Para um bom desempenho de seu carro, qualidade e procedência do combustível são fundamentais. Abasteça sempre em locais de sua confiança. Nos postos da rede BR, o cliente conta com o programa "De Olho no Combustível". Uma garantia de qualidade.
Procure acompanhar o abastecimento de seu carro. Desça do carro, verifique as informações da bomba (valores, quantidades, tipo de combustível). Observe se o combustível não transborda e se o bocal foi corretamente fechado.
Caso você note que o desempenho de seu carro piorou depois do abastecimento (apresentar problemas em marcha lenta, "bater pino", ratear ou dificuldades na ignição), o combustível pode ter sido adulterado ou contaminado.
Converse com o gerente do posto ou com a distribuidora através do SAC. Caso não fique satisfeito com o atendimento, procure a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Gasolina é um combustível constituído basicamente por hidrocarbonetos e, em menor quantidade, por produtos oxigenados. Esses hidrocarbonetos são, em geral, mais "leves" do que aqueles que compõem o óleo diesel, pois são formados por moléculas de menor cadeia carbônica (normalmente de 4 a 12 átomos de carbono).
Além dos hidrocarbonetos e dos oxigenados, a gasolina contém compostos de enxofre, compostos de nitrogênio e compostos metálicos, todos eles em baixas concentrações. A faixa de destilação da gasolina automotiva varia de 30 a 220°C.
A gasolina básica (sem oxigenados) possui uma composição complexa. A sua formulação pode demandar a utilização de diversas correntes nobres oriundas do processamento do petróleo como nafta leve (produto obtido a partir da destilação direta do petróleo), nafta craqueada que é obtida a partir da quebra de moléculas de hidrocarbonetos mais pesados (gasóleos), nafta reformada (obtida de um processo que aumenta a quantidade de substâncias aromáticas), nafta alquilada (de um processo que produz iso-parafinas de alta octanagem a partir de iso-butanos e olefinas), etc.

A Petrobras produz diversos tipos de gasolina utilizando tecnologia própria, fabricando as diversas frações de petróleo constituintes da gasolina e misturando-as entre si e com os aditivos, através de formulações convenientemente definidas para atender aos requisitos de qualidade do produto.
O grande crescimento da produção de gasolina, motivado pelo desenvolvimento da indústria automobilística, foi possível não só através do refino, mas também de processos de transformação de frações pesadas, que fazem aumentar o rendimento total do produto em relação ao petróleo.
O álcool foi uma solução brasileira como alternativa ao petróleo. O Proálcool, projeto criado pelo governo como incentivo à produção deste combustível, gerou incentivos fiscais que reduziram impostos para a compra de veículos movidos a álcool.
O slogan do Proálcool ficou famoso: "Carro a álcool: um dia você ainda vai ter um", mas o mercado do petróleo saiu da grande crise do final da década de 70 (início dos anos 80) e o governo reviu seu projeto. O combustível "nacional" e renovável não recebeu mais o estímulo governamental e a indústria privada não o desenvolveu sem a mão do estado a guiá-la.
As vantagens dos carros movidos a álcool produzidos no Brasil acabaram diminuindo em virtude da redução dos incentivos fiscais, que propiciavam preços menores em relação aos veículos movidos a gasolina.
Os primeiros carros a álcool faziam com que seus motoristas os deixassem ligados durante um tempo, com o afogador acionado, para que ele esquentasse. Isto não é mais necessário para os carros mais modernos. Basta ligar o carro e sair sem forçar muito do carro. Todos os componentes irão atingir as condições ideais de funcionamento.
Combustível ecologicamente correto, o álcool não afeta a camada de ozônio e é obtido de fonte renovável.
Como é obtido a partir da cana-de-açúcar, ajuda na redução do gás carbônico da atmosfera, através da fotossíntese nos canaviais.
Outras vantagens ambientais, ainda relacionadas à fase de plantio/cultivo da cana-de-açúcar, são o aumento da umidade do ar e a retenção das águas da chuva
Seguindo recomendações específicas, pode ser misturado ao diesel e à gasolina, como também pode ser utilizado sem aditivos, sem que com isso o motor sofra danos.
O biodiesel é um combustível produzido a partir de óleos vegetais extraídos de diversas matérias-primas, como palma, mamona, soja, girassol, dentre outras.
