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Sistema Reprodutor Masculino

O sistema reprodutor masculino é composto pelos testículos, que são responsáveis pela produção dos espermatozóides e hormônios; ductos denominados canal deferente e ducto ejaculatório que armazenam, conduzem e alimentam os espermatozóides; glândulas que contribuem para a produção do sêmen; o orgão genital masculino e a uretra através da qual o sêmen (líquido que contém os espermatozoídes) é propelido para fora do organismo.

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Falo

Parte do sistema reprodutor masculino responsável pela copula, instrumento no qual os espermatozóides são ejaculados no interior do aparelho reprodutor feminino. Consiste de corpo cilíndrico coberto por pele relativamente frouxa, com a extremidade expandida, formando a glande. A pele continua ao redor da glande, identificada como o prepúcio.O orgão genital masculino é formado por três corpos cilíndricos (dois corpos cavernosos e um esponjoso), cada um dos quais é envolvido por uma bainha de tecido conjuntivo que está coberta de pele. Têm sua origem no tecido conjuntivo ricamente vascularizado chamado tecido erétil, e apresenta diversos cavidades esponjosas que se enchem de sangue durante a estimulação sexual, promovendo o seu enrijecimento e alongamento/ereção.

Os dois corpos cilíndricos dorsais são chamados corpos cavernosos do orgão genital masculino. O corpo ventral é denominado corpo esponjoso do falo e inclui a uretra no seu interior.

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Testículos e Escroto

Os testículos são órgãos responsáveis pela produção de espermatozóides (espermatogênese). Encontra-se localizados numa bolsa coberta de pele denominada de escroto. Cada testículo tem uma forma oval revestido por uma capsula de tecido conjuntivo nomeada túnica albugínea. Invaginações desta túnica formam septos que dividem o testículo em câmaras ou lóbulos. Cada câmara acondiciona uma série de túbulos seminíferos, onde se localiza as células germinativas em vários estágios de desenvolvimento.

Sêmen

O sêmen é uma mistura de espermatozóides dos testículos e fluidos das vesículas seminais, da próstata e das glândulas bulbouretrais. A secreção das vesículas seminais contribui com cerca de 60% do total do sêmen. Este serve como forma de alimentação para os espermatozóides e os estimula para tenham mobilidade.

Cada ejaculação tem volume de 2 a 4 ml e contém ao redor de 300 milhões de espermatozóides. Embora o óvulo seja fertilizado por apenas um espermatozóide, muitos devem estar presentes para que a fertilização ocorra. Existe um limitante quando o número de espermatozóides numa ejaculação é menor do que 5 milhões dificultando ou impedindo a possibilidade de fecundação. O sêmen é ligeiramente alcalino (pH 7,5). Através desse controle do pH pela alcalinidade presente no líquido que protege os espermatozóides do pH ácido do canal da aparelho genital feminino, essa proteção é fruto em grande parte ao líquido produzido pela próstata.

Epidídimo

O epidídimo é formado por um grupo de túbulos seminíferos e se encontra na parte superior do testículo e se ligam ao canal deferente, que e formado por músculos lisos que se contraem durante a ejaculação, conduzindo os espermatozóides pelo ducto deferente. Durante o transporte pelo epidídimo, os espermatozóides continuam com o processo de maturação sem o qual ficariam comprometidos, sem movimento e não férteis quando introduzidos no aparelho reprodutor feminino.

Ducto Deferente

O ducto deferente é formado pela continuação do epidídimo. Onde cada ducto deferente é apresentado por um tubo retilíneo que passa ao longo da face posterior do testículo, medialmente ao epidídimo, e sobe através do escroto junto com vasos e nervos constituindo o cordão espermático que segue em direção ao anel inguinal superficial e prossegue medialmente em direção à próstata.

Vesículas Seminais

As vesículas seminais são formadas por 02 bolsas membranosas que se encontram lateralmente aos ductos deferentes na face posterior inferior da bexiga urinária. O ducto excretor de cada vesícula seminal se unem com o ducto deferente para constituir o ducto ejaculatório. Estes são conduzidos através da próstata e ligam-se na uretra logo abaixo do ponto de saída da bexiga. Contrações dos ductos ejaculatórios impelem os espermatozóides provenientes do ducto deferente e as secreções das vesículas seminais para a uretra. As vesículas seminais produzem um líquido viscoso que colabora na formação do sêmen, de fundamental importância para a vitalidade do espermatozóide.

Próstata

A próstata, com aproximadamente 4 cm de diâmetro, encontra-se próxima da superfície inferior da bexiga urinária e se comunica na parte posterior com o reto.

Produz um líquido leitoso e alcalino, que colabora com a formação do sêmen.

