
Nome Vulgar: CORUJA BURAQUEIRA
Nome Científico: Athene cunicularia
Família: Strigidae
Peso: 100 a 200 g
Tamanho: 20 a 30 cm
A coruja é uma ave tímida, pôr isso, vive em lugares sossegados. Durante o dia ela cochila em seu ninho ou toma sol nos galhos de árvores. A noite, com sua visão 100 vezes mais penetrantes que a visão humana, uma ótima audição e um vôo suave e silencioso. Para enxergar alguma a seu lado ela tem que virar a cabeça, pois seus grandes e arregalados olhos estão dispostos lado a lado, num mesmo plano. Quando a fêmea bota os ovos, o macho providencia a alimentação e a proteção para os filhotes. Mede aproximadamente 24cm.
Pôr alimentar-se de insetos, é muito útil ao homem, beneficiando-o na agricultura. Vivem nos buracos de tatus abandonados, nos campos e cerrados de todo o Brasil. Come também pequenos roedores (ratos), e pequenas cobras. As fêmeas fazem posturas normalmente de 4 a 7 ovos, excepcionalmente até 18 ovos.
Fonte: www.pesc.org.br
Tamanho: 23cm
Idenficação: única po
Seus hábitos mais diurnos que noturnos e pela sua coloração marrom com uma região branca na garganta e manchas escuras por boa parte do corpo. É seguramente a coruja mais avistada na maior parte do país, não só por ser realmente comum, mas principalmente por seus hábitos diurnos.
Costuma construir suas tocas, que servem tanto de abrigos quanto como ninhos, em locais planos e abertos, como gramados e campos de futebol. Apesar de procurar buracos abandonados, como os de tatu, a coruja também pode cavar com o auxílio dos pés e do bico, ficando até mesmo toda suja na construção da toca.
Essas tocas são normal- mente ocupadas por um casal. Possui uma distribuição geográfica muito ampla, indo do Chile até o Canadá, onde é considerada espécie vulnerável à extinção local, devido ao avanço da agricultura sobre as pradarias. Alimenta-se de vários animais e usa estratégias de caça diferentes conforme a presa. A estratégia mais comum é caçar insetos andando, pulando ou com vôos curtos a partir do chão, próximo à toca.
Para caçar presas maiores fica empoleirada em cercas ou grandes cupinzeiros e ``mergulha´´ sobre a vítima. Os filhotes, que vão de 2 a 6, são criados nas tocas. Quando perturbados emitem um som que lembra o de uma cascavel, espantando assim seus predadores. Na época de reprodução os pais tornam-se agressivos, investindo contra qualquer animal que se aproximar da toca, seja ele um cachorro, gato ou até mesmo um ser humano.
Fonte: www.bdc.ib.unicamp.br

Nome Científico: Athene cunicularia (Molina, 1782)
Nome em inglês: Burrowing Owl
Ordem: Strigiformes
Família: Strigidae
Outros Nomes: Coruja dos Campos
Habitat: Campos, Pastos, Areas Urbanas, Borda de Matas
Distribuição: Toda a América
Alimentação: Insetos, Pequenos roedores,
A coruja buraqueira é sem dúvida a mais conhecida das corujas brasileiras, por ser visivel durante o dia e ficar pousada, ereta, em locais expostos ou no solo, pode ser vista em postes, troncos, muros, no próprio solo, etc. Como indica o seu nome comum, faz seus ninhos no solo, seja em buracos abertos por ela mesma, seja abandonados por tatus, readaptados pelas corujas. A qualquer sinal de perigo emitem um som alto, forte e estridente. Esse alarme é dado durante o dia, chamando a atenção para a coruja. Os filhotes, ao escutarem o alerta, entram no ninho, enquanto os adultos voam para pousos expostos e atacam decididamente qualquer fonte de perigo para os filhos. A mais conhecida das corujas, por ser visivel durante o dia e ficar pousada, ereta, em locais expostos ou no solo. Como indica o seu nome comum, faz seus ninhos no solo, seja em buracos abertos por ela mesma, seja abandonados por tatus, readaptados pelas corujas. As covas possuem, em torno de 1,5 a 3 m de profundidade e 30 a 90 cm de largura. Ao redor acumula estrume e se alimenta dos insetos atraídos pelo cheiro. A qualquer sinal de perigo emitem um som alto, forte e estridente. Esse alarme é dado durante o dia, chamando a atenção para a coruja. Botam, em média de 6 a 11 ovos; o número mais comum é de 7 a 9 ovos. A Incubação dura de 28 a 30 dias e é executada somente pela fêmea. Enquanto a fêmea bota os ovos, o macho providencia a alimentação e a proteção para os futuros filhotes. Os cuidados da cria, enquanto ainda estão no ninho são tarefa do macho. Quando os filhotes estão com 14 dias podem ser vistos empoleirando a entrada da cova, esperando pelos adultos e pela comida. Os filhotes saem do ninho com aproximadamente 44 dias e começam a caçar insetos quando estão com 49 a 56 dias.
