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Cometas, Asteróides e Meteoros

Ainda persiste, entre os leigos, alguma confusão entre Cometas, Asteróides, Meteoros e Meteoritos e por isso creio que devemos esclarecer aos iniciantes, a diferença entre estes pequenos corpos celestes.

Meteoros são os menores corpos do sistema solar que vão desde milimétricas partículas de pó até alguns metros de tamanho compostos de rocha, metal ou ambos e que em contato com a atmosfera da Terra, devido ao atrito pela alta velocidade, se queimam e deixam atrás de si um rastro luminoso devido a sua queima e ionização em contato as camadas superiores da alta atmosfera terrestre.

Estas partículas podem ter origem tanto de escombros cometários (restos que os cometas deixam atrás de si em sua órbita); de choques entre asteróides e/ou asteróides e planetas, como também de lixo espacial que penetram em nossa atmosfera.

Meteoritos são os meteoros que não se queimaram completamente em sua passagem pela atmosfera e se chocam contra o solo da Terra ou de qualquer outro corpo do Sistema Solar.

Também existe uma nova classe incomum de objetos chamados de Centauros após a descoberta de Chiron.

Estes objetos são incomuns porque apresenta um pequeno coma quando em sua máxima aproximação do Sol e isso indica que é um corpo cometário, mas são objetos muito mais volumosos do que as características de um cometa normal, um tamanho mais proporcional ao de um grande asteróide.

Estes corpos foram designados Centauros, devido a sua ambigüidade meio cometa meio asteróide e por isso seu nome deriva da raça dos mitológicos seres descritos pela mitologia grega como sendo meio-homem/meio-cavalo.

Acredita-se que estes objetos tenham escapado do cinto de Kuiper, um disco de objetos que orbitam para além do Netuno.

Os Cometas são compostos principalmente de gelo, poeira, rocha e gases e que esporadicamente podem entrar no Sistema Solar interior e, quando sua órbita os traz para mais próximo do Sol eles ganham uma coma e por vezes uma ou mais caudas de poeira e gás.

Qual a diferença entre Cometas e Asteróides?

A resposta não é fácil porque cometas e asteróides têm muito em comum: eles são corpos pequenos; teoricamente são parte das matérias primordiais da formação do Sistema Solar, formados junto com os planetas e seus satélites a cerca de 4.6 bilhões de anos atrás; e qualquer desses objetos podem ser achados na vizinhança de Júpiter.

Duas características diferenciam o núcleo cometário de um asteróide muito pequeno, sua órbita e sua natureza química. A órbita de um cometa é mais excêntrica; então, sua distância para o Sol varia consideravelmente.

Seu material é mais volátil. Quando longe do Sol, porém, um cometa permanece em seu estado primitivo durante muito tempo sem perder qualquer componente volátil por causa do gelado espaço fundo.

Por isto, os astrônomos acreditam que os primitivos núcleos cometários podem representar o mais velho e melhor material preservado do sistema solar original.

Fonte: br.geocities.com

Cometas, Asteróides e Meteoros

O cometa Hale-Bopp mede 40 km de largura e passa pela Terra a cada 4.026 anos.

Entre os planetas e as luas, existem milhares de asteróides e cometas que têm sido catalogados e suas órbitas calculadas - e milhares mais permanecem desconhecidos.

Os Cometas

Os cometas são pequenas "bolas de neve sujas" formadas da mistura de gelo, gases congelados e poeira. Todos estes itens são restos de formações do Sistema Solar.

Os cometas viajam três vezes mais rápidos do que os asteróides e só são visíveis quando estão próximos do Sol.

O cometa Haley tem 16 km de comprimento e passa em frente ao Sol a cada 76 anos. Já o comenta Halebopp, de 40 km de comprimento, só passa a cada 4.026 anos. Acredita-se que a metade dos asteróides localizados agora perto da Terra seja cometas mortos.

Meteoros

Duas vezes por semana, aproximadamente, um meteoro do tamanho de uma almofada se precipita sobre a Terra e explode com a força de uma bomba atômica.

Felizmente, nossa atmosfera faz com que eles se vaporizem a 8 km do solo. Se um pedaço de meteoro sobreviver e conseguir chegar à superfície, então será chamado de meteorito.

Milhões de meteoritos atacam a Terra todos os dias - a maioria deles é do tamanho de um grão de areia. No entanto, de vez em quando, algum objeto maior entra em contato com esse escudo de proteção natural da Terra - às vezes com efeitos catastróficos.

Os cientistas acreditam que uma dessas bolas de fogo ocasionou a extinção dos dinossauros ao colidir com a Terra em Chicxulub, na província de Yucatan, no México, há 65 milhões de anos atrás. Esse meteoro poderia ser tido 8 km de diâmetro.

