Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Condor da Califórnia  Voltar

Condor da Califórnia

Os Condors de Califórnia são um dos pássaros de vôo os maiores no mundo, em segundo somente ao Condor andino. São abutres. Em 1987 a espécie era próxima à extinção quando os últimos sete pássaros no selvagem foram capturados ainda e, com outros Condors já no captiveiro, coloc em um programa da propagação visou conservar a espécie da extinção. Com os esforços de uma parceria público-privado do estado e agências federais dos animais selvagens, os jardins zoológicos, e as fundações dos animais selvagens, o cativo e a população selvagem numeram agora aproximadamente 246 pássaros. Há 111 na produzida selvagem da população três selvagens e 109 reintroduzidos dos programas prisioneiros da criação de animais.

Inicialmente, os Condors de Califórnia reintroduzidos foram equipados com os dois transmissores de rádio a pilhas para finalidades de seguimento. Entretanto, estes pássaros vão aonde os sinais de rádio deixam cair fora e suas atividades e sobrevivência não poderia ser seguida. Hoje, a maioria de pássaros carreg um sistema de navegação mundial psto solar (GPS) que emita sinais sobre seus movimentos e localização a um satélite que emita então os sinais para trás para baixo às estações à terra para que os investigadores interpretem. 2 onças) o transmissor do gm 60 (e um Tag de identificação colorida são unidos à parte dianteira da asa onde não interfere com os movimentos, o vôo, ou a segurança do pássaro. As baterias duram dois anos.

Nomes comuns

Nomes comuns no Dutch:

Condor de Californische

Descrição

Ciconiidae da família
Grandes, pássaros vadeando long-legged, longo-necked com contas robustas longas. Somente 19 espécies vivas, são toda mudo.

Descrição física

Californianus do Gymnogyps da espécie

Estes pássaros têm os bicos pesados com um gancho distinto na extremidade. Seus pés pretos robustos e pés de extremidade nos toenails pesados, não talons. Os adultos são pretos à exceção dos forros brancos da asa visíveis quando os pássaros estão subindo. Sua cabeça é implume à exceção de um remendo preto pequeno da plumagem na frente dos olhos. A garganta principal, desencapada, e a colheita são geralmente alaranjadas ao vermelho na cor e transformam-se mais vìvida vermelho durante a estação de acoplamento ou quando o pássaro for agitated. Os pássaros fêmeas têm os olhos vermelhos brilhantes e não têm as cristas principais fleshy dos machos.

Os pintainhos recentemente chocados são luz colorida com um off-white para baixo cobrindo isso são substituídos logo com o cinza para baixo. Os juvenis desenvolvem penas pretas obscuras da pele e da obscuridade. Durante o terceiro ano sua cabeça atravessa transformações variadas da cor antes de tomar na aparência adulta. A plumagem adulta não se torna completa até que os pássaros tenham aproximadamente seis anos velhos.

Sexos similares

Pássaro enorme, largo-voado, curto-atado, crescente · Conta Longish, enganchada · Mantem as asas relativamente lisas ao subir e ao deslizar · Cabeça Unfeathered · Abrigos underwing brancos · Obscuridade da plumagem · Raro e local no selvagem

Adulto

Remendo branco na superfície superior de asa-visível interno no vôo e em repouso · Avermelhado à cabeça amarelada · Subadult simiilar ao adulto mas tem mottling em abrigos underwing · Immatures toma diversos anos para alcangar a plumagem adulta

Imaturo

Cabeça e garganta obscuras · Abrigos de Underwing mottled pesadamente

Tamanho/idade/crescimento

Comprimento: 45 polegadas de envergadura: 120 polegadas.

Habitat

Estes pássaros não são especialistas do habitat. Exigem três habitat do ecossistema encontrar seus needsareas para o assentamento, roosting, e alimentando, preferivelmente não demasiado longe de se (embora vagueiam muitas milhas ao procurarar pelo alimento). Preferem pastagem, chaparral, e esfregam áreas do carvalho para forragear para o alimento. Roosting e locais do ninho ocorrem na maior parte em áreas do penhasco e em árvores altas. São encontrados perto da costa e do interior.

Encontrado tipicamente em uma altura de 0 a 1.921 medidores (0 a 6.302 pés). 1

Bioma

Terrestre

Ecologia

A escala inclui o scrubland rochoso, do abrir-país, a floresta conífera e o carvalho savanna6. A espécie aninhou-se nas penhasco-cavidades, em afloramento rochosos ou em grande trees6, e limpou-se nas carcaças de grandes mamíferos. Os pássaros liberados apenas começaram produzir mas as tentativas adiantadas foram mal sucedidas.

Os pássaros liberados tornaram-se cada vez mais independentes em encontrar o alimento e a escala até 400 quilômetros da liberação sites1,4. O Predation dos jovens por chrysaetos dourados de Eagles Aquila afeta a criação de animais distribution8. (Referência. 65089)

Biologia

Dieta

Os Condors caçam a rapina na maior parte pela vista, subindo em updrafts e em correntes térmicos do vento até que manchem uma refeição potencial. São abutres e como abutres são comedores do carrion, preferindo as grandes carcaças animais que incluem animais domésticos tais como vacas, os cavalos, as cabras, e os carneiros. Os cervos de mula são favoritos, mas os animais menores são comidos igualmente. Comem frequentemente os ossos pequenos para uma fonte de cálcio, um hábito que faça com que confundam objetos sintéticos com os ossos e os comam.

Um Condor pode comer até 1.36-1.8 quilogramas (3-4 libras) em um dia e não os comer outra vez por três a quatro dias. Comem frequentemente tanto em uma refeição que têm que esperar diversas horas na terra antes de descolar.

Reprodução

Os Condors alcangam a maturidade sexual aproximadamente seis anos de idade, mas não acoplam sempre aquele cedo. Quando se acoplam, realiza-se para a vida. Produzir ocorre geralmente entre janeiro atrasado e abril adiantado. Cabeça-sacudir-se do corte formal e asa-balanç consistindo lateral e ascendente e precedem para baixo o acoplamento. Durante o ritual do corte o par visita diversos locais potenciais do ninho. Os investigadores acreditam que a fêmea seleciona o local para o assentamento que ocorre geralmente em áreas rochosas do penhasco nos furos, sob bordas, nas fendas, e ocasionalmente nos furos em grandes árvores do sequoia. Cada outro ano, uns únicos 10.2 cm (4 dentro) por muito tempo azul-brancos ou o ovo verde-branco são colocados. Porque esta espécie é um tanto descuidada no inquietação com seus ovos, a ruptura é freqüente. Se o ovo é danificado ou desaparece, um segundo ovo pode ser produzido.

Ambos os pais participam na incubação do ovo (aproximadamente 56 dias), com o pai de tensão que põr o ovo sobre seus pés para incubá-lo. Após os portais do pintainho, ambos os pais participam em seus alimentação e cuidado por 6-7 meses até que emplume e comece voar. Os adultos novos podem confiar em pais para o alimento até o seguinte ano.

Acredita-se que poucos Condors de Califórnia vivem mais por muito tempo de 15 anos no selvagem

Tamanho da embreagem: 1
Comprimento da incubação: 42-50 dias
Dias a emplumar: 180
Número de ninhadas: 0 ou 1

Comportamento

Os olhos afiados descobrirem o alimento quando no alto. Por causa de seu peso, encontram difícil descolar da terra lisa e preferir o terreno elevado onde podem se lanç diretamente no ar livre. São peritos em subir e parecem às vezes muito elevados no céu que monta correntes térmicas, possivelmente para o prazer. Foram observados em alturas até 4572 m (15.000 ft) e podem alcangar uma velocidade do vôo de 88.5 km/hr (55 mi/hr).