Apesar dessa grande atividade diurna, caçam os insetos, escorpiões e pequenos roedores de sua alimentação a noite. Também é a noite que emitem os chamados de acasalamento e territorial, de tom semelhante a outras corujas, graves e completamente diferentes dos silvos diurnos de alarme.
Ocupa ambientes alterados pela ação humana, inclusive cidades e pistas de pouso ou aeroportos. De porte pequeno, a Coruja-buraqueira possui uma cabeça redonda, tem sobrancelhas brancas, olhos amarelos, e pernas longas. Ao contrário a maioria das corujas o macho é ligeiramente maior que a fêmea e as fêmeas são normalmente mais escuras que os machos. É uma ave tímida, por isso, vive em lugares sossegados. Tem vôo suave e silencioso. A reprodução da coruja-buraqueira começa entre março ou abril. O casal se reveza, alarga o buraco, cava uma galeria horizontal usando os pés e o bico e por fim forra a cavidade do ninho com capim seco. As covas possuem, em torno de 1,5 a 3 m de profundidade e 30 a 90 cm de largura. Ao redor acumula estrume e se alimenta dos insetos atraídos pelo cheiro. Botam, em média de 6 a 11 ovos; o número mais comum é de 7 a 9 ovos. A Incubação dura de 28 a 30 dias e é executada somente pela fêmea. Enquanto a fêmea bota os ovos, o macho providencia a alimentação e a proteção para os futuros filhotes. Os cuidados da cria, enquanto ainda estão no ninho são tarefa do macho. Os filhotes saem do ninho com aproximadamente 44 dias e começam a caçar insetos quando estão com 49 a 56 dias.Os filhotes, ao escutarem o alerta, entram no ninho, enquanto os adultos voam para pousos expostos e atacam decididamente qualquer fonte de perigo para os filhos. Podem defender o ninho, voando em direção a um predador potencial, inclusive pessoas, desviando no ultimo momento, visualizada várias vezes vocalizando e espantando invasores como cachorros e gatos.
Geralmente caçam os insetos, escorpiões e pequenos roedores durante a noite. Também é a noite que emitem os chamados de acasalamento e territorial, de tom semelhante a outras corujas, graves e completamente diferentes dos silvos diurnos de alarme. Ocupa ambientes alterados pela ação humana, inclusive cidades e pistas de pouso ou aeroportos. De porte pequeno, a Coruja-buraqueira possui uma cabeça redonda, tem sobrancelhas brancas, olhos amarelos, e pernas longas. Ao contrário a maioria das corujas o macho é ligeiramente maior que a fêmea e as fêmeas são normalmente mais escuras que os machos. Assim como na maioria das corujas, tem vôo suave e silencioso.
Fonte: www.avesderapinabrasil.com
Coruja-buraqueira
Speotyto cunicularia
CR: Parque do Carmo, Parque Santo Dias, Bairro Butantã,
Bairro Vila Guilherme, Bairro Jaraguá
Habitat Campos, pastagens e gramados de áreas urbanas.
Comportamento Terrícola. Apesar de diurna é mais ativa à noite.
Tem o hábito de pousar sobre cupinzeiros, estacas, fios, e beira de estrasdas. Vive em tocas, que ela mesma constroi.
Alimentação Besouros e outros artrópodes, e também pequenos mamíferos, aves, répteis e anfíbios, em menor quantidade.
Reprodução Para a ovipostura utilizam câmara em túnel por ela escavado no solo ou buracos abandonados de tatus. A postura é de 4 ovos, incubados pelo casal durante 23 ou 24 dias. A alimentação dos filhotes é feita pelos pais.
Grau de ameaça no Estado de S.Paulo e no Brasil
(adaptação, impacto,doenças)
Os filhotes ameaçam intrusos com um chocalhar que se assemelha ao ruído das cascavéis.
Em outubro de 1996, foram recebidos dois filhotes de coruja buraqueira que foram retirados de um ninho no Pq. do Carmo e encaminhados para a Administração do Parque. Os filhotes eram muito imaturos e não se alimentavam sozinhos, tendo que receber alimentação na boca. Aos poucos começaram a se alimentar sozinhos e adquiriram comportamentos típicos da espécie, como cavar buracos. Após 80 dias, completaram seu desenvolvimento, foram considerados aptos à vida livre e soltos no Parque do Carmo.
Arquivos da Divisão de Fauna Sick, H. Ornitologia Brasileira. Editora Nova Fronteira. Rio de Janeiro, 1997. Hofling, E. & Camargo, H. F.A. 1993. Aves no Campus.Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, São Paulo, 126 p.
Fonte: www.prefeitura.sp.gov.br