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Colênquima

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Este é um outro tipo de tecido primário simples, com células parenquimatosas de parede espessada irregularmente, o que permite a comunicação entre elas.

As células do colênquima são vivas, alongadas, de forma poliédrica em corte transversal e podem mesmo apresentar cloroplastos.

Estas células, formadas pelo meristema fundamental, têm parede secundária rica em substâncias pécticas, hemicelulose e celulose, pelo que funcionam como elementos de suporte em órgãos jovens e em crescimento rápido pois as suas paredes elásticas não oferecem resistência ao alongamento.

Podem ser encontradas em cordões isolados ou como camadas contínuas, abaixo da epiderme de caules herbáceos, pecíolos de folhas e a formar a baínha em volta dos tecidos condutores.

O que é

O colênquima origina-se do meristema fundamental, é o tecido de sustentação constituído por células vivas que apresentam a parede primária bem espessada.

Está presente apenas em tecidos jovens e em desenvolvimento. É encontrado nas margens de folhas ou em suas nervuras maiores e no caule, em forma de cilindro ou faixas longitudinais. Geralmente fica logo abaixo da epiderme. A característica mais marcante deste tecido refere se ao espessamento desigual das paredes celulares, áreas bem espessadas. A composição da parede é típica, contendo grande quantidade de substâncias pécticas e água (60% do peso é água), além da celulose. As paredes celulares apresentam várias camadas, chegando até 20 em aipo (Apium graveolens). As camadas mais externas mostram que o micro fibrilas está arranjado predominantemente no sentido longitudinal, direção paralela ao eixo do alongamento. O depósito das áreas espessadas ocorre antes da célula estar completamente alongada. No caso do pecíolo de aipo as células são curtas, com 20 a 40 um, mas se alongam à medida que o órgão cresce até atingir 500 a 2000 uns de comprimento. A plasticidade da parede celular do colênquima possibilita o crescimento do órgão ou tecido até atingir a maturidade. As células do colênquima se assemelham ao parênquima por possuírem protoplasto vivo campos de pontuações primários e também por serem capazes de retomar a atividade meristemática. Suas células podem ainda conter cloroplastos e realizar fotossíntese. De um modo geral, a forma é variável, sendo curtas, longas ou isodiamétricas. À medida que as células envelhecem. O padrão de espessamento pode ser e de um modo geral o lume celular aparece redondo, por deposição de camadas adicionais nas paredes celulares. O termo colenquimatoso refere-se ao tecido que apresenta certas características de colênquima.

Tipos de colênquima

a) Colênquima angular

Nesse tipo de tecido, as paredes mostram maior espessamento nos ângulos; exemplos desse tipo de espessamento ocorrem no pecíolo de Begônia (begônia), caule de Fícus (figueira) e de Cucúrbita (aboboreira).

b) Colênquima lamelar

As células mostram um espessamento nas paredes tangencial interna e externa, como no caule de Sambucus.

c) Colênquima lacunar

O colênquima pode ter espaços intercelulares e quando os espessamentos ocorrem nas paredes próximas ao espaço é chamado lacunar, como no pecíolo de Salvia (sálvia), raiz de Monstera, caule de Asclepias (erva-de-rato) e de Lactuca (alface).

Fonte: curlygirl.naturlink.pt

Colênquima

Considerações Gerais

A célula colenquimática notabiliza-se pela plasticidade e espessamento da paredes, além da capacidade da divisão. É relevante a razão de crescimento, considerada a mais rápida entre os outros tipos de células vegetais. No Triticum sp. (trigo), por ocasião da ântese, os filetes das anteras podem se estender numa razão de 2-3 mm/minuto. Tal crescimento é resultante de mudanças rápidas na forma das células, acompanhadas de alongamento das paredes; ainda relacionadas com a energia requerida neste processo, ocorrem inúmeras mitocôndrias.

Características

O colênquima origina-se do meristema fundamental, é o tecido de sustentação constituído por células vivas que apresentam a parede primária bem espessada. A característica mais marcante deste tecido refere se ao espessamento desigual das paredes celulares, áreas bem espessadas. A composição da parede é típica, contendo grande quantidade de substâncias pécticas e água (60% do peso é água), além da celulose.

As paredes celulares apresentam várias camadas, chegando até 20 em aipo (Apium graveolens). As camadas mais externas mostram que as microfibrilas estão arranjadas predominantemente no sentido longitudinal, direção paralela ao eixo do alongamento. O depósito das áreas espessadas ocorre antes da célula estar completamente alongada. No caso do pecíolo de aipo as células são curtas, com 20 a 40 um, mas se alongam à medida que o órgão cresce, até atingir 500 a 2000 um de comprimento.

