Dada a importância do assunto, a sua atualidade e, sobretudo, o seu conteúdo solidário, a Diretoria de Saúde aborda, neste número do Infosau, o tema DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA, acreditando poder levar aos interessados na matéria algum conhecimento sobre o mesmo, de maneira clara e objetiva.
A doação de medula óssea é freqüentemente citada na mídia, tendo sido, inclusive, abordada em novela televisiva, fato este que permitiu enorme divulgação da importância daquele ato como um dos tratamentos preconizados para as leucemias. Se você, leitor, que goza de boa saúde e tem a alegia e a felicidade de viver plenamente seu dia-a-dia, poderia, quem sabe?, dividir um pouco dessa ventura com quem dela não desfruta.
A decisão de doar é um ato solitário e o desdobramento dessa decisão poderá se refletir em inúmeras pessoas que continuarão vivendo, produzindo, constituindo família, e que deixarão aos descendentes o sentido verdadeiro da palavra humanidade.
A medula óssea é o tecido situado no interior dos ossos, onde são formados:
Os glóbulos vermelhos (hemácias)
Os glóbulos brancos (neutrófilos
Eosinófilos, basófilos, monócitos e linfócitos); e
As plaquetas.
| Hemácias |
Levam o oxigênio
para todo o corpo por intermédio da hemoglobina. |
| Neutrólilos |
Agem na defesa
do organismo, combatendo infecções. |
| Linfócitos |
Atuam na defesa
do organismo. |
| Monócitos |
Atuam igualmente
aos neutrófilos. |
| Eosinófilos |
Desempenham importante
papel na resposta alérgica. |
| Basófilos |
Funções semelhantes
aos eosinófilos. |
| Plaquetas |
Atuam na coagulação
do sangue. |

Células tronco são as células localizadas na medula óssea e que originam todas as outras células sangüíneas. Estão localizadas em pequenas quantidades no sangue circulante e em maior concentração no sangue do cordão umbilical, podendo ser usadas como as fontes de célula para transplantes.
É uma doença caracterizada pelo acúmulo de células que não completaram sua maturação na medula óssea, decorrente de uma produção excessiva de glóbulos brancos doentes. Essas células brancas leucêmicas não funcionam corretamente, ou seja, não podem combater as infecções.
Sim. Existem leucemias agudas e crônicas:
O grupo das leucemias agudas é dividido em mieloblástica e linfocítica, de evolução muito rápida, sendo o tipo linfocítica a doença maligna mais comum nas crianças (cerca de 25% de todos os cânceres na infância). A leucemia mieloblástica aguda ocorre mais por volta dos 65 anos de idade e tem um prognóstico pior que a leucemia mieloblástica crônica
O grupo das leucemias crônicas é dividido em mielóide e linfocítica, sendo a leucemia linfocítica crônica a mais comum das leucemias, com ocorrência maior nos pacientes acima de 60 anos de idade. Na leucemia mielóide há uma substituição gradativa das células da medula óssea por células mielóides maduras, o que pode evoluir com anemia severa; e
Existem outros tipos de leucemias com menor incidência na população: leucemia pró-linfocítica, leucemia linfocítica crônica de células T e leucemia de células cabeludas.
Inicialmente, em visita ao médico, pela história clínica, exames físico e laboratorial.
Em geral há queixa de fraqueza com duração de 1 a 3 meses, pequena perda de peso, febre, dor óssea e abdominal, falta de ar, sangramento e formação de hematomas, dor de cabeça, náuseas, vômitos, visão dupla e desorientação quando há comprometimento do sistema nervoso central (SNC). No exame físico há sinais de sangramento como os hematomas e as petéquias, além de palidez ( por anemia e sangramento); aumento do fígado, do baço e dos gânglios linfáticos (ínguas) são mais comuns na leucemia crônica. No exame laboratorial observa-se redução das plaquetas e dos glóbulos vermelhos; os glóbulos brancos podem variar muito em quantidade. O diagnóstico é confirmado pelo mielograma, exame específico para a doença.
Com o objetivo de destruir as células leucêmicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais, utiliza-se inicialmente a poliquimio-terapia.
Em alguns casos só o transplante de medula óssea é capaz de, complementando o tratamento quimioterápico, possibilitar a cura do paciente.
É um dos tratamentos utilizados nas enfermidades malignas que afetam as células sangüíneas, sendo de vital importância em doenças do sangue tais como a Anemia Aplástica Grave, Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda, Mieloma Múltiplo, Linfomas entre outras.
Consiste na substituição da medula óssea doente, por células normais de medula óssea sadia, visando a reconstituição de uma nova medula.
Quanto ao doador:
Autogênico (quando o doador e o receptor são a mesma pessoa, ou seja, as células tronco do paciente são coletadas e conservadas e, posteriormente às altas doses de radio/quimioterapia, são reinfundidas na corrente sangüínea)
Alogênico (quando o doador e o receptor são pessoas diferentes); e
Singênico (quando o doador é irmão gêmeo univitelino do receptor).
Quanto à fonte doadora das células:
Medula óssea; e
Sangue periférico.
Quanto à compatibilidade:
Compatível; e
Semi-compatível.
Antes da doação, o doador faz um exame clínico a fim de verificar seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita por intermédio de uma pequena cirurgia, de aproximadamente 90 minutos de duração, na qual são realizadas múltiplas punções com agulhas nos ossos posteriores da bacia para aspiração da medula. O volume retirado não causa nenhum transtorno à saúde do doador.
Como se fosse uma transfusão de sangue. As células da medula óssea doada vão, por meio da circulação sangüínea, se alojar na medula óssea do enfermo, onde irão se desenvolver.

Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir as células sangüíneas , o paciente permanece internado, em isolamento, a fim de evitar processos infecciosos e hemorrágicos.
Além do isolamento temporário, deverá ter cuidados com a dieta, a limpeza e os esforços físicos, necessitando ser mantido internado por 2 a 3 semanas e, após a recuperação da medula, o paciente continuará a receber tratamento ambulatorial pelo tempo definido pelo médico.
Depende de vários fatores entre os quais o estágio da doença e as condições clínicas do paciente. Os principais riscos relacionam-se às infecçõese às drogas quimioterápicas utilizadas no tratamento. A rejeição é rara.
São raros e relacionados a um procedimento cirúrgico que necessita de anestesia. Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada.
Ter idade entre 18 e 55 anos
Estar em boas condições de saúde
Procurar local autorizado para cadastramento de doadores de medula óssea ou pelo Disque Saúde 0800 61 1997
Colher sangue para tipagem HLA, que será cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea
Quando aparecer um paciente com a medula compatível com a do doador, este será chamado e novos testes sangüíneos serão necessários para a confirmação da compatibilidade
Se a compatibilidade for confirmada, o doador será consultado para decidir sobre a doação
O estado de saúde atual do doador será reavaliado; e
A doação, como descrita acima, será feita com anestesia, permanecendo o doador, por cautela, em observação pós-anestésico, por algumas horas, não sendo necessária a sua internação.
Fonte: dsau.dgp.eb.mil.br

É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'.
Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas.
As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado.
Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.
Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.
É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.
Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave, Mielodisplasias e em
alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide
Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante
também pode ser indicado.
Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta
de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar
de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para 'substituir'
a medula improdutiva por uma sadia.
Leucemia: É um tipo de câncer que compromete os glóbulos
brancos (leucócitos), afetando sua função e velocidade de crescimento. Nesses
casos, o transplante é complementar aos tratamentos convencionais.

Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.
Depois de se submeter a um tratamento que ataca as células doentes e destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de duas a três semanas, o paciente necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre muito comuns. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário em alguns casos o comparecimento diário ao Hospital-dia.
A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento.
Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova 'memória' e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é rara.
Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento que necessita de anestesia, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 15%). Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada verifica as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.
Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6, que devem ser iguais entre doador e receptor. A análise de compatibilidade é realizada por meio de testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 25%.
Quando não há um doador aparentado (geralmente um irmão ou parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é fazer uma busca nos registros de doadores voluntários, tanto no REDOME (o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) como nos do exterior. No Brasil a mistura de raças dificulta a localização de doadores compatíveis. Mas hoje já existem mais de 12 milhões de doadores em todo o mundo. No Brasil, o REDOME tem mais de 1 milhão e 400 mil doadores.
Para reunir as informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de pessoas que se voluntariam a doar medula para pacientes que precisam do transplante foi criado o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Um sistema informatizado cruza as informações genéticas dos doadores voluntários cadastrados no REDOME com as dos pacientes que precisam do transplante. Quando é verificada compatibilidade, a pessoa é convocada para realizar a doação.
O número de doadores voluntários tem aumentado expressivamente nos últimos anos. Em 2000, existiam apenas 12 mil inscritos. Naquele ano, dos transplantes de medula realizados, apenas 10% dos doadores eram brasileiros localizados no Redome. Agora há 1,6 milhão de doadores inscritos e o percentual subiu para 70%. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, ficando atrás apenas dos registros dos Estados Unidos (5 milhões de doadores) e da Alemanha (3 milhões de doadores). A evolução no número de doadores deveu-se aos investimentos e campanhas de sensibilização da população, promovidas pelo Ministério da Saúde e órgãos vinculados, como o INCA. Essas campanhas mobilizaram hemocentros, laboratórios, ONGs, instituições públicas e privadas e a sociedade em geral. Desde a criação do REDOME, em 2000, o SUS já investiu R$ 673 milhões na identificação de doadores para transplante de medula óssea. Os gastos crescerem 4.308,51% de 2001 a 2009.
São 61 centros para transplantes de medula óssea e 17 para transplantes com doadores não-aparentados: Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco, Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), INCA, Hospital das Clínicas Porto Alegre, Casa de Saúde Santa Marcelina, Boldrini, GRAAC, Escola Paulista de Medicina - Hospital São Paulo, Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), Hospital AC Camargo, Fundação E. J. Zerbini, Hospital de Clínicas da UNICAMP, Hospital Amaral Carvalho, Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Sírio Libanês.
A média é de dois transplantes com doadores não-aparentados. Mensalmente são realizados sete transplantes do tipo autólogo (de uma pessoa para si mesma) e com doador aparentado.
Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (5 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.
Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes.
Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor.
A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL! Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar.
Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação. Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro.
Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte. A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo. É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato.

1. Você precisa ter entre 18 e
55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa
ou incapacitante).
2. Onde e quando doar
É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos Hemocentros nos estados.
3. Como é feita a doação
Será retirada por sua veia uma pequena quantidade
de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.
Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é
um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que
podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.
Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante
de medula óssea constantemente. Se você for compatível com
algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que
deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.
A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural
ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três
dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado,
que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples.
Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.
Fonte: www.inca.gov.br