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Couve

 

Couve
Couve

A couve (Brassica) pertence à numerosíssima família das Crucíferas (umas 1.900 espécies), que compreende quase sem exceção todas as verduras.

Contém numerosos óleos consistentes e enxofrados que estimulam o apetite e reforçam as secreções das glândulas, especialmente no tubo gastrintestinal.

As formas de cultivo mais comuns são a couve portuguesa, a couve galega, a couve lombarda, a couve crespa ou de Sabóia, a couve de Bruxelas, a couve-rábano, a couve-flor, o repolho, os brócolos, os nabos e as nabiças.

Composição e Propriedades

Até hoje, infelizmente, os químicos não nos podem dizer muita coisa a este respeito. Conhece-se, porém, o conteúdo das diferentes variedades de couves quanto às principais substâncias alimentares, conforme se vê no quadro que se segue.

O conteúdo mineral corresponde completamente ao das outras espécies de verdura. Além disso, todas as variedades de couve, assim como todos os legumes, possuem elevado conteúdo de bases.

Todas as variedades de couve mostram, de resto, um pequeno conteúdo de caroteno, primeiro escalão da vitamina A, assim como de vitaminas B i, B2, C e K.

Os elementos que entram na sua composição são muito escassos em calorias, mas, segundo a experiência mostra, satisfazem muito bem a sensação de apetite. Esta característica pode aproveitar-se no regime para obesos, preparando pratos pobres em calorias, isto é, sem gordura nem fécula.

As variedades de couves com paredes celulares delgadas, como a couve-flor, a couve-nabiça, podem, por outro lado, preparar-se com a ajuda de nata, ovos e gordura para a alimentação de enfermos desnutridos ou de alimentação difícil.

Também, como nas demais verduras de folhas, as variedades de couves constituem um alimento sumamente apropriado para os diabéticos, porque suportam muitíssimo bem o seu conteúdo em hidrocarbonatos, talvez por facilitarem o aproveitamento das matérias auxiliares, que atuam de forma análoga à insulina.

Para o homem são, a couve tem sido desde a Idade Antiga um alimento sempre importante e variado, como hoje.

Nunca se insistirá demasiado em que os legumes, as verduras, os cereais, as frutas e os produtos lácteos, numa preparação simples e natural, oram sempre a base (la alimentação sã, continuando ainda agora a sê-lo.

Com respeito à composição química da couve e das suas variedades, indica-se com frequencia que são pobres em proteínas e matérias nutritivas, que cheiram mal, que são de difícil digestão e de pouco proveito, que têm poucas calorias, que carregam os intestinos, que produzem flatulências, etc.

Estas propriedades negativas, freqüentemente atribuídas às hortaliças, e em especial à couve e suas variedades, só se justificam quando as verduras se desnaturalizam e se desvalorizam totalmente na cozinha «seleta», cozendo-as, suavizando-as com bicarbonato de sódio, branqueando-as, salgando-as e recobrindo-as de farinha ou de extratos de carne ou de gorduras salgadas.

Na forma mais simples, consumidas em parte como alimento cru, em parte impregnadas com pouca gordura, as nossas variedades de couve tomadas em quantidades moderadas constituem um importante alimento preventivo para jovens e velhos.

Emprego do Suco de Couve nas úlceras do Estômago

O suco de couve pode ostentar já um significado médico. O médico americano Dr. Carnett Cheney (Universidade de Stanford) tem publicado, desde 1940, uma série de trabalhos científicos sobre o tratamento das úlceras do estômago e do duodeno com suco de couve.

Obtinha o suco centrifugando couve crua e fazia os doentes tomarem quatro ou cinco vezes diariamente, de 200 a 250 cm3 de suco cru. Informou que mediante este tratamento ao cabo de cinco dias, no máximo, conseguia fazer cessar as dores, curando-se as úlceras, nuns catorze dias. O Dr. Cheney vê a causa deste efeito principalmente na presença de algum elemento ainda desconhecido e a que chama vitamina U. Esta substância, de existência ainda insegura, está contida na gordura da couve, encontrando-se também provavelmente na salsa, na alface, no aipo, nos ovos e no leite cru. A couve refogada ou murcha perde esta vitamina.

Os médicos suíços Strehler e Hunziker praticaram o tratamento de úlceras com suco de couve.

Fizeram os doentes tomarem, além de um litro diário do dito suco, com uma ligeira alimentação básica, um litro de purê de banana com um pouco de nata e ovos.

Com este regime não conseguiram acelerar o processo de cura por efeito da vitamina U (fator antiulceroso) nos doentes de gastrite e úlcera do estômago. Nos enfermos de úlcera do duodeno e de colite ulcerosa puderam, em contrapartida, comprovar uma redução do tempo de cura. Esta, nos doentes de úlcera do duodeno, precisou, em média, de três semanas e, num dos casos, apenas de sete dias. Os êxitos dos mencionados médicos na inflamação do duodeno, sempre de difícil cura, resultaram sobremaneira decisivos e deverão servir de base para posteriores investigações.

