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Rins

 

O Rim e suas Doenças

O número de pessoas que sofrem de doenças renais é muito grande. Algumas sofrem de doenças que não são graves. Outras apresentam doenças como a diabetes e pressão alta que, se não tratadas de maneira correta, podem levar à falência total do funcionamento renal. E, finalmente, existem pessoas que quando sentem alguma coisa, já têm os rins totalmente paralisados.

Quando os rins já não funcionam corretamente, há a necessidade de se fazer diálise. Na maioria das vezes o tratamento deve ser feito para o resto da vida, se não houver possibilidade de ser submetido a um transplante renal. A cada ano o cerca 21.000 brasileiros precisam iniciar tratamento por hemodiálise ou diálise peritoneal. Raros são aqueles que conseguem ter pelo menos uma parte do funcionamento dos rins recuperada, o bastante para deixarem de necessitar de diálise e poucos têm a sorte de receber um transplante renal. A cada ano somente 2.700 brasileiros são submetidos a um transplante renal!

Conhecer as características e o funcionamento dos rins é muito importante para se ter uma idéia do que são as doenças renais, como detecta-las, como evita-las e como trata-las.

O Aparelho Urinário

O trato urinário normalmente é formado por dois rins, dois ureteres, uma bexiga e uma uretra. Esta estrutura é mostrada na figura ao lado.

Os rins (normalmente são dois) estão localizados na porção posterior do abdome e suas extremidades superiores estão localizadas na altura dos arcos costais mais inferiores (10­ª a 12ª costelas torácicas).

O rim direito quase sempre é menor e está situado um pouco abaixo do rim esquerdo. Os rins se movimentam (para baixo e para cima) de acordo com a respiração da pessoa.

O RIM NORMAL

Cada rim tem a forma de um grande grão de feijão e as seguintes dimensões em um adulto:

Altura = 10 - 13 cm
Largura = 5 - 7 cm
Profundidade = 2,5 - 3 cm
Peso = 120 - 180 gramas

Os rins estão envolvidos por uma fina membrana, a chamada cápsula renal. Ao redor deles existe a gordura peri-renal e, acima, estão localizadas as glândulas supra-renais.

No hilo renal entram e saem uma série de estruturas: a artéria renal, a veia renal, o ureter, os nervos renais e os vasos linfáticos renais.

O sangue chega aos rins através das artérias renais. As artérias renais originam-se na artéria aorta abdominal. Após circular pelos rins, o sangue retorna à veia cava abdominal através das veias renais. Os rins recebem cerca de 1,2 litros de sangue por minuto, ou seja, cerca de um quarto do sangue bombeado pelo coração. Podemos dizer que os rins filtram todo o sangue de uma pessoa cerca de 12 vezes por hora!

FUNÇÕES DO RIM

O balanço sadio da química interna de nossos corpos se deve em grande parte ao trabalho dos rins. Embora sejam pequenos (cada rim tem o tamanho aproximado de 10 centímetros), nossa sobrevivência depende do funcionamento normal destes órgãos vitais.

Os rins são responsáveis por quatro funções no organismo:

Eliminação de toxinas do sangue por um sistema de filtração.
Regulam a formação do sangue e a produção dos glóbulos vermelhos.
Regulam nossa pressão sanguínea.
Controle do delicado balanço químico e de líquidos de nosso corpo.

Eliminação de toxinas

De maneira muito parecida ao trabalho dos filtros, os rins trabalham para conservar o corpo livre de toxinas. O sangue entra nos rins através da artéria renal. Uma vez que o sangue chega aos rins, as toxinas são filtradas para a urina. O sangue limpo volta ao coração por uma veia renal.

Produção de glóbulos vermelhos e formação de ossos

A formação de ossos sadios e a produção dos glóbulos vermelhos no sangue necessitam da função normal de nossos rins.

Em primeiro lugar afetam a formação dos ossos porque regularizam as concentrações de cálcio e de fósforo no sangue e produzem uma forma ativa da Vitamina D.

Em segundo lugar os rins liberam o hormônio chamado de eritropoetina que ajuda na maturação dos glóbulos vermelhos do sangue e da medula óssea. A falta deste hormônio pode causar anemia.

Regulação de pressão sanguínea

A pressão alta sanguínea (hipertensão) pode ser a causa ou também o resultado da enfermidade renal. O controle da pressão arterial sanguínea também é uma função dos rins. Estes órgãos controlam as concentrações de sódio e a quantidade de líquido no corpo. Quando os rins falham e não cumprem com estas funções vitais. A pressão sanguínea pode elevar-se e pode ocasionar inchaço (edema). Os rins também secretam uma substância que se chama renina. A renina estimula a produção de um hormônio que eleva a pressão sanguínea. Quando os rins não funcionam bem se produz renina em excesso e isto pode resultam em hipertensão.

A hipertensão prolongada danifica os vasos sanguíneos, causando assim falha renal.

Controle do balanço químico e de líquido do corpo

Quando os rins não funcionam apropriadamente, as toxinas se acumulam no sangue. Isto resulta em uma condição muito séria conhecida como uremia.

Os sintomas da uremia incluem: náuseas, debilidade, fadiga, desorientação, dispnéia e edema nos braços e pernas.

Há toxinas que se acumulam no sangue e que podem ser usadas para avaliar a gravidade do problema. As principais substâncias mais comumente usadas para este propósito se chamam uréia e creatinina. A enfermidade dos rins se associa frequentemente com níveis elevados de uréia e de creatinina.

INSUFICIÊNCIA RENAL

É a perda das funções dos rins, podendo ser aguda ou crônica.