Os Condors são raramente silenciosos. Não têm nenhuma voz real, simplesmente expressando wheezes ou suprimindo tosses ou grunhidos. Entretanto, ao subir e ao deslizar, o vento assobia shrilly enquanto o ar se apressa com sua propagação, penas fingerlike, preliminares da asa.

Os alimentadores do Carrion foram considerados tradicional sujos, animais do rolamento da doença. Pelo contrário, os Condors são completamente fastidious. Após comer, limpam sua cabeça na grama, nas filiais, ou nas rochas e gostam-na de banhar-se completamente em uma associação. Passam então diversas horas que preening e que secam suas penas. Preening é igualmente uma atividade favorita ao roosting.

Taxonomia

Domínio: Eukaryota () - Whittaker & Margulis, 1978
Reino: Animalia () - Linnaeus, 1758 - animais
Subkingdom: Bilateria () - (Hatschek, 1888) Cavalier-Smith, 1983
Filial: Deuterostomia () - Grobben, 1908
Infrakingdom: Chordonia () - (Haeckel, 1874) Cavalier-Smith, 1998
Phylum: Chordata () - Bateson, 1885 - Chordates
Subfilo: ()- Cuvier Vertebrata, 1812 - animais vertebrados
Infraphylum: Gnathostomata () - Auct. - Animais vertebrados Jawed
Superclass: Tetrapoda () - Goodrich, 1930
Classe: Aves () - Linnaeus, 1758 - pássaros
Subclass: Neornithes () - Gadow, 1893
Infraclass: Neoaves ()
Superorder: Passerimorphae ()
Ordem: Ciconiiformes () - Bonaparte, 1854 - Albatrosses, Alcids
Suborder: Ciconii () -
Infraorder: Ciconiides () -
Parvorder: Ciconiida ()
Superfamília: Cinza de Ciconioidea() -, 1840
Família: Cinza do Ciconiidae() -, 1840 - cegonhas
Subfamília: Cathartinae ()
Género: Gymnogyps () - (lição, 1842)
Nome específico: californianus - (Shaw, 1797)
Nome científico: - Californianus do Gymnogyps (Shaw, 1797)

Sinónimos inequívocos

Californianus do Gymnogyps (Shaw, 1797)
Californianus do Vultur

Espécie similar

O Condor de Califórnia é muito maior do que toda a outra ave de rapina. Em uma distância, onde seu tamanho não possa ser como aparente, anotar que a cauda é mais curta do que o abutre similarmente escuro de Turquia, a águia dourada, e a águia calva imatura.

Membros do género Gymnogyps

Há aproximadamente 3 espécies neste género:

Bibliografia

Baillie, J. e Groombridge, B. (compiladores e editores) 1996. lista vermelhas de 1996 IUCN de animais ameaçados. IUCN, glândula, Switzerland.
Bancos, R.C., R.W. McDiarmid, A.L. Gardner, e W.C. Starnes 2003. Lista de verificação dos animais vertebrados dos Estados Unidos, dos territórios dos E.U., e de Canadá.
Citações da referência do pássaro. Os números introduzidos nos clientes do texto acima (geralmente em bold(realce)) referem referências. Para uns detalhes mais adicionais nestas referências, estalar sobre a ligação internacional do BirdLife acima para ir ao cliente específico da espécie no Web site do BirdLife. Em alguns casos, particular nas notas taxonomic, as referências são mencionadas usando os nomes do autor. Os detalhes para estes podem ser encontrados no Web site internacional do BirdLife nos seguintes dois lugares: Para referências do A-L. Para referências do MZ.
International 2006 do BirdLife. Pássaros ameaçados do mundo 2006. Transferido de http://www.birdlife.org em 04/05/2006.
International do BirdLife. 2000. Pássaros ameaçados do mundo. Lince Edicions e International do BirdLife, Barcelona, Spain e Cambridge, Reino Unido.
International do BirdLife. 2004 pássaros ameaçados do mundo 2004. CD-ROM. International do BirdLife, Cambridge, Reino Unido.
Colar, New Jersey e Andrew, P. 1988. Pássaros a prestar atenção. A lista de verificação do mundo de ICBP de pássaros ameaçados. Página técnica Bros da publicação no. 8. de ICBP. (Norwich) Ltd, Norfolk, Inglaterra.
Colar, New Jersey, Crosby, M.J. e Stattersfield, A.J. 1994. Pássaros para prestar atenção a 2. A lista do mundo de International ameaçado do BirdLife dos pássaros. Ltd de Bros da página (Norwich), Reino Unido.
Ehrlich, P., Dobkin, D., e Wheye, D. (1988). O manual dos Birders: Um guia do campo à história natural de pássaros norte-americanos. New York: Simon e Schuster Inc. (informação no tamanho da embreagem, no comprimento da incubação, nos dias a emplumar e no número de ninhadas.)
Centro da monitoração da conservação de IUCN. 1986. lista vermelhas de 1986 IUCN de animais ameaçados. IUCN, glândula, Switzerland e Cambridge, Reino Unido.
IUCN. 1990. lista 1990 vermelhas de IUCN de animais ameaçados. IUCN, glândula, Switzerland e Cambridge, Reino Unido.
Robbins, C.S., Bruun, B., Zim, H.S., (1966). Pássaros de America do Norte. New York: Ocidental Publishing Companhia, Inc. (comprimento e informação da envergadura.)
Scott, P. (ed.) 1965. Seção XIII. Lista preliminar de mamíferos e de pássaros raros. Em: O lançamento de uma arca nova, pp. 15-207. Primeiro relatório do presidente e dos depositários do fundo dos animais selvagens do mundo. Uma fundação internacional para conservar os animais selvagens do mundo e os lugares selvagens 1961-1964. Collins, Londres.

Fonte: zipcodezoo.com

Condor da Califórnia

Nas escarpas do litoral do Chile e da Califórnia ou nos cumes da cordilheira dos Andes, pode-se ver, recortada no azul do céu, a majestosa silhueta do condor, a maior de todas as aves de rapina.

O condor pertence à ordem dos falconiformes, família dos catartídeos, e em muitos aspectos se assemelha aos abutres. A plumagem é negra, com áreas brancas nas extremidades das asas. A cabeça e o pescoço são pelados, de cor rosada no condor dos Andes (Vultur gryphus) e amarelos no da Califórnia (Gymnogyps californianus).

O condor andino apresenta também uma coleira, espécie de anel emplumado de coloração branca. Os machos da espécie andina têm na parte superior da cabeça uma carúncula ou excrescência carnuda, de tonalidade parda.

O condor dos Andes chega a medir três metros de uma ponta à outra das asas abertas e alcança um peso médio de 12kg. Serve-se do bico robusto e das garras possantes para dilacerar e devorar animais mortos; embora se alimente principalmente destes, também ataca presas moribundas ou crias de algumas espécies.