Outras Indicações Terapêuticas

Na alimentação dos doentes, como se disse atrás, cumpre ter em conta as características dietéticas das diversas variedades da couve.

Assim, aos doentes do estômago e do intestino devem dar-se naturalmente só as espécies mais finas, tais como couve-nabiça e couve-flor, ao passo que aos doentes de atonia intestinal ou com prisão de ventre crônica se devem dar as espécies mais fortes, excitantes das paredes intestinais, como couve galega e couve de Bruxelas, com as quais se sentirão aliviados, desde que não se apresente uma excepcional proliferação bacteriana intestinal; neste caso, seria mais oportuno um produto ácido do repolho, cru ou cozido ou em suco, e chegaríamos assim a um derivado da couve que não só é são como também possui um evidente valor médico, a couve fermentada (Chucrute).

Não só na Alemanha, como também em muitos outros países se aprecia muito como alimento o repolho fermentado ou chucrute.

Mas não se passou por alto o seu valor medicinal. De acordo com os nossos atuais conhecimentos, a couve fermentada consegue atuar como meio de cura e de correção de uma série de doenças. A prevenção das avitaminoses assim como a sua cura é devida ao elevado conteúdo deste alimento em minerais e vitaminas, e especialmente a C .

Evacua os sucos e gases pútridos, atua como remédio na úlcera do estômago, reforça os nervos e colabora em grau considerável para a formação de sangue; deste modo, muitas pessoas que comem o chucrute vêem transformar-se a palidez do rosto num belo colorido que é sinal de saúde.

O princípio curativo da couve fermentada é devido provavelmente ao elevado conteúdo em ácido láctico natural, de cujo favorável efeito em doenças muito difundidas, como arteriosclerose, reumatismo, gota e males hepáticos, muito haveria que dizer.

E temos de citar ainda outra coisa. A couve fermentada já demonstrou o seu valor como alimento para diabéticos; consumida em grande quantidade tem influído muitas vezes favoravelmente no quadro clínico.

O suco de couve crua é especialmente eficaz como remédio contra as lombrigas, nomeadamente nas parasitoses intestinais infantis. Não só é barato como também, e ao contrário dos específicos vermífugos freqüentemente tóxicos, é absolutamente inofensivo.

Se se deseja conservar o valor medicinal da couve fermentada, devido ao seu conteúdo em vitaminas, minerais, ácido láctico e colina, o consumo deverá ser a cru.

Podemos prepará-la de diferentes modos.

Corta-se ou pica-se, depois de espremido o suco, para que este não encharque a tábua de picar e se perca. Uma vez fragmentadas as folhas, volta-se a acrescentar-lhes o suco. Mistura-se depois cebola e finalmente alho e azeite. Se não se tinha já deitado temperos, juntam-se agora. Douram-se em azeite cebolas finalmente cortadas e deitam-se sobre a couve. Querendo comer morna, levar ao forno, mas não deve chegar a aquecer.

Também se acrescentam maçãs raladas e mistura-se tudo isto com alguma nata batida. Finalmente, também se pode preparar a couve fermentada com beterraba, um pouco de cenoura, nata ou azeite.

Fonte: www.geocities.com

Couve

A couve é um vegetal muito rico em Cálcio, Fósforo e Ferro, minerais importantes à formação e manutenção de ossos e dentes e à integridade do sangue.

Contém ainda vitamina A, indispensável à boa visão e à saúde da pele; e vitaminas do Complexo B, que tem por funções proteger a pele, evitar problemas do aparelho digestivo e do sistema nervoso.

Esta hortaliça é um ótimo remineralizante para o organismo, é laxante pela sua grande quantidade em fibras, e boa para a asma e bronquite.

Além disso, a couve é muito boa para combater as enfermidades do fígado, como a icterícia e os cálculos biliares, assim como os cálculos renais, as hemorróidas, e as menstruações difíceis ou dolorosas.

Em suco, é um tônico excelente, muito recomendado às crianças em fase de desenvolvimento.

O caldo da couve cozida é indicado nas enfermidades da pele.

A couve dissolve também os cálculos, combate a artrite, desinfeta o intestino, cura as úlceras gástricas e dá ótimo resultado no combate a vermes.

Em caso de febre, aplica-se à cabeça do enfermo cataplasma refrescante de folha de couve, que serve, também, para tratar feridas inflamadas.

As folhas de couve cozidas ao vapor e aplicadas topicamente de hora em hora, em forma de cataplasma quente, são boas para combater a gota, a artrite, as dores reumáticas em geral, e as nevralgias.

