.hortifruti.com.br

Coentro

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Nome Científico: Coriandrum sativum L.

Nome Popular: Coendro

Família: Umbeliferae

Aspectos Agronômicos

Reproduz-se espontaneamente, sendo encontrada, às vezes, fora de cultura. Esta planta adapta-se melhor aos solos férteis, ácidos, bem drenados, leves e profundos, necessitando de iluminação plena.

Prefere climas quentes, sendo sensível a temperaturas baixas.

O plantio diretamente no campo com sementes, no princípio da primavera.

A colheita é delicada, pois devem ser cortadas as umbelas quando entre 50 e 60% dos frutos tiverem mudado da cor verde para amarelada.

Parte utilizada

Folha
Fruto
Semente

Constituintes Químicos

Óleo essencial contendo coriandrol
Óleo fixo
Pectinas
Taninos
Açúcares
Mucilagens
Amidos
Flavonóides
Limoneno
Terpineno
Compostos de linalol, pineno, cimeno e pentosanas

Origem

Região mediterrânea, sendo muito cultivada no Norte da África, em Marrocos, e na Europa.

Aspectos Históricos

O nome dessa planta tem origem grega "Koriandron", que significa percevejo.

Esta erva é cultivada na medicina e culinária há pelo menos, três mil anos.

Foram trazidos para Europa pelos Romanos. Os chineses chegara a acreditar que a planta conferiam a imortalidade, e na Idade Média faziam parte dos elixires do amor, como afrodisíacos.

Uso

Fitoterápico

Tem ação:

Diurética
Antiespasmódica
Antiinflamatórias
Carminativas (liberta os gases)
Tônica
Estomacal

É indicada:

Debilidades estomacais
Cólicas abdominais
Flatulências
Feridas
Abcessos
Tumores
Atonia gastrintestinal
Apetite excessivo
Ansiedade e nervosismo

Farmacologia

Possui propriedades carminativas e estomáquicas. Usado para corrigir o sabor desagradável de diversos medicamentos; associa-se a certos purgativos com fim de evitar cólicas que estes podem produzir, como se observa com o sene e o ruibarbo.

Tem propriedades excitantes, em doses fracas; quantidades maiores ocasionam uma espécie de embriagues e quando muito elevadas produzem fenômenos tóxicos.

Riscos

Pode provocar perturbações e lesões renais, quando usada em doses excessivas.

Dose Utilizada

Uso Interno

Infuso: 1 colher de sopa de folhas, frutos ou flores (todos juntos) picados, para 1 litro de água fervente. Tomar 2 a 3 xícaras por dia.
Infuso: 3-5g para 1 xícara de água fervente.
Pó: 3-5g, após as refeições. Pode ser usado junto com mel.

Uso Externo: 4 a 5 colheres de sopa da substância, para 1 litro de água.

Culinária

As folhas com seu aroma intenso é ótimo tempero para saladas, legumes e aves.

Bibliografia

Balmé, F. Plantas Medicinais. São Paulo: Hemus, p. 131.
Bremness, L. Plantas Aromáticas. São Paulo: Civilização, 1993, p. 39.
Corrêa, A.D., Batista, R.S.; Quintas, L.E.M. Do Cultivo à Terapêutica. Plantas Medicinais. Petrópolis: Vozes, 1998, p. 112-113.
Costa, A.F. Farmacognosia. Lisboa: Fundação Calouste Gullenkian, 5ª edição, 1994, p. 513-517.
Panizza, S. Cheiro de Mato. Plantas Que Curam. São Paulo: IBRASA, 1998, p. 82-83.
Sanguinetti, E.E. Plantas Que Curam. Porto Alegre: Rígel, 2ªedição, 1989, p. 96.
Santos, C.A.M.; Torres, K.R.; Leonart, R. Plantas Medicinais. São Paulo: Ícone, 1988, p. 73.

Fonte: www.unilavras.edu.br

Coentro

Planta medicinal que tem folha semelhante à da salsa mas as duas ervas são bem diferentes.

O coentro é natural do sul da Europa e da região mediterrânea, apesar de ter sido cultivado no Egito Antigo para fins culinários e medicinais. Suas sementes eram usadas como especiarias desde tempos remotos e atualmente é utilizado em larga escala na Europa.

O uso da raiz, de aroma acentuado, é pouco conhecido por aqui, mas muito comum no sudeste Asiático (na Tailândia, é cozida com alho e empregada como tempero).