A plasticidade da parede celular do colênquima possibilita o crescimento do órgão ou tecido até atingir a maturidade. As células do colênquima se assemelham ao parênquima por possuírem protoplasto vivo, campos de pontuações primários e também por serem capazes de retomar a atividade meristemática. Suas células podem ainda conter cloroplastos e realizar fotossíntese. De um modo geral, a forma é variável, sendo curtas, longas ou isodiamétricas. À medida que as células envelhecem. o padrão de espessamento pode ser e de um modo geral o lume celular aparece redondo, por deposição de camadas adicionais nas paredes celulares. O termo colenquimatoso refere-se ao tecido que apresenta certas características de colênquima.

Ocorrência

O colênquima é o tecido mecânico das regiões de crescimento e assim ocorre em órgãos jovens. Nos caules é usualmente periférico, localizando-se abaixo, ou poucas camadas abaixo, da epiderme (Ex.. caule de Coleus). Pode ocorrer como um cilindro contínuo como no caule de Sambucus (sabugueiro) ou em cordões individuais como em Cucurbita (aboboreira). Nas folhas ocorre no pecíolo, na nervura central ou na borda do limbo.

A polpa de frutos quando são maciços e comestíveis geralmente são colenquimatosas.

Raízes terrestres raramente contém colênquima: uma exceção ocorre em Vitis vinifera (videira).

Colênquima
Colênquima. A - angular; B - lamelar

Tipos de colênquima

Colênquima angular

Nesse tipo de tecido, as paredes mostram maior espessamento nos ângulos; exemplos desse tipo de espessamento ocorrem no pecíolo de Begonia (begônia), caule de Ficus (figueira) e de Cucurbita (aboboreira).

Colênquima lamelar

As células mostram um espessamento nas paredes tangenciais interna e externa , como no caule de Sambucus.

Colênquima lacunar

O colênquima pode ter espaços intercelulares e quando os espessamentos ocorrem nas paredes próximas ao espaço é chamado lacunar, como no pecíolo de Salvia (sálvia), raiz de Monstera, caule de Asclepias (erva-de-rato) e de Lactuca (alface).

Relação forma-função

O colênquima, devido a plasticidade e capacidade de alongar-se, adapta-se à sustentação das folhas e caules em crescimento. O grau de espessamento parece estar relacionado com as necessidades da planta pois em espécies sujeitas a ação de agentes externos, como por exemplo, ventos fortes, o espessamento das paredes celulares inicia-se precocemente e torna-se mais acentuado do que o espessamento de espécies sob condições amenas.

Por outro lado, as regiões jovens, geralmente são fotossintetizantes, necessitando, portanto, de tecidos que permitam a entrada da luz, como e o caso do colênquima.

Ainda estas regiões, geralmente são tenras e portanto mais facilmente atacadas por herbívoros, além de microorganismos, havendo necessidade de cicatrização e regeneração celular; estes fenômenos são conseguidos devido a capacidade do colênquima de reassumir a atividade meristemática.

Em regiões mais velhas da planta, o colênquima pode se transformar em esclerênquima, pela deposição de paredes secundárias lignificadas.

Fonte: www.herbario.com.br

Colênquima

Colênquima

Origina-se do meristema fundamental.

Possui plasticidade (o que possibilita o crescimento do órgão ou tecido até atingir a maturidade) e espessamento das paredes, além de capacidade de divisão.

Ocorre em órgãos jovens, sendo usualmente periférico no caule. Nas folhas, ocorre no pecíolo, na nervura central ou na borda do limbo. Nas raízes raramente são encontrados.

Colênquima

CARACTERÍSTICAS

Células vivas com formato variável e parede primária bem espessada, de maneira desigual e composta por celulose, substâncias pécticas e água. O espessamento das paredes geralmente se inicia nos cantos da célula. Como o parênquima, o colênquima é capaz de retomar a atividade meristemática. Suas células podem ainda conter cloroplastos.

Fonte: professores.unisanta.br

Colênquima

Ontogênese

Meristema fundamental

Características

Células vivas com parede primária bem espessada (celulose, pectina)
Paredes primárias relativamente macias e maleáveis, não lignificadas
Tecido de sustentação de órgãos jovens em crescimento
Células com paredes primárias irregularmente espessadas
Campos de pontuações primárias, com plasmodesmos
Pode retomar atividade meristemática
Podem conter cloroplasto e realizar fotossíntese

Ocorrência

Localiza-se, geralmente, logo abaixo da epiderme
Em caules pode formar uma camada contínua ao redor da da circunferência do eixo
Margeando as nervuras das folhas
Polpa de frutos quando maciços e comestiveis

Colênquima
Seção transversal de um tecido colenquimático

Colênquima

Tipos

Colênquima
Colênquima angular - mostra maior espessamento nos ângulos

Colênquima
Colênquima lamelar - mostra maior espessamento nas paredes tangenciais interna e externa

Colênquima
Colênquima anelar – apresentam paredes celulares com espessamento mais uniforme,
ficando o lume celular circular em seção transversal

O colênquima é classificado conforme o tipo de espessamento da parede celular, observada em seção transversal, e pode ser angular: lamelar, tangencial ou em placa; lacunar; e anelar, ou anular.