Também tiram a dor em casos de inflamação dos rins e do fígado.

Para uma boa compra é só verificar se as folhas estão bem verdes e sem marcas de picadas de insetos.

Folhas amarelas indicam que a couve está velha.

A couve conserva-se em geladeira em boas condiçoes por uma semana, e seu período de safra é de agosto a fevereiro.

Cem gramas de couve fornecem 27 calorias.

Couve manteiga crua

TACO - Tabela Brasileira de Composição de Alimentos

  % VD*
Valor energético 27.1kcal = 114kj 1%
Carboidratos 4,3g 1%
Proteínas 2,9g 4%
Gorduras saturadas 0,1g 0%
Gorduras poliinsaturadas 0,1g -
Fibra alimentar 3,1g 12%
Fibras solúveis 0,1g -
Cálcio 130,9mg 13%
Vitamina C 96,7mg 215%
Piridoxina B6 0,1mg 8%
Fósforo 48,7mg 7%
Manganês 1,0mg 43%
Magnésio 34,7mg 13%
Lipídios 0,6g -
Ferro 0,5mg 4%
Potássio 403,5mg -
Cobre 0,1ug 0%
Zinco 0,4mg 6%
Niacina 2,3mg 13%
Tiamina B1 0,2mg 14%
Riboflavina B2 0,3mg 23%
Sódio 6,2mg 0%

* % Valores diários com base em uma dieta de 2.000 Kcal ou 8.400kj. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades.

Fonte: www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br

Couve

Couve
Couve

Benefícios

Excelente fonte de beta-caroteno e vitamina C e E.
Boa fonte de ácido fólico, cálcio, ferro e potássio.
Contém bioflavonóides e outras substâncias que protegem contra o câncer.

Inconveniente

Mesmo cozidas, podem causar flatulência.
Membro da família dos repolhos, a couve tem as folhas arredondadas e é um vegetal que cresce melhor em clima frio.
Na verdade, a exposição a geadas até melhora seu sabor. Embora os tipos de couve que formam folhas vermelhas, roxas e amarelas sejam usada mais para fins decorativos (tanto no jardim como na mesa) do que como alimentos, todas as variedades são comestíveis e altamente nutritivas.

A couve

Como outros membros da família dos repolhos - é excelente fonte de vitamina C e beta-caroteno, que o corpo humano transforma em vitamina A. De fato, uma xícara de couve contém o dobro das necessidades diárias desses nutrientes.

Outros nutrientes encontrados numa xícara de couve são 5mg de vitamina E, 30 mcg (microgramas) de folato, 135 mg de cálcio, 2 mg de ferro e 450 mg de potássio.

Também fornece mais de 1g de fibras com apenas 50 calorias, o que torna a couve um alimento muito nutritivo, altamente recomendado para quem se preocupa com o peso.

Além disso, a couve contém mais ferro e cálcio que quase qualquer outra verdura; seu alto teor de vitamina C aumenta a capacidade de absorção destes minerais pelo organismo. Servir couve com molho de limão ou com outras frutas cítricas na mesma refeição acelera a absorção de ferro e cálcio.

Os bioflavonóides, carotenóides e outros componentes que combatem o câncer estão presentes em grande quantidade na couve.

Ela também contém indóis, compostos que podem diminuir o potencial cancerígeno do estrogênio e induzir a produção de enzimas que protegem contra doenças.

O modo tradicional de comer couve é cozida. Para preservar as vitaminas A e C, devemos cozinhá-la rapidamente com pouca água. Pode ser cozida no vapor, picada e refogada com outros legumes ou verduras, ou cozida em caldo para uma deliciosa sopa.

A couve encolhe consideravelmente durante o cozimento; são necessárias 3 xícaras de couve crua para se obter 1 xícara dela cozida.

Fonte: www.ufms.br

Couve

Couve
Couve

Humilde e poderosa

Com insuspeitas qualidades medicinais, a couve continua curando as mais variadas doenças. E, na cozinha, como sempre, mantém o show de sabor inconfundível.

A couve é uma planta da família das crucíferas, da qual existem numerosas variedades cultivadas, cujas folhas comestíveis são muito apreciadas. Por sua riqueza em vitaminas e sais minerais, a couve é vegetal importantíssimo na medicina doméstica e na arte culinária.

Conheça as espécies

Dentre as várias espécies de couves, destacam-se couve-mineira (ou manteiga) e a couve tronchuda, fontes magníficas de cálcio, ferro, iodo e vitamina C. A couve com 50% de sais minerais ácidos é alimento nitidamente acidificante.

As espécies de coloração verde possuem mais sais minerais que aquelas de cor branca, sendo por isso mesmo largamente empregadas no tratamento das anemias carenciais. A couve deve ser consumida, preferencialmente, crua, picada e sempre muito bem mastigada para facilitar a digestão.