Insuficiência Renal Aguda

Em alguns pacientes com doenças graves, os rins podem parar de funcionar de maneira rápida, porém temporária. Rápida porque a função renal é perdida em algumas horas e temporária porque os rins podem voltar a funcionar após algumas semanas. A esta situação os médicos chamam de insuficiência renal aguda. Em muitas ocasiões o paciente necessita de ser mantido com tratamento por diálise até que os rins voltem a funcionar.

Insuficiência Renal Crônica

Insuficiência renal crônica é a perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais. Por ser lenta e progressiva, esta perda resulta em processos adaptativos que, até um certo ponto, mantêm o paciente sem sintomas da doença.

Até que tenha perdido cerca de 50% de sua função renal, os pacientes permanecem quase que sem sintomas. A partir daí podem aparecer sintomas e sinais que nem sempre incomodam muito o paciente. Assim, anemia leve, pressão alta, edema (inchaço) dos olhos e pés, mudança nos hábitos de urinar (levantar diversas vezes à noite para urinar) e do aceito da urina (urina muito clara, sangue na urina, etc.). Deste ponto até que os rins estejam funcionando somente 10-12% da função renal normal, pode-se tratar os pacientes com medicamentos e dieta.

Quando a função renal se reduz abaixo destes valores, torna-se necessário o uso de outros métodos de tratamento da insuficiência renal: diálise ou transplante renal.

Sinais e Sintomas de Disfunção Renal

Muitos são os sinais e sintomas que aparecem quando a pessoa começa a ter problemas renais.

Alguns são mais frequentes, embora eles não sejam necessariamente consequência de problemas renais:

Alteração na cor da urina (fica parecida com coca-cola ou sanguinolenta)
Dor ou ardor quando estiver urinando
Passar a urinar toda hora
Levantar mais de uma vez à noite para urinar
Inchaço dos tornozelos ou ao redor dos olhos
Dor lombar
Pressão sanguínea elevada
Anemia (palidez anormal)
Fraqueza e desânimo constante
Náuseas e vômitos frequentes pela manhã.

Caso qualquer destes sinais ou sintomas apareça, procure imediatamente um médico de sua confiança.

CAUSAS DA INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA

Diversas são as doenças que levam à insuficiência renal crônica. As três mais comuns são a hipertensão arterial, a diabetes e a glomerulonefrite.

A hipertensão arterial (pressão alta) é outra importante causa de insuficiência renal. Como os rins são os responsáveis no organismo pelo controle da pressão, quando eles não funcionam adequadamente, há subida na pressão arterial que, por sua vez, leva à piora da disfunção renal, fechando assim um ciclo de agressão aos rins. O controle correto da pressão arterial é um dos pontos principais na prevenção da insuficiência renal e da necessidade de se fazer diálise.

O diabetes é uma das mais importantes causas de falência dos rins, com um número crescente de casos. Após cerca de 15 anos de diabetes, alguns pacientes começam a ter problemas renais. As primeiras manifestações são a perda de proteínas na urina (proteinúria), o aparecimento de pressão arterial alta e, mais tarde, o aumento da uréia e da creatinina do sangue.

Uma causa muito frequente de insuficiência renal é a glomerulonefrite (“nefrite crônica”). Ela resulta de uma inflamação crônica dos rins. Depois de algum tempo, se a inflamação não é curada ou controlada, pode haver perda total das funções dos rins.

Outras causas de insuficiência renal são: rins policíticos (grandes e numerosos cistos crescem nos rins, destruindo-os), a pielonefrite (infecções urinárias repetidas devido à presença de alterações no trato urinário, pedras, obstruções, etc.) e doenças congênitas (“de nascença”).

DEZ SINAIS DE DOENÇA NOS RINS E VIAS URINÁRIAS

Pressão Alta
Diabetes
Dificuldade de urinar
Queimação ou dor quando urina
Urinar muitas vezes, principalmente à noite
Urina com aspecto sanguinolento
Urina com muita espuma
Inchaço ao redor dos olhos e nas pernas
Dor lombar, que não piora com movimentos
História de pedras nos rins

DIABETES

Dia Mundial do Diabetes

O Dia Mundial do Diabetes doi comemorado em 14 de novembro de 2003 e teve como tema para este ano a Doença Renal, uma das complicações ocasionadas pela diabetes, doença que atinge 6 milhões de brasileiros. O objetivo da campanha foi a conscientização dos diabéticos para a mudança de comportamento, o que pode contribuir para o controle da doença, a preservação das funções laborativas e ainda trazer ganhos em qualidade de vida. O Dia Mundial do Diabetes também é destinado às pessoas do grupo de risco e às que desconhecem que têm a doença.

O Diabetes Mellitus - conjunto heterogêneo de doenças em que se configura o aumento da glicose - é a principal causa de falência renal no mundo industrializado.

Aproximadamente 25% das pessoas com diabetes tipo 1 e de 5% a 10% do tipo 2 desenvolve insuficiência nos rins.

Qualquer pessoa com diabetes - tipo 1 ou 2 - corre o risco de desenvolver uma doença renal. A nefropatia diabética se manifesta em torno de 20 a 30 anos depois de o paciente contrair diabetes. A doença nos rins não apresenta sintomas precoces. Além de invisível, o processo de danificação dos rins é irreversível e pode progredir até converter-se em insuficiência renal crônica terminal.

Além disso, muitos pacientes diabéticos apresentam problemas nos membros inferiores. O diabetes é a causa mais comum de amputação não-traumática. A pessoa com diabetes tem uma probabilidade entre 15 a 40 vezes maior de necessitar de amputação. O pé de um paciente com Diabetes Mellitus pode ser acometido - em caso de desdobramentos mais complexos e devastadores - de insensibilidade e/ou deformidades, o que contribui em 90% dos casos de ulcerações.

