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Cominho

 

0 cominho (Carum carvi) pertence como o coentro à família das Umbelíferas.

No primeiro ano de cultivo recomenda-se que o terreno seja fortemente adubado com estrume.

Como o cominho só pode ser colhido no segundo ano, o melhor é semeá-lo com outro intermediário que amadureça no princípio do verão (ervilhas, cevada, aveia) para que o cominho tenha tempo de sobra para a formação da sua folhagem. Mil grãos pesam 2,56 gramas.

A quantidade de semente por are em terreno aberto é de 100 gramas.

A distância entre fila e plantas deve ser nos dois casos de 30 cm. Não é preciso recobrir a terra depois da colheita do fruto intermediário.

Cominho
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Normas Para a Sementeira e Para a Colheita

Como os grãos, quando estão maduros, caem com facilidade, deve-se fazer a colheita quando estes começam a adquirir um tom castanho escuro. Cortam-se as plantas ainda cobertas de orvalho às primeiras horas da manhã com a foice ou a gadanha. Também se recomenda que se estendam lonas, quando se carrega, para poder recolher os numerosos frutos desprendidos.

O teor de óleo essencial aumenta durante a armazenagem, de modo constante. Sob a designação de «cominho de primeira qualidade» entende-se como mínimo 90% de pureza e como máximo 14% de umidade.

Os distribuidores que compram aos produtores devem por no mercado, para usos farmacêuticos e alimentares, apenas cominhos que possuam 98% de pureza e umidade máxima de 14%. O cominho que tenha grande quantidade de impurezas, especialmente ervas más, e que não atinja ou dificilmente consiga uma pureza de 98 %, só deve ser empregado em usos técnicos.

Na recolha do cominho silvestre cortam-se as umbelas com os seus talos, quando os grãos começam a amadurecer, e estendem-se sobre um fundo de papel ou dependura-se o molho para secar. Varejam-se os frutos maduros que não tiverem caído.

Composição e Propriedades

As substâncias ativas até agora conhecidas são: óleo essencial de comicarveol e uma base aromática narcótica, assim como acetaldeído, álcool metílico, furfurol, e diacetil. Além do óleo essencial, encontra-se óleo gordo, cera, tanino, substâncias albuminóides, etc.

A eficácia do cominho é devida principalmente ao óleo essencial que estimula o estômago, mas atua sobre o intestino como sedativo carminativo.

Emprego Como Remédio

Como planta medicinal, na debilidade gástrica, nos espasmos do estômago, na flatulência intestinal e noutras perturbações do intestino, especialmente nas crianças.

Para isso recomendam-se as seguintes misturas:

Misturam-se 20 g de cominho em pó e outros 20 g de coentro e toma-se o que couber na ponta de uma faca, depois da refeição (Mayer). Ou então misturam-se, segundo fórmula farmacêutica, 10 g de cominhos com 30 g de camomila, 30 g de folhas de hortelã-pimenta e 30 g de raiz de valeriana; deita-se de cada vez uma colher pequena desta mistura num copo de água fervente e deixa-se repousar durante catorze minutos; bebem-se diariamente de duas a três xícaras.

Para as crianças também pode ser eficaz cozer os cominhos em leite, para as dores abdominais, cólicas intestinais, espasmos intestinais, más digestões ou flatos. Empregam-se então quatro gramas por litro.

Emprego Como Condimento

O cominho, pela sua característica de favorecer a digestão, é um condimento sumamente apreciado e valioso. Em muitas regiões acrescenta-se à levedura do pão.

Também é próprio para toda a espécie de queijos. Muitas variedades de hortaliças, especialmente as couves que provocam flatulência (repolho, couve, chucrute, couve-lombarda), deviam temperar-se sempre com cominhos, pois estes favorecem a sua digestão. Misturados com outras especiarias, dão excelente sabor às saladas, molhos, sopas, pratos dietéticos e verduras cruas. Também é conveniente o seu emprego na pastelaria. É conveniente não cozinhar os cominhos com os outros alimentos, mas acrescentá-los em pó ou triturados depois da cocção, pois do contrário perdem-se muitos dos seus efeitos como condimento.

As folhas frescas e tenras da planta têm o mesmo odor que os frutos. Podem acrescentar-se aos vegetais crus e às saladas.