Riqueza em iodo

A couve é depósito formidável de iodo, devendo ser consumida de forma freqüente pelos portadores de bócio ou papeira, doença originariamente produzida por deficiência na ingestão deste mineral.

O iodo da couve é constituinte essencial da glândula tireóide, participando na produção diária dos hormônios tiroxina (T4) e triodotironina (T3).

A couve é alimento portador de boa quota de ferro, cálcio e pequena quantidade de fósforo. Ela contém mais vitamina C do que a encontrada nas frutas cítricas.

Uso medicinal da planta

O Dr. Paul Younis afirma que a couve é “remineralizante forte, laxante, oxidante e boa para asma e bronquite”.

Médicos naturistas têm utilizado a couve-flor no tratamento de graves disenterias, com esplêndidos resultados, ministrando-as simplesmente fervida em água, com um pouco de manteiga, pão torrado e sal.

Além disso, a couve é muito boa para combater enfermidades do fígado, como icterícia e cálculos biliares, assim como os cálculos renais, hemorróidas, colite ulcerosa, menstruação difícil ou dolorosa.

Por seu conteúdo em iodo, a couve dá excelentes resultados contra o bócio exoftálmico, caso em que se usa, de preferência, couve vermelha ou verde.

As couves verdes, mais ricas em sais minerais do que as brancas, se utilizam contra a anemia e clorose. Podem ser utilizadas nessas doenças em mistura com espinafre, cenoura, alface, picados bem finos, na dose de uma a duas colheradas em cada refeição, juntamente com outros alimentos.

Sucos sempre saudáveis

O suco de couve é tônico excelente, muito recomendado às crianças em fase de crescimento. Dissolve cálculos, combate artrite, desinfeta intestinos, cura úlceras gástricas e dá ótimo resultado como vermífugo. Dá-se às crianças às colheradas. Também é boa para expulsar solitárias.

Suco das folhas de couve, esfregado sobre o couro cabeludo, ajuda o crescimento do cabelo. Com o suco da couve vermelha prepara-se xarope calmante e peitoral, que se emprega especialmente para curar enfermidades do peito, particularmente catarros crônicos.

O suco de couve serve como tônico mineralizante, vermífugo, estimulador do apetite e como fórmula antidiarréica. Por ser rico em enxofre, serve para combater a seborréia do couro cabeludo.

Decocção ou xarope

Da couve cozida em água se obtém tisana muito eficaz contra tosse, rouquidão, asma e enfermidades dos brônquios. Sua mucilagem, em decocção ou xarope, é usada nas inflamações crônicas dos órgãos respiratórios e na tuberculose pulmonar. O caldo de couve cozida é indicado nas enfermidades da pele. Na escarlatina usa-se o decocto das folhas da couve em forma de banhos mornos.

A vez dos cataplasmas

Médicos naturistas tem empregado com grande êxito, cataplasmas de folhas de couve para curar úlceras varicosas. Para isso recomenda-se lavar as folhas, eliminar as nervuras salientes, amassá-las com pau de macarrão e macerá-las com água boricada durante algumas horas. Limpa-se bem a parte afetada e colocam-se folhas sobre toda a úlcera. Venda-se suavemente o local com gaze ou pano bem limpo. Renova-se o tratamento duas vezes ao dia.

Essas cataplasmas são utilizadas como refrescantes, para tratar chagas e feridas inflamadas. Nas bronquites, empregam-se folhas topicamente, regadas com óleo de linhaça, puro. As folhas cozidas ao vapor e aplicadas topicamente, em forma de cataplasmas quentes, são boas para combater gota, artrite, dores reumáticas em geral e nevralgias. Renovam-se de hora em hora. Também tiram a dor em caso de inflamações de rins e fígado.

Valor alimentício

Para o bom aproveitamento de suas vitaminas e sais minerais, a couve deve ser consumida, preferivelmente crua, em saladas, porque quando cozida, perde grande parte de seus elementos nutritivos e se torna alimento morto, no que diz respeito às vitaminas.

Por causa de seu elevado conteúdo em celulose, que a torna algo indigesta, a couve deve ser picada bem fina e muito bem mastigada. Devido à grande quantidade de enxofre, quando cozida a couve freqüentemente produz flatulências intestinais, pelo que as pessoas de estômago delicado estão propensas a indisposições originadas pelos gases, quando comem couve.

Os que preferem comer a couve ligeiramente cozida, aconselha-se não jogar fora a água da fervura, mas aproveitá-la em sopas e outros preparos, pois parte dos minerais e vitaminas fica dissolvida na água.

Medicina popular

Analgésica

Passe três dentes de alho, esmagados na panela, com meia xícara de água e sal (a gosto). Quando escurecer o alho, junte um molho de couve, ½ copo de água.