Os Asteróides

A maioria dos Asteróides se comporta de forma ordenada, ficando em órbita ao redor do Sol num cinturão de asteróides localizado entre Marte e Júpiter. Alguns escapam de sua órbita e terminam sendo uma ameaça para nós.

Acredita-se que os asteróides são restos do processo de formação do Sistema Solar há 4,6 bilhões de anos atrás.

Os asteróides podem estar formados por rocha e metal.

Seus tamanhos podem variar: desde pedrinhas até 934 km de largura.

Fonte: www.discoverybrasil.com

Cometas, Asteróides e Meteoros

APOCALIPSE

Nada no Universo é eterno. Tudo é muito dinâmico, em constante modificação. O Universo foi formado a cerca de 16 bilhões de anos; a nossa galáxia a 13 bilhões e o sistema solar a 4,5 bilhões. O Sol é uma estrela como centenas de milhares de outras, contando só as da nossa galáxia. As estrelas nascem, vivem e morrem.

O tempo estimado de vida de uma estrela como o Sol é de 9 bilhões de anos, o que faz com que daqui a outros 4,5 bilhões de anos tenhamos o seu fim, assim como de todo o sistema solar, em uma grande explosão que ejetará gás e poeira em todas as direções. Se lembramos que o aparecimento do homem na Terra se deu a poucas centenas de milhares de anos, vemos que temos ainda muito tempo pela frente, até o fim certo de nosso planeta.

Acontece entretanto que a Terra orbita o Sol em uma região por onde frequentemente passam asteróides e cometas com tamanhos suficientes para, em uma colisão com nosso planeta, provocará extinção da vida humana. Poderia uma catástrofe dessa natureza significar o Apocalípse? Tendo em vista a exibição quase que consecutiva em todo o mundo e particularmente em rede nacional de cinemas de dois filmes de grande bilheteria que tratam da colisão de grandes asteróides e cometas com a Terra.

ASTERÓIDES

Cometas Asteróides e Meteoros

Asteróides são objetos sem atmosfera, rochosos e metálicos que orbitam o Sol e cujos tamanhos variam de alguns poucos metros até quase 1000 km (o maior asteróide conhecido, Ceres, tem 980 km de diâmetro). São conhecidos dezesseis asteróides com diâmetro superior a 240 km. Até hoje foi possível fotografarmos "de perto", permitindo-nos a visualização de detalhes, apenas três asteróides.

A foto acima é do asteróide Ida e foi obtida pela sonda espacial Galileo, em agosto de 1993, a apenas 3.000 km de distância. É nítidamente visível o grande número de crateras na superfície de Ida, devido a impactos sofridos através dos tempos, com corpos menores. Ida tem 56 km de comprimento. A sonda Galileo encontra-se hoje cumprindo sua função principal que é obter informações sobre Júpiter e suas luas. No caminho para Júpiter a sonda Galileo se aproximou de dois asteróides, Ida e Gaspra, e os fotografou. Essas são as mais ilustrativas fotos até hoje obtidas de asteróides. Ida é um asteróide do tipo S, formado por silicatos ricos em metais. A maioria dos asteróides conhecidos (75%) são do tipo C, ricos em carbono.

COMETAS

Cometas Asteróides e Meteoros

Cometas têm órbitas muito elípticas, que os trazem próximo ao Sol e os levam longe no sistema solar. Longe do Sol, cometas são como que imensas pedras de gelo sujo, formados por uma mistura de material volátil (que quando aquecido passa diretamente do estado sólido para o estado gasoso) e grãos rochosos e metálicos de tamanhos variados.

Quando se aproxima do Sol (e consequentemente da Terra) parte do material que forma o cometa se volatiza, dando origem à sua cabeleira e à sua cauda.

A cabeleira que envolve o núcleo de um cometa e a sua cauda, empurrada pelo "vento solar" no sentido oposto ao que o Sol se encontra são formadas assim de gases e poeira que se desprendem desse núcleo (essa pedra de gelo sujo). Mais de 99% da massa de um cometa está em seu núcleo. Até hoje a única imagem feita do núcleo de um cometa foi do Halley, obtida pela sonda Giotto em março de 1986.

Pelo fato dos núcleos dos cometas quando se aproximam da Terra estarem envoltos em suas cabeleiras, não nos é possível vê-los.

Para fazer a foto acima a sonda Giotto teve que entrar dentro da cabeleira do Halley. O tamanho do núcleo do Halley foi estimado em 16x8x8 km. A parte mais clara nessa foto corresponde à ejeção de gases e poeira em regiões de sua superfície devido ao processo de volatização.