Fonte: www.geocities.com

Cominho

Nome científico: Cuminum cyminum L.

Família: Apiaceae

Sinonímia popular: Cuminho

Outros nomes: Falso-anis, falso-aneto, kümel

Parte usada: Sementes

Princípios ativos: Óleo essencial, óleo fixo, resina, tanino, proteínas (aleurona). O teor de óleo essencial aumenta muito com o amadurecimento do fruto.

Indicações terapêuticas: Excesso de gases intestinais, atonias gástricas e intestinais, descongestionamento mamário das lactentes

Nome em outros idiomas

Inglês, Francês: cumin
Alemão:
Mutterkuemmel
Italiano:
Comino
Origem:
África

Características

Planta herbácea (fruto não comestível), de ciclo anual, alcança mais ou menos 40cm de altura, de caule ereto, estriado, revestido de pêlos na parte superior, ramoso e com raízes brancas e fobrosas.

Planta herbácea, de caule estriado, folhas verdes, flores brancas ou rosadas e frutos pequenos e com listras.

As folhas e sementes são aproveitadas como condimento. As folhas possuem sabor picante e levemente amargos. As sementes são picantes e adocicadas.

As folhas são alternas, distantes, glabras, recortadas em longos colmilhos, quase capilares. As flores são brancas ou avermelhadas, pequenas, dispostas em umbelas terminais; corola com 5 pétalas.

O fruto é oblongo, elipsóide, adelgaçado na extremidade, estriado, coroado pelos dentes do cálice pubescente; exala um odor forte, aromático e pouco agradável, e o sabor é acre. As sementes são côncavas. É utilizado na indústria de perfumaria e também aplicado em certos tipos de queijo e pão.

As sementes do cominho são a base do famoso licôr "Kümmel", ou "Creme de Munique" e de outras bebida licorosas. São muito semelhantes às sementes da alcarávia, distinguindo-se apenas por seus minúsculos pêlos. Pertence à mesma família do funcho, do anís, da erva-doce e da alcarávia.

Uso medicinal

É utilizado no combate ao excesso de gases intestinais, as dispepsias putrefativas e fermentativas, as atonias gástricas e intestinais, os espasmos gastrintestinais e as gastralgias nervosas.

Externamente é usado sob a forma de cataplasma, auxiliando na resolução de abcessos e no descongestionamento mamário das lactentes.

Uso alimentar

Inteiro ou moído, o cominho é empregado como condimento e na fabricação de licores. Serve também para aromatizar alguns tipos de queijos, pães e bolos, deixando-os com odor e sabor mais fortes e acres.

Como usar

Nas atonias gastrintestinais: Em uma xícara (de chá) com água fervente, colocar 2g de semente de cominho. Abafar por cerca de 10 minutos, coar e beber antes das principais refeições.
Como chá estomacal:
Ferver por 5 minutos em uma xícara (de chá) com água, 1g de semente de cominho, um pedaço de casca de carqueja e 1g de semente de angélica. Coar e beber antes das principais refeições.
Contra gases intestinais:
Macerar por 5 dias 20g de sementes de cominho em 100ml de álcool neutro 60º. Coar. Diluir uma xícara (de chá) em um pouco d’água e beber após as principais refeições.
Como vinho digestivo:
Macerar por 5 dias 30g de sementes de cominho em 1 litro de vinho branco doce. Coar e beber um cálice após as principais refeições.

Mais sobre cominho...

Falso-anis, falso-aneto, kümel, os grãos desta planta são confundidos com outros temperos. O seu aroma é intenso e seu gosto acre é levemente amargo.

Provavelmente originário da Ásia central, o cominho é utilizado há muito tempo: os egípcios usavam-no como pimenta e colocavam seus frutos dentro das tumbas, como oferenda. Na Idade Média, o cominho era considerado como um tempero aristocrático, utilizado para temperar as aves a fim de facilitar a digestão.

Uma especiaria popular ao redor do mundo, especialmente na América Latina, norte da África e Ásia, tem pouca aceitação na Europa, onde é utilizada para temperar queijos na França e Holanda.

Típico na Índia, onde é parte do curry em pó e largamente empregado na cozinha tandoori, seus frutos são usados inteiros, podendo ser fritos ou assados antes do uso.