Colênquima angular - Neste colênquima há espessamento da parede celular na seção longitudinal e nos ângulos, nos pontos em que se encontram três ou mais células. Em seção transversal, os ângulos das células assumem formato triangular. As vezes há variação no colênquima angular com a dissolução da lamela média em alguns pontos, formando espaços intercelulares. Neste caso, é classificado como colênquima angular lacunar. O colênquima angular é o tipo mais comum e ocorre em caules e pecíolos de espécies de Cucurbitaceae, Asteraceae, nos pecíolos da folha de Nymphaea etc.

Colênquima lamelar, tangencial ou em placa - Este colênquima apresenta espessamento em todas as paredes tangenciais externas e internas das células. E pouco comum e ocorre em caules jovens e pecíolos das folhas de sabugueiro (Sambucus), de dente-de-leão (Taraxacum) e Rhamnus

Colênquima lacunar - Neste colênquima, os espessamentos estão nas paredes celulares que delimitam os espaços intercelulares bem desenvolvidos. Ocorre nos eixos das inflorescências de Dahiia e nos pecíolos de várias espécies de compostas.

Colênquima anelar, ou anular - As células deste colênquima apresentam as paredes celulares com espessamento mais uniforme, ficando o lume celular circular em seção transversal. É um tipo bastante frequente de colênquima e pode ser observado na nervura principal das folhas de espécies de dicotiledôneas, em geral

Fonte: www.itaya.bio.br

Colênquima

Tecido de sustentação de órgãos jovens e de alguns órgãos maduros de plantas herbáceas.

Função

Sustentação

Origem

Aparecem nos primeiros estágios de diferenciação do Meristema fundamental.

Características

a. Células com protoplasto vivo na maturidade
b.
Espessamento desigual da parede celular – CELULOSE
c.
Deposição longitudinal das microfibrilas de celulose
d.
Capacidade para retomar atividade meristemática
e.
Células podem ter cloroplasto e realizar fotossíntese
f.
Forma e tamanho variáveis

Ocorrência

Órgãos jovens
Caule – posição periférica
Folhas – pecíolo, nervura central e borda do limbo
A polpa dos frutos quando são maciços e comestíveis geralmente são colenquimatosas
Raízes terrestres raramente têm colênquima

Tipos de colênquima

Colênquima angular: Espessamento nos ângulos das células.
Colênquima lamelar:
Maior espessamento nas paredes tangenciais das células.
Colênquima lacunar:
Espessamento nas paredes próximas ao espaço intercelular (pecíolos de compostas). Entretanto, espaços intercelulares podem ocorrer em outros tipos de colênquima, como por exemplo, raízes aéreas de Monstera.
Colênquima anelar:
Espessamento uniforme por toda borda da célula

Fatores que podem estimular o espessamento

Ventos fortes
Regiões jovens
Herbivoria e infestação de patógenos

Fonte: www.uff.br

Colênquima

 

Colênquima
Colênquima em corte transversal

Tecido vivo, formado por células, geralmente alongadas, que possuem ou não cloroplastos.

As células apresentam reforços de celulose geralmente nos cantos de suas paredes celulares.

Assim, o colênquima pode, além de promover a sustentação da planta, realizar fotossíntese.

As células colenquimáticas podem crescer por distensão das paredes nos pontos não-reforçados, o que justifica a presença desse tecido em órgãos de crescimento.

Este tecido situa-se geralmente abaixo da epiderme.

Confere resistência e flexibilidade aos órgãos da planta. Estando presente nos caules novos, nos pecíolos das folhas e nos pedúnculos florais.

Fonte: br.geocities.com

Colênquima

1. Introdução

O colênquima é um tecido formado de células vivas, relativamente alongadas, de paredes primárias celulósicas, espessadas, relacionado com a sustentação de regiões jovens, em crescimento, no corpo do vegetal. O tecido origina-se, principalmente, do meristema fundamental.

É um tecido semelhante ao parênquima, ambos apresentam protoplasto vivo, podem possuir cloroplastos e até mesmo reassumir características meristemáticas, voltando a apresentar divisões celulares. A diferença entre estes dois tecidos está, principalmente, no fato do colênquima, geralmente, apresentar suas células mais alongadas e com paredes mais espessas que as células do parênquima.