No Brasil, o coentro fresco é tempero indispensável na elaboração de peixes e frutos do mar, especialmente no Norte e no Nordeste, onde não se faz moqueca sem essa erva. É um dos ingredientes do garam masala, uma mistura de especiarias de origem indiana. As sementes podem também ser usadas no preparo de chá, com função digestiva e hepática.

É um ingrediente indispensável na brasileiríssima moqueca. Para aproveitar ao máximo o sabor do coentro, pique-o somente pouco antes de usar e adicione no final da preparação. O coentro combina bem com limão, gengibre e cebolinha verde.

As sementes têm sabor mais adocicado do que a erva fresca. Inteiras, podem ser usadas no preparo de peixe, bolos, pães e massas, e para aromatizar conservas, vinagres e lingüiça. Trituradas, são mais indicadas para o uso em molhos que acompanham carnes vermelhas, mas dá bons resultados em risotos e pães. Também podem ser usadas em molhos e caldas, associadas a outras especiarias.

Fonte: aromacoresabor.com

Coentro

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Coentro

O coentro provém da família Umbelliferae, e é parente da salsinha, o que explica o fato dele também ser conhecido por salsinha chinesa. Apesar disso, as duas ervas são bem diferentes.

O coentro é natural do sul da Europa e da região mediterrânea, apesar de ter sido cultivado no Egito Antigo para fins culinários e medicinais. Suas sementes eram usadas como especiarias desde tempos remotos e atualmente o coentro é utilizado em larga escala na Europa.

Em contraste, as folhas de coentro não são muito populares no continente europeu, com a exceção de Portugal, mas são bastante utilizadas na América Latina e no Sudeste Asiático. No Oriente Médio, as folhas de coentro são tão populares que passaram a ser chamadas de “Salsinha árabe”.

O nome coentro deriva do grego koris, que significa percevejo. As folhas e as sementes ainda verdes possuem um cheiro semelhante àquele encontrado nas roupas de cama infestadas pelo inseto; porém, uma vez que as sementes amadurecem perdem este odor característico; no entanto as folhas não, infelizmente.

As sementes de coentro sempre foram conhecidas como especiarias de caráter curativo. Na Europa elas são chamadas de “planta anti-diabética”; na Índia elas são utilizadas por suas propriedades antiinflamatórias; e atualmente nos EUA as sementes estão sendo estudadas pela sua capacidade de reduzirem o colesterol. As sementes de coentro também funcionam como um estimulante para o estômago e o intestino, o que faz delas uma iguaria para ser consumida como aperitivo antes das refeições.

Para completar, elas também são consideradas um excelente afrodisíaco. Na Ásia, as ervas e o óleo da semente de coentro são conhecidos por sua habilidade em curar hemorróidas, dores de cabeça, inchaços, conjuntivites, reumatismos, úlceras na boca, além de também serem usadas em compressas. Os herbalistas chineses garantem ainda conseguir curar vários tipos de problemas de bexiga, halitose e ainda complicações gástrico-digestivas com a ajuda do coentro.

O óleo das sementes pode ser utilizado em perfumes, licores e até mesmo no gim. Outro nome menos conhecido do coentro é “milho tonto”, pois supostamente quando uma pessoa inala o aroma de uma semente recém esmagada, isto pode causar tontura. O coentro também é uma excelente fonte de fibras dietéticas, ferro, magnésio e manganês.

Patrick Martin

Fonte: www.nutricaoempauta.com.br

Coentro

Coentro
Coentro

Origem

O coentro é originário do Oriente Médio e do sul da Europa.

Hoje, tanto as folhas como as sementes estão presentes na culinária do mundo todo. O uso da raiz, de aroma acentuado, é pouco conhecido por aqui, mas muito comum no sudeste Asiático (na Tailândia, é cozida com alho e empregada como tempero). No Brasil, o coentro fresco é tempero indispensável na elaboração de peixes e frutos do mar, especialmente no Norte e no Nordeste, onde não se faz moqueca sem essa erva. É um dos ingredientes do garam masala, uma mistura de especiarias de origem indiana. As sementes podem também ser usadas no preparo de chá, com função digestiva e hepática. Seu aroma lembra o de frutas cítricas.

Como comprar e conservar

Quando comprar as folhas de coentro, prefira as mais frescas de cor verde vivo, sem manchas e com os talos crocantes. Evite os maços com folhas amareladas e com os talos moles. O ideal é consumir o coentro logo após a colheita, mas, na impossibilidade, seque-o com toalha de papel ou com um pano e guarde por até dois dias em saco plástico, próprio para alimentos, ou num recipiente com tampa. Ou então, espalhe as folhas numa assadeira e leve ao congelador até ficarem firmes. Em seguida, acondicione-as em sacos plásticos (com o mínimo possível de ar) e guarde no congelador por até 3 meses. As sementes de coentro devem ser escolhidas cuidadosamente, verificando o prazo de validade na embalagem e se não há sinais de insetos. Devem estar íntegras e apresentar cor uniforme.