De um modo geral, 40% dos pacientes diabéticos apresentam alguma forma de neuropatia diabética. De acordo com dados do Sistema de Internação Hospitalar do SUS (SIH/SUS), foram realizadas aproximadamente 5 mil amputações no ano de 2002. Deste total, estima-se que entre 5% e 10% foram decorrentes de complicações da diabetes.

O diagnóstico da doença não é complexo. O diabetes pode ser detectado por meio de testes simples que pesquisam a presença de açúcar na urina ou que avaliam a quantidade desta substância no sangue. Contudo, o diagnóstico deve ser comprovado através do exame laboratorial de sangue (glicemia).

Diabetes no mundo - Existem mais de 190 milhões de pessoas com diabetes no mundo. Projeções estimam que esse número crescerá para 330 milhões até o ano de 2025, devido em grande parte ao crescimento da população, ao envelhecimento desta e à urbanização. Este último fenômeno traz como consequências a alimentação pouco saudável e a falta de exercício físico - o que pode ocasionar a obesidade. Esta é considerada um fator de risco e é, atualmente, um dos focos das ações de saúde pública.

Fatores de Risco para a Diabetes Mellitus: Idade igual ou superior a 45 anos

História familiar de Diabetes Mellitus (pais,filhos e irmãos)
Excesso de peso (IMC igual ou maior a 25Kg/m²)
Sedentarismo
Taxa de HDL-c ("bom" colesterol) baixa ou de triglicérideos elevada
Hipertensão Arterial
Diabetes Mellitus gestacional prévio
Macrossomia ou história de abortos de repetição ou mortalidade perinatal
Uso de medicamentos hiperglicemiantes (corticosteróides, tiazídicos, etabloqueadores)

João Egidio Romão Junior

Fonte: www.sbn.org.br

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O que são

Os rins são órgãs e são existentes duas unidades por indivíduo. São de forma estranha parecendo feijões e se localizam próximos à cintura e ao lado da coluna vertebral.

Como são

Cada rim tem aproximadamente o tamanho de um punho (10cm), e é formado por três camadas:
Cápsula fibrosa:
É a membrana que envolve o rim.
Camada cortical:
É a camada granulosa onde a urina é produzida.

Camada medular: É a camada interna, formada por três tubos finos, sinuosos, ramificados e de diâmetros diferentes. São denominados tubos uriníferos e se dispõem em formações chamadas pirâmides de Malpighi em numero que varia entre dez e quinze.

Os rins possuem duas faces, ou seja, os vemos de duas formas:

Convexa – face interna
Côncava – face externa

As funções dos rins:

Pois é, os rins são pequenos, mas, exercem funções difíceis complicadas e muito importantes para nós.

Pois eles tratam de filtrar nosso sangue e excretar (por para “fora”) os resíduos, o que não prestam suas duplas funções são:

FUNÇÃO DEPURADORA

Quando o sangue passa pelos rins, ou seja: ou atravessa, ele se torna puro livre dos resíduos, das substâncias que dão prejuízo e que não servem.

FUNÇÃO REGULADORA

É a função em que o rim regula a “taxa” de cloreto de sódio (sal), pois o mesmo não é “o que não presta” o rim só trata de fazer a excreção do excesso que foi ingerido (em demasia, em grande quantidade) pelo indivíduo.

O plasma necessita de 06 por 1.000 de NaCi para assegurar a vida normal dos glóbulos vermelhos. Essa função é basicamente regular, a concentração (quantidade existente) de NaCi – cloreto de sódio.

Em conclusão as funções são:

É um órgão depurador, eliminando para o exterior (para fora) o “lixo”.
É um órgão regulador, mantendo o equilíbrio e a segurança no interior.

Fonte: www.amora.cap.ufrgs.br

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Para que servem os rins ?

Os rins são dois órgãos existentes na parte de trás do abdômen que limpam o sangue das impurezas do corpo, funcionando como filtros. Caso não funcionem corretamente, as impurezas se acumulam e a pessoa fica intoxicada pela uréia, que é uma substância tóxica ao organismo.

Quais doenças podem atingir os rins?

As principais doenças que podem atingir os rins são as nefrites (pielonefrite, que é a infecção do rim e glomerulonefrite, que é a inflamação do rim), nefrolitíase (pedra ou cálculo no rim) diabetes mellitus (muito açúcar no sangue), pressão alta, rins policísticos (cistos renais hereditários) e outras.

As doenças renais têm cura?

Podem ter ou não. Em algumas pessoas, a doença pode evoluir mal, comprometendo totalmente os rins que deixam de funcionar, o que se chama insuficiência renal crônica. No caso dos rins não funcionarem mais, as pessoas tem que fazer diálise ou transplante renal para continuarem vivas. Assim, é importante que a doença dos rins sejam diagnosticadas e tratadas no início para não ser necessária diálise ou transplante no futuro.

Quem pode tratar as doenças renais?

O clínico geral ou nefrologista (que é o médico clínico especialista em rim) podem ajudar a tratar e prevenir as doenças renais.

Fonte: www.rim-online.com.br

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Os rins são órgãos em forma de feijão, mais ou menos do tamanho do punho de um adulto, situados nos lados direito e esquerdo do corpo, próximo ao meio das costas, bem abaixo da costela. Embora a maioria das pessoas tenha dois rins, um rim saudável é suficiente para garantir que você continue bem. Algumas terapias usadas em pessoas com HIV têm sido associadas com problemas nos rins e, excepcionalmente, o HIV pode causar algum tipo de doença dos rins.

Qual a função dos rins

Os rins filtram o sangue e removem resíduos, tanto provindos do esgotamento normal do tecido do organismo, como dos alimentos.