Os legumes, especialmente as lentilhas, são temperados com cominho frito na manteiga. Pode ser utilizado em misturas de temperos, polvilhados nos pratos antes de servir. O cominho preto é o fruto da planta de mesmo nome que cresce no Irã e na região norte da Índia, algumas vezes preferida em detrimento do cominho branco.

Uso culinário

O cominho faz parte da composição do curry, é utilizado na cozinha oriental e mediterrânea. Na Alemanha, certos pães são temperados com suas sementes.

Alguns queijos, como o gouda e o munster, podem também ser feitos com grãos de cominho em seu interior. O cominho também é utilizado moído, em pó, em muitos pratos da culinária árabe.

Usam-se as folhas e raízes (muito finas, fracas e esbranquiçadas, são aromáticas e consideradas uma "délicatesse" à mesa). As flores pequenas, brancas ou levemente rosadas, não são usadas na culinária, mas originam pequenos frutos, que contêm as sementes, muito aromáticas.

Usam-se ainda as folhas e os grãos nos preparos de molhos para carnes e peixes, legumes, ovos, queijos e sopas. Na Holanda é comum utilizá-lo em bolos e doces

Curiosidades

O cominho foi trazido para a Europa pelos árabes, que lhe atribuíam um poder afrodisíaco.
A presença de sementes do cominho dentre outros alimentos encontrados no poço funerário de uma mulher da II dinastia do antigo Egito (cerca de 3.700 aC.) nos confirma que esse tempero é conhecido já há bastante tempo.
A palavra cominho vem do latim cuminum, provavelmente com origens semitas. Em países de língua alemã é freqüentemente confundido com o kümmel, mais popular naqueles locais.

João Luiz Dias

Érika Alves Tavares Marques

Bibliografia

Manual de Fitoterapia – Coimbra, Raul; Ed. CEJUPA – Belém/PA;
As Plantas Medicinais no Ano 2000 – TAO Ed. – S. Paulo;
Plantas que Curam – Sanguinetti, Enio E.; Ed. RIGEL – Poa/RS;
O Poder das Plantas – Fasciculos Ed. GLOBO – RJ.

Fonte: ci-67.ciagri.usp.br

Cominho

Em grãos ou moído. Aqueça as sementes antes de moê-las, pois isso enriquece seu sabor. Cominho também pode ser triturado com outras especiarias, formando um poderoso curry em pó.

Esta especiaria deve ser utilizada com moderação para não excluir todos os outros sabores de um prato.

As sementes de cominho têm um gosto pungente, medianamente picante e ligeiramente amargo.

Podem ser usadas inteiras ou moídas, e são úteis para condimentar queijos, pão, molhos, pratos de caril e dobrada.

É uma especiaria excelente, particularmente quando combinada com hortelã, para borrego assado ou estufado e também para pratos de carne picada.

Cominho
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Usos

Ele se apresenta na culinária do Índico, Oriental, do Oriente Médio, Mexicana, Portuguesa e Espanhola. É mais um dos ingrediente que compõem o curry e o ras-el-hanout, e é utilizado em guisados, grelhados - especialmente de cordeiro - e frango. No sul da Índia costuma-se fritar os frutos inteiros com manteiga e cebola para temperar feijão e lentilha.

Cominho é essencial em vários pratos mexicanos, como o chilli, carne de porco e enchiladas picantes. Na Europa, cominho favorece os sabores das linguiças portuguesas, e é usado aromatizar queijos, especialmente Leyden neerlandês e o alemão Munster. É um ingrediente importante para repolho em conserva e chucrute, além de ser utilizado em chutneys. No Oriente Médio, é uma especiaria familiar para pratos de peixe, grelhados e guisados, além de realçar os sabores do cuscuz de sêmola - o prato nacional de Marrocos.

Zeera Pani é uma bebida indiana refrescante e apetitosa feita a partir de cominho e suco de tamarindo. Cominho, juntamente com alcaravia, aromatiza o Kummel, o famoso licor alemão. Utilize os frutos inteiros ou moídos no preparo de picles, pães, sopas, queijos, carnes, aves, molho de tomate e saladas. É clássico no preparo de pães e de algumas carnes e queijos, como o munch, no Leste Europeu.