O condor dos Andes ocorre da Colômbia e Venezuela à Terra do Fogo, e é especialmente abundante no Peru e no Chile. Tirando partido das correntes térmicas, voa a grande altura. Nidifica em altitudes superiores a três mil metros. Quando chega a época da reprodução, os machos fazem uma corte que lhes é característica: abrem as asas e inclinam a cabeça sobre o peito. A fêmea põe um ovo e o período de incubação dura quase dois meses.

O condor da Califórnia esteve em perigo de extinção na segunda metade do século XX, sobretudo em conseqüência da caça de que foi objeto em sua área de distribuição, reduzida a uma região da Califórnia.

Fonte: www.biomania.com.br

Condor da Califórnia

Nas escarpas do litoral do Chile e da Califórnia ou nos cumes da cordilheira dos Andes, pode-se ver, recortada no azul do céu, a majestosa silhueta do condor, a maior de todas as aves de rapina.

O condor pertence à ordem dos falconiformes, família dos catartídeos, e em muitos aspectos se assemelha aos abutres. A plumagem é negra, com áreas brancas nas extremidades das asas. A cabeça e o pescoço são pelados, de cor rosada no condor dos Andes (Vultur gryphus) e amarelos no da Califórnia (Gymnogyps californianus). O condor andino apresenta também uma coleira, espécie de anel emplumado de coloração branca. Os machos da espécie andina têm na parte superior da cabeça uma carúncula ou excrescência carnuda, de tonalidade parda.

O condor dos Andes chega a medir três metros de uma ponta à outra das asas abertas e alcança um peso médio de 12kg. Serve-se do bico robusto e das garras possantes para dilacerar e devorar animais mortos; embora se alimente principalmente destes, também ataca presas moribundas ou crias de algumas espécies.

O condor dos Andes ocorre da Colômbia e Venezuela à Terra do Fogo, e é especialmente abundante no Peru e no Chile. Tirando partido das correntes térmicas, voa a grande altura. Nidifica em altitudes superiores a três mil metros. Quando chega a época da reprodução, os machos fazem uma corte que lhes é característica: abrem as asas e inclinam a cabeça sobre o peito. A fêmea põe um ovo e o período de incubação dura quase dois meses.

O condor da Califórnia esteve em perigo de extinção na segunda metade do século XX, sobretudo em conseqüência da caça de que foi objeto em sua área de distribuição, reduzida a uma região da Califórnia.

Fonte: www.emdiv.com.br

Condor da Califórnia

Os condores são aves de rapina gigantescas encontradas apenas no hemisfério ocidental. Duas espécies são reconhecidas: o condor-dos-andes (Vultur gryphus) na América do Sul e o condor-californiano (Gymnogyps californianus) na América do Norte.

O condor-dos-andes é maior em tamanho, com uma envergadura de até 3,2 metros, comparado aos 2,7 metros do condor-californiano (Houston, 1994). Embora os condores sejam diferentes o suficiente para serem classificados em dois gêneros, eles estão mais proximamente relacionados entre si do que outras aves (Sibley e Alquist, 1990) e sua ecologia é similar.

Os condores pertencem à família de aves Cathartidae (também chamada de Vulturidae). Esta família é conhecida popularmente como “urubus-do-novo-mundo" porque todos os seus membros são encontrados apenas no hemisfério ocidental. A Cathartidae inclui o conhecido urubu-de-cabeça-vermelha (Cathartes aura) e o urubu-preto (Coragyps atratus), além de três outras espécies. Todos têm aparência de ave de rapina e são especializados em encontrar carne de animais mortos, da qual se alimentam. Entretanto, diferentemente dos parecidos urubus-do-velho-mundo, os quais são relacionados aos gaviões e águias, os urubus-do-novo-mundo são relacionados às cegonhas (Sibley & Alquist, 1990).

Neste relatório, analisamos as várias maneiras pelas quais os condores interagem com outros organismos e o ambiente, e explicamos por que estão ameaçados de extinção.

Biologia Geral

Ambos os condores se alimentam principalmente da carniça de mamíferos. Geralmente constroem ninhos em penhascos escarpados, embora ocorram algumas exceções (veja abaixo). A ninhada geralmente é de um ovo, entretanto, se algo ocorrer, um ovo é posto em substituição. Pelo fato de os pais condores levarem mais de um ano para criar um filhote, a taxa de reprodução é extremamente baixa: geralmente de apenas um filhote, em média, a cada dois anos.

Os condores-dos-andes em reprodução procuram alimento a 200 km de seus ninhos, enquanto os condores-californianos o fazem a 180 km (Wallace & Temple, 1987b; Meretsky & Snyder, 1992). Entretanto, quando o alimento está concentrado numa pequena área, o raio de forragem do condor é menor. Por exemplo, na árida costa do Peru, onde o oceano despeja um "suprimento de alimentos impressionantemente constante" de mamíferos e pássaros marinhos mortos, alguns condores-dos-andes limitam sua alimentação às "trechos de praia de vários quilômetros de extensão (MP Wallace em Snyder & Snyder, 2000)."

Snyder & Snyder (2000) listam três exigências de habitat para os condores: (1) ventos ou termais razoavelmente confiáveis para voar alto, (2) um habitat de alimentação suficientemente aberto para que se possa descobrir e acessar alimentos putrefatos e (3) suprimentos adequados de carniça. Um estudo sobre os condores-dos-andes no sul do Chile constatou que esses pássaros voavam alto com mais freqüência sob ventos moderados (25-48 km/h), e menos freqüentemente sob ventos fortes, isto é, acima de 64 km/h (Sarno et al., 2000).

Distribuição

No início do século XIX, os condores-dos-andes reproduziam-se ao longo de toda a cordilheira dos Andes, desde o oeste da Venezuela até a Terra do Fogo. Embora ainda sejam encontrados na maior parte desta cordilheira, sofreram intensa perseguição dos seres humanos e foram exterminados de muitos locais (Ridgely & Greenfield, 2001).

Segundo Murphy (1932), o condor-dos-andes é “um pássaro da montanha”, que permanece em altas elevações em "partes chuvosas e cobertas de florestas da América do Sul", mas que "regularmente desce até o nível do mar em distritos desertos", como por exemplo ao longo da árida costa pacífica do Peru e ao norte do Chile, e também ao longo da árida costa atlântica da Patagônia, desde o sul do Rio Negro até o Estreito de Magalhães (Murphy, 1936).

Além de ocorrer nas principais cadeias da cordilheira dos Andes, o condor-dos-andes também é encontrado em algumas cadeias montanhosas próximas. Por exemplo, ocorre nas zonas temperadas e nos páramos da Serra Nevada de Santa Marta na costa caribenha da Colômbia (Norton, 1975; Hilty & Brown, 1986), na Serra de Perijá na fronteira da Colômbia com a Venezuela (Calchi & Viloria, 1991; Hilty, 2003) e na Serra de Córdoba no centro da Argentina (Hendrickson et al., 2003). Também adentra o território brasileiro, no estado do Mato Grosso, especificamente na “região do Rio Jauru a oeste de Cáceres (Sick, 1993)”.

No século XIX, o condor-californiano era encontrado ao longo da costa oeste da América do Norte, desde o sul de British Columbia até a Serra San Pedro Martir ao norte da Baixa Califórnia (Snyder & Snyder, 2000). Nessa época, o pássaro também foi encontrado em Alberta, Montana, Idaho, Utah e Arizona, mas se desconhece se os indivíduos observados estavam nidificando no interior desses estados ou simplesmente passando por lá (Snyder & Rea, 1998; Snyder & Snyder, 2000). Os primeiros ornitólogos nunca tentaram encontrar ninhos do condor-californiano ao norte de São Francisco ou fora da Califórnia; por esse motivo, o exato alcance das áreas de reprodução das espécies no século XIX é desconhecido.

