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Artérias Coronárias

 

As artérias coronárias constituem-se nos primeiros ramos emergentes da aorta, logo acima do plano valvar aórtico, e seu início pode ser observado nos dois óstios das artérias coronárias, situados nos seios aórticos ou seios de Valsalva direito e esquerdo.

A existência de apenas um óstio ou mesmo mais de dois pode ocorrer, embora raramente, havendo relato na literatura de até cinco óstios independentes.

Existe uma grande variação na denominação dos ramos coronários principais, bem como de seus sub­ramos; isto depende da preferência de cada centro ou de cada serviço, embora a Nômina Anatômica proponha a padronização.

Outro aspecto que merece aqui ser comentado diz respeito aos territórios de irrigação pelas artérias coronárias que, embora apresentem inúmeras variações, têm uma disposição mais freqüente.

Em linhas gerais, a coronária direita se encarrega da irrigação do átrio e ventrículo direitos, da porção posterior do septo interventricular, dos nós sinusal e atrioventricular e, ainda, de parte da parede posterior do ventrículo esquerdo.

A coronária esquerda é responsável pela irrigação da parede ântero-]ateral do ventrículo esquerdo, átrio esquerdo e da porção anterior e mais significativa do septo interventricular.

Como a irrigação dos ventrículos é muito mais preponderante do que a dos átrios, quase sempre a descrição se refere aos ramos ventriculares.

Artérias Coronárias

Artéria Coronária Direita

A coronária direita se origina na aorta a partir do óstio coronário direito, segue um curto trajeto até se posicionar no sulco atrioventricular direito, passando a percorrê-lo.

Os primeiros ramos com direção ventricular dirigem-se à parede anterior do ventrículo direito, na região do cone ou infundíbulo, e são denominados ramos conais ou infundibulares.

Entretanto, muitas vezes, observa-se a presença da artéria do cone que sai diretamente da aorta. Seguindo o seu trajeto, a coronária direita contorna o anel tricúspide, situando-se anteriormente ao mesmo, até atingir a margem direita ou aguda do coração.

Neste trajeto originam-se vários ramos, responsáveis pela irrigação da parede anterior do ventrículo direito, até a sua margem, sendo conhecidos como ramos marginais da coronária direita.

Após ultrapassar a margem, a coronária direita se dirige em direção ao sulco interventricular posterior e à crux cordis.

Entre a margem e este ponto podem se originar pequenos ramos posteriores do ventrículo direito até a ocupação pela coronária direita do sulco interventricular posterior, com o ramo interventricular posterior ou descendente posterior.

A continuação da coronária direita em direção à parede posterior do ventrículo esquerdo, bem como a própria presença do ramo interventricular posterior, depende do conceito da dominância, que será discutido mais adiante.

A coronária direita dá origem, em cerca de 58% dos casos, à artéria do nó sinusal, que se dirige para cima e medialmente, circundando o óstio da veia cava superior, irrigando neste trajeto o átrio direito e principalmente o nó sinusal.

Além da artéria do nó sinusal, a coronária direita emite para os átrios alguns ramos de pequeno calibre.

Artéria Coronária Esquerda

A coronária esquerda se origina do óstio coroná­rio esquerdo, no seio de Valsalva esquerdo, percorrendo um trajeto posterior ao tronco pulmonar.

A coronária esquerda tem uma extensão que varia de milímetros a poucos centímetros; este pequeno seg­mento, muito calibroso (cerca de 4mm), é denomi­nado tronco da coronária esquerda e apresenta dire­ção anterior, bifurcando-se para originar as artérias interventricular anterior ou descendente anterior e circunflexa.

Em vários casos, que segundo alguns autores pode chegar a 39%, ocorre uma trifurcação originando-se na bissetriz do ângulo formando pela artéria descendente anterior e artéria circunflexa, um ramo chamado diagonalis, que cruza obliquamente a parede ventricular.

A artéria descendente anterior tem direção ante­rior, ocupa o sulco interventricular anterior e se dirige à ponta do ventrículo esquerdo, podendo em alguns casos até mesmo ultrapassá-Ia e prosseguir por poucos centímetros em direção ao sulco interventricular posterior, apresentando comprimento médio de 10-13cm e cerca de 3,6mm de diâmetro.

Há duas categorias de ramos que se originam a partir da artéria descendente anterior: os ramos septais e os diagonais. Os septais se dirigem ao septo interventricular e se originam a partir da parede posterior da artéria descendente anterior; são intramiocárdicos, ocorrem em número variado, do início da artéria descendente anterior à ponta do ventrículo esquerdo.

Os ramos diagonais se originam lateralmente à pa­rede esquerda da artéria descendente anterior, têm sentido oblíquo, se dirigem à parede late"ral alta do ventrículo esquerdo e são também conhecidos' como ramos anteriores do ventrículo esquerdo.