COLISÃO?

Cometas Asteróides e Meteoros

Basta olharmos o grande número de crateras que encontramos na superfície da Terra, algumas delas com quilômetros de diâmetro, oriundas de colisões de asteróides e cometas com nosso planeta, para reconhecermos a possibilidade de catástrofes provenientes de tais colisões.

A extinção dos dinossauros, por exemplo, é creditada á colisão com a Terra de um asteróide de aproximadamente 10 km de diâmetro. Esse asteróide haveria caído na região do golfo do México a 65 milhões de anos e em sua queda levantou uma nuvem de poeira tão grande que se espalhou por toda a atmosfera e ficou suspensa durante séculos, mudando o clima do planeta e diminuindo sensivelmente a vegetação existente, levando gradativamente os dinossauros à extinção.

Em 1908 um asteróide de aproximadamente 50 metros de diâmetro haveria "explodido" no ar sobre o rio Tunguska, na Sibéria, devastando mais de 2.000 quilômetros quadrados de densa floresta.

Para um corpo colidir com a Terra é necessário que ele passe por onde a Terra passa, ou seja, é necessário que a sua órbita cruze a órbita da Terra. Estimamos que existam cerca de 2.000 asteróides e cometas cujas órbitas cruzam a órbita da Terra; desses apenas 200 são conhecidos e constantemente monitorados. Com toda segurança podemos afirmar que nenhum dos objetos conhecidos colidirá com a Terra, pelo menos nos próximos 100 anos. Resta contudo a possibilidade de virmos a descobrir um objeto em rota de colisão com nosso planeta, para daqui, digamos, algumas poucas dezenas de anos.

PROBABILIDADES e CONSEQUÊNCIAS

O número de corpos do sistema solar diminui muito à medida que seus tamanhos aumentam; ou seja: existem muitos corpos pequenos, porém poucos corpos grandes. Isso faz com que a probabilidade de colisões com nosso planeta diminua com o aumento do tamanho dos corpos. Entretanto, devido à grande velocidade desses corpos, mesmo um cometa ou asteróide "pequeno" que cair na Terra, poderá liberar uma quantidade muito grande de energia. Objetos de 10 a 30 metros de diâmetro, colidindo com a Terra, seriam capazes de liberar uma energia de 3 a 1.000 megatons (equivalente a centenas de bombas de Hiroshima).

Estimamos que a frequência de colisões de corpos dessa faixa de tamanho com a Terra deva ser de 1 a 100 anos. Objetos de 30 a 200 metros de diâmetro liberariam uma energia de 1.000 a 10.000 megatons e devem cair na Terra com uma frequência de 100 a 10.000 anos. O asteróide que caiu em Tunguska no início do século se encontra nessa faixa de tamanho.

Objetos de 200 metros a 2 quilômetros de diâmetro liberariam uma energia de 10.000 a 100.000 megatons e devem cair na Terra com uma frequência de 10.000 a 1 milhão de anos. Seriam capazes de devastar áreas equivalentes a um continente. Objetos de 2 a 10 quilômetros de diâmetro liberariam uma energia de 100 mil a 1 milhão de megatons e devem cair na Terra com uma frequência de 1 milhão a 100 milhões de anos.

O asteróide que provocou a extinção dos dinossauros se encontra dentro dessa faixa de tamanho. Objetos com mais de 10 quilômetros de diâmetro seriam capazes de extinguir a vida em nosso planeta e devem cair na Terra com uma frequência de 100 milhões a 1 bilhão de anos. A imagem acima é uma simulação da colisão de um desses asteróides com a Terra.

Fonte: www.observatorio.ufmg.br

Cometas, Asteróides e Meteoros

Gaspra

Cometas Asteróides e Meteoros

Asteroides (Cinturão de Asteróides)

O cinturão de asteróides é um anel com 150.000 km de fragmentos rochosos que se situa entre as orbitas de de Marte e Júpiter. Os asteróides variam bastante no tamanho e a maioria tem uma forma irregular.

Os asteróides circundam o Sol desde o começo do nosso Sistema Solar, mas a poderosa gravidade de Júpiter impede–os de se tornarem um planeta. Se tal sucedesse , o planeta seria cerca de 1/3 do tamanho da nossa Lua. Alguns asteróides seguiram uma rota fora do cinturão, movendo-se ao longo das orbitas dos planetas.

Ocasionalmente, os asteróides colidem com plantas. Pequenos fragmentos de asteróides colidem com a Terra, como meteoritos. O impacto cria grandes crateras como aquela gigantesca encontrada no deserto do Arizona.

Dados importantes:

Orbita mais próxima da Terra: 777.000 km

Distancia do cinturão ao Sol: 350.500 milhos de km

N.º de asteróides identificados: Mais de 11.000

Tamanho mais comum: 20 km ou menos

Maior asteróide: Ceres, com 913 km de comprimento

Orbita mais próxima do Sol: Ícaro

Tipos de asteróides: escuros e rochosos; luminosos e rochosos; metálicos.

Meteoros (Chuva de meteoros)

Meteoros, conhecidos popularmente como estrelas cadentes, são pontos luminosos parecidos com estrelas que, se movimentam rapidamente no céu, e o seu brilho pode variar muito. Tratam-se de minusculas particulas, restos de cometas e outros corpos celestes, pesam cerca de 10 gramas e são geralmente do tamanho de grãos de feijões ou ainda menores.

A variação do seu brilho, é causada devido ao atrito que este corpo sofre ao atingir a atmosfera terrestre, ao encontrar-se com ela, o meteorito acaba se inflamando, causando um belo espetaculo no céu semelhantes a fógos de artifício.

As velocidades deles podem variar, entre 42 Km/seg e de até 72 Km/seg, eles se manifestam a uma altura de aproximadamente 120 Km quando "acendem", e de 70 Km quando "apagam" totalmente ao serem literalmente incinerados pela atmosfera.

Os meteoros cruzam frequentemente os céus de nosso planeta, chegando aos milhões.Quase todos os dias em cidades com pouca poluição luminosa, é possivel ve-los com facilidade. Em determinadas épocas podemos observar centenas de meteoros em uma noite bem escura e em um curto espaço de tempo, este fenomeno é conhecido como Chuva de meteoros.

Uma chuva de meteoros ocorre normalmente quando a Terra em seu movimento em torno do Sol, atravessa a orbita de algum cometa (ex. o cometa Halley).

Cometas Asteróides e Meteoros

Meteoritos

O que são Meteoritos?

Existem muitos fragmentos de asteróides, cometas e outros corpos planetários em órbita do Sol, que cruzam a órbita terrestre e são conhecidos como meteoróides. Quando colidem com a atmosfera terrestre sofrem atrito com as moléculas de ar que o fazem "esquentar". O calor produzido é tanto, que derrete a superfície do meteoróide e incandesce o ar a sua volta, produzindo um brilhante meteoro(ou como popularmente conhecido, estrela cadente). Os objetos maiores e mais resistentes conseguem chegar ao solo sendo chamados de meteoritos. Sua chegada é anunciada pela passagem de um grande meteoro seguida de estrondos e chiados ensurdecedores.

Cometas Asteróides e Meteoros

Os meteoritos recebem o nome da cidade mais próxima de onde caíram ou foram encontrados. A maioria dos meteoritos são fragmentos rochosos semelhantes às rochas vulcânicas terrestres, alguns são ligas de ferro e níquel parecidos com o aço, outros no entanto são diferentes tudo que conhecemos e podem representar o material mais primitivo do Sistema Solar.

O meteorito: Bendegó

O Bendegó é o maior meteorito brasileiro conhecido até o momento pesando 5,36 toneladas e medindo 2,15m x 1,5m x 65cm de formato meio achatado lembrando uma sela. Trata-se de uma massa compacta de ferro e níquel com outros elementos em quantidades menores. Apesar de seu colossal tamanho, não figura mais entre os dez maiores do mundo, muito embora fosse o segundo em tamanho na época de seu descobrimento. Foi descoberto no interior da Bahia e hoje se encontra em exposição na sala de meteoritos do Museu Nacional do Rio de Janeiro.

Cometas Asteróides e Meteoros

Achado no ano de 1784, por Joaquim da Mota Botelho, nas proxímidades do riacho Bendegó.

Coordenadas geográficas do lugar onde ele foi encontrado: Latitude Sul 10º -7´29",7 . Longitude Este do Rio de Janeiro 4º -0´ 1" ,2.

Foi trasladado para o Museu Nacional do Rio de Janeiro em 1888, por uma comissão de engenhiros assim composta: Jose Carlos de Carvalho, Vicente Jose de Carvalho Filho, Humberto Saraiva Antunes. Contribuiu para as despesas com o transporte o Barão de Guaí.

Concluído o trabalho de resgate que durou mais de 100 dias o meteorito foi transportado para o Museu Nacional, nesta época no Campo de Sant'Anna em 27 de novembro de 1888.