Por advir de fontes renováveis e ser menos poluente ele é ecologicamente correto. O biodiesel está sendo adicionado, na proporção 2%, aos diversos tipos de diesel e não necessitam de qualquer adaptação para receber a mistura. Na Europa o biodiesel já vem sendo utilizado em vários países.

Nos últimos dois anos, a Petrobras Distribuidora investiu mais de R$ 20 milhões na adaptação de suas instalações e em logística para receber e distribuir o novo produto.
Desde o ano passado, o biodiesel começou a ser vendido em postos de serviço no estado de Belém (PA). Neste momento, o número de postos de serviços de bandeira Petrobras, em diversos estados do país, que já comercializam este combustível ultrapassa 3.100.
A Petrobras Distribuidora está comprando mais de 90% do biodiesel adquirido pela Petrobras junto aos produtores, demonstrando o comprometimento da Companhia com o desenvolvimento sustentável do país, pois o biodiesel representará um novo segmento da economia que vai gerar mais empregos.
O biodiesel chega para ser mais um diferencial que a rede de postos Petrobras oferece aos seus consumidores, reforçando o princípio de inovação, tecnologia, qualidade de produtos e serviços e responsabilidade sócio-ambiental que norteiam nossa companhia e que fazem da marca Petrobras a preferida de todos os brasileiros.
Atualmente uma das maiores preocupações de toda a sociedade é a responsabilidade que cada um de nós possui sobre a preservação do meio ambiente em que vivemos.
As atenções para este tema só tendem a crescer e, assim como tudo em nossos tempos atuais, de forma vertiginosa. Não há dúvida que o consumidor e os investidores estão cada vez mais atentos às empresas que se preocupam com questões de responsabilidade social e ambiental.
E a Petrobras, como maior empresa brasileira, tem um papel estratégico na área de energia e investe firmemente em pesquisas, desenvolvimento e implementação de formas de energia alternativa. Uma destas inovações é a utilização do biodiesel.
Para os caminhoneiros: sempre que tiver que parar para fazer lanches ou estiver retido em congestionamentos, desligue o motor. Você irá economizar diesel e reduzir o desgaste do motor.
Evite andar em ponto morto. O uso do freio motor é mais seguro e econômico. Ele corta a passagem de combustível e consome menos diesel do que a marcha lenta.
O consumo é influenciado pela forma com que o veículo é conduzido. Respeite o conta-giros.
Caso desconfie do posto onde está abastecendo, você pode pode pedir para ver a nota fiscal e o certificado de análise emitido pela distribuidora. Para se certificar ainda mais, pode ser feito um teste da densidade do diesel, que deve estar entre 0,82 e 0,88.

O Gás Natural, conhecido como combustível do futuro, é uma mistura de hidrocarbonetos leves que, à temperatura ambiente e pressão atmosférica, permanece no estado gasoso.
É constituído predominantemente por metano (Ch2) com teor mínimo em torno de 87%. Por não possuir enxofre em sua composição, o Gás Natural não lança compostos de enxofre na atmosfera em sua queima, compostos estes que produzem chuva ácida quando em contato com a umidade atmosférica.
Na natureza, ele é encontrado acumulado em rochas porosas no subsolo, freqüentemente acompanhado por petróleo, constituindo um reservatório.
A queima do Gás Natural é uma das mais limpas conhecidas, praticamente sem emissão de monóxido de carbono, representando, sem dúvida, a melhor opção de combustível para utilização em centros urbanos, onde os controles de poluição estão ficando cada vez mais rigorosos, contribuindo, assim, para a melhoria da qualidade de vida da população.
Com a utilização do Gás Natural, além de se economizar em combustível, se economiza também na manutenção de veículo.
Diversas portarias e decretos governamentais definiram as regras para utilização do Gás Natural Veicular. Dentre eles o Decreto nº 1.787, de 12 de janeiro de 1996 autorizou a utilização do GNV para todos os tipos de veículos:
Frotas de ônibus urbanos e interurbanos
Veículos de carga e transporte
Frotas de serviços públicos
Frotas cativas de empresas
Táxi
Veículos particulares
O gás é mais barato que os outros combustíveis (álcool e gasolina)
A conversão dos veículos e manutenção são extremamente simples.
Com um metro cúbico de gás é possível rodar mais quilômetros do que com um litro de gasolina ou álcool. Combinando o menor consumo por Km rodado com o menor preço – em relação ao álcool e à gasolina – pode-se alcançar uma economia, somente com o combustível, em torno de 60%, na maioria dos casos. Observa-se mais economia nos veículos bem regulados e que rodam mais;
Aumenta a vida útil do motor: Por ser um combustível limpo e seco possui uma queima mais completa, assim, pouco ou nenhum carbono é formado durante a combustão.