A artéria descendente anterior, ainda que geral­mente seja uma estrutura epicárdica, pode converter­se em intramiocárdica em alguns trechos do seu trajeto para depois emergir à sua posição epicárdica habitual. Estes segmentos de músculo sobre a artéria são denominados ponte miocárdica.

A artéria circunflexa posiciona-se no sulco atrio­ventricular esquerdo e o percorre, desde o seu início, a partir do tronco da coronária esquerda, apresentan­do entre 6 e 8cm de comprimento.

Em cerca de 30% dos casos, a artéria do nó sinusal origina-se da artéria circunflexa em lugar da coronária direita, podendo ocasionalmente, cerca de 10% dos casos, originar-se diretamente do tronco da coronária esquerda. Em seu trajeto, ao longo do sulco atrioventricular, a artéria circunflexa emite inúmeros ramos para a parede lateral do ventrículo esquerdo.

Eles são co­nhecidos como marginais, quanto mais proximais, e ventriculares posteriores, quanto mais distais e pró­ximos ao sulco interventricular posterior. Em uma porcentagem reduzida de casos, a artéria circunflexa pode ocupar o sulco interventricular posterior, caracterizando uma dominância do tipo esquerdo. Neste caso, este ramo recebe o nome de interventricular posterior da coronária esquerda.

Padrões de Dominância Coronária

A distribuição da circulação coronariana pode variar de coração para coração. Para padronizar esta distribuição utiliza-se o conceito da dominância, que determina qual a artéria dominante em relação ao sulco interventricular posterior e região da crux cordis.

Quando a irrigação destas regiões é feita pela coronária direita - que, além do ramo interventricular posterior (ou descendente posterior) pode emitir um ou mais ramos para a parede posterior do ventrículo esquerdo, considera-se que a dominância é direita, o que ocorre em aproximadamente 70% dos casos.

Nos casos em que o sulco interventricular posterior é irrigado pela coronária esquerda, considera-se que o padrão dominante é do tipo esquerdo, o que ocorre em cerca de 16% dos casos.

Há, também, o padrão balanceado (cerca de 14% dos casos), onde a coronária direita e a coronária esquerda atingem a crux cordis, sendo a coronária direita responsável pela irrigação da porção posterior do septo, e a coronária esquerda por toda a parede posterior do ventrículo esquerdo.

Fonte: www.manuaisdecardiologia.med.br

Artérias Coronárias

Anatomia e Fisiologia das Artérias e Veias Coronárias

Ao contrário do que se pode imaginar, o coração não se nutre de todo o sangue que por ele passa até ser bombeado para as partes e tecidos do corpo. Ele possui duas artérias chave para sua irrigação, as artérias coronárias, que se iniciam na base da artéria aorta e se disseminam pelo coração. Visto que a maior parte dos casos de infarto agudo do miocárdio são por causa de obstruções nessas artérias, esse trabalho tem o intuito de mostrar a fisiologia e a anatomia dessas, para o melhor entendimento de onde podem ocorrer tais obstruções, por onde é feita a irrigação do coração e quais os ramos principais que saem das artérias coronárias.

Depois que todo o sangue é bombeado pelo ventrículo esquerdo para a artéria aorta, há um refluxo que não entra novamente para o coração porque assim que o sangue é ejetado, há o fechamento das válvulas aórticas, encaminhando, então, o sangue do refluxo para as artérias coronárias.

O retorno venoso do coração é feito por três sistemas: Veias de Tebésio, Sistema venoso intermediário (Veias Cardíacas anteriores) e o Seio Coronário e suas Tributárias.

Artéria Coronária Esquerda

A Artéria Coronária Esquerda surge de um óstio único localizado no centro da metade superior do seio coronário esquerdo da aorta, que nesse caso causa uma saliência entre a artéria pulmonar principal e o corpo do átrio esquerdo. Não existe nenhum ramo da artéria coronária esquerda principal proximal à sua divisão em ramos descendente anterior e circunflexo. Este grande vaso situa-se livremente na gordura epicárdica. Durante o enchimento sistólico das artérias coronárias, curva-se com facilidade em virtude de não estar ligado inferiormente ao miocárdio por ramos semelhantes aos da artéria descendente anterior.

A divisão da artéria coronária esquerda é geralmente considerada uma bifurcação, mas é muito mais comum existir neste ponto três ou mais divisões igualmente grandes. A artéria descendente anterior esquerda se forma pelo grande ramo que desce no sulco interventricular anterior. O ramo que penetra no sulco átrio ventricular esquerdo constitui a artéria circunflexa esquerda. Os ramos intermediários da artéria coronária principal esquerda distribuem-se diagonalmente sobre a parede livre do ventrículo esquerdo que costumam ser proporcionalmente espaçados entre as artérias descendentes anterior e circunflexa. Os ramos, em número de um a três, que passam entre o sulco interventricular anterior e o marco obtuso em direção ao ápice do coração, são denominados ramos ventriculares diagonais esquerdos.