Como usar o coentro fresco

As folhas, de sabor levemente amargo e picante, são usadas para aromatizar peixes, frutos do mar, carnes brancas, legumes e preparação à base de ovos.

É um ingrediente indispensável na brasileiríssima moqueca. Para aproveitar ao máximo o sabor do coentro, pique-o somente pouco antes de usar e adicione no final da preparação. Se cozido em excesso, o sabor e o aroma ficam menos acentuados. Os que têm resistência ao sabor dessa erva devem experimentá-la crua, quando fica mais refrescante.

O coentro combina bem com limão, gengibre e cebolinha verde. Na mesma preparação, esta mistura dá um sabor bem acentuado, mas muito agradável.

Como usar as sementes

As sementes têm sabor mais adocicado do que a erva fresca. Inteiras, podem ser usadas no preparo de peixe, bolos, pães e massas, e para aromatizar conservas, vinagres e lingüiça. Trituradas, são mais indicadas para o uso em molhos que acompanham carnes vermelhas, mas dá bons resultados em risotos e pães. Também podem ser usadas em molhos e caldas, associadas a outras especiarias.

Fonte: www.soreceitasculinarias.com

Coentro

Coentro
Coentro

NOME CIENTIFICO: Coriadrum sativum

DESCRIÇÃO DA PLANTA

Esta planta que atinge entre 15 a 50 cm de altura tem folhas verdes, apesar de mais arredondadas, são parecidas com as da salsa. Suas flores são brancas e rosadas.

AROMA E SABOR

Extremamente aromático, o coentro tem sabor um tanto picante e ardente.

ORIGEM

Egito.

PROPRIEDADES

Sedativa
Digestiva
Anti-térmica

FUNÇÕES TERAPÊUTICAS

Compressas feitas com suas folhas, aliviam dores nas juntas.
O chá de coentro é indicado para aliviar dores de estômago.

HISTÓRIA

Esta erva foi levada para a Europa pelos romanos, que segundo a Bíblia, já a agregavam ao cominho e vinagre, para conservar carnes.
Na China, atribuía-se ao coentro o poder da imortalidade.
Na Idade Média, por ser considerado afrodisíaco, era colocado em poções de amor.
No Egito, era colocado no túmulo dos nobres, para ajudar a alma a encontrar o seu caminho.
Na Babilônia, arranjos florais com coentro e rosinhas, decoravam as festas.

PARTES USADAS

Folhas frescas e secas.
Frutos secos. Sementes e talos.

FORMAS EM QUE SE ENCONTRA

Folhas – frescas e secas
Caule e raiz –
frescos
Sementes
– secas

COMO CONSERVAR

Fresco: As folhas, assim como caule e a raiz, depois de bem lavados devem ser guardados em recipientes fechados ou plásticos próprios para alimentos, conservando-se na geladeira por alguns dias.
Seco:
Guarde em recipiente fechado, em local protegido da luminosidade e umidade.

USO GERAL

Ótimo tempero. Suas sementes são muito usadas na medicina caseira. Na cosmética, o coentro faz parte da composição de cremes para o rosto e corpo.

Uso culinário

Muito conhecido da cozinha brasileira, em especial da cozinha do Norte e Nordeste, o coentro tem um aroma singular que combina muito com pratos de frutos do mar na forma de marinadas e caldos de peixe. Faz parte do famoso molho curry.

Uso terapêutico

O chá de coentro é indicado para aliviar dores de estômago. Compressas feitas com as suas folhas dão alívio a inflamações e dores nas juntas.

USO INDICADO EM ALIMENTOS

(As folhas desta planta devem ser utilizadas de preferência secas. O caule e a raiz, quando adicionados ao alimento, devem ser retirados antes de servir. As sementes moídas são ótimas para esfregar na carne de porco antes do cozimento.)