Regulam o equilíbrio dos minerais e da água do organismo. Os resíduos, o excesso de minerais e a água formam a urina que flui para a bexiga através dos tubos chamados ureteres.

Os rins também liberam hormônios importantes, notavelmente um que estimula a produção das hemácias (eritropoetina), e outro que regula a pressão sanguínea (renina). Além disso, eles convertem a vitamina D em sua forma ativa, o que é essencial para ossos saudáveis.

Problemas dos rins

As causas comuns de doenças nos rins são inflamação no filtro, diabetes e pressão alta. Essas podem levar à perda excessiva de proteína do sangue, sangue na urina e/ou insuficiência crônica dos rins. A infecção na urina pode ser limitada à bexiga (cistite) ou pode afetar os rins (pielonefrite); algumas infecções bacterianas podem alcançar os rins através do sangue (tuberculose).

Em insuficiência aguda, o processo de filtragem é totalmente interrompido; isso pode ser causado caso o abastecimento de sangue para os rins seja inadequado, provocando infecções graves ou o aparecimento de algumas substâncias tóxicas para os rins. No diabetes, o excesso de glicose no sangue pode danificar as veias sanguíneas. As toxinas dos medicamentos muito comumente danificam os tubos.

Problemas nos rins e infecção com HIV

O HIV por si próprio pode (excepcionalmente) causar uma forma de glomerulonefrite (nefropatia de HIV). Essa inflamação dos rins é muito frequentemente observada em pessoas negras e também em usuários de drogas. Provavelmente, a nefropatia de HIV é menos comum com o uso difundido de medicamentos anti-HIV.

O diabetes é uma possível complicação no tratamento com inibidores de protease. A intoxicação por medicamentos, em pessoas com HIV, pode resultar do uso de medicamentos anti-HIV ou de outros utilizados para tratar infecções oportunistas (ex. Septrim) ou também de algumas drogas como a cocaína. O indinavir pode causar pedras na urina, as quais se formam com muito mais frequência caso você não beba muito líquido. O tenofovir (viread) não tem sido associado com muitos casos de problemas nos rins.

Sintomas de problemas nos rins

A função de seus rins e o açúcar no sangue devem ser monitorados nos seus exames de sangue rotineiros. Grandes quantidades podem causar, respectivamente, descoloração marrom/vermelha ou urina espumosa. A perda de proteína excessiva pode causar acúmulo de líquido nas pernas e em outras partes do corpo. Um primeiro sinal de que os rins não estão em perfeito funcionamento pode ser urinar excessivamente à noite (também um sintoma de diabetes).

Os sintomas de uma insuficiência mais grave podem incluir um estado geral de mal-estar, cansaço, náusea, dores de cabeça, cãibras nos músculos, redução do fluido da urina, sonolência, coceira e, posteriormente, escurecimento da pele. Pessoas com pedras nos rins causadas por indinavir podem sentir dores intensas no flanco ou uma queimação na uretra ao urinar. Infecções urinárias podem causar dor ao urinar, vontade constante de urinar e, particularmente, se afetar os rins, também pode causar dores lombares, febre e mal-estar.

Exames

Sangue ou proteína na urina podem ser detectados por simples exames denominados “stick”; uma análise mais detalhada pode ser realizada em laboratório. As amostras de sangue podem ser analisadas através dos níveis de minerais e proteínas e através da creatinina, um indicador bastante sensível e específico da função renal, ou da uréia, um indicador menos específico, sendo mais afetada pela hidratação e dieta. Ultrasom, TC (tomografia computadorizada) ou RM (ressonância magnética) ou escaneamentos podem ser usados para visualizar os rins. Algumas pessoas podem solicitar uma biópsia renal, o que envolve retirar uma pequena amostra de tecido renal para exame em microscópio.

Tratamento

Interromper os medicamentos ou reduzir suas doses pode ser necessário quando o tratamento provoca problemas nos rins. Se você está tomando indinavir, beba pelo menos dois litros de água por dia, ou mais, quando estiver calor, ou quando estiver se exercitando. A infecção urinária deve ser tratada rapidamente com os antibióticos apropriados. Algumas formas de nefrite (inflamação dos rins) podem ser tratadas. Se há muita perda de proteína e oedema (inchação), diuréticos e uma dieta rica em proteínas podem ser recomendados.

O açúcar elevado no sangue e a pressão sanguínea devem ser controlados cuidadosamente, dependendo da causa e da gravidade do problema. Em insuficiência renal moderada, uma dieta baixa em proteínas pode ajudar a reduzir os sintomas e a proteger os rins; a ingestão de sal e potássio talvez precise ser modificada.

Se os seus rins pararem de funcionar completamente, você precisará de uma diálise (hemodiálise, pela qual o sangue passa por uma máquina de filtragem externa; ou diálise peritoneal, quando o líquido é colocado e retirado da cavidade abdominal) para remover os resíduos e equilibrar os níveis de água e minerais.

Além disso, se os rins falharem permanentemente, pode ser necessário um transplante de rins com tratamento imunossupressivo, para evitar rejeição. Porém, obviamente, isso não é simples em pessoas com HIV.

Fonte: www.aidsmap.com

Rins

A atividade metabólica do organismo produz uma série de dejetos que alcançariam níveis tóxicos fatais se não fossem eliminados do sangue. A função de separar essas substâncias da corrente sanguínea é executada pelos rins.

Rim é cada um dos dois órgãos característicos dos vertebrados que constituem o elemento mais importante do sistema excretor. Com a função de purificar o sangue dos vários produtos tóxicos que por ele circulam, têm configuração bastante variada nos diferentes grupos sistemáticos.

