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Culinária Belga

A Bélgica é antes de mais nada uma terra de saber-viver e de saber-comer. A culinária belga engloba pratos dos mais simples aos mais refinados. Em todo lugar, pequenos quiosques oferecem batatas fritas, pacotes de pralines e waffles caramelizados.

Os clássicos: uma culinária de terroir

Neste pequeno território, as particularidades locais e até mesmo familiares são numerosas: tarte au sucre (torta de açucar), flamiche dinantaise (torta de queijo), tarte al djote brabançonne (torta de frutas e queijo), tarte au riz (torta de arroz)), mas também contam os grandes clássicos, como o hochepot, o waterzoi e os vogels zonder kop ("aves sem cabeça").

As batatas e as endívias são os legumes mais usados, assim como os aspargos e os couves de Bruxelas.

Os peixes e frutos do mar são muito apreciados, como as enguias, o arenque e os mexilhões.

O chocolate

O chocolate belga, tanto o chocolate industrial quanto as pralines artesanais, tem uma reputação mundial. A praline belga é uma invenção que data de 1912. Trata-se de um bombom de chocolate de formatos infinitamente variados, que pode ser recheado com creme de leite, creme de manteiga, ganache, licor, café, pedaços de frutas e de frutas secas, nozes, caramelo, marzipã. Algumas são feitas apenas de chocolate ou apenas de marzipã; também englobam as trufas e as gianduias.
Os chocolatiers belgas mais famosos são Neuhaus e Leonidas.

As cervejas

De sabores particularmente variados, os diferentes tipos de cerveja belga são fabricados nas mais de 120 brasseries ainda em atividade.

A mais popular é a gueuze, obrtida após o envelhecimento durante anos do lambic, cerveja sem espuma preparada no inverno com um lêvedo particular da região de Bruxelas. A kriek e a framboise são preparadas com o maceramento deste mesmo lambic sobre cerejas ou framboesas.

As cervejas trappistes levam o nome de sua abadia de origem (Chimay, Orval, Rochefort, Westmalle, West-Vleteren), mas não devem ser confundidas com as cervejas de abadia, como a Leffe ou Maredsous, muitas vezes menso características. Outras ainda, loiras, ruivas e morenas são muito interessantes.

Na cozinha, a cerveja é utilizada em muitas especialidades, como carbonades (cozidos de carne), lapin aux pruneaux (coelