Meristema fundamental
Células vivas com parede primária bem espessada (celulose, pectina)
Paredes primárias relativamente macias e maleáveis, não lignificadas
Tecido de sustentação de órgãos jovens em crescimento
Células com paredes primárias irregularmente espessadas
Campos de pontuações primárias, com plasmodesmos
Pode retomar atividade meristemática
Podem conter cloroplasto e realizar fotossíntese
Localiza-se, geralmente, logo abaixo da epiderme
Em caules pode formar uma camada contínua ao redor da da circunferência do eixo
Margeando as nervuras das folhas
Polpa de frutos quando maciços e comestiveis

Seção transversal de um tecido colenquimático


Colênquima angular - mostra maior espessamento nos ângulos

Colênquima lamelar - mostra maior espessamento nas paredes tangenciais interna
e externa

Colênquima anelar apresentam paredes celulares com espessamento mais
uniforme,
ficando o lume celular circular em seção transversal
O colênquima é classificado conforme o tipo de espessamento
da parede celular, observada em seção transversal, e pode ser angular: lamelar,
tangencial ou em placa; lacunar; e anelar, ou anular.
Colênquima angular - Neste colênquima há espessamento da
parede celular na seção longitudinal e nos ângulos, nos pontos em que se encontram
três ou mais células. Em seção transversal, os ângulos das células assumem
formato triangular (Figs. 4.9 e 4.13). As vezes há variação no colênquima
angular com a dissolução da lamela média em alguns pontos, formando espaços
intercelulares. Neste caso, é classificado como colênquima angular lacunar.
O colênquima angular é o tipo mais comum e ocorre em caules e pecíolos de
espécies de Cucurbitaceae, Asteraceae (Fig. 4.9), nos pecíolos da folha de
Nymphaea etc.
Colênquima lamelar, tangencial ou em placa - Este colênquima
apresenta espessamento em todas as paredes tangenciais externas e internas
das células. E pouco comum e ocorre em caules jovens e pecíolos das folhas
de sabugueiro (Sambucus), de dente-de-leão (Taraxacum) e Rhamnus (Figs. 4.12
e 4.15).
Colênquima lacunar - Neste colênquima, os espessamentos estão
nas paredes celulares que delimitam os espaços intercelulares bem desenvolvidos.
Ocorre nos eixos das inflorescências de Dahiia e nos pecíolos de várias espécies
de compostas.
Colênquima anelar, ou anular - As células deste colênquima
apresentam as paredes celulares com espessamento mais uniforme, ficando o
lume celular circular em seção transversal. É um tipo bastante frequente de
colênquima e pode ser observado na nervura principal das folhas de espécies
de dicotiledôneas, em geral
Fonte: www.itaya.bio.br
Em botânica, chama-se colênquima a um tecido parenquimatoso em que as células possuem a parede primária espessada e que ajudam a suportar órgãos em crescimento.
De uma forma simplificada, trata-se de um tecido especializado na sustentação esquelética dos vegetais. É formado por um grande número de células vivas alongadas, dotadas de paredes grossas e rígidas muito resistentes, com depósitos de celulose reforçados.
As células do tecido colênquima podem medir até 1,5 milímetros de comprimento, por 40 a 50 micrômetros de diâmetro e se organizam em feixes longitudinais no interior das partes jovens dos caules. Também, por ser formado por células vivas que crescem por alongamento, o colênquima proporciona sustentação aos caules sem impedir o seu pleno crescimento.
As células do colênquima são chamadas de fibras colênquimáticas, e normalmente, em um corte transversal do caule, aparecem encostadas ou muito próximas à epiderme.
Colênquima angular, com as paredes espessadas nos ângulos; Colênquima lamelar, com as paredes espessadas em lados opostos; Colênquima lacunar, com as paredes espessadas nos ângulos, mas apresentando espaços cheios de ar entre as células.
Fonte: pt.wikipedia.org