Anatomia comparada

Nos peixes, os rins ocupam a posição dorsal. Em muitos deles, estão intimamente relacionados com o aparelho reprodutor, principalmente nos machos. Essa relação é mantida, em geral, nos anfíbios. Nos batráquios, como sapos e rãs, alguns dutos renais se transformaram em vias que se comunicam com os testículos e transportam espermatozóides. Os rins dos répteis são normalmente pequenos e ficam localizados no final do abdome. Crocodilos e serpentes não possuem bexiga urinária. Nas aves, os rins têm forma lobulada e dispõem de ureteres curtos que desembocam na cloaca. Os mamíferos apresentam rins compactos, cujo aspecto se assemelha ao de um feijão, protegidos por uma cápsula de tecido conjuntivo.

A estrutura e a função dos rins variam muito nos diversos grupos de vertebrados, de acordo com seu tipo de vida: nos terrestres, os túbulos renais experimentam, ao longo da evolução, alongamento e aumento crescente de complexidade. Esse processo é consequência da necessidade que esses animais têm de reabsorver a máxima quantidade de água e íons para evitar a desidratação e o desequilíbrio eletroquímico interno, necessidade que é menos premente nas espécies aquáticas.

Rim humano

Os rins do homem são duas estruturas de cor vermelha-escura em forma de feijão e dispostas na porção posterior da cavidade abdominal, uma de cada lado da coluna vertebral. Exercem a função de filtragem, regulam o volume de líquidos do organismo e controlam, em virtude da ação de hormônios, a reabsorção ou eliminação de íons ou outras substâncias. Esse mecanismo, que dá origem à urina, é fundamental para a manutenção do equilíbrio ácido-básico do corpo.

Na parte superior dos rins, estão as glândulas supra-renais, importantes órgãos endócrinos que produzem diversos hormônios, entre os quais a adrenalina (ou epinefrina). Pela face interna e côncava do rim, numa região denominada hilo renal, penetram artérias e veias. Na parte externa, denominada córtex, estão dispostas as unidades funcionais, ou néfrons, que podem alcançar o número aproximado de um milhão em cada rim. A região interna é a medula, constituída pelo conjunto de todos os túbulos ou dutos estreitos que conduzem a urina até a pelve renal. Também chamada bacinete, a pelve renal é a parte superior do ureter, via de maior calibre que transporta a urina até a bexiga, onde ela é armazenada até ser lançada, através da uretra, para fora do organismo.

O néfron se compõe de quatro partes: o corpúsculo renal, formado, por sua vez, pelo glomérulo e pela cápsula de Bowman; o túbulo contorcido proximal; a alça de Henle; e o túbulo contorcido distal. No corpúsculo, de aspecto globular, se observa uma massa de vasos semelhantes a um novelo, o glomérulo, formado por uma densa rede de vasos capilares que, num extremo, se comunica com a artéria aferente, que leva sangue para o órgão e, no outro, com a artéria eferente, que conduz o sangue para outras estruturas do corpo. Em volta do glomérulo encontra-se a cápsula de Bowman, de natureza fibrosa, que desemboca diretamente no túbulo contorcido proximal.

A estrutura vascular descrita é conhecida em anatomia como sistema porta-arterial. As paredes dos capilares permitem a passagem de água, íons e diversas substâncias do interior dos vasos para a cápsula de Bowman. Produz-se assim uma autêntica filtragem do sangue, que fica liberado da carga de produtos tóxicos e de excremento. O líquido filtrado percorre o trajeto sinuoso do túbulo proximal, cujo comprimento é de aproximadamente 15mm. Nele, são reabsorvidos mais de quatro quintos da água extraída do glomérulo, além de várias substâncias. A urina recém-formada atravessa a alça de Henle e o túbulo distal, onde também ocorre absorção. O epitélio dos túbulos despeja no meio urinário diferentes compostos, por meio de um mecanismo de secreção ativa.

A excreção e a absorção nos rins é regulada por vários hormônios, entre os quais a vasopressina, ou hormônio antidiurético da hipófise, e a aldosterona das glândulas supra-renais. Esses hormônios ativam a reabsorção, caso a concentração de algumas substâncias no plasma esteja muito baixa, ou aumentam sua eliminação, quando está alta. Além disso, se o grau de acidez dos líquidos orgânicos é mais elevado que o normal, o que é indicado por um pH baixo, o rim excreta maior quantidade de íons hidrogênio e reabsorve o íon bicarbonato, o que restabelece o equilíbrio iônico. Se, ao contrário, o pH orgânico é alto (o que indica uma situação de forte basicidade), o rim reabsorve íons hidrogênio e excreta íons hidroxila.

Patologia

A doença mais importante que acomete os rins é a insuficiência renal, aguda ou crônica. A primeira se manifesta bruscamente, em geral por intoxicação ou infecção bacteriana do glomérulo. A doença torna irregular a irrigação dos rins e reduz a formação de urina, mas costuma ser reversível. A insuficiência crônica tem diversas causas, que podem ser infecciosas, congênitas ou metabólicas (obstrução das vias urinárias por cálculos). É caracterizada por uma redução gradual do número de néfrons ativos, retenção de líquido, acidose e outros sintomas. Quando os rins sofrem um mal grave e seu funcionamento cai abaixo de níveis considerados mínimos, utilizam-se os chamados rins artificiais para realização da diálise, extração das substâncias tóxicas em excesso no sangue mediante difusão através de uma membrana semipermeável. Também pode-se recorrer ao transplante de rins.

Fonte: biomania.com

Rins

Rins

Os rins, são duas glândulas de cor vermelha escura colocadas simetricamente nos lados da coluna vertebral, na região lombar. Medem 10 cm de largura e pesam cerca de 150 gr cada um. O peritoneo, membrana serosa que cobre a superfície interior do abdômen, prende-os fortemente contra a parede abdominal. A extremidade superior de cada rim é coberta por uma glândula endócrina, a glândula supra-renal. O sangue que vai se depurar passa pela artéria renal até os rins e sai pela veia renal, debaixo do envoltório granuloso formado pelos glóbulos glomérulos de Malpighi. Tais glomérulos são constituídos por capilares sanguíneos, arteriolas, e envoltos na cápsula de Bowman, que é uma bolsa que continua com o tubo urífero. Cada rim contém dois milhões destes tubos, agrupados em feixes piramidais, são os que contém a urina, a qual passa a pélvis renal e daí aos uréteres, que são o conduto escretor do rim que comunica a pélvis com a bexiga. A bexiga tem um comprimento aproximado de uns 30cm e um diâmetro de 5mm. Nela se deposita a urina até o momento de sua expulsão ao exterior.

Rim Esquerdo - Vista em Corte Longitudinal

Rins

O rim serve como verdadeiro órgão depurador ou filtro do resto dos produtos de resíduos, provenientes das combustões respiratórias. Defecação, excreção, secreção. Os termos defecação, excreção e secreção podem ser confundidos.

A defecação se refere à eliminação, pelo orifício anal, de resíduos e elementos sem digerir que, em conjunto, se chamam fezes; o alimento ingerido que não tenha entrado em nenhuma célula do organismo nem tomado parte no metabolismo celular e que pelo mesmo não pode ser considerado como resíduo metabólico.

A excreção se refere à eliminação de substâncias que já não vão ser utilizadas no organismo e que procedem das células e da corrente sanguínea. A excreção de resíduos pelos rins representa um gasto de energia das células, em troca, o ato da defecação não requer este esforço por parte das que forram as paredes intestinais.

Secreção é a liberação por parte de uma célula de alguma substância que se utiliza em outra parte do organismo de modo funcional; por exemplo, as glândulas salivares segregam saliva utilizada na boca e o estômago para a digestão. Nas secreções estão compreendidas as atividades das células secretoras, pelo o que se requer que estas consumam energia.

Sisrins excretor: o sisrins excretor é formado pelo aparelho urinário que compreende duas glândulas secretoras, onde se elabora a urina. Os rins; dois condutos coletores, que recolhem a urina na saída dos rins. Os uréteres; um órgão receptor da urina, a bexiga, e um conduto secretor que a derrama no exterior, a uretra.

As glândulas sudoríparas participam deste sisrins excretando entre um 10% e um 5% de resíduos metabólicos através do suor, que é composto pelas mesmas substâncias que a urina, mas numa concentração muito mais baixa.

A urina é um líquido transparente, de cor amarelada e leva dissolvidas varias substâncias.

Um litro de urina contém normalmente água,10 mg de cloreto de sódio e dois produtos tóxicos: a uréia (25 gr) e o ácido úrico (0,5 gr). A uréia é elaborada no fígado com os produtos procedentes da combustão das proteínas e que ali são levados pelo sangue. Sabe-se que, na respiração celular, o produto resultante é o anidrido carbônico e a água, que procedem da oxidação dos lípidos e glucidos. Das proteínas procede o nitrogênio que, ao não poder ser eliminado pelos pulmões, é conduzido pelo sangue ao fígado e ali transformado em uréia. A proporção de uréia na urina aumenta com um regime alimentício de carne e diminui com um regime vegetariano.

Em certas afecções a urina pode conter outras substâncias, por exemplo: no caso da diabetes que traz excessiva proporção de glucose.

A bexiga é uma bolsa muscular e elástica que se encontra na parte inferior do abdômen e está destinada a recolher a urina que é trazida pelos uréteres. Sua capacidade variável é em média de um terço de litro. A uretra é um conduto pelo qual é expulsada a urina ao exterior, empurrada pela contração vesical; abre-se ao exterior pelo meato urinário e sua base está rodeada pelo esfíncter uretral, que pode permanecer fechado à vontade e resistir ao desejo de urinar.

São dois órgãos de cor vermelho-escura. Têm a forma de grãos de feijão e medem cerca de 10cm de comprimento.

Situam-se na cavidade abdominal, ao lado da coluna vertebral.

Possuem duas faces: uma côncava e outra convexa.

Na face côncava há uma escavação chamada hilo renal. Por ela entra a artéria renal, que leva sangue arterial ao rim; por aí também sai a veia renal, que retira o sangue venoso do rim, levando-o para a veia cava inferior.

Externamente, os rins são envolvidos por uma cápsula fibrosa. Internamente, cada rim contém cerca de 1 milhão de pequenos tubos chamados, néfrons. É no interior dos néfrons que a urina se forma.

Cada néfron é formado por duas partes principais: a cápsula de Bowman e os túbulos renais. Na figura sobre a estrutura o néfron, os túbulos estão identificados como túbulo distal, túbulo proximal e túbulo coletor .

No interior da cápsula de Bowman se liga a um túbulo contorcido que desemboca numa alça em forma de 'U' (alça de Henle). A partir desta alça forma-se um outro túbulo contorcido. O conjunto desses túbulos forma os túbulos renais.

Cada rim contém cerca de um milhão de néfrons, o que torna esse órgão capaz de filtrar
os excretas que circulam em nosso sangue.

Pedras nos rins

Cálculos renais são grãos ou pedras que se formam devido à cristalização de certos sais minerais concentrados em nosso organismo. Alojando-se nos rins ou na bexiga, eles causam dores agudas.

A ingestão de bastante líquido aumenta a quantidade de urina, que, ao ser eliminada, possibilita a saída de pequenos cálculos. Quando a pedra for maior e não puder ser eliminada pela uretra, é preciso fazer uma cirurgia para retirá-la.