O motor movido a GNV se mantém em boas condições de limpeza e, assim, observam-se menores taxas de desgaste para um mesmo período de utilização, quando comparado com motores alimentados com combustíveis líquidos;
Reduz custos com lubrificantes e manutenção: O Gás Natural é um combustível seco, por isso o óleo lubrificante se mantém isento de impurezas por longos períodos devido à ausência de carbono formado na combustão dos motores alimentados a gás.
Outrossim, não são observadas as freqüentes diluições do óleo lubrificante e remoção da película de óleo dos cilindros, causada pelos combustíveis líquidos;
Menor freqüência na troca do escapamento do veículo, pois a queima do gás natural não provoca a formação de compostos de enxofre, diminuindo a corrosão.
O Gás Natural é reconhecidamente muito mais seguro que os demais combustíveis. Devido à sua composição e, conseqüentemente, por ser um combustível mais leve que o ar e possuir estreita faixa de inflamabilidade, qualquer eventual vazamento dissipa-se rapidamente na atmosfera, diminuindo o risco de explosões e incêndios.
Além disso, para que o Gás Natural se inflame, é preciso que seja submetido a uma temperatura superior a 620oC (o álcool se inflama a 200oC e a gasolina a 300oC).
O abastecimento do veículo é feito sem que o produto entre em contato com o ar, evitando-se assim qualquer possibilidade de combustão.
Os cilindros e demais componentes do kit de conversão carregados no veículo são dimensionados para suportar a alta pressão em que o gás é armazenado (em torno de 200 bar) e ainda situações eventuais como colisões, incêndios, etc.
O Gás Natural não está sujeito a fraudes, extravios ou perdas de qualquer espécie. É quimicamente estável, sem os inconvenientes da formação de depósitos (borras e gomas) nos tanques e sistemas de carburação.
O conceito de segurança desse combustível já é reconhecido em todos os países onde ele já é largamente utilizado. Nos EUA, por exemplo, o GNV é utilizado até mesmo em ônibus escolares.
A queima do Gás Natural é muito mais completa que a queima da gasolina, do álcool e do diesel. Por isso, os veículos movidos a Gás Natural (Gás Metano Veicular) emitem menos poluentes, tais como óxidos nitrosos (NOX), dióxido de carbono (CO2) e principalmente o monóxido de carbono (CO).
O Gás Natural é sem dúvida, a melhor opção de combustível para utilização em centros urbanos, onde os controles de poluição estão ficando cada vez mais rigorosos, contribuindo, assim, para a melhoria da qualidade de vida da população.
O Brasil produz cerca de 25 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, e a Petrobras Distribuidora conta com a maior rede de distribuição do produto, com postos localizados nas mais diversas cidades do país.
Além das reservas existentes, a BR pretende aumentar ainda mais o abastecimento do mercado com a entrada em operação do gasoduto Brasil-Bolívia.
A formação de petróleo e gás natural continua a ocorrer na natureza. Porém, as movimentações da crosta terrestre hoje são muito escassas, a velocidade com que as novas quantidades são geradas é desprezível. Por esta razão, diz-se que as acumulações destes produtos são "não-renováveis".
Ainda que tendam ao esgotamento em algumas décadas à frente, em face das grandes quantidades que atualmente são extraídas do subsolo ano a ano, o gás natural deve ser o principal combustível a suceder o petróleo, com prevalência por toda a primeira metade do próximo século.
Evite acelerar bruscamente ou de maneira desnecessária. O mesmo vale para os freios.
Quando chegar à velocidade desejada, alivie aos poucos o acelerador.
Esqueça aquele velho hábito de acelerar o carro antes de desligá-lo. Você pode danificar o catalisador, o que aumenta a emissão de poluentes e prejudica o desempenho.
Aerodinâmica: dê preferência por andar com as janelas fechadas. A redução da resistência do ar reverte na economia de combustível.
Verifique sempre os filtros de ar e de combustível e efetue as trocas seguindo as recomendações do fabricante.
Não carregue mais peso do que a capacidade de seu carro. O consumo será maior e irá acarretar um desgaste da suspensão, dos freios e dos pneus. Cada 50kg a mais equivalem a 1% de aumento no consumo.