Artéria descendente anterior esquerda

Em vista frontal, a artéria descendente anterior esquerda assemelha-se como uma continuidade direta da artéria coronária principal esquerda, formando as duas uma curva reversa em S ¹, com a volta inicial situada ao redor da base da artéria pulmonar, no sulco interventricular anterior; e a segunda volta, ao redor do ápice cardíaco, para cima e para o interior do sulco interventricular posterior.

A artéria descendente anterior emite ramos grandes em duas direções: os que passam sobre a parede livre do ventrículo esquerdo e os que penetram e fazem uma curva posterior no interior do sépto interventricular ². Na parede adjacente do ventrículo direito, um número menor de ramos distribuí-se, embora um único vaso grande possa surgir, em vários casos da artéria descendente anterior, para cruzar diagonalmente sobre a parede anterior do ventrículo direito. Em nível de válvulas pulmonares, uma pequena artéria curva-se em torno do cone pulmonar para encontrar um ramo semelhante do lado direito. Juntas formam um importante marco anatômico, descrito pela primeira vez por Vieussens.

A partir do tronco de origem, ramos da artéria descendente anterior esquerda surgem num ângulo agudo, distribuindo-se para a parede livre do ventrículo esquerdo ou para o septo interventricular. Em número de três a cinco em diferentes corações, os ramos septais da artéria descendente anterior fixam-se ao epicárdio e limitam sua variação de amplitude durante o enchimento sistólico. Também em número de três a cinco, os ramos para a parede livre do ventrículo esquerdo, geralmente seguem um trajeto paralelo aos ramos diagonais da artéria coronária principal esquerda. Raras vezes a artéria descendente anterior termina na superfície anterior do ápice, o que se pode observar mais comumente é que esta artéria se curva quase sempre ao redor do sulco interventricular posterior, distribuindo ramos para as superfícies posteriores do ápice dos ventrículos esquerdo e direito. Ao chegar ao seu término, encontra-se com ramos distais da artéria descendente posterior.

Artéria circunflexa esquerda

Surge tipicamente num ângulo exato de 90° ou mais, seguindo, em certas ocasiões, um trajeto numa direção quase oposta a da artéria coronária principal esquerda ¹. A aurícula esquerda se sobrepõe na porção proximal da artéria circunflexa esquerda e na maior parte da área de “bifurcação” da artéria coronária principal esquerda. A partir de sua origem, próximo à aorta e a artéria pulmonar, a artéria circunflexa esquerda sobe no sulco coronário esquerdo ¹. Esta artéria emerge sob a margem lateral da aurícula, proximalmente ao margo obtuso, para em seguida ser recoberta por gordura epicárdica. Costuma virar-se para baixo no ventrículo esquerdo, no margo obtuso, em direção ao ápice do coração.

“Fornece sempre grandes ramos para a superfície posterior (diafragmática) do ventrículo esquerdo durante seu trajeto ao longo do margo obtuso, incluindo um ou mais ramos bastante grandes que continuam no sulco átrio-ventricular em direção ao sulco interventricular posterior onde se encontram com ramos terminais da artéria coronária direita” (J. Willis Hurst, p.36).

A maior parte do átrio esquerdo e da parede lateral e da parte da parede posterior do ventrículo esquerdo são supridos pelos ramos da artéria circunflexa esquerda. O nódulo sinusal e a artéria circunflexa atrial esquerda são supridas pelos dois ramos atriais principais. A artéria circunflexa atrial esquerda, que em certas ocasiões costuma terminar sobre a parede posterior do átrio esquerdo, cruza por trás, sobre o sulco átrio-ventricular, para suprir a porção superior do ventrículo esquerdo superior. Ramos ventriculares desta artéria surgem em ângulos agudos a partir do vaso de origem, e dirigem-se para o margo obtuso iniciando-se do sulco átrio-ventricular, e são aproximadamente paralelos aos ramos diagonais da artéria coronária principal esquerda e a ramos semelhantes que surgem da artéria descendente anterior esquerda.

Artéria Coronária Direita

Dois óstios existem no seio coronário direito, que normalmente, fazem saliências a partir da aorta, numa direção entre a base da artéria pulmonar e o corpo do átrio direito. Estes óstios dão origem à artéria do cone que forma a metade direita do anel de Vieussens ao nível das válvulas pulmonares. Se a artéria do cone não surgir diretamente da aorta, ela será o primeiro ramo da artéria coronária principal direita. Devido a sua localização estratégica, a artéria cone é tida como uma importante via alternativa da circulação colateral.

A artéria coronária direita situa-se mais profundamente na gordura do sulco átrio-ventricular direito que a artéria circunflexa esquerda, devido ao mesmo trajeto da aorta para o interior do mesmo sulco. Na maioria dos casos a artéria coronária direita continua o seu trajeto pelo interior do sulco átrio-ventricular posterior direito, para cruzar a cruz do coração e se dividir terminalmente em duas direções; dois ou mais ramos descem no interior do sulco interventricular posterior ou próximo a ele em direção ao ápice do coração, enquanto outro ramo grande continua no sulco átrio-ventricular esquerdo, a meio caminho do margo obtuso, com seus ramos descendentes suprindo quase a metade da superfície diafragmática do ventrículo esquerdo (os ramos terminais da artéria circunflexa esquerda costumam suprir a outra metade).