Descrição do meteorito

O meteorito de Bendegó é uma massa irregular de 220 x 145 x 58 cm lembrando em aspecto um asteróide. Apresenta inúmeras depressões na superfície e buracos cilíndricos orientados paralelamente a seu comprimento maior. Estes buracos se formaram pela queima do sulfeto troilita, durante a passagem transatmosférica do meteorito, uma vez que o sulfeto tem um ponto de fusão mais baixo que o restante do meteorito, se consumindo mais rapidamente.

O meteorito é um meteorito metálico, também conhecido como siderito. É constituído basicamente de ferro com os seguintes elementos ( 6,6% Ni, 0,47% Co, 0,22%P e traços de S e C) e quantidades bem menores, só medidas em partes por milhão. A superfície convenientemente polida e atacada com ácido revela faixas ou lamelas entrelaçadas segundo planos octaédricos. Esta é a famosa estrutura de Widmanstatten que pode identificar um meteorito, pois não se consegue reproduzir artificialmente no aço terrestre.

A espessura e distribuição destas lamelas determinam a classificação do meteorito, que no caso é um octaedrito grosseiro, pois as lamelas apresentam uma espessura média de 1,8mm. O Bendegó pouco oxidou, nestes duzentos anos que ele foi descoberto, e a julgar pela camada de 435cm de oxidação sobre a qual ele repousava e a parte perdida de sua porção inferior e de se esperar que apresente uma idade terrestre bem avançada, ou seja caiu naquela região a milhares de anos atras.

Fonte: www.clubedeastronomia.com.br

Cometas, Asteróides e Meteoros

Se você é uma daquelas pessoas que “entende quando escuta, mas se tiver que explicar não sabe”, nós podemos ajudar – pelo menos, no que diz respeito ao que está no céu. Essas palavras comuns no título do artigo significam claramente coisas diferentes. Mas quem sabe dizer o que é que realmente é diferente entre elas?

Pois bem, um asteróide é um corpo de rocha que orbita o sol. Ele tem diâmetro menor do que 1.000 quilômetros, e é normalmente composto de carbono e metais. A maioria dos asteróides do nosso sistema solar vive no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter.

Apesar de existirem milhões de asteróides no cinturão, muitos deles com diâmetro superior a 100 km, a massa de todos eles juntos ainda seria inferior a 5% da nossa lua.

Já os cometas, como o Harley, são bolas de poeira e gelo. Eles se formam no Cinturão de Kuiper ou na Nuvem de Oort. Os cometas também orbitam o Sol, mas suas órbitas são muito maiores do que as dos asteróides, que são geralmente mais elípticas. Conforme os cometas se aproximam do sol, a energia solar começa a evaporar seu gelo, e isso é o que cria a sua famosa cauda.

O espaço, entretanto, ainda comporta outras coisas. Existem também diferenças substanciais entre os meteoróides, os meteoros e os meteoritos. Um meteoróide é um objeto sólido que se desloca no espaço interplanetário, de tamanho consideravelmente menor do que um asteróide e significativamente maior do que um átomo.

Já um meteoro, na maioria dos casos, são restos de uma colisão de asteróides, ou simplesmente um meteoróide que entrou na atmosfera da Terra. Quando isso acontece, eles queimam-se tipicamente e criam estrias no céu. Esse processo foi o que deu ao meteoro seu apelido de “estrela cadente”. Por fim, um meteorito é um meteoro que sobreviveu a essa queima na atmosfera e aterrissou no planeta.

Qual é a diferença entre asteróide, cometa e meteoro?

COMETA

É uma grande bola de gelo - formada pela junção de vários gases - que vaga pelo espaço. O cometa é uma espécie de "sobra" do processo de formação dos grandes planetas gasosos do sistema solar, como Júpiter e Saturno. Este bloco gelado que você vê aqui é só uma minúscula parte de todo o cometa, é o seu núcleo sólido, que em geral tem uns 6 km de diâmetro

ASTERÓIDE

Enquanto o cometa é uma bola de gases congelados, o asteróide é uma grande pedra espacial. Também é uma "sobra" do sistema solar, mas uma sobra do processo de formação dos planetas rochosos, como Terra e Marte. Com formato irregular, a maioria dos asteróides tem cerca de 1 km de diâmetro - mas alguns podem chegar a centenas de quilômetros!

METEORÓIDE

É um asteróide pequeno. Não há um limite exato, mas a partir de 1 km de diâmetro as pedras espaciais costumam ser chamadas de asteróides.

A maior parte dos meteoróides equivale a grãos de areia.

Mas esses são quase imperceptíveis: toneladas se dirigem à atmosfera da Terra todos os dias.

Já meteoróides com uns 4 m de diâmetro deixam sinais mais evidentes

Fonte: hypescience.com

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