Retire o bagageiro quando não for usá-lo. A resistência produzida por eles aumenta o consumo.
Organize seu itinerário. Procure criar uma rota que atenda todos os seus compromissos. Concilie sua agenda da melhor forma, evite idas e vindas desnecessárias.
Procure caminhos alternativos. Às vezes é mais vantajoso andar um pouco mais do que ficar no anda-e-pára dos engarrafamentos.
Utilize o acelerador com suavidade.
Respeite o conta-giros. Troque as marchas na rotação indicada.
Desligue o carro se for ficar parado por mais do que dois minutos.
O excesso de velocidade, além dos problemas de segurança, aumenta o consumo. O Centro de Pesquisa da Petrobras realizou testes que indicaram um aumento no consumo de até 20% para carros que andavam a 100km/h confrontados com outros que não passavam dos 80km/h.
Caminhar faz bem à saúde. Para percorrer pequenas distâncias, vá a pé.
Quando puder, utilize os transportes coletivos.
O carro é indispensável, identifique pessoas que façam o mesmo trajeto que você e sugira o transporte solidário.
Motor desregulado pode consumir até 60% mais combustível do que o normal.
Controle seu consumo. Anote a quantidade de combustível abastecida e a quilometragem percorrida. Use uma planilha para acompanhamento.
Fonte: www.posto1br.com.br
Um combustível é qualquer substância que reage com o oxigênio de forma violenta, com produção de calor, chamas e gases. Supõe a liberação de uma energia de sua forma potencial a uma forma utilizável. Em geral se trata de algo suscetível de combustão mas há exceções que se explicam a seguir.
Há vários tipos de combustíveis. Entre os combustíveis sólidos incluem-se o carvão, a madeira e a turfa. O carvão é queimado em caldeiras para esquentar água, que pode vaporizar-se para mover máquinas à vapor, ou diretamente para produzir calor utilizável em usos térmicos (calefação). A turfa e a madeira são utilizadas principalmente para a calefação doméstica e industrial.
A turfa foi utilizada para a geração de energia nas locomotivas, que utilizavam madeira como combustível, muito comum no passado.
Entre os combustíveis líquidos, encontram-se o óleo diesel, o querosene e a gasolina (ou nafta). Há também combustíveis líquidos de origem vegetal, como o álcool e o óleo de mamona.
Entre os combustíveis gasosos estão o gás natural ou os GLP (Gases Liquefeitos de Petróleo), representados pelo Propano e o Butano. As gasolinas e até os gases são utilizados para os motores de combustão interna.
Nos corpos dos animais em geral, o combustível principal está constituído por carboidratos, lipídios, proteínas, que proporcionam energia para os músculos, o crescimento e os processos de renovação e regeneração celular.
Impropriamente se chamam também combustíveis às substâncias empregadas para produzir energia no reator nuclear no processo de fissão nuclear, quando este processo não é propriamente uma combustão.
Tampouco é propriamente um combustível o hidrogênio, que proporciona grandes quantidades de energia no processo de fusão nuclear, no que se fundem atomicamente dois átomos de hidrogênio para converter-se em um de hélio, com grande liberação de energia.
Este meio de obter energia não foi dominado adequadamente pelo homem (mas que em sua forma mais violenta, a bomba de hidrogênio, conhecida como Bomba H). No Universo é comum, posto que é a fonte de energia das estrelas.
Os combustíveis fósseis são mesclas de compostos orgânicos que se extraem do subsolo com o propósito de produzir energia por combustão.
A origem desses compostos são seres vivos que morreram há milhões de anos. Consideram-se combustíveis fósseis o carvão, procedente de bosques do período carbonífero, o petróleo e o gás natural, procedente de outros organismos.
Combustível fóssil ou mais corretamente combustível mineral é uma substância mineral composta de hidrocarbonetos usada como combustível. São combustíveis minerais, o carvão mineral, o petróleo e o gás natural.
Existem duas teorias sobre as origens dos "combustíveis fósseis", a teoria biogênica, que é a mais aceita afirma que os "combustíveis fósseis" foram gerados em função da fossilização de animais e plantas provocada por sua vez pela ação de pressão e temperatura muito altas geradas pelo soterramento há milhões de anos deste material orgânico.
A Teoria Abiogênica afirma que não existem combustíveis fósseis. Os hidrocarbonetos foram formados juntos com a Terra, no processo de acreção planetária.