Perpendicularmente ao vaso de origem, surgem quase todos os ramos ventriculares direitos da artéria coronária direita, enquanto os do sulco átrio-ventricular direito para a parede anterior do ventrículo direito possuem uma saída em espiral quando emergem de sua posição profunda na gordura. Os ramos ventriculares anteriores direitos são em número de três ou quatro, sendo dominante aquele que segue um trajeto ao longo do margo obtuso. Estes ramos são aproximadamente paralelos à margem aguda do coração, e dirigem-se para o ápice e o sulco interventricular anterior.

Veias Coronárias

São existentes três sistemas venosos no coração humano. O menor consiste nas veias de Tebésio, não são grandes e nem responsáveis por um grande volume de drenagem venosa. Primariamente ocorre no átrio e ventrículo direitos, podem ser encontradas no lado esquerdo do coração em certas ocasiões. São mais numerosas próximo aos septos do que nas paredes livres, em ambos os lados do coração. O maior e mais importante sistema venoso é o intermediário, fornecendo a maior parte da drenagem venosa do ventrículo direito. As veias cardíacas anteriores se formam sobre a parede anterior do ventrículo direito em dois ou três troncos, que drenam na direção do sulco átrio-ventricular direito, o qual cruzam superficialmente ou profundamente à artéria coronária principal direita para que possam desembocar diretamente no átrio direito. Existe uma veia coletora subintimal, em alguns corações, na base do átrio direito para qual drenam as veias cardíacas anteriores.

A drenagem venosa do ventrículo esquerdo ocorre primariamente através do seio coronário e suas tributárias, os quais formam juntos o terceiro maior sistema de veias coronárias ². É útil pensar neste sistema como tendo origem com a veia interventricular anterior; pois ela segue um trajeto paralelo à artéria descendente anterior esquerda na maior parte do sulco interventricular anterior (no entanto, o fluxo sanguíneo ocorre em direções opostas nos dois vasos). A veia interventricular anterior diverge para o sulco atrioventricular, próximo à origem da artéria descendente anterior. No ponto atrioventricular, torna-se conhecida como a grande veia cardíaca, que no ventrículo esquerdo recebe veias tributárias menores. Por volta de meio caminho do trajeto, no interior do sulco atrioventricular esquerdo, esta veia recebe a entrada em curva de uma pequena, entretanto muito importante veia atrial esquerda, conhecida como veia oblíqua de Marshall. Uma valva incompetente é formada numa localização oposta à entrada desta veia, em uma dobra livre de endotélio. Esta valva e o ponto de entrada as veia oblíqua de Marshall marcam a divisão anatômica entre a grande veia cardíaca e o seio coronário, que em seguida se estende de seu ponto de entrada para o interior do átrio direito ¹.

Entra a partir das superfícies lateral e posterior do ventrículo esquerdo, próximo à junção da grande veia cardíaca e do seio coronário, uma grande veia tributária (ou mais de uma). Ao longo do margo obtuso existe uma grande veia denominada veia marginal esquerda. Entre esta margem e o sulco interventricular posterior temos uma veia semelhante chamada de veia ventricular posterior esquerda. Pode-se observar que em vários casos estas veia são inexistentes ou substituídas por um certo numero de veias tributárias menores.

“A ultima tributária importante do seio coronário é a veia interventricular posterior, que se une a ele numa posição proximal ao óstio atrial direito do seio coronário, drenando algumas vezes sozinha no átrio direito diretamente adjacente ao óstio do seio coronário” (J. Willis Hurst, p.39).

A valva de Tebésio é uma dobra semilunar incompetente de endotélio que protege a entrada do seio coronário no átrio direito. Algumas veias de Tebésio ou lacunas venosas drenam esta região do septo interatrial diretamente no átrio direito, estando seu óstios próximos ao óstio do seio coronário. Medindo quase sempre entre um ou dois mm de diâmetro nos corações normais, as anastomoses entre as veias cardíacas anteriores e as tributárias do seio coronário, pode-se concluir que elas são numerosas e especialmente grandes. Entre cada uma das numerosas grandes veias sobre as paredes livres dos ventrículos direito e esquerdo, pode-se observar que existem anastomoses semelhantes. Ainda que o fluxo venoso do miocárdio do ventrículo direito ocorra, em geral, através das veias cardíacas anteriores, e o do miocárdio do ventrículo esquerdo, através do seio coronário.