Tradições orais dos índios Blackfoot relatam a observação ocasional e possíveis ninhos do condor-californiano em Montana e Alberta durante o século XIX, e sobre as visitas desse pássaro às matanças de bisões nas planícies (Schaeffer, 1951). A confirmação da ocorrência de condores em Alberta foi dada por Fannin (1897), que observou dois indivíduos entre Calgary e as Montanhas Rochosas. Em Idaho, o condor foi relatado como "não incomum" próximo a Boise antes de os pecuaristas começarem a "envenenar carcaças para matar lobos (TE Wilcox em Lyon, 1918)”.

Durante a primavera, ao longo do Rio Columbia, o condor-californiano foi “particularmente vinculado às proximidades das cascatas e cachoeiras, sendo atraído pelo grande número de salmões mortos”, dos quais se alimenta (Townsend em Audubon, 1831-39) . Ao longo do mesmo rio, o condor também foi visto “próximo a vilas indígenas [norte-americanas], tendo sido atraído pelos restos de peixes jogados próximos a suas habitações (Townsend em Audubon 1831-39)”. No Arizona, muitos ornitólogos renomados, como Elliott Coues por exemplo, observaram condores-californianos entre 1865 e 1924, e consideraram que estariam nidificando naquele estado (Snyder & Rea, 1998).

No final dos séculos XIX e XX, o envenenamento e a caça dos condores causaram um declínio maciço de muitas populações, resultando no desaparecimento dos condores de ambas as espécies de muitas partes de suas antigas áreas. A situação tornou-se especialmente difícil para o condor-californiano, que tornou-se extinto na natureza entre 1987 e 1992.

Felizmente, a reprodução em cativeiro e os programas de libertação começaram a restituir os condores à natureza em algumas áreas das antigas cadeias (por exemplo, Califórnia, Arizona, Baixa Califórnia, Colômbia e Venezuela). Contudo, pelo fato de os casais de condores em nidificação de ambas as espécies criarem apenas um filhote a cada dois anos em média, e também porque o envenenamento e a caça ainda continuam a causar a morte dos condores a índices alarmantes, serão necessários muitos anos antes que o número de condores selvagens retorne aos níveis do século XIX. Até então, as populações de ambas as espécies de condores continuarão ameaçadas.

Distribuições Pré-Históricas

Ambas as espécies de condores eram mais abundantes nos períodos pré-históricos do que no século XIX. Durante o Pleistoceno nas Américas do Norte e do Sul, por exemplo, os condores parecem ter se distribuído por ambos os continentes, desde o Atlântico até o Pacífico, ocorrendo em muitas áreas onde não se encontram hoje.

Uma possível explicação para o florescimento dos condores nesta época é que grandes manadas de ungulados, bem como outros grandes mamíferos, tais como preguiças e elefantes, cruzavam as Américas naquela ocasião, fornecendo aos condores uma abundância de carniça das quais se alimentavam. Muitos desses mamíferos pré-históricos estão em extinção, portanto a redução dos grupos de condores pode de certa forma ser relacionada a este fato (Emslie, 1987; Steadman & Miller, 1987).

Entretanto, outras explicações também são possíveis. Por exemplo, a matança de condores pelos índios americanos para fins cerimoniais (McMillan, 1968; Snyder & Snyder, 2000) pode ter aumentado desde o Pleistoceno, e apenas esta atividade pode ter causado a extinção dos condores em partes significativas de suas áreas de abrangência. Alternativamente, as condições dos ventos, que permitem que esses pássaros voem alto, podem ter ficado menos favoráveis em algumas regiões, resultando no abandono dessas áreas (Tonny & Noriega, 1998).

Fósseis de condores do Pleistoceno foram encontrados em vários locais fora das áreas de distribuição de ambas as espécies no século XIX. Por exemplo, restos de um condor-dos-andes de 13.000 anos de idade foram encontrados em cavernas em Lagoa Santa, Minas Gerais, Brasil (Alvarenga em Sick, 1993), enquanto restos do condor-californiano de 9.500 a 16.000 anos foram descobertos em Nova Iorque, Flórida, Texas, Novo México e Arizona, bem como na Califórnia e em outros estados da região oeste (Emslie, 1987; Snyder & Snyder, 2000).

Os fósseis do condor-californiano descobertos a oeste do estado de Nova Iorque, próximo à vila de Byron, no condado de Genesee, são especialmente interessantes porque datam de uma época (9.000 A.C.) quando a flora e a fauna estavam reocupando a terra após o derretimento dos glaciares. A vegetação conífera e boreal, caracterizada por píceas (Picea sp.) e pinheiros (Pinus banksiana), dominava a área naquela época e acredita-se que o clima fosse frio. Os fósseis encontrados em associação aos do condor-californiano neste local incluíam os extintos mastodontes (Mammut americanum), renas (Rangifer sp.) e veados (Cervus elaphus).

Essas constatações demonstram que o condor-californiano "conseguia viver em um clima mais frio e num ambiente boreal e conífero numa época em que o alimento adequado (carniça de mamíferos de grande porte) estava disponível (Steadman & Miller, 1987)." Synder & Snyder (2000) ressaltam que a presença dos fósseis de condores-californianos em locais tão afastados uns dos outros, como Nova Iorque, Flórida, região sudoeste e nordeste do Pacífico, sugere que esta espécie apresenta "tolerâncias climáticas e habitats muito amplos”. Sua conclusão também é apoiada pela vasta distribuição do condor-californiano no oeste da América do Norte no início do século XIX, uma extensão que incluía a região costeira do Pacífico, desde British Columbia até a Baixa Califórnia, e no interior até as regiões do Grand Canyon e das Montanhas Rochosas (veja a seção anterior).

Seleção de Locais para Ninhos

Ambas as espécies de condores nidificam principalmente em penhascos. Entretanto, informações detalhadas sobre as características do local dos ninhos estão disponíveis atualmente apenas em relação ao condor-californiano.

Os condores-californianos constroem ninhos desde a proximidade do nível do mar até uma altitude de 1.830 metros (Snyder et al., 1986). Os locais para ninhos em altas elevações diferem daqueles em baixas altitudes, uma vez que estes geralmente estão voltados para o sul; contudo não se sabe se os penhascos voltados para o sul são utilizados com maior freqüência porque são mais aquecidos ou simplesmente porque são mais abundantes (Snyder et al., 1986).

Embora a maioria dos ninhos dos condores-californianos seja construída em penhascos (em buracos, fendas, fissuras ou saliências suspensas), alguns são montados em fendas entre grandes blocos de pedra arredondadas em encostas escarpadas e em cavidades naturais de grandes árvores (Snyder et al., 1986). Na Serra Nevada, por exemplo, os condores não apenas nidificam em penhascos, mas também em cavidades da sequóia-gigante (Sequoiadendron giganteum), a maior espécie de árvore do mundo (Koford, 1953; Snyder et al., 1986). Um ninho construído numa sequóia ficava a 29 metros acima do solo, enquanto outro, situado em uma sequóia diferente, estava a 30 metros (Snyder et al., 1986). Ambos foram colocados em cavidades “produzidas pelo desgaste de ramos nos principais troncos das árvores (Snyder et al., 1986)”.