Deixe em fogo brando por 15 minutos. Uma vez pronto, adicione uma colher de chá de óleo ou azeite e gotas de suco de limão. Um prato preparado para “ suavizar” dores corporais. Essa refeição não ultrapassa 80 calorias.

Caldo de couve

Cozida em água, é usada para combater tosse, asma, doenças inflamatórias da pele.

Salada energética

Misturada na salada de alface, espinafre e cenoura, fornece prato altamente energético para pacientes debilitados.

Fonte: www.vidaintegral.com.br

Couve

Couve
Couve

A cultura das couves é muito comum em todo o País.

Pertencem à família das Brassica oleracea L., variedade acephala.

Oiginária da costa do Mediterrâneo onde é cultivada desde antes de Cristo.

Variedades

As variedades de couves mais conhecidas são: Manteiga verde lisa, Manteiga verde crespa, Manteiga roxa e Gigante.

Dentre as variedades cotadas, as couves-manteiga são preferidas por serem mais tenras, enquanto que a couve gigante tem as folhas muito mais desenvolvidas.

Plantio

A melhor época para o plantio vai de fevereiro a maio, mas pode ser cultivada o ano todo.

O meio mais fácil e rápido de propagação é feito por mudas destacadas do “pé-mãe”, essas mudas são brotos que nascem nas axilas das folhas, principalmente durante a época mais quente.

Propaga-se também por sementes. Neste caso, semeia-se em lugar sombreado, transplantando-se para o definitivo, quando as mudinhas tiverem cerca de um palmo de altura, deixando-as a 50cm em todos os sentidos. Um grama (1 gr.) de semente fornece mudas para cerca de 50 metros quadrados.

Solo e Clima

Não é muito exigente, mas prefere solos levemente argilosos, ricos em matéria orgânica, úmidos e drenados, com pH entre 6 e 6,8.

Nas regiões de clima ameno (até 22graus) pode ser plantada o ano inteiro, sendo que nas demais regiões deve escolher o período de meses úmidos e de calor menos intenso, portanto é uma planta típica de outonoe inverno.

Tratos culturais

Adubação

Adubação aconselhável para esta cultura, como para qualquer outra só poderia ser indicada após se conhecer a fertilidade do solo, através da análise química.
Contudo, pode-se ter, com base para os solos de média fertilidade, a seguinte adubação: 3 litros de esterco para o espaçamento usual que é de 1,00 x 0,50 m.
Os tratos culturais a serem executados nesta cultura são: as usuais capinas, as desbrotas freqüentes o a condução da planta de modo a deixar as hastes crescerem livremente.
Deve-se, também, observar que, quando já estiverem bem altas, a possibilidade de se fazer o corte do broto central favorecendo, assim, a formação de mudas.

Colheita e embalagem

A colheita se processa 50 dias após o plantio das mudas e 90 dias após a semeação e colhe-se praticamente o ano todo. Uma boa planta produz cerca de 4 a 5 kg de folhas por ano.

Pragas e moléstias

As pragas desta cultura são as lagartas, traças e pulgões; as moléstias mais comuns são podridão mole, fusariose, mosaico e podridão negra.

Fonte: www.criareplantar.com.br

Couve

Couve
Couve

As couves, devido ao seu alto e valioso valor nutricional são um dos principais legumes utilizados na medicina tradicional desde a antiguidade. Julga-se mesmo que na antiguidade em algumas civilizações as couves eram utilizadas somente com o fim medicinal e não gastronómico.

Nas antigas civilizações da Grécia e Roma costumava-se comer couve antes de uma refeição farta, ou simplesmente para prevenir doenças do estômago ou uma indisposição.

No Egipto costumava ser uma prática comum ingerir algumas folhas de Couve em vinagre antes de um grande banquete ou festa, esta prática tinha como fim prevenir uma eventual ressaca. Mas é mais tarde, no final da idade média, após este vegetal ter ganhado uma grande popularidade entre os povos Europeus, que surge o termo “médico do povo” associado à couve.

A couve era utilizada para a cura das mais diversas enfermidades, e havia ainda a ideia de se comer couve diariamente evitaria o aparecimento de doenças.

Algumas destas práticas sobreviveram ao passar dos milénios e ainda são hoje em dia utilizadas por muita gente. Porém os povos da antiguidade não estavam de todo errados quanto às propriedades da couve. Estudos e investigação nesta área têm revelado que a utilização das couves para a cura e prevenção de certas enfermidades é realmente eficaz devido à sua composição nutricional e por ser um anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural.

Nos dias de hoje a couve ainda é utilizada com alguma regularidade nas seguintes situações:

Evitar ressacas (deve-se consumir couve com vinagre antes de se ingerir álcool, alguns países inclusive utilizam a couve como aperitivo em bares.)