Anastomoses Arteriais

Todos os três troncos coronários principais estão ligados por anastomoses epicárdicas sobre o ventrículo esquerdo. As anastomoses epicárdicas que se situam sobre as superfícies de ambos os ventrículos parecem ser, umas das mais importantes vias de circulação colateral. As anastomoses coronárias nos corações humanos normais costumam ser retilínea ou ligeiramente curva, independente de seu diâmetro; as de corações com oclusão coronária são extensamente torcidas e possuem uma forma de saca-rolha ².

Circulação Coronariana

Anatomia fisiológica da irrigação coronária

Pode-se observar que as artérias coronárias principais se localizam na superfície do coração e que pequenas artérias penetram dentro da massa muscular cardíaca.

A artéria coronária esquerda irriga principalmente a parte anterior do ventrículo esquerdo, enquanto a artéria coronária direita irriga a maior parte do ventrículo direito, assim como a parte posterior do ventrículo esquerdo em 80 a 90% das pessoas ². Em 50% de todos os seres humanos o fluxo de sangue através da artéria coronária direita é maior que através da esquerda; porém, em 30% dos casos elas são quase iguais, e em apenas 20% a artéria esquerda predomina.

Através do seio coronário sai a maior parte do sangue venoso proveniente do ventrículo esquerdo – o que representa por volta de 75% do fluxo sangüíneo coronário total. Portanto, a maior parte do sangue venoso proveniente do ventrículo direito flui através das pequenas veias cardíacas anteriores. Estas veias drenam diretamente para dentro do átrio direito, pois não estão conectadas com o seio coronário. Através das veias de Tebésio, uma pequena quantidade de sangue coronariano flui de volta para dentro do coração; estas veias drenam diretamente para dentro de todas as câmaras do coração.

Fluxo sangüíneo coronário normal

O fluxo sangüíneo coronário em repouso alcança uma média aproximadamente de 225ml por minuto, que corresponde a cerca de 0,7 a 0,8 ml por grama de músculo cardíaco, ou de 4 a 5% do débito cardíaco total.

O coração aumenta em até quatro a seis vezes seu débito cardíaco, e bombeia esse sangue contra uma pressão arterial mais alta que o normal, enquanto se mantém em exercício extenuante. Para fornecer os nutrientes extras que o coração necessita é aumentado de quatro a cinco vezes o fluxo sangüíneo coronariano.

Obviamente, esse aumento não é tão significativo como o aumento da carga de trabalho, o que significa que a relação entre o fluxo sangüíneo coronariano e o dispêndio (gasto) energético por parte do coração diminui ³.

Controle do Fluxo Sangüíneo Coronariano

A circulação sangüínea do sistema coronariano é, quase inteiramente regulada, pelas necessidades locais do músculo cardíaco. O funcionamento desse mecanismo é igual bem quando a inervação para o coração está intacta ou removida. Sempre que a contração cardíaca, por qualquer causa, for aumentada, o vigor do fluxo coronariano acompanhará este aumento e vice-versa. Essa regulação local do fluxo sangüíneo ocorre também em muitos outros tecidos, especialmente na musculatura esquelética do corpo.

O fluxo sangüíneo nas coronárias é regulado quase exatamente em proporção com as necessidades da musculatura cardíaca para oxigênio. Mesmo no estado normal de repouso, 65 a 70% do oxigênio presente no sangue arterial são removidos quando o sangue passa através do coração; e, levando-se em conta que não sobra muito oxigênio, pouco oxigênio adicional poderá ser removido do sangue, a menos que o fluxo sangüíneo aumente ³. Felizmente, o consumo metabólico de oxigênio no coração segue, quase diretamente, o aumento do fluxo sangüíneo.

“ O coração de uma pessoa em repouso extrai a maior parte do oxigênio presente no sangue coronariano quando este flui através do músculo cardíaco e muito pouco da demanda de oxigênio do coração poderá ser satisfeita por extração adicional do oxigênio a partir do sangue coronariano. Portanto, a única maneira significativa pela qual o coração pode ser irrigado com quantidades adicionais de oxigênio é através de um aumento no fluxo sangüíneo. Consequentemente, é essencial que o fluxo sangüíneo coronariano aumente sempre que o músculo cardíaco necessite de oxigênio adicional. Quando o fluxo sangüíneo coronariano não aumenta de maneira apropriada, a força do músculo diminui rápida e drasticamente, quase sempre causando insuficiência cardíaca aguda. Além disso, essa isquemia relativa do músculo pode causar dor intensa, denominada dor anginóide.” (Guyton, Arthur C., p.259)

Controle Nervoso do Fluxo Sangüíneo Coronariano

O fluxo sangüíneo coronariano pode ser afetado pela estimulação dos nervos autônomos, que se dirigem ao coração de duas maneiras: direta e indiretamente.

A ação direta de substâncias transmissoras nervosas como acetilcolina e norepinefrina, sobre os vasos coronarianos, é efeito dos resultados diretos. Uma atividade aumentada ou diminuída do coração, determinando alterações no fluxo sangüíneo coronariano, é a parte dos efeitos indiretos.

