Trago-a à tua presença
Para que vejas a imensa
Mágoa atroz que a devorou.
E saibas, ó flor das flores, Que a fonte dos seus amores Eternamente secou.
Foste à fonte buscar água
E tinha secado a fonte. Aí, flor azul do monte,
Tiveste a primeira mágoa.
Porém se uma alma na frágua Das dores sem horizonte Queres
ver, sentir defronte
Dos olhos, manda que eu trago-a.
Fonte: www.dominiopublico.gov.br