Aliviar a prisão de ventre (para aliviar a prisão de ventre deve-se consumir pratos com couve cozida.)

Evitar má disposição (deve-se consumir algumas folhas de couve crua ou cozida antes de uma refeição pesada.)

Curar e aliviar a dor de úlceras gástricas (a receita tradicional para as úlceras é a de 1L de sumo de couve durante 8 dias. Contudo esta prática não deve ultrapassar os 8 dias, nem deve ser mais de um litro pois este sumo pode inibir o organismo de absorver o ferro e consequentemente criar uma anemia.)

Cortes e feridas (para uma cicatrização rápida deverá aplicar-se uma folha de couve fresca sobre a ferida.)

Dores, inchaço e feridas no peito devido à amamentação (em caso de uma amamentação dolorosa, para aliviar a dor e o inchaço, deve-se abrir ao meio os caules e os veios das folhas e aplicar sobre a zona afectada.)

Prevenir e curar constipações e gripes (a couve é por excelência uma fonte de vitamina C, contudo para prevenir gripes e constipações tem que ser consumida crua pois ao ser cozinhada perde quase metade da grande quantidade de vitamina C que possui)

Mas as propriedades curativas da couve não se ficam por aqui. Há já alguns anos que a couve tem vindo a ser utilizada pelos praticantes de medicina tradicional, como homeopatas, no tratamento do cancro através da dieta. Mas foi recentemente que estudos levados a cabo no Japão e EUA vieram mostrar que a couve é realmente eficaz na prevenção de certos tipos de cancro, como o do cólon e cancros hormono-dependentes como o da mama e dos ovários pois estimula o metabolismo das mulheres.

Outro estudo levado a cabo recentemente em Lyon, França, veio comprovar que comer pelo menos uma vez por semana couve ou brócolos previne o cancro do pulmão em 70% dos indivíduos, pois estes vegetais são ricos em isothiocyanate, um químico natural que protege contra este cancro.

Por fim, Investigadores da Universidade Nacional de Seoul, Coreia do Sul, após alimentarem com couve chinesa (napa) 13 aves contaminadas com o vírus da gripe das aves constataram surpreendentemente que em 1 semana 11 das 13 aves recuperaram. Será que a couve nos poderá salvar de uma futura epidemia?

Apesar de ter havido no último século um crescente número dos cépticos da medicina natural, nos últimos anos a medicina natural voltou a ser procurada por muitas pessoas e a couve foi um dos alimentos que mais recuperou a popularidade de outrora.

Fonte: vnatura.wordpress.com

Couve

Couve
Couve

As couves eram usadas como alimentos já na época greco-romana. Os gregos além de apreciá-las como alimento, descobriram suas propriedades medicinais.

Há algumas décadas, descobriu-se que a couve tem ação anti-câncer e outras propriedades medicinais.

Atualmente, a couve comum ou couve-manteiga (Brassica oleracea) é uma das hortaliças mais populares na região centro-sul do Brasil.

Informações Nutricionais

A couve destaca-se entre as demais hortaliças pelos teores das vitaminas A1 (retinol) e B2 (riboflavina), e dos minerais cálcio e ferro.

100 g contêm, em média:

Macrocomponentes Glicídios (g) 4
Proteínas (g) 1
Lipídios (g) 0
Fibras alimentares (g) 1
Vitaminas Vitamina A1 (mg) 750
Vitamina B1 (mg) 96
Vitamina B2 (mg) 247
Vitamina B3 (mg) 0
Vitamina C (mg) 108
Minerais Sódio (mg) 244
Potássio (mg) 358
Cálcio (mg) 330
Fósforo (mg) 66
Ferro (mg) 2
Conteúdo energético (kcal) 24

Como Comprar

Verifique se as folhas estão bem verdes e sem marcas de picadas de insetos. Folhas amarelas indicam que a couve está velha.

Como Conservar

Conserva-se em saco plástico transparente na parte inferior da geladeira por cinco dias.

Como Consumir

As folhas podem ser consumidas cruas, em saladas. Pode-se também ser cozidas (a forma ideal é o cozimento à vapor, para se evitar a perda das propriedades medicinais). O suco da couve também é muito apreciado.

Fonte: www.ceasacampinas.com.br

Couve

Couve
Couve

As couves, devido ao seu alto e valioso valor nutricional são um dos principais legumes utilizados na medicina tradicional desde a antiguidade.

Julga-se mesmo que na antiguidade em algumas civilizações as couves eram utilizadas somente com o fim medicinal e não gastronómico.Nas antigas civilizações da Grécia e Roma costumava-se comer couve antes de uma refeição farta, ou simplesmente para prevenir doenças do estômago ou uma indisposição.