2. Característica e Função

A estrutura da parede celular é a principal característica do colênquima . As paredes são primárias, celulósicas com pontoações primordiais e, geralmente, o espessamento das paredes é irregular.

Essas paredes apresentam grandes quantidades de substâncias pécticas, que são altamente hidrofílicas. Assim, as paredes das células do colênquima retêm uma grande quantidade de água (60% do seu peso), o que as tornam extremamente plásticas, capazes de acompanhar o crescimento das células.

O colênquima é um tecido adaptado para a sustentação de regiões jovens do vegetal em intenso crescimento. O espessamento das paredes de suas células inicia-se bem cedo, antes mesmo da célula completar o seu crescimento, mas a plasticidade destas paredes, possibilita o crescimento do órgão, até que este atinja a sua maturidade.

O grau de espessamento da parede parece estar relacionado com as necessidades do vegetal. Por exemplo, em plantas sujeitas à ação de ventos fortes, o espessamento das paredes do colênquima inicia-se precocemente e é maior, do que aquele observado em plantas que crescem sob condições mais amenas.

O colênquima maduro é um tecido forte e flexível, formado por células alongadas reunidas em feixes. Por outro lado, nas regiões periféricas de órgãos jovens que são fotossintetizantes o colênquima pode ser clorofilado.

Como essas regiões jovens são tenras e portanto, mais facilmente atacadas pela herbivoria, a cicatrização e regeneração celular pode ser conseguida, devido à capacidade do colênquima de reassumir a atividade meristemática, voltando a apresentar divisões celulares, promovendo assim a cicatrização das regiões lesadas.

3. TIPOS DE COLÊNQUIMA

De acordo com a distribuição do espessamento nas paredes celulares, observado em secções transversais do tecido, podemos reconhecer quatro tipos de colênquima:

3.1 Colênquima angular

Quando as paredes são mais espessas nos pontos de encontro entre três ou mais células (Figura abaixo), como por exemplo no pecíolo de Begonia (begônia), caule de Ficus (figueira), de Coleus e de Curcubita (aboboreira).

Colênquima
Colênquima angular

3.2 Colênquima lamelar

As células mostram um maior espessamento nas paredes tangenciais interna e externa (Figura abaixo), como o visto no caule jovem de Sambucus (sabugueiro)

Colênquima
Colênquima lamelar

3.3 Colênquima lacunar

Quando o tecido apresenta espaços intercelulares e os espessamentos de parede primária ocorrem nas paredes celulares que limitam estes espaços. Este tipo de colênquima pode ser encontrado no pecíolo de Salvia, raiz de Monstera, caule de Asclepia (erva-de-rato) e de Lactuca (alface).

3.4. Colênquima anelar ou anular

Quando as paredes celulares apresentam um espessamento mais uniforme, ficando o lume celular circular em secção transversal.

4. Topografia

Por ser um tecido de sustentação de regiões em crescimento, ocorre em órgãos jovens e apresenta a posição periférica característica, localizando-se logo abaixo da epiderme ou poucas camadas abaixo dela.

No caule pode aparecer como um cilindro contínuo, como em de Sambucus ou em cordões individuais, geralmente nas arestas do órgão, como em Curcubita e em Mentha.

Nas folhas ocorre no pecíolo, na nervura central ou na margem do limbo.

A polpa de frutos quando são maciços e comestíveis geralmente são colenquimatosas. Raízes terrestres raramente formam colênquima, uma exceção pode ser encontrada nas raízes de videiras (Vitis vinifera).

A medida que as células colenquimatosas envelhecem, o padrão de espessamento pode ser alterado e de um modo geral o lume celular aparece redondo, por deposição de camadas adicionais na parede celular. Em regiões mais velhas da planta, o colênquima pode até se transformar em esclerênquima pela deposição de paredes secundárias lignificadas.

Neuza Maria de Castro

BIBLIOGRAFIA

APEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S.M. 2003. Anatomia Vegetal. Ed. UFV - Universidade Federal de Viçosa. Viçosa.
CUTTER, E.G. 1986. Anatomia Vegetal. Parte I - Células e Tecidos. 2ª ed. Roca. São Paulo.
CUTTER, E.G. 1987. Anatomia Vegetal. Parte II - Órgãos. Roca. São Paulo.
ESAU, K. 1960. Anatomia das Plantas com Sementes. Trad. 1973. Berta Lange de Morretes. Ed. Blucher, São Paulo.
FERRI, M.G., MENEZES, N.L. & MONTENEGRO, W.R. 1981. Glossário Ilustrado de Botânica. Livraria Nobel S/A. São Paulo.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F. & EICHCHORN, S.E. 2001. Biologia Vegetal. 6ª . ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.

Fonte: www.biologia.edu.ar

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