O papel mais importante no controle normal do fluxo sangüíneo coronariano, é desempenhado pelos efeitos indiretos. Portanto, a estimulação simpática faz aumentar tanto a contratibilidade do coração quanto a freqüência cardíaca, bem como sua taxa metabólica. Por sua vez a maior atividade do coração gera mecanismos reguladores do fluxo sangüíneo local para dilatar os vasos coronarianos, com o fluxo sangüíneo aumentado em proporção aproximada com as necessidades metabólicas do músculo cardíaco ³. Contrastando com a estimulação simpática, a estimulação nervosa parassimpática exerce ligeiro efeito depressivo sobre a contratibilidade cardíaca, uma vez que desacelera o coração.

Fonte: www.wgate.com.br

Artérias Coronárias

Artérias Coronárias

O miocárdio precisa de um aporte de oxigênio em potencial, para isso se faz necessária uma circulação específica. No caso, os vasos coronarianos são os responsáveis pelo suprimento arterial. Para compreensão de exames como a cineangiocoronáriografia, é preciso conhecer a anatomia desses vasos.

As artérias coronárias direita e esquerda, fontes de suprimento arterial do coração, estão imersas no epicárdio. Originam-se da parte ascendente da aorta (seio aórtico).  Os óstios das artérias coronárias se localizam acima das margens aderentes das cúspides das válvulas semilunares da aorta, entretanto, essa descrição deu margem a discussões em que as cúspides das valvas pudessem obstruir os óstios coronários no momento da sístole ventricular. Apesar das especulações, observações em peças anatômicas mostram que os óstios coronários se posicionam normalmente mais altos nos seios aórticos.

Muitos dos ramos das artérias coronárias estão descritos em trabalhos especializados como a descrição feita por Junior et al (1993) e DiDio (2002), e nem sequer constam na Terminologia Anatômica (Editora Manole, 2001).

A artéria coronária direita possui seu óstio de origem no seio aórtico, ou se levarmos em consideração o posicionamento cardíaco no mediastino, essa artéria se origina no seio aórtico anterior. Direciona-se para a direita, emergindo entre o tronco pulmonar e a aurícula direita, percorrendo o sulco coronário. A artéria coronária direita fornece diversos ramos para o átrio. Estudos como o de Hudson (1965 – REB – Cardiovasculares Pathology, Arnold, London), que observou 300 corações humanos e, de Caetano et al (1992), com 100 corações humanos injetados, demonstraram que em 55% e em 58% (respectivamente), dos casos a artéria coronária direita origina a artéria do nó sino atrial. A artéria do nó sino atrial é o primeiro ramo da artéria coronária direita, percorre a parede anterior do átrio direito e, circunda o óstio da veia cava superior, alcançando o nó sinoatrial, formando uma rede perinodal.

Próximo da origem da artéria do nó sino atrial, a artéria coronária direita origina a artéria do cone arterial, um pequeno ramo que se distribui para o cone arterial e por vezes se anastomosa com ramos da artéria coronária esquerda.

À medida que a artéria coronariana percorre o sulco coronário, envia artérias para o átrio direito – artérias atriais direitas. Quando se aproxima da junção das faces inferior e direita do coração, emite a artéria marginal direita, que supre as faces anterior e posterior do ventrículo direito. A partir desse ponto, a artéria coronária direita alcança a face diafragmática do coração e, percorre da direita para a esquerda o sulco coronário, emitindo a artéria interventricular posterior, que ocupa o sulco interventricular posterior.

A artéria interventricular posterior fornece ramos para a face diafragmática de ambos os ventrículos, origina as artérias septais posteriores, que suprem o 1/3 posterior do septo interventricular. Em cerca de 50% dos casos a artéria interventricular posterior se anastomosa com a artéria interventricular anterior (ramo da artéria coronária esquerda), na face diafragmática do coração. Na cruz do coração, a artéria coronária direita origina a artéria do nó atrioventricular, em cerca de 80% dos casos.

A artéria coronária esquerda, maior que a direita, origina-se do seio aórtico esquerdo emergindo entre o tronco pulmonar e a aurícula esquerda, ganhando o sulco coronário e contornado a face pulmonar do coração. Após um curto trajeto de sua origem, a artéria coronária esquerda origina as artérias atriais esquerdas, interventricular anterior e a circunflexa. A artéria interventricular anterior desce pelo sulco de mesmo nome, emitindo ramos para a parede anterior de ambos os ventrículos, atravessa a incisura cardíaca, na maioria dos casos, se anastomosando com a artéria interventricular posterior. Emite os ramos septais anteriores, que suprem os 2/3 anteriores do septo interventricular, anastomosando-se com os ramos septais posteriores da artéria coronária direita. Essa anastomose forma uma rede arterial que supre o feixe atrioventricular e seus ramos direito e esquerdo. A artéria coronária esquerda origina a artéria do nó sino atrial em cerca de 42% dos casos estudados por Caetano et al (1992), sendo que 12% se originam diretamente da artéria coronária esquerda e, 30% da artéria circunflexa.