No Egipto costumava ser uma prática comum ingerir algumas folhas de Couve em vinagre antes de um grande banquete ou festa, esta prática tinha como fim prevenir uma eventual ressaca. Mas é mais tarde, no final da idade média, após este vegetal ter ganhado uma grande popularidade entre os povos Europeus, que surge o termo “médico do povo” associado à couve. 

A couve era utilizada para a cura das mais diversas enfermidades, e havia ainda a ideia de se comer couve diariamente evitaria o aparecimento de doenças.

Algumas destas práticas sobreviveram ao passar dos milénios e ainda são hoje em dia utilizadas por muita gente. Porém os povos da antiguidade não estavam de todo errados quanto às propriedades da couve. Estudos e investigação nesta área têm revelado que a utilização das couves para a cura e prevenção de certas enfermidades é realmente eficaz devido à sua composição nutricional e por ser um anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural.

Nos dias de hoje a couve ainda é utilizada com alguma regularidade nas seguintes situações:

Evitar ressacas (deve-se consumir couve com vinagre antes de se ingerir álcool, alguns países inclusive utilizam a couve como aperitivo em bares.);

Aliviar a prisão de ventre (para aliviar a prisão de ventre deve-se consumir pratos com couve cozida.);

Evitar má disposição (deve-se consumir algumas folhas de couve crua ou cozida antes de uma refeição pesada.);

Curar e aliviar a dor de úlceras gástricas (a receita tradicional para as úlceras é a de 1L de sumo de couve durante 8 dias. Contudo esta prática não deve ultrapassar os 8 dias, nem deve ser mais de um litro pois este sumo pode inibir o organismo de absorver o ferro e consequentemente criar uma anemia.);

Cortes e feridas (para uma cicatrização rápida deverá aplicar-se uma folha de couve fresca sobre a ferida.);

Dores, inchaço e feridas no peito devido à amamentação (em caso de uma amamentação dolorosa, para aliviar a dor e o inchaço, deve-se abrir ao meio os caules e os veios das folhas e aplicar sobre a zona afectada.);

Prevenir e curar constipações e gripes (a couve é por excelência uma fonte de vitamina C, contudo para prevenir gripes e constipações tem que ser consumida crua pois ao ser cozinhada perde quase metade da grande quantidade de vitamina C que possui)

Mas as propriedades curativas da couve não se ficam por aqui. Há já alguns anos que a couve tem vindo a ser utilizada pelos praticantes de medicina tradicional, como homeopatas, no tratamento do cancro através da dieta. Mas foi recentemente que estudos levados a cabo no Japão e EUA vieram mostrar que a couve é realmente eficaz na prevenção de certos tipos de cancro, como o do cólon e cancros hormono-dependentes como o da mama e dos ovários pois estimula o metabolismo das mulheres.

Outro estudo levado a cabo recentemente em Lyon, França, veio comprovar que comer pelo menos uma vez por semana couve ou brócolos previne o cancro do pulmão em 70% dos indivíduos, pois estes vegetais são ricos em isothiocyanate, um químico natural que protege contra este cancro.

Por fim, Investigadores da Universidade Nacional de Seoul, Coreia do Sul, após alimentarem com couve chinesa (napa) 13 aves contaminadas com o vírus da gripe das aves constataram surpreendentemente que em 1 semana 11 das 13 aves recuperaram. Será que a couve nos poderá salvar de uma futura epidemia?

Apesar de ter havido no último século um crescente número dos cépticos da medicina natural, nos últimos anos a medicina natural voltou a ser procurada por muitas pessoas e a couve foi um dos alimentos que mais recuperou a popularidade de outrora.

A couve

A couve é rica em vitamina A (indispensável para a vista e para a pele), vitamina C, K e algumas do complexo B. Também é rica em cálcio (oferece tanto quanto o leite), fósforo e ferro, minerais muito importantes para a formação e manutenção dos ossos e dentes. Além disso, contém bastante celulose, uma substância óptima para o funcionamento do intestino.

Propriedades medicinais: anti-helmíntica, anti-reumática, aperiente, béquica, cicatrizante, condicionante, estimulante, expectorante, fortalecedora.

Indicações: acalmar cólicas (sementes), artrite, bronquite (ajudar), asma, catarros, cicatrizar úlcera gástrica e duodenal, desinfetar o intestino, diminuir desejo por bebidas alcoólicas, doenças inflamatórias da pele, dores (ciáticas, reumáticas, nevrálgicas, de gota), estimular o apetite, febre, fortificar crianças em fase de crescimento, gota, prisão de ventre, reumatismo, seborréia do couro cabeludo, tosse, vermes.

Parte utilizada: folhas, talos, sementes. 

Fonte: hydroponia.com.br

Couve

Couve
Couve

ORIGEM

Oriunda das regiões do Mar Mediterrâneo, é cultivada no Brasil desde a época colonial.