Curiosidade

Em receitas indianas, cominho é geralmente confundido com a alcaravia, por ter uma aparência semelhante, porém o sabor do cominho é muito mais forte. Na cozinha do norte da Índia costuma-se acrescentar um pouco de cominho a pratos feitos com manga. Ficam deliciosos.

Fonte: gourmet.ig.com.br

Cominho

Planta muito antiga sendo utilizada por várias civilizações, desde os celtas antigos, passando pelos romanos e chegando aos árabes.

Na Turquia também é muito empregada, principalmente em licores e na própria alimentação.

De sabor diferente, ficando entre o da pimenta e o anis, cativou muitos adeptos.

Os romanos empregavam como pimenta; já os celtas temperavam seus peixes e os árabes usavam como condimento para diversos pratos; os alemães moem seus grãos junto com grãos de trigo, fazendo uma farinha especial para a produção de pães condimentados.

Cominho
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Cominho
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No Brasil não é muito conhecido, sendo mais usado no nordeste brasileiro.

Juntamente com outras três sementes: a alcarávia, funcho e aipo, forma o grupo de sementes de sabor forte, pronunciado e marcante.

Planta herbácea, de ciclo curto variando de 3 a 4 meses, deve ser semeada anualmente; de caule tenro e ereto atinge em média de 20 a 40 cm de comprimento; de folhas de coloração verde, de formato filiforme, de flores pequenas de coloração branca ou rósea. Os frutos são formados por aquênios, com sementes medindo de 5 a 6 mm, côncavas de um lado e convexas do outro.

A região de origem do cominho é confundida com os locais onde vegetam espontaneamente. Como é uma cultura que já é utilizada pela população já há muitos séculos, pode ter sido disseminada pelo próprio homem. Vegeta espontaneamente no Egito até a Índia, e nos países ao redor do mar Mediterrâneo.

Atualmente os países que produzem o cominho são: França, Índia, Turquia, países do norte da África, o próprio Brasil, na região nordeste. O certo é que pela fácil adaptação desta planta aos diversos climas ela já se espalhou por grande parte dos países.

O solo ideal para o cultivo do cominho é o de textura média, aquele que apresenta uma proporção adequada de areia e argila. Exige solos bem ricos em nutrientes e bem drenados. Parece ser uma planta muito exigente, não suportando solos de textura extrema, como solos argilosos ou solos arenosos e também não suporta solos encharcados. O clima mais adequado para a germinação das sementes de cominho é de 25ºC. O ideal no ciclo da cultura é uma temperatura amena o ciclo todo.

A forma mais adequada de plantio é semeadura direta no campo, distante de 15 a 25 cm entre as linhas de plantio. Em média utiliza-se cerca de 2 gramas de sementes por metro quadrado de área de cultivo

A colheita é dificultada pelos mesmos problemas do coentro, o amadurecimento irregular dos frutos. Deve-se colher as umbelas que vão apresentando grande parte dos frutos já maduros, ou seja, que apresentam uma coloração amarela amarronzada. Evitada a perda durante a colheita e a secagem, pode-se colher de 500 a 1.000 kg de sementes por hectare.

O mais importante nas sementes de cominho são os óleos essenciais. Estes são extraídos por arraste a vapor, e chegam a proporcionar um rendimento de 2,5 a 4,0% do peso do fruto. Os óleos da Sicília e da região de Malta são os de melhores qualidades, e os mais procurados.

O cominho não é muito empregado como planta medicinal, mas possui ação carminativa e digestiva.

No Brasil não existe muito o hábito de consumir o cominho. Ele é mais empregado no nordeste brasileiro, basicamente no preparo de peixes e frutos do mar. As sementes são empregadas no preparo de pães, queijos, salsichas e lingüiças, principalmente nos países do norte da Europa. Seu aroma também é usado na produção de licores, principalmente em países como a Turquia. Na receita da moqueca de peixe onde são utilizadas as folhas frescas de coentro, pode-se substituir pelo cominho em pó, e o sabor de sua moqueca será totalmente diferente, parecendo ser um outro prato; experimente.

Fonte: www.jperegrino.com.br

Cominho

Planta originária do Oriente e cultivada no Egito e nos países mediterrâneos desde tempos remotos.

A especiaria vem da semente dessa planta, que cresce até 30 cm de altura e tem flores que vão desde a cor de malva até o branco. Necessita apenas de um clima quente e estável para florescer.