A artéria circunflexa percorre o sulco coronário na face diafragmática do coração, da esquerda para a direita, terminando próximo ao sulco interventricular posterior. Origina a artéria marginal esquerda e o ramo ventricular esquerdo posterior, que suprem a parede do ventrículo esquerdo. Em 20% dos casos, origina a artéria do nó atrioventricular. O ramo diagonal, com origem entre a artéria interventricular anterior e a artéria circunflexa, com trajeto descendente na face pulmonar cardíaca, está presente em 50% dos casos.

As anastomoses entre as artérias coronarianas são pouco desenvolvidas ao nascimento, com o aumento progressivo da idade as anastomoses se aumentam, envolvendo vasos finos formados na gordura epicárdica. Na oclusão lenta de uma artéria coronariana, a circulação colateral pode manter uma perfusão adequada, prevenindo momentaneamente o infarto do miocárdio, entretanto, se a oclusão ocorrer de maneira súbita, o infarto é inevitável.

Os locais mais comuns de oclusão das artérias coronarianas e seus ramos são: artéria interventricular anterior (40-50%), artéria coronária direita (30-40%), artéria circunflexa (15-20%) (Moore, 2007).

Fonte: web.unifoa.edu.br

Artérias Coronárias

Conjunto de vasos que saem do coração e se ramificam sucessivamente distribuindo-se para todo o organismo. Do coração saem o tronco pulmonar (relaciona-se com a pequena circulação, ou seja leva sangue venoso para os pulmões através de sua ramificação, duas artérias pulmonares uma direita e outra esquerda) e a artéria aorta (carrega sangue arterial para todo o organismo através de suas ramificações).

Estrutura

1- Túnica externa: é composta basicamente por tecido conjuntivo. Nesta túnica encontramos pequenos filetes nervosos e vasculares que são destinados à inervação e a irrigação das artérias. Encontrada nas grandes artérias somente.
2 -Túnica média:
é a camada intermediária composta por fibras musculares lisas e pequena quantidade de tecido conjuntivo elástico. Encontrada na maioria das artérias do organismo.
3 - Túnica íntima
: forra internamente e sem interrupções as artérias, inclusive capilares. São constituídas por células endoteliais.

Ramificações

1- Ramos colaterais: surgem dos troncos principais em ângulo agudo, em ângulo reto ou em ângulo obtuso.
2- Ramos terminais:
são os que irrigam com certa exclusividade um determinado território. São os ramos mais ditais.

Anastomose

Significa ligação entre artérias, veias e nervos os quais estabelecem uma comunicação entre si. A ligação entre duas artérias ocorre em ramos arteriais, nunca em troncos principais. Às vezes duas artérias de pequeno calibre se anastomosampara formar um vaso mais calibrosos. Freqüentemente a ligação se faz por longo percurso, por vasos finos, assegurando uma circulação colateral.

Sistema linfático

É um sistema auxiliar de drenagem formado por vasos e órgãos linfóides que tem como objetivo a circulação de linfa (um líquido aquoso, claro que está contido dentro deste sistema). Este sistema auxilia o sistema venoso pois nem todos as moléculas que estão contidas nas células conseguem passar diretamente para os capilares sangüíneos, elas precisam ser recolhidas por capilares especiais, capilares linfáticos, de onde a linfa segue para os vasos linfáticos e destes para os troncos linfáticos que lançam a linfa em veias de médio e grande calibre. Estes vasos linfáticos são muito encontrados na pele e nas mucosas e apresentam válvulas como as veias que asseguram que o fluxo corra em uma só direção, ou seja para o coração.

No sistema linfático encontramos estruturas denominadas linfonodosque tem como objetivo servir de barreira ou filtro contra a penetração de toxinas na corrente sangüínea, estes linfonodosencontram-se no trajeto dos vasos linfáticos, e são estrutura de defesa do organismo, e para isso produzem glóbulos brancos principalmente os linfócitos. Muitas vezes os linfonodosestão localizados ao longo de um vaso sangüíneo no pescoço, no tórax, no abdômen e na pelve e em um processo inflamatório estes se tornam doloridos e são chamados de íngua.

Baço

O baço é um órgão linfóide apesar de não filtrar linfa. Suas principais funções são as de reserva de sangue, para o caso de uma hemorragia intensa, e de destruição dos glóbulos vermelhos do sangue e preparação de uma nova hemoglobina a partir do ferro liberado da destruição dos glóbulos vermelhos.

Timo

Considerado um órgão linfático por ser composto por um grande número de linfócitos e por sua única função conhecida que é de produzir linfócitos. O timo após a puberdade sofre um processo de involução.