Saladas
Legumes
Sopas
Frutos do mar
Peixes
Carnes com forte sabor
Guisados
Arroz
Feijões
Molhos

Fonte: www.sensibilidadeesabor.com.br

Coentro

Nome científico: Coriandrum sativum

Apresentação

Folhas: Frescas e secas
Caule e raiz:
Frescos
Sementes:
Secas

Usos

Planta com odor forte e agradável tem suas sementes com sabor adocicado. Combina muito bem com peixe, frutos do mar, frango e legumes. Elas podem ser polvilhadas com salsinha como finalização de pratos quentes, assim como em saladas, molhos e sopas. No Brasil, é muito utilizada no tempero nordestino, para acompanhar peixes e frutos do mar.

Propriedades

O coentro é fonte de magnésio, cálcio, fósforo, ferro, fibras e ácido ascórbico.

Recomendações

O chá de coentro ajuda a aliviar dores de estômago e problemas de flatulência.

Preparo

Pique o coentro somente um pouco antes de usar e o adicione no final da preparação. Cru, ele possui sabor refrescante, levemente amargo e picante, sendo usado para aromatizar peixes, frutos-de-mar, carnes brancas e legumes

Curiosidade

Na Tailândia a raiz do coentro também é utilizada para aromatizar carnes e curries.

Nomes em outras línguas:

Inglês: coriander
Italiano: coriandolo
Francês: coriandre

Fonte: gourmet.ig.com.br

Coentro

Coentro
Coentro

Coentro - Coriandrum sativum

O coentro é uma erva utilizada há muito tempo na Europa e Ásia.

O seu nome deriva do grego koriandron, que significa percevejo, isto devido ao aroma que os frutos verdes apresentam, que é muito parecido com os de percevejos.

Muitas histórias são contadas sobre o coentro. Comenta-se que na Idade Média as chamadas “bruxas” utilizavam o coentro nas poções chamadas de filtros de amor.

Na história de Paracelso dizia-se que o coentro era utilizado juntamente com almíscar, açafrão

Na Holanda os mais velhos que fumavam cachimbo costumavam mastigar alguns frutos para retirar o gosto de tabaco da boca. Já na Índia é muito empregado na culinária tradicional, chegando a fazer parte do famoso curry. Planta envolta em muitos mistérios, tem seu centro de origem provavelmente na África, e de lá se difundiu por vários países, sendo encontrado atualmente vegetando espontaneamente em várias regiões.

Planta anual, de ciclo curto, utiliza-se tantos os frutos secos moídos, como a pimenta do reino, ou mesmo as folhas frescas, como a salsa. De aroma e sabor intenso, muito característico, é muito empregado na culinária do norte e nordeste, chegando a substituir a salsa nos pratos do dia-a-dia. Mas em nossa região é pouco apreciado. As folhas frescas possuem um aroma mais agradável e atualmente pode-se encontrar os maços em supermercados de grandes redes.

O coentro sempre foi empregado como medicamento nos países europeus e asiáticos. Possui uma ação depurativa, podendo ser utilizado na forma de chá, tintura ou fresco em saladas. É indicado para problemas hepáticos não tão graves, como resultado de um excesso de bebidas alcóolicas ou um abuso domingueiro de um pernil ou uma leitoa assada. Sua ação digestiva é muito boa, podendo também ser empregado para combater cólicas intestinais e problemas de gases.

Mas em que pratos podemos empregar o coentro? Em saladas, vinagretes, picles, salsichas, e principalmente carne de peixes e moquecas. Vamos então aprender a preparar uma deliciosa moqueca de postas de pintado. Compre algumas postas de peixe, preferencialmente o pintado. Limpe bem e tempere com alho, sal, pimenta-do-reino e limão. Deixe marinar por cerca de 2 horas. Passe as postas em farinha de pão e frite em azeite de dendê até ficar bem douradas e crocantes. Reserve o peixe e comece a cortar os legumes. Corte em fatias grossas cebolas, pimentão verde, vermelho e amarelo, tomates maduros e separe uma grande quantidade de cebolinha e folhas de coentro.

Em uma panela grande, preferencialmente de barro, vá montando as camadas, inicie com uma camada de tomates, depois entre com os pimentões, cebola, cebolinha, folhas de coentro e as postas de peixe frito. Vá montando as camadas e termine com uma grande quantidade de coentro. Salpique sal e pimenta-do-reino nas camadas dos vegetais.

Depois de tudo montado, coloque no fogo e adicione uma grande quantidade de leite-de-coco e azeite de dendê para o cozimento. Tampe a panela e deixe em fogo baixo. Depois de algum tempo, os vegetais estarão cozidos e terá se formado um caldo consistente.

Sirva com arroz branco e salpique algumas folhas de coentro fresco por cima. Você nunca mais esquecerá o sabor desta moqueca. Experimente.

Fonte: www.alumiar.com

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