Cominho
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CURIOSIDADES

Na antiga Roma, o caminho era utilizado como substituto da pimenta do reino em grão, e também era moído e transformado numa pasta para espalhar sobre o pão. O óleo extraído de suas sementes é utilizado pela indústria de perfumaria.

Segundo Plínio, seus discípulos usavam-no para acentuar a palidez, de forma a fazê-la acreditar que estavam sobrecarregados de trabalho. Foi utilizado como conservante de comida pelos antigos gregos e romanos. Médicos babilônicos e assírios usavam-no em remédios.

Encontrado em pó ou em grão, o caminho é empregado no preparo de pães, queijos e licores (o famoso kümmel alemão é um deles). Na cozinha alemã, é ingrediente indispensável no preparo do chucrute, do pão de caminho e da vinha-d'alhos para cogumelos.

Usos

O caminho é usado como ingrediente principal em "chill' e "cunj'. As sementes podem ser utilizadas inteiras ou moídas com arroz, chili com carne, tomates, torta de tomate, ovos, carnes, hambúrgueres, sopas, assados, coberturas para saladas, molho de tomate, molho para churrasco, bolachas, pães, batatas, lentilhas, repolho, feijão seco de todos os tipos e no cozimento de caças, aves selvagens e costelas. Vai bem com picles, alguns queijos e salsicha. O caminho moído e a semente de caminho, inteira ou amassada, podem ser empregados indiferentemente em várias receitas.

QUANTIDADES SUGERIDAS PARA USO EM VÁRIOS PRATOS:

1/8 a 1/4 colher (chá) ao cozinhar 1 xícarade arroz.
Salpique até 1/4 colher (chá) em 6 ovos, cozidos ou assados ao estilo mexicano.
1/4 a 1/2 colher (chá) em marinada para 700 g de carneiro.
Salpique até 1/2 colher (chá) em 3 colheres (chá) de carne assada, cozida ou de panela.

Fonte: cheffernandavida.blogspot.com

Cominho

Especiaria de sabor picante e levemente amargo, o cominho é originário do Oriente Médio e cultivado desde os tempos bíblicos.

É muito popular na Ásia, onde integra várias misturas de especiarias, no México, norte da África e Nordeste brasileiro.

Os celtas usavam suas sementes para condimentar peixes e, no Império Romano, servia como digestivo para os fartos banquetes e como substituto da pimenta em grão.

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Cominho

Planta de caule ereto, da família das umbelíferas (Cuminum cyminum), de flores alvas, róseas ou avermelhadas, e cujo fruto contém sementes aromáticas, condimentares e oleaginosas.

O cominho é uma planta herbácea de 30 centímetros de altura. Ela possui frutos pequenos e alongados, com listras na parte externa e, no seu interior, encontram-se as sementes aromáticas. Uma de suas variedades, conhecida como cominho-negro, cresce no Irã e no norte da Índia e é muitas vezes confundida com a nigela. Também é muito parecido com a alcaravia (kümmel), embora possua sabor e aroma muito diferentes.

Na forma de sementes ou em pó, é utilizado no preparo de carnes, geralmente associado à pimenta-do-reino.

Muito utilizado na culinária árabe, marroquina, indiana e mexicana.

Como usar

Utilize os frutos inteiros ou moídos no preparo de picles, pães, sopas, queijos, carnes, aves, molho de tomate e saladas.

No sul da Índia costuma-se fritar os frutos inteiros com manteiga e cebola para temperar feijão e lentilha.

É essencial ao tempero de alguns países do Oriente Médio, como o Iêmen e a Arábia Saudita e, no Norte da África, é usado em cozidos de carne (tajines), em cuscuz e no ras-el-hanout, tempero marroquino que reúne cerca de 50 ingredientes. É clássico no preparo de pães e de algumas carnes e queijos, como o munch, no Leste Europeu.

Na Holanda são usados para condimentar queijos, doces e bolos.

No México, é usado para temperar pratos com chili e carne. Destiladas, as sementes servem para a produção de licores.

Como escolher e onde encontrar

Os vidrinhos com cominho em grãos ou moído são encontrados em supermercados ou empórios.

Verifique o prazo de validade no momento de comprar.

Como conservar

Guarde na própria embalagem, em local arejado e protegido da luz.

Fonte: www.mattumacedo.com.br

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