Numa pesquisa com 96 sequóias-gigantes, Snyder et al (1986) constataram que 20% dessas árvores apresentavam cavidades naturais, todas produzidas por desgastes semelhantes, demonstrando a dependência dos condores-californianos em relação aos fogo selvagem para produzir buracos para ninhos nessas árvores. Nas Montanhas de Santa Lucia na costa da Califórnia Central, um ninho de condor foi encontrado “no oco de um antigo e alto carvalho, num íngreme barranco, próximo ao cume de um dos picos mais altos (Taylor, 1859)”.

O condor-californiano macho encontrou um local para construir o ninho na cavidade de uma sequóia-gigante, sendo que, no ano anterior, havia nidificado com outra fêmea a 150 km de distância num buraco em um penhasco, demonstrando que pelo menos alguns indivíduos diversificam a escolha dos locais para nidificação (Snyder e Johnson, 1985).

Os condores-californianos parecem evitar construir ninhos em áreas onde as águias-reais (Aquila chrysaetos) são comuns (Snyder & Snyder, 2000). Entre os vários locais de nidificação estudados nos anos 80, apenas um estava situado num território onde a observação de águias-reais era freqüente (Snyder & Snyder, 2000). Felizmente para os condores, este território também apresentava numerosos ninhos de falcões-da-pradaria (Falco mexicanus), que protegiam o ninho do condor contra a predação das águias ao espantá-las (para obter mais informações, consulte a próxima seção: Associações de Ninhos para Proteção).

Conforme mencionado anteriormente, o condor-dos-andes também constrói ninhos principalmente em penhascos, entretanto, de maneira semelhante ao condor-californiano, é adaptável e pode nidificar em outros lugares. Por exemplo, ao longo da costa árida do Peru, onde o terreno é relativamente plano, alguns locais de ninhos dessa espécie são “pouco mais do que fendas parcialmente cobertas por sombra pegadas a grandes blocos de pedra arredondados em pequenas inclinações (MP Wallace em Snyder & Snyder, 2000)."

Associações de Ninhos para Proteção

Os condores e os grandes falcões às vezes constroem ninhos próximos uns dos outros. Embora os falcões sejam menores do que os condores, são melhores defensores de seus ninhos. Conseqüentemente, quando os falcões afastam agressivamente outros predadores de seus territórios de nidificação, também os afastam dos ninhos dos condores nas cercanias e, portanto, aumentam as chances de sobrevivência dos ninhos e filhotes do condor (Snyder & Snyder, 2000).

Na Califórnia, o corvo (Corvus corax) é o principal predador dos ovos do condor, enquanto a águia real é o principal predador dos filhotes dessa ave (Snyder & Snyder, 2000). Um território de nidificação do condor-californiano foi monitorado por vários anos e, durante um ano, constatou-se que pelo menos cinco casais de falcões-da-pradaria construíram ninhos "dentro de um raio de 2,4 km do centro do território", afastando a maioria dos corvos e águias-reais que o invadiram (Snyder & Snyder, 2000). Não é de se surpreender que o ovo e o filhote do condor tenham sobrevivido nesse território durante a estação de nidificação. Dois anos mais tarde, entretanto, os falcões-da-pradaria construíram ninhos mais afastados dos ninhos do condor e, conseqüentemente, não propiciaram defesa para os ninhos dos condores. Durante esta estação, os corvos invadiram o território e construíram ninhos próximos aos dos condores. Não surpreendentemente, esses corvos motivaram os "dois insucessos consecutivos da nidificação dos condores (Snyder & Snyder, 2000)”.

Obviamente, nidificar próximo aos falcões também é dispendioso para os condores, uma vez que os falcões mergulham agressivamente sobre os condores, fazendo-os perder tempo e energia para se esquivarem desses ataques. Entretanto, o custo vale a pena para os condores caso seus ninhos estejam sob a ameaça de águias e corvos (Snyder & Snyder, 2000). Para obter mais informações sobre como os pássaros aumentam o sucesso de reprodução ao construírem ninhos próximos a falcões e outras aves de rapina, leia nosso artigo especial “Gaviões, Corujas e Falcões que Protegem Ninhos de Pássaros”.

Quatro ninhos de condores-californianos também foram encontrados próximos aos ninhos ativos de abelhas mamangaba (Bombus spp.) ou abelhas melíferas (Apis melifera - Snyder et al., 1986). Não se sabe se essas abelhas protegem os ninhos dos condores contra predadores ou não, mas essa proteção tem sido reportada em relação a muitas outras espécies de pássaros que nidificam com abelhas (Haemig, 2001).

Hábitos Alimentares

Os condores se alimentam de mamíferos mortos de qualquer tamanho que encontrarem. Por exemplo, os condores-californianos se alimentam de mamíferos de porte pequeno como ratos-canguru, esquilos e coelhos, médio como coiotes (Canis latrans), lobos, pumas ou suçuaranas (Puma concolor) e grande como veados, ursos e baleias (Koford, 1953; Collins et al., 2000). A carniça de gado doméstico também serve de alimento extensivamente para os condores, uma vez que é tão abundante hoje em dia.

Em uma caverna no Grand Canyon utilizada pelos condores-californianos para nidificação de 9.000 a 13.000 anos atrás, foram encontrados ossos das seguintes espécies de presas, cujos restos devem ter servido como alimento para os filhotes de condores na época: bisão (Bison sp.), zebra (Equus sp.), mamute (Mammuthus sp.), camelo (Camelops sp.) e a extinta cabra montesa (Oreamnos harringtoni; Emslie, 1987).

Da mesma forma que os condores-californianos do Pleistoceno do Grand Canyon, os condores-dos-andes hoje se alimentam da carniça de camelos, incluindo o guanaco (Lama guanicoe) (Sarno et al., 2000), a vicunha (Vicugna vicugna) e os descendentes domesticados da lhama (Lama glama) e da alpaca (Vicugna pacos). Também se alimentam de uma grande variedade de outros mamíferos mortos (Houston, 1994)

Exploração dos Recursos Marinhos

Os condores não se limitam a alimentos terrestres, nas regiões costeiras, se alimentam extensivamente da vida marinha. A carniça de animais marinhos é especialmente importante para os condores que vivem em regiões áridas porque, nessas áreas, os mamíferos que pastam são menos abundantes e o mar geralmente produz mais alimentos para os condores do que a terra.

Por exemplo, ao longo das áridas costas do Peru e do Chile, o condor-dos-andes alimenta-se extensivamente da carniça de animais marinhos trazida pelas ondas. Os alimentos registrados em sua dieta incluem as carcaças de baleias e golfinhos, leões-marinhos (Otaria byronia), lobos-marinhos-sulamericanos (Arctocephalus australis), yuncos (Pelecanoides garnotii), pingüins de Humboldt (Spheniscus humboldti), tartarugas-verdes (Chelonia mydas), peixes e algas pardas (Murphy, 1936; Housse, 1945; Wallace e Temple, 1987a).

Durante os anos do El Niño, quando ocorreu uma alta mortalidade dos vertebrados marinhos, os condores geralmente se beneficiavam do maior suprimento alimentar quando as correntes do oceano depositavam as carcaças nas praias que sobrevoavam (Murphy, 1936). Se, entretanto, as correntes do oceano levassem os animais mortos para as praias de áreas urbanas densamente populadas, as quais os condores têm medo de visitar, eles não teriam acesso a esse alimento (Wallace & Temple, 1988).

