Os espermatozóides são produzidos no epitélio germinativo dos túbulos seminíferos e armazenados no epidídimo. O epitelio germinativo é composto por dois tipos celulares, as células de Sertoli (sustentação, nutrição e fagocitose) e as células espermatogênicas, que se encontram em vários estágios de maturação

Sequência de eventos pelos quais as células germinativas primitivas se transformam em espermatozóides, tem início na puberdade (quando o organismo começa a secretar altos níveis de testosterona) e vai até a velhice.

Espermatocitogênese: espermatogônias até espermatócitos primários
Meiose: espermatócitos primários até espermátides
Espermiogênese:
fase de Golgi
fase de capuz
fase acrossômica
fase de maturação



Durante a ejaculação os espermatozóides são propelidos ao longo dos vasos deferentes e uretra e são misturados com secreções provenientes das vesículas seminais, próstata e glândulas bulbouretrais.
Até 100 millhões de espermatozóides são depositados na orgão genital feminino, mas apenas algumas centenas atingirão as tubas uterinas, onde podem manter a sua capacidade fertilizante por até 3 dias.
Capacitação: etapa final da maturação do espermatozóide. Consiste de alterações na região do acrossoma preparando-o para penetrar na zona pelúcida, uma camada de glicoproteínas que recobre o ovócito.
Ocorre dentro do aparelho genital feminino e requer contato com secreções do oviduto. Na fertilização in vitro os espermatozóides são artificialmente capacitados.
Fonte: rbp.fmrp.usp.br