Sistema venoso

É constituído por tubos chamados de veias que tem como função conduzir o sangue dos capilares para o coração. As veias, também como as artérias, pertencem a grande e a pequena circulação. O circuito que termina no átrio esquerdo através das quatro veias pulmonares trazendo sangue arterial dos pulmões chama-se de pequena circulação ou circulação pulmonar.

E o circuito que termina no átrio direito através das veias cavas e do seio coronário retornando com sangue venoso chama-se de grande circulação ou circulação sistêmica.

Em relação à forma: é variável quanto mais cheia mais cilíndrica e quanto mais vazia mais achatada. Fortemente distendidas apresentam a forma nodosa devido à presença de válvulas.

Quanto ao calibre pode ser grande, médio ou pequeno calibre.

Tributárias ou afluentes

Sua formação aumenta conforme está chegando mais perto do coração pela confluência das tributárias. O leito venoso é praticamente o dobro do leito arterial.

Situação: São classificadas em superficiais e profundas e também podem receber a denominação de viscerais e parietais dependendo de onde estão drenando se é na víscera ou em suas paredes.

Válvulas: são pregas membranosas da camada interna da veia que tem forma de bolso

Fonte: ucbweb2.castelobranco.br

Artérias Coronárias

As artérias coronárias são os vasos responsáveis pela chegada de oxigênio e outros nutrientes ao músculo cardíaco (miocárdio). Esse suprimento é contínuo e deve adaptar-se às exigências do coração, variando se o indivíduo está em repouso ou sob estresse físico (exercício) ou emocional.

Artérias Coronárias

As artérias coronárias têm origem na porção inicial da aorta (grande artéria) e são chamadas artéria coronária direita e artéria coronária esquerda (ou tronco da coronária esquerda).

A artéria coronária esquerda, na grande maioria dos casos, é subdividida em dois ramos: a artéria descendente anterior (DA) e artéria circunflexa (CX), que se subdividem em ramos menores.

A artéria coronária direita também se subdivide em ramos, porém de menor magnitude que os ramos da coronária esquerda.

Qual é a função das artéria coronárias? E das veias coronárias?

As artérias levam o sangue oxigenado a todos os pontos do corpo; já as veias retiram o sangue sem oxigênio e os transportam até os pulmões onde serão re-oxigenados e levados novamente para o corpo atraves das artérias, ou seja, é um ciclo.

As artérias coronarianas transportam oxigenio para todo o coração enquanto as veias recebem o gás carbônico que as células produziram como resultado final da resiração celuar.

As artérias são mais elásticas e recebem grande pressão enquanto as veias estão em maior quantidade e servem como reservatório de sangue.

Fonte: www.portal.unimedbh.com.br

Artérias Coronárias

Anatomia e função das artérias coronárias

As artérias coronárias fornecer sangue para o músculo cardíaco. Como todos os outros tecidos do corpo, o músculo do coração necessita rico em oxigénio do sangue para funcionar, e reduzido oxigénio sangue deve ser levado.

As artérias coronárias consiste de duas artérias principais: as artérias coronárias direita e esquerda. Os ramos da artéria coronária esquerda do sistema para a artéria circunflexa ea artéria descendente anterior esquerda.

Quais são as artérias coronárias diferentes?

As duas principais artérias coronárias são os principais esquerdo e direito artérias coronárias. A artéria coronária esquerda (TCE), que se divide em artéria descendente anterior esquerda eo ramo circunflexo, fornece sangue para o ventrículo esquerdo e átrio esquerdo. A artéria coronária direita (RCA), que se divide em direita descendente posterior e aguda artérias marginais, fornece sangue para o ventrículo direito, átrio direito, nó sinoatrial (aglomerado de células na parede do átrio direito que regula a frequência rítmica do coração), e nó atrioventricular.

Artérias adicionais ramificar a principal artéria coronária esquerda para fornecer o lado esquerdo do músculo do coração com o sangue.

Estes incluem o seguinte:

Artéria circunflexa (Cx): Os ramos da artéria circunflexa fora da artéria coronária esquerda e envolve o músculo cardíaco. Esta artéria leva sangue para a lateral e posterior do coração.

Artéria descendente anterior esquerda (LAD): Os descendente anterior ramos da artéria ao largo da artéria coronária esquerda e sangue suprimentos para a frente do lado esquerdo do coração.

Pequenos ramos das artérias coronárias incluem: aguda marginal (AM), descendente posterior (PDA), obtusa marginal (OM), perfurador de septo (SP), e diagonais.

Por que são as artérias coronárias importante?

Desde artérias coronárias levar sangue ao músculo do coração, qualquer distúrbio ou doença da artéria coronária pode ter implicações sérias, reduzindo o fluxo de oxigênio e nutrientes para o coração, o que pode levar a um ataque cardíaco e, possivelmente, morte. A aterosclerose (uma acumulação de placa no revestimento interior de uma artéria fazendo-a estreitar ou tornar-se bloqueado) é a causa mais comum de doença cardíaca.

Fonte: o.canbler.com

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