Os condores-californianos também se alimentam de animais marinhos mortos. Durante o século XIX, por exemplo, quando as baleias eram mais comuns do que atualmente, Gambel (1846) registrou que "não era incomum" observar condores-californianos se alimentando das carcaças de baleias que haviam sido jogadas nas praias da Califórnia. Próximo a Monterey, Taylor (1859b) também observou condores “se alimentando da carcaça de uma baleia na costa".

Mais ao norte, ao longo da costa de Oregon, durante o inverno de 1805-1806, Meriwether Lewis e William Clark observaram condores-californianos se alimentando dos restos de uma baleia e de peixes que foram “lançados pelas ondas na costa marítima”. Nos meses de inverno durante os quais esses renomados exploradores permaneceram próximos ao estuário do Rio Columbia, eles encontraram o condor “mais abundante abaixo do que acima do nível da maré (Lewis & Clark [1804-1806], 1990)”.

Mesmo no final do século XX, quando o condor-californiano estava quase extinto na natureza, fragmentos de moluscos marinhos, inclusive o marisco Tivela stultorum, o Chione californiensis e conchas Polinices sp. foram freqüentemente encontrados em ninhos de condores em cavernas no sul da Califórnia (Collins et al., 2000), sugerindo a alimentação dos filhotes pelos pais na zona de entremarés.

Os condores que vivem ao longo das costas áridas também voam para ilhas em alto mar para atacar os ovos e filhotes de pássaros marinhos em colônias. Por exemplo, quando Murphy (1925) visitou a Ilha Ásia na costa do Peru central, observou condores-dos-andes, urubus-de-cabeça-vermelha e gaivotas se alimentando dos ovos de uma grande colônia de biguás, chamados de guanays (Phalacrocorax bougainvilli), contendo “inúmeros ovos e filhotes”. Segundo Murphy, os condores, urubus e gaivotas eram “mais abundantes e predatórios” do que em qualquer outro lugar que ele havia visitado. Um condor ficava no meio da colônia de corvos-marinhos, “rodeado por um círculo de ninhos abandonados e saqueados”. Quando este condor era atingido e pego pelos pés, “as claras e a maioria das gemas intactas de uma dúzia de ovos frescos saíam de sua garganta". Uma vez que praticamente não havia fragmentos da casca visíveis nesta refeição, Murphy sugeriu que “os condores devem sugar o conteúdo dos ovos com sua língua em forma de calha”.

Durante sua visita à Ilha Ásia, Murphy observou um mínimo de 18 condores “voando lentamente para lá e para cá” sobre a colônia de corvos-marinhos e, antes do meio-dia, assistiu a todos voltarem para o continente. Ele acrescentou que em Santa Rosita, uma ilha próxima, um informante confiável observou 36 condores descendo juntos sobre uma colônia de guanays. Em San Gallan, outra ilha na costa do Peru, Murphy (1925) constatou que os condores-dos-andes permaneciam próximos da saída das tocas dos petréis-mergulhadores-peruanos, arrebatando e comendo os que estavam saindo. Portanto, o condor-dos-andes não é apenas um animal que se alimenta de carniça nessas ilhas, mas também uma ave de rapina, que se alimenta de pássaros marinhos adultos e ovos, bem como de carne em putrefação (Murphy, 1925). Felizmente para os pássaros marinhos em nidificação, se um condor comer seus ovos e filhotes, eles podem botar outros ovos para substituir os desperdiçados.

Parece que o condor-californiano também se alimentava nas ilhas em alto mar. Por exemplo, durante o século XX, uma moradora de Oxnard, Califórnia, uma grande amiga da Professora Barbara B. DeWolfe (Universidade da Califórnia, Santa Bárbara), contou a DeWolfe que geralmente observava condores-californianos voando em direção às Ilhas Channel, presumivelmente para atacar os ninhos de pássaros marinhos e se alimentar da carniça de vertebrados marinhos ou de animais domésticos criados no local (Barbara B. DeWolfe, comentário pessoal para a autora nos anos 80). Os fósseis dos condores-californianos também foram encontrados nessas ilhas, sugerindo que exploravam recursos marinhos naquele local há milhares de anos (Orr, 1968; Guthrie, 1992, 1993).

Interações com Outros Pássaros que se Alimentam de Carniça

Quando os condores descem para se alimentar de uma carcaça, geralmente encontram outras espécies de carniceiros que já estão se alimentando. Às vezes os condores se juntam pacificamente a esses outros animais, com os quais se alimentarem, porém, outras vezes, lutam para afastá-los ou aguardam até que tenham terminado de comer e saído. Felizmente para os condores, o grande corpo os ajuda a vencer os confrontos com outros urubus.

No Peru, por exemplo, Wallace e Temple (1987a) estudaram as interações dos condores-dos-andes com outras espécies de urubus nas carcaças e constatou que as espécies maiores dominavam as menores. Uma vez que os condores tinham o maior tamanho corporal, ocupavam o topo da hierarquia de dominação e os outros urubus se submetiam aos mesmos. Os urubus-de-cabeça-vermelha geralmente chegavam em primeiro lugar numa carcaça, os urubus-pretos em segundo e os condores em terceiro. Mesmo assim, quando os condores chegavam, as outras espécies de urubus geralmente se rendiam aos mesmos. Os condores venceram 100% das interações agressivas com os urubus-de-cabeça-vermelha, 94% com os urubus-pretos e 100% com os urubus-reis (Sarcoramphus papa). Um urubu-rei (a segunda maior espécie) nunca iniciou um confronto com um condor. Além disso, os condores macho, cujo sexo é mais numeroso, dominavam as fêmeas da mesma idade.

Na América do Norte, o urubu-de-cabeça-vermelha também chega antes às carcaças, geralmente em primeiro lugar devido a seu olfato bem desenvolvido. Contudo, em algumas regiões, os corvos são mais abundantes do que os urubus-de-cabeça-vermelha e, portanto, geralmente chegam primeiro na carcaça, seguidos das águias-reais e dos condores-californianos (Snyder & Snyder 2000). O condor maior domina os urubus-de-cabeça-vermelha e os corvos, fazendo-os sucumbir durante confrontos.

Todavia, as interações entre o condor-californiano e a águia real são mais complexas e não seguem a hierarquia de dominância baseada simplesmente em tamanho. Os condores-californianos pesam aproximadamente o dobro das águias-reais, mesmo assim, geralmente aguardam as últimas terminarem de comer e ir embora antes de se aproximarem da carcaça, talvez temendo suas perigosas garras (Snyder & Snyder, 2000). Em algumas ocasiões, talvez quando muito famintos, os condores-californianos adultos desafiam as águias-reais e as afastam das carcaças, embora isso não tenha sido observado com condores jovens (Snyder & Snyder, 2000).

Interações com Outros Pássaros que se Alimentam de Carniça

Quando os condores descem para se alimentar de uma carcaça, geralmente encontram outras espécies de carniceiros que já estão se alimentando. Às vezes os condores se juntam pacificamente a esses outros animais, com os quais se alimentarem, porém, outras vezes, lutam para afastá-los ou aguardam até que tenham terminado de comer e saído. Felizmente para os condores, o grande corpo os ajuda a vencer os confrontos com outros urubus.