Pessoas com tendência à formação de cálculos renais devem beber muito líquido, mesmo depois de operadas. Isso contribui para evitar novas cristalizações de sais minerais. Regime alimentar especial é também recomendado pelo médico.

Fonte: www.corpohumano.hpg.ig.com.br

Rins

Os rins são dois órgãos existentes na parte de trás do abdômen que limpam o sangue das impurezas do corpo, funcionando como filtros.

Para que servem os rins

Os rins realizam diversas funções importantes no nosso organismo.

Entre elas, podemos citar:

Eliminação de resíduos tóxicos produzidos pelo organismo, como a uréia e o ácido úrico. Damos o nome a esta função de filtração
Controle do excesso de líquidos em nosso organismo, o qual é eliminado através da urina
Equilíbrio entre os sais minerais de nosso corpo, eliminando os excessos e suprindo as carências
Influencia na pressão arterial e venosa de nosso corpo, através do controle dos líquidos e sais minerais
Produz e secreta hormônios: a eritropoetina (a qual interfere na produção de glóbulos vermelhos e sua deficiência pode levar a uma anemia de difícil controle), a vitamina D (ou calciferol, a qual ajuda na absorção de cálcio) e a renina (que ajuda a controlar o volume de líquidos e a pressão arterial de nosso corpo).

Os rins e suas doenças

O número de pessoas que sofrem de doenças renais é muito grande. Algumas sofrem de doenças que não são graves. Outras apresentam doenças como a diabetes e pressão alta que, se não tratadas de maneira correta, podem levar à falência total do funcionamento renal. E, finalmente, existem pessoas que quando sentem alguma coisa, já têm os rins totalmente paralisados.

Quando os rins já não funcionam corretamente, há a necessidade de se fazer diálise. Na maioria das vezes o tratamento deve ser feito para o resto da vida, se não houver possibilidade de ser submetido a um transplante renal. A cada ano o cerca 21.000 brasileiros precisam iniciar tratamento por hemodiálise ou diálise peritoneal. Raros são aqueles que conseguem ter pelo menos uma parte do funcionamento dos rins recuperada, o bastante para deixarem de necessitar de diálise e poucos têm a sorte de receber um transplante renal. A cada ano somente 2.700 brasileiros são submetidos a um transplante renal! Conhecer as características e o funcionamento dos rins é muito importante para se ter uma idéia do que são as doenças renais, como detectá-las, como evitá-las e como tratá-las.

Insuficiência Renal

É a perda das funções dos rins, podendo ser aguda ou crônica.

Insuficiência Renal Aguda

Em alguns pacientes com doenças graves, os rins podem parar de funcionar de maneira rápida, porém temporária. Rápida porque a função renal é perdida em algumas horas e temporária porque os rins podem voltar a funcionar após algumas semanas. A esta situação os médicos chamam de insuficiência renal aguda. Em muitas ocasiões o paciente necessita de ser mantido com tratamento por diálise até que os rins voltem a funcionar.

Insuficiência Renal Crônica

Insuficiência renal crônica é a perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais. Por ser lenta e progressiva, esta perda resulta em processos adaptativos que, até certo ponto, mantêm o paciente sem sintomas da doença. Até que tenham perdido cerca de 50% de sua função renal, os pacientes permanecem quase que sem sintomas. A partir daí podem aparecer sintomas e sinais que nem sempre incomodam muito o paciente. Assim, anemia leve, pressão alta, edema (inchaço) dos olhos e pés, mudança nos hábitos de urinar (levantar diversas vezes à noite para urinar) e do tipo de urina (urina muito clara, sangue na urina, etc.).

Deste ponto até que os rins estejam funcionando somente 10-12% da função renal normal, pode-se tratar os pacientes com medicamentos e dieta.

Quando a função renal se reduz abaixo destes valores, torna-se necessário o uso de outros métodos de tratamento da insuficiência renal: hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante renal.

Sinais e sintomas da disfunção Renal

Muitos são os sinais e sintomas que aparecem quando a pessoa começa a ter problemas renais.

Alguns são mais frequentes, embora eles não sejam, necessariamente, consequência de problemas renais:

Alteração na cor da urina (fica parecida com coca-cola ou sanguinolenta)
Dor ou ardor quando estiver urinando
Passar a urinar toda hora
Levantar mais de uma vez à noite para urinar
Inchaço dos tornozelos ou ao redor dos olhos
Dor lombar
Pressão sanguínea elevada
Anemia (palidez anormal)
Fraqueza e desânimo constante
Náuseas e vômitos frequentes pela manhã.
Caso qualquer destes sinais ou sintomas apareça, procure imediatamente um médico de sua confiança.

Causas da Insuficiência Renal Crônica

Diversas são as doenças que levam à insuficiência renal crônica.

As três mais comuns são: a hipertensão arterial, a diabetes e a glomerulonefrite.

A hipertensão arterial (pressão alta) é uma importante causa de insuficiência renal. Como os rins são os responsáveis no organismo pelo controle da pressão, quando eles não funcionam adequadamente, há aumento na pressão arterial que, por sua vez, leva à piora da disfunção renal, fechando assim um ciclo de agressão aos rins. O controle correto da pressão arterial é um dos pontos principais na prevenção da insuficiência renal e da necessidade de se fazer diálise.

O diabetes é uma das mais importantes causas de falência dos rins, com um número crescente de casos. Após cerca de 15 anos de diabetes, alguns pacientes começam a ter problemas renais. As primeiras manifestações são a perda de proteínas na urina (proteinúria), o aparecimento de pressão arterial alta e, mais tarde, o aumento da uréia e da creatinina do sangue.

Outra causa muito frequente de insuficiência renal é a glomerulonefrite (“nefrite crônica”). Ela resulta de uma inflamação crônica dos rins.