Gases como metano, hélio, nitrogênio são muito comuns no manto e junto as acumulações dos ditos "combustíveis fósseis". O metano migra de regiões muito profundas do manto terrestre para a crosta e se aloja nos espaços porosos das rochas, principalmente nas bacias sedimentares, onde são encontrados bons reservatórios.
Bactérias interagem com o metano deixando seus traços junto aos hidrocarbonetos primordiais que também portam metais do manto como níquel, vanádio, mercúrio, cádmio, arsênio, chumbo.
As descobertas realizadas pelas sondas espaciais comprovam a existência de hidrocarbonetos em vários corpos do sistema solar. Os hidrocarbonetos também são comuns nos meteoritos carbonosos (condritos carbonosos). Importantes estudos da origem inorgânica do petróleo ou origem abiogênica suportam essas afirmações.
Os combustíveis fósseis são formados pela decomposição de matéria orgânica através de um processo que leva milhares e milhares de anos e, por este motivo, não são renováveis ao longo da escala de tempo humana, ainda que ao longo de uma escala de tempo geológica esses combustíveis continuem a ser formados pela natureza.
O carvão mineral, os derivados do petróleo (tais como a gasolina, óleo diesel, óleo combustível, o GLP - ou gás de cozinha -, entre outros) e ainda, o gás natural, são os combustíveis fósseis mais utilizados e mais conhecidos.
O carvão mineral pôs em movimento durante décadas de veículos como as locomotivas, chamadas no Brasil de Marias-fumaça e navios à vapor. Atualmente, o carvão mineral garante o funcionamento de usina termoelétrica|usinas termoelétricas.
Um grande problema desses combustíveis é o facto de serem finitos, o que faz com que a dependência energética a partir deles seja um problema quando esses recursos acabarem, embora de acordo com as teorias abiogênicas os combustíveis minerais são muito abundantes.
Por isso o interesse em energia renovável|energias renováveis é crescente. Outro problema é que com a queima de combustíveis minerais são produzidos gases que produzem o [[efeito estufa como o gás carbônico e metais pesados, como por exemplo o mercúrio.
O seu preço sobe em proporcionalidade inversa à sua quantidade disponível para venda, ou seja, quanto mais escasseiam, mais elevado é o seu preço.
A Humanidade está tão dependente deles que o simples aumento do preço do barril de petróleo (que é o mais explorado para fins energéticos) influencia fortemente as bolsa rebeldelsas.
O aumento do controle e do uso, por parte do Homem, da energia contida nesses combustíveis fósseis, abundantes e baratos, foi determinante para as transformações econômicas, sociais, tecnológicas - e infelizmente ambientais - que vêm ocorrendo desde então.
Dentre as conseqüências ambientais do processo de industrialização e do inerente e progressivo consumo de combustíveis fósseis , destaca-se o aumento da contaminação do ar por gases e material particulado, provenientes justamente da queima destes combustíveis, gerando uma série de impactos locais sobre a saúde humana.
Outros gases causam impactos em regiões diferentes dos pontos a partir dos quais são emitidos, como é o caso da chuva ácida.
A mudança global do clima é um outro problema ambiental, porém bastante mais complexo e que traz consequências possivelmente catastróficas.
Este problema vem sendo causado pela intensificação do efeito estufa que, por sua vez, está relacionada ao aumento da concentração, na atmosfera da Terra, de gases que possuem características específicas.
Estes gases permitem a entrada da luz solar, mas impedem que parte do calor no qual a luz se transforma volte para o espaço. Este processo de aprisionamento do calor é análogo ao que ocorre em uma estufa - daí o nome atribuído a esse fenômeno e também aos gases que possuem essa propriedade de aprisionamento parcial de calor, chamados de gases de efeito estufa (GEE), dentre os quais destaca-se o dióxido de carbono (CO<sdown>2</sdown>).
É importante notar que o dióxido de carbono, bem como os outros GEE em geral (vapor d'água, por exemplo), não causam, em absoluto, nenhum dano à saúde e não "sujam" o meio ambiente.
Seria incorreto classificar estes gases como poluentes -, já que os mesmos não possuem as duas características básicas de um poluente segundo a definição tradicional do termo (idéia de dano à saúde e/ou sujeira).
Todavia, novas definições de poluição, mais técnicas e abrangentes, fizeram-se necessárias e surgiram ao longo da última década, fazendo com que os gases de efeito estufa fossem classificados como poluentes.
Fonte: pt.wikipedia.org