TIPOS

Couve simples (Manteiga ou Mineira)
Couve–de-Bruxelas
Couve-Flor

COUVE SIMPLES (Manteiga ou Mineira)

CARACTERÍSTICAS: É a mais conhecida e consumida, tem folhas grandes e lisas, recobertas por um tipo de serosidade, que lhe dá brilho e resistência; a cor é do tipo verde-brilhante.

MODO DE COMPRAR: Idêntico à chicória e a todas as hortaliças folhosas.

MODO DE CONSERVAR: A couve pode ser conservada até por 1 semana, se as folhas forem guardadas inteiras (sem arrancar os talos), acondicionadas na gaveta da geladeira, dentro de saco plástico. O ideal é consumir até, no máximo, 3 dias após a compra. Se quiser conservá-la por período maior, é conveniente congelar.

MODO DE PREPARAR: Todas as hortaliças folhosas devem ser lavadas abundantemente em água corrente, a fim de remover pequenos insetos e impurezas diversas.

Outras dicas

1 - após essa lavagem, mergulhar as peças numa vasilha, contendo uma mistura de água com limão
2
- na secção de verduras dos supermercados, há produtos que ajudam a promover essa limpeza.

MODO DE CONSUMIR:

A couve pode compor pratos como:

Cozidos e ensopados;
Feijoada;
Feijão tropeiro;
Tutu à mineira;
Refogada;
Saladas cruas, quando são bem melhor aproveitados os seus nutrientes.

OBSERVAÇÃO: É uma boa prática mastigar bastante todo e qualquer alimento antes de ingerir, para que não haja má digestão e, no caso da couve, com muito mais razão, devido à sua consistência mais rija.

COMPOSIÇÃO

Em 100 gramas, encontramos:

Proteínas = 4 g
Cálcio = 31 mg (Atenção: Tanto quanto o leite de vaca)
Fósforo = 77 mg
Ferro = 1,1mg
Sódio = 9 mg
Potássio = 411 mg

Vitaminas:

A (Beta-caroteno)
Complexo B;
C;
K

OBSERVAÇÃO: Mesmo cozida pode causar flatulência (gases intestinais).

VALOR CALÓRICO: 100 gramas de couve-manteiga crua apresentam 25 calorias e, quando refogada, 146 calorias

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS

Previne e combate distúrbios diversos:

Glândula tireóide
Fígado
Cálculos (pedras) da vesícula biliar e dos rins
Hemorróidas

Tem eficaz efeito para:

Rins
Coração
Olhos
É desintoxicante

O suco de couve é bastante eficaz no tratamento de úlcera do estômago e do duodeno. Segundo pesquisadores americanos e suíços, o suco deve ser preparado coma couve crua, caso contrário, não fará o efeito desejado.

Tomado várias vezes ao dia, em torno de 5 dias, as dores cessam e, após 2 semanas, a úlcera desaparece.

COUVE DE BRUXELAS

ORIGEM: É originária da região mediterrânea Esta hortaliça foi submetida a um processo de pesquisa, em 1750, na Bélgica, mais precisamente, na capital, Bruxelas, daí a sua denominação

CARACTERÍSTICAS: Tem a forma de repolho, motivo pelo qual também é chamada de “repolinho” ou “repolho de Bruxelas”; - Cresce em toda a extensão do talo, de tal maneira que este fica totalmente coberto pelos repolinhos.

MODO DE COMPRAR: É vendida por quilo e convém escolher as mais redondas e pesadas; quanto mais firme e verde, mais fresca ela estará.

Quantidade: Calcular 1 quilo para 6 pessoas.

MODO DE CONSERVAR: Esta hortaliça é bem mais resistente do que a couve comum, podendo, portanto, ser conservada por mais tempo, cerca de uma semana. Uma boa dica: retirar as folhas manchadas ou com imperfeições e, em seguida, colocar num saco plástico e guardar na gaveta inferior da geladeira.

MODO DE CONSUMIR:

Na cozinha, a couve-de-bruxelas é usada de várias maneiras:

Em sopas;
Ensopada;
Cozida;
Refogada;
Crua, em saladas;
Para aproveitarmos melhor seus nutrientes, devemos cozinhar no vapor ou em fogo baixo com pouca água.

COMPOSIÇÃO

É uma hortaliça rica em: Celulose (fibras)

Sais Minerais:

Fósforo
Ferro
Enxofre
Potássio

Vitaminas

Vitaminas A, C

VALOR CALÓRICO

100 gramas de Couve-de-bruxelas crua fornecem 45 calorias.
100 gramas de Couve manteiga cozida fornecem 66
100 gramas de Couve manteiga crua fornecem 27
100 gramas de Couve manteiga refogada fornecem 90

Fonte: www.posto7.com.br

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