Depois de algum tempo, se a inflamação não é curada ou controlada, pode haver perda total das funções dos rins.

Outras causas de insuficiência renal são: rins policísticos (grandes e numerosos cistos crescem nos rins, destruindo-os), pielonefrite (infecções urinárias repetidas devido à presença de alterações no trato urinário, pedras, obstruções, etc.) e doenças congênitas (“de nascença”).

Dez sinais de doenças nos rins e vias urinárias:

1 -Pressão Alta
2 -Diabetes
3 -Dificuldade de urinar
4 -Queimação ou dor quando urina
5 -Urinar muitas vezes, principalmente à noite
6 -Urina com aspecto sanguinolento
7 -Urina com muita espuma
8 -Inchaço ao redor dos olhos e nas pernas
9 -Dor lombar, que não piora com movimentos
10 -História de pedras nos rins.

Fonte: www.doevida.org.br

Rins

Os rins situam-se na parte dorsal do abdome, logo abaixo do diafragma, um de cada lado da coluna vertebral, nessa posição estão protegidos pelas últimas costelas e também por uma camada de gordura. Cada rim tem cerca de 11,25 cm de comprimento, 5 a 7,5 cm de largura e um pouco mais de 2,5 cm de espessura. A massa do rim no homem adulto varia entre 125 e 170 g; na mulher adulta, entre 115 e 155 g. Tem cor vermelho-escuro e a forma de um grão de feijão enorme.

São órgãos excretores. Possui uma cápsula fibrosa, que protege o córtex (cor amarelada) mais externo, e a medula (avermelhada) mais interna. O ureter é um tubo que conduz a urina até a bexiga. Cada rim é formado de tecido conjuntivo, que sustenta e dá forma ao órgão, e por milhares ou milhões de unidades filtradoras, os néfrons, localizados na região renal.

Néfrons

O néfrom é uma longa estrutura tubular microscópica que possui, em uma das extremidades, uma expansão em forma de taça, denominada cápsula de Bowman, que se conecta com o túbulo contorcido proximal, que continua pela alça de Henle e pelo tubo contornado distal, este desemboca em um tubo coletor. São responsáveis pela filtração do sangue e remoção das excreções.

Em cada rim, a borda interna côncava constitui o hilo renal. Pelo hilo renal passam a artéria renal, a veia renal e o início do ureter, canal de escoamento da urina.

Na porção renal mais interna localizam-se tubos coletores de urina. O tipo de néfrom e a localização dos rins variam.

Rins

Função

A função dos rins é filtrar o sangue, removendo os resíduos nitrogenados produzidos pelas células, sais e outras substâncias em excesso. Além dessa função excretora, os rins também são responsáveis pela osmorregulação em nosso organismo. Controlando a eliminação de água e sais da urina, esses órgãos mantêm a tonicidade do sangue adequada às necessidades de nossas células.

Funcionamento

O sangue chega ao rim através da artéria renal, que se ramifica muito no interior do órgão, originando grande número de arteríolas aferentes, onde cada uma ramifica-se no interior da cápsula de Bowman do néfrom, formando um enovelado de capilares denominado glomérulo de Malpighi.

Os capilares do glomérulo deixam extravasar diversas substâncias presentes no sangue (água, uréia, glicose, aminoácidos, sais e diversas moléculas de tamanho pequeno), através de suas finas paredes. Essas substâncias extravasadas passam entre as células da parede da cápsula de Bowman e atingem o túbulo contorcido proximal, onde constituem o filtrado glomerular (urina inicial). O filtrado glomerular é semelhente, em composição química, ao plasma sanguíneo, com a diferença de que não possui proteínas, incapazes de atravessar os capilares glomerulares.

Urina

Diariamente passam pelos rins, quase 2 mil litros de filtrado glomerular. A urina inicial caminha sucessivamente pelo túbulo contorcido proximal, pela alça de Henle e pelo túbulo contornado distal, de onde é lançada em duto coletor. Durante o percurso, as paredes dos túbulos renais reabsorvem glicose, vitaminas, hormônios, parte dos sais e a maior parte da água que compunham a urina inicial. As substâncias reabsorvidas passam para o sangue dos capilares que envolvem o néfrom. Esses capilares originam-se da ramificação da arteríola eferente, pela qual o sangue deixa a cápsula de Bowman. A uréia, por não ser reabsorvida pelas paredes do néfrom, é a principal constituinte da urina.

Aproveitamento do filtrado glomerular

Dos 600 litros do filtrado glomerular produzido diariamente pelos rins, forma-se apenas 1,5 litro de urina, portanto, mais de 98% da água do filtrado foi reabsorvida, principalmente na região da alça de Henle.

Os capilares que reabsorvem as substâncias úteis dos túbulos renais se reúnem para formar um vaso único, a veia renal, que leva o sangue para fora do rim, em direção ao coração.

Fonte: www.webciencia.com

Rins

Superfície anterior do rim direito

Rins
1.
Extremidade superior
2. Cápsula renal ou de Gerotta
3. Margem mediana
4. Margem lateral
5. Hilo renal
6. Artéria renal
7. Veia renal
8. Pélve renal
9. Margem mediana
10. Ureter
11. Veias
12. Extremidade inferior

Rim direito secionado em vários planos (expondo parênquima e seio renal)

Rins
1.
Córtex
2. Cápsula fibrosa
3. Cálices secundários
4. Vasos sanguíneos
5. Medula (pirâmide)
6. Papila da pirâmide
7. Seio renal
8. Cálices principais
9. Coluna renal ou de Bertin
10. Pélvis Renal
11. Gordura no seio renal
12. Raios medulares
13. Cálices secundários
14. Ureter

Fonte: www.uro.com.br

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