No Peru, por exemplo, Wallace e Temple (1987a) estudaram as interações dos condores-dos-andes com outras espécies de urubus nas carcaças e constatou que as espécies maiores dominavam as menores. Uma vez que os condores tinham o maior tamanho corporal, ocupavam o topo da hierarquia de dominação e os outros urubus se submetiam aos mesmos. Os urubus-de-cabeça-vermelha geralmente chegavam em primeiro lugar numa carcaça, os urubus-pretos em segundo e os condores em terceiro. Mesmo assim, quando os condores chegavam, as outras espécies de urubus geralmente se rendiam aos mesmos. Os condores venceram 100% das interações agressivas com os urubus-de-cabeça-vermelha, 94% com os urubus-pretos e 100% com os urubus-reis (Sarcoramphus papa). Um urubu-rei (a segunda maior espécie) nunca iniciou um confronto com um condor. Além disso, os condores macho, cujo sexo é mais numeroso, dominavam as fêmeas da mesma idade.

Na América do Norte, o urubu-de-cabeça-vermelha também chega antes às carcaças, geralmente em primeiro lugar devido a seu olfato bem desenvolvido. Contudo, em algumas regiões, os corvos são mais abundantes do que os urubus-de-cabeça-vermelha e, portanto, geralmente chegam primeiro na carcaça, seguidos das águias-reais e dos condores-californianos (Snyder & Snyder 2000). O condor maior domina os urubus-de-cabeça-vermelha e os corvos, fazendo-os sucumbir durante confrontos.

Todavia, as interações entre o condor-californiano e a águia real são mais complexas e não seguem a hierarquia de dominância baseada simplesmente em tamanho. Os condores-californianos pesam aproximadamente o dobro das águias-reais, mesmo assim, geralmente aguardam as últimas terminarem de comer e ir embora antes de se aproximarem da carcaça, talvez temendo suas perigosas garras (Snyder & Snyder, 2000). Em algumas ocasiões, talvez quando muito famintos, os condores-californianos adultos desafiam as águias-reais e as afastam das carcaças, embora isso não tenha sido observado com condores jovens (Snyder & Snyder, 2000).

Interferência entre Condores Individuais

Indivíduos da mesma espécie de condores também podem lutar e afastar uns aos outros. No norte da Patagônia, Donázar et al. (1999) estudaram os condores-dos-andes nas carcaças e constataram uma hierarquia de dominância baseada em tamanho, sexo e idade. Os condores macho, cujo peso era de 36 a 37% superior ao das fêmeas, dominavam as fêmeas independentemente de idade. Além disso, dentro de cada grupo de sexo, os pássaros mais velhos dominavam os mais jovens. Portanto, os condores macho adultos ocupavam o topo da hierarquia de dominância, enquanto as jovens fêmeas ocupavam o nível inferior.

Considerando que os machos e as fêmeas mais velhas as afastavam das carcaças, as jovens fêmeas tendiam a evitar a alimentação nas montanhas, onde o alimento era mais abundante e o encontro com machos e fêmeas mais velhas seria mais provável. Em vez disso, se alimentavam mais freqüentemente nas planícies, onde era menos provável encontrar alimento, porém mais provável que se evitassem confrontos com machos e fêmeas mais velhas quando de fato encontravam alimento. Os machos e fêmeas adultas preferiam se alimentar nas montanhas ricas em alimentos.

No norte do Peru, Wallace e Temple (1987) registraram resultados um pouco diferentes. Constataram que, enquanto os machos dos condores-dos-andes geralmente afastavam as fêmeas da mesma idade nas carcaças, as fêmeas às vezes afastavam os machos um ano mais novos do que as mesmas.

Por que os Condores Estão Ameaçados?

Os condores são menos abundantes atualmente do que no início do século XIX porque foram mortos e envenenados por humanos em grandes números. Há basicamente duas origens para o envenenamento: (1) venenos destinados a matar predadores como coiotes, lobos, pumas e ursos e (2) o envenenamento por munição de chumbo. Colisões com cabos de energia elétrica suspensos também têm causado algumas mortes de condores.

A maior ameaça aos condores-californianos atualmente decorre do envenenamento por chumbo (Pattee et al., 1990; Meretsky et al. 2000, 2001; Snyder e Snyder, 2000). Quando os condores se alimentam de animais mortos por caçadores com projéteis de chumbo, eles geralmente ingerem o chumbo juntamente com a carne. Ao longo do tempo, a quantidade em seu corpo aumenta porque as aves não possuem mecanismos naturais para remover o chumbo do corpo. Por fim, as concentrações de chumbo tornam-se tão altas que os condores morrem.

Durante os anos 80, a freqüência de morte por envenenamento por chumbo dos condores-californianos era tão elevada, que o governo capturou os últimos indivíduos remanescentes para a reprodução em cativeiro porque não via uma maneira prática de protegê-los do envenenamento (Bessinger, 2002). Desde o início dos anos 90 até o momento, alguns dos condores capturados e seus filhotes reproduzidos em cativeiro têm sido liberados na natureza, com a esperança de que estabelecerão novas populações viáveis.

Infelizmente, visto que a munição de chumbo continua a ser vendida e utilizada por caçadores nas áreas onde os condores são libertados, os condores selvagens estão morrendo novamente a índices altíssimos em decorrência do envenenamento por chumbo. Meretsky et al. (2001) concluíram que os índices de mortalidade atuais são tão elevados que se aproximam das “desastrosas taxas mortalidade” dos anos 80 e, portanto, são insustentáveis.

O problema do envenenamento por chumbo poderia ser resolvido ao se exigir que os caçadores utilizem munições de substâncias atóxicas, tais como compostos de TTB (estanho, tungstênio e bismuto), e proibir a venda de munições de chumbo em lojas. A eliminação gradual do chumbo na munição, como realizado para a mesma substância em tintas e gasolina, beneficiaria não apenas os condores, mas também outras espécies silvestres e os seres humanos (Beissinger, 2002).

Outra fonte principal de mortalidade dos condores é a caça (Snyder & Snyder, 2000). Sempre haverá egomaníacos que caçarão pássaros gigantes como os condores para tentar provar sua masculinidade ou simplesmente ver “o que é aquele enorme pássaro (McMillan, 1968; Snyder & Snyder, 2000)".

Embora muitas atividades de caçadores sejam prejudiciais aos condores, é errado concluir que caçadores e condores sejam necessariamente incompatíveis. Em algumas circunstâncias, a caça poderia beneficiar esses pássaros. Por exemplo, se os caçadores não atirassem nos condores, se utilizassem munições atóxicas para abater a caça e deixassem parte dos animais mortos para os condores se alimentarem, eles poderiam ajudá-los ao lhes oferecer mais alimento (Snyder & Snyder, 2000). Esses caçadores "responsáveis” poderiam até mesmo ser importantes para os condores nas áreas onde grandes predadores foram exterminados, porque esses predadores costumavam deixar carniça para os condores se alimentarem. Infelizmente, pelo fato de haver alguns indivíduos de mau caráter em cada grupo de caçadores e por ser necessário apenas alguns desses indivíduos para ameaçar toda uma população de condores, a caça em áreas de condores deve ser monitorada cuidadosamente por policiais competentes e bem equipados e todas as leis devem ser rigidamente cumpridas. McMillan (1968) forneceu relatos preocupantes sobre o que ocorre quando pessoas irresponsáveis recebem permissão para caçar sem supervisão na área de condores.

