Cheirinho de pipoca no ar do parque... é de deixar qualquer um com água na boca! Difícil é resistir.
Nós também conhecemos o mundo pelos cheiros, usando o nariz, e pelos sabores, dentro da boca.
Os urubus usam o olfato para saber se o bicho que eles estão comendo foi picado por uma cobra e, com isso, a carne estará envenenada.
As comidas estragadas têm um cheiro horrível para nós - é o alarme do nosso corpo para saber que não devemos comê-las.
E se por acaso colocamos uma coxinha estragada na boca, sentimos um gosto horrível. É mais um alarme: desta vez, o paladar avisa que aquela comida vai nos fazer mal.
Olfato (cheiro) e paladar (gosto) trabalham em cooperação.
Os bichos também usam o cheiro para saber se outros bichos estão por perto. E os adultos usam perfume para os outros acharem gostoso ficar perto deles.
Em cidades grandes, o olfato é maltratado pela fumaça dos carros e das fábricas. Não é à toa que registramos esses cheiros como ruins: a fumaça faz mal para nosso corpo.
Você sabe como funciona o "cheirador" ? Ele é como uma caverna...
COMO FUNCIONA O "CHEIRADOR"O nariz é como uma caverna, com as paredes recobertas de muco (aquela coisa verde que sai quando você fica gripado).
No teto dessa caverna ficam as membranas olfativas, que captam os cheiros que entram pelo nariz.
Logo acima das membranas estão os nervos olfativos, que mandam as informações sobre os cheiros para o bulbo olfativo. Ele vai contar o que sentiu para o cérebro.
Se você sente um cheirinho bom de comida, como o aroma de pipoca no parque, fica com água na boca. Ou melhor: saliva, que seu cérebro manda produzir porque sabe que você vai comer, logo logo. A saliva ajuda na digestão. Na verdade, sentindo o cheiro de uma comida que você gosta, você já consegue até lembrar do gosto dela...
Fonte: www.canalkids.com.br
O olfato ou olfacto é um dos cinco sentidos básicos e refere-se à capacidade de captar odores com o sistema olfactivo.
No homem e demais animais superiores, o órgão olfativo se forma a partir de um espessamento epidérmico situado na região etmoidiana do crânio, a neurorecepção somente será ativada após as moléculas das substâncias odoríferas serem dissolvidas no muco que recobre a membrana pituitária.
Disfunções olfativas As principais disfunções olfativas sãoA percepção é um processo que influi na trajectória de crescimento e reorganização do cérebro com vista a este se ir adaptando melhor ao ambiente e conseguir agir com mais eficiência inserido nele. E a parte mais antiga do cérebro, o rinencéfalo (cujo nome é composto por duas palavras significando «cheiro» e «cérebro»), que compreende as áreas olfativas e límbicas, parece ter-se desenvolvido inicialmente a partir de estruturas olfativas. O que indica que provavelmente a capacidade para experimentar e expressar emoções se terá desenvolvido a partir da habilidade para processar os odores. Só mais tarde na evolução darwiniana se parecem ter desenvolvido outras estruturas límbicas como o complexo amígdala-hipocampo.
Como no caso das emoções básicas, a resposta imediata aos odores transmite uma mensagem simples e binária: ou se gosta ou não se gosta; fazem-nos aproximar ou evitar. E verifica-se que, quando uma pessoa sofre um trauma que a faz perder o olfato, o impacto se torna por vezes devastador: as experiências sensuais de comer ou fazer amor ou mesmo passear numa manhã primaveril ficam extremamente diminuídas. E há casos em que se verifica que há uma diminuição de intensidade mesmo em todas as experiências emocionais.
As memórias que incluem lembrança de odores têm tendência para ser mais intensas e emocionalmente mais fortes. Um odor que tenha sido encontrado só uma vez na vida pode ficar associado a uma única experiência e então a sua memória pode ser evocada automaticamente quando voltamos a reencontrar esse odor. E a primeira associação feita com um odor parece interferir com a formação de associações subsequentes (existe uma interferência proactiva). É o caso da aversão a um tipo de comida. A aversão pode ter sido causada por um mal estar que ocorreu num determinado momento apenas por coincidência, nada tendo a ver com o odor em si; e, no entanto, será muito difícil que ela não volte sempre a aparecer no futuro associada a esse odor.
Fonte: pt.wikipedia.org