Fonte: www.saudeemmovimento.com

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Aparelho reprodutor masculino

O aparelho reprodutor masculino é o sistema encarregado de perpetuar a espécie através do ato sexual. No ser humano, ele funciona à base de estímulos físicos e nervosos. Assim como o feminino, ele dispõe de uma parte externa e de uma parte interna, como veremos a seguir.

Sistema Reprodutor Masculino
1-Bexiga
2-Osso púbico
3-Pénis
4-Corpo cavernoso
5-Glande
6-Prepúcio
7-Abertura uretral
8-Cólon sigmóide
9-Reto
10-Vesícula seminal
11-Conduto ejaculador
12-Próstata
13-Glândula de Cowper (glândula bulbouretral)
14-Ânus
15-Vaso deferente
16-Epidídimo
17-Testículo
18-Escroto.

Parte externa

O orgão genital masculino é o órgão muscular encarregado de depositar os espermatozóides no interior da orgão genital feminino. Compreende grande parte da uretra. Seu interior é composto por três cilindros de tecido esponjoso, os vasos cavernosos, formados por vasos sangüíneos que, durante o ato sexual, estimulados pelo sistema nervoso autônomo, recebem uma quantidade maior de sangue, dilatando-se e provocando a ereção do órgão. Esta ereção é fundamental para que o orgão genital masculino venha a ser introduzido no orgão genital femininoda mulher e em seguida venha a depositar seus gametas no interior da fêmea, fenômeno conhecido por ejaculação;

O meato uretral é o orifício no qual a uretra encontra o exterior do organismo. Situa-se na glande, parte mais volumosa do orgão genital masculino, popularmente conhecida como "cabeça" do orgão genital masculino. Esta estrutura contém uma grande quantidade de terminações nervosas, podendo com um simples toque em sua superfície estimular a ereção;

A glande é coberta pelo prepúcio, uma camada de pele que a protege. Quando há ereção, o prepúcio fica recolhido e a glande fica exposta. Quando isso não ocorre, há o que chamamos de fimose, uma anomalia que impossibilita a exposição da glande com o orgão genital masculino ereto. Felizmente, pode ser facilmente corrigida com uma cirurgia simples de circuncisão;

Saco escrotal ou bolsa escrotal: camada de pele que envolve e protege os testículos.

Parte interna

Testículos: duas glândulas ovóides envolvidas pela bolsa escrotal. Durante o desenvolvimento embrionário, ficam alojados na cavidade abdominal, e antes do nascimento ja devem ter migrado para o saco escrotal. Quando isto não ocorre, os testículos continuam alojados na cavidade abdominal, constituindo a criptorquidia;

No interior dos testículos existem numerosos túbulos seminíferos. As paredes destes enovelados contêm células dispostas em camadas, sendo as mais internas chamadas de células germinativas primordiais. Estas participam do processo de espermatogênese que formará novos espermatozóides. É importante lembrar que, por estarem situados no saco escrotal, os testículos estão sujeitos a uma temperatura cerca de 2 a 3º C mais baixa do que o resto do corpo. Esta baixa temperatura é fundamental para que os espermatozóides sejam formados;

Ainda entre estes tubos, existem as células de Leydig ou células intersticiais, estruturas que produzem o hormônio masculino testosterona, de natureza virilizante. Dizemos que os testículos são glândulas mistas, pois produzem ao mesmo tempo espermatozóides (secreção externa) e testosterona (secreção interna);

Os túbulos seminíferos existentes dentro dos testículos convergem todos para uma estrutura chamada de epidídimo, que tem como função armazenar os espermatozóides até que estes sejam liberados no ato sexual. Por ter dois testículos, o homem tem também dois epidídimos;

Cada epidídimo é ligado a um conduto fino e longo denominado canal deferente. Por ele os espermatozóides passam e são lançados às glândulas anexas, lá recebendo suas secreções para serem expulsos do organismo pela uretra;

As primeiras glândulas a agir sobre os espermatozóides são as vesículas seminais. Elas liberam um líquido nutritivo, o fluido seminal, que é rico em um açúcar chamado de frutose. Este açúcar irá nutrir os espermatozóides, uma vez que, fora do organismo, eles não dispõem de nenhuma reserva energética;

A próxima glândula é chamada próstata. Sua secreção, viscosa e alcalina, incorpora a composição do sêmen, conferindo mobilidade aos espermatozóides no meio exterior, além de combater o pH ácido do orgão genital feminino, prejudicial a eles;

As glândulas bulbouretrais ou glândulas de Cowper localizam-se sob a próstata, desembocando na uretra. Durante a estimulação sexual, liberam uma secreção lubrificante que facilita a relação sexual, além de limpar a uretra dos resíduos de urina.

Por fim, o sêmen é formado e expulso pela uretra no clímax do ato sexual, por contrações (peristaltismo) rítmicas da parede dos dutos do aparelho reprodutor.

Fonte: pt.wikipedia.org

 

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