A recuperação das populações de condores também está ameaçada por um problema adicional: o comportamento ingênuo e não-natural dos condores jovens criados em cativeiro. Esses pássaros demasiadamente mansos nunca aprenderam com seus pais a sobreviver no mundo real fora dos zoológicos onde foram criados e, conseqüentemente, quando soltos na natureza, alguns se aproximas de humanos sem medo (Snyder & Snyder, 2000; Meretsky et al., 2001; Beissinger, 2002).

Referências

Audubon JJ (1831-1839) American Ornithological Biography. Edinburgh, Scotland

Beissinger SR (2002) Unresolved problems in the condor recovery program: response to Risebrough. Conservation Biology 16: 1158-1159

Calchi R, Viloria AL (1991) Occurrence of the Andean Condor in the Perijá mountains of Venezuela. Wilson Bulletin 103: 720-722

Collins PW, Snyder NFR, Emslie SD (2000) Faunal remains in California Condor nest caves. Condor 102: 222-227

Donázar JA, Travaini A, Ceballos O, Rodríguez A, Delibes M, Hiraldo F (1999) Effects of sex-associated competitive asymmetries on foraging group sturcture and despotic distribution in Andean Condors. Behavioral Ecology and Sociobiology 45: 55-67

Donázar JA, Feijóo JE (2002) Social structure of Andean Condor roosts: influence of sex, age and season. Condor 104: 832-837

Emslie SD (1987) Age and diet of fossil California Condors in Grand Canyon, Arizona. Science 237: 768-770

Fannin J (1897) The California Vulture in Alberta. Auk 14: 89

Gambel W (1846) Remarks on the birds observed in upper California. Proceedings of the National Academy of Sciences, Philadelphia 3: 44-48

Guthrie DA (1992) A late Pleistocene Avifauna from San Miguel Island, California. Pp. 319-327 in Papers on Avian Paleontology, (Campbell E, Editor). Science Series 36, Natural History Museum of Los Angeles County, California.

Guthrie DA (1993) New information on the prehistoric fauna of San Miguel Island, California. Pp. 405-416 in Third California islands Symposium: recent advances in research on the California Islands, (Hochberg RG, Editor). Santa Barbara Museum of Natural History, California

Haemig PD (2001) Symbiotic nesting of birds with formidable animals: a review with applications to biodiversity conservation. Biodiversity and Conservation 10: 527-540

Hendrickson SL, Bleiweiss R, Matheus JC, Silva de Matheus L, Jácome NL, Pavez E (2003) Low genetic variability in the geographically widespread Andean Condor. Condor 105: 1-12

Hilty SL (2003) Birds of Venezuela. Princeton University Press, New Jersey

Hilty SL, Brown WL (1986) A Guide to the Birds of Colombia. Princeton University Press, New Jersey

Housse PR (1945) Las Aves de Chile. Universidad de Chile, Santiago

Houston DC (1994) Family Cathartidae (New World Vultures). Pp.24-41 in Handbook of the Birds of the World, Volume 2, (Editors: del Hoyo J, Elliott A, Sargatal J), Lynx Editions, Barcelona.

Koford CB (1953) The California Condor. National Audubon Society Research Report 4.

Lewis M, Clark W [1804-1806] (1990) The Journals of the Lewis and Clark Expedition, Volume 6, November 1805 - March 22, 1806. Thomas E. Dunlay (Assistant Editor). University of Nebraska Press, Lincoln

Lyon MW (1918) Occurrence of California Vulture in Idaho. Journal of the Washington Academy of Sciences 8: 25

McGahan J (1972) Behavior and ecology of the Andean Condor. PhD Thesis, University of Wisconsin

Meretsky VJ, Snyder NFR (1992) Range use and movements of California Condors. Condor 94: 313-335

Meretsky V, Snyder NFR, Beissinger SR, Clendenen DA, Wiley JW (2000) Demography of the California Condor: implications for reestablishment. Conservation Biology 14: 957-967

Meretsky V, Snyder NFR, Beissinger SR, Clendenen DA, Wiley JW (2001) Quantity versus quality in California Condor reintroduction: reply to Beres and Starfield. Conservation Biology 15: 1449-1451

McGahan J (1972) Behavior and ecology of the Andean Condor. PhD Thesis, University of Wisconsin

McMillan I (1968) Man and the California Condor. Dutton, New York

Murphy RC (1925) Bird Islands of Peru. G. P. Putnam's Sons, New York

Murphy RC (1936) Oceanic Birds of South America. American Museum of Natural History, New York. Two Volumes

Norton WJE (1975) Notes on the birds of the Sierra Nevada de Santa Marta, Colombia. Bulletin of the British Ornithologists' Club 95: 109-115

Orr P (1968) Prehistory of Santa Rosa Island. Santa Barbara Museum of Natural History, California.

Pattee OH, Bloom PH, Scott JM, Smith MR (1990) Lead hazards within the range of the California Condor. Condor 92: 931-937

Ralls K, Ballou JD (2004) Genetic status and management of California Condors. Condor 106: 215-228

Ridgely RS, Greenfield PJ (2001) The Birds of Ecuador: Status, Distribution, and Taxonomy. Cornell University Press, Ithaca, New York

Sarno RJ, Franklin WL, Prexl WS (2000) Activity and population characteristics of Andean Condors in southern Chile. Revista Chilena de Historia Natural 73: 3-8

Schaeffer CE (1951) Was the California Condor known to the Blackfoot Indians? Journal of the Washington Academy of Sciences 41: 181-191

Sibley C, Alquist J (1990) Phylogeny and classification of birds of the world. Yale University Press, New Haven

Sick H (1993) Birds in Brazil. Princeton University Press, New Jersey

Sick H (1984) Ornitologia Brasileira - Uma Introdução. Editora Universidade de Brasília

Snyder NFR, Johnson EV (1985) Photographic censusing of the 1982-1983 California Condor population. Condor 87: 1-13

Snyder NFR, Ramey RR, Sibley FC (1986) Nest-site biology of the California Condor. Condor 88: 228-241

Snyder NFR, Rea AM (1998) California Condor. Pp. 32-36 in The Raptors of Arizona (Glinski RL, editor). University of Arizona Press, Tucson

Snyder NFR, Snyder H (2000) The California Condor. Academic Press, San Diego

Steadman DW, Miller NG (1986) California Condor associated with spruce-jack pine woodland in the late Pleistocene of New York. Quaternary Research 28: 415-426

Taylor AS (1859a) The eggs and young of the California Condor. Hutching's California Magazine 3: 537-540

Taylor AS (1859b) The great condor of California. Hutching's California Magazine 3: 540-543; 4: 17-22, 61-64

Tonny E, Noriega JI (1998) Los cóndores (Ciconiiformes, Vulturidae) de la region pampeana de la Argentina durante el Cenozoico tardio: distribucion, interacciones y extinciones. Ameghiniana 35: 141-150

Wallace MP, Temple SA (1987a) Competitive interactions within and between species in a guild of avian scavengers. Auk 104: 290-295

Wallace MP, Temple SA (1987b) Releasing captive-reared Andean Condors to the wild. Journal of Wildlife Management 51: 541-550

Wallace MP, Temple SA (1988) Impacts of the 1982-1983 El Niño on population dynamics of Andean Condors in Peru. Biotropica 20: 144-150

Haemig PD 2008 Ecologia dos Condores. ECOLOGIA.INFO #25

Fonte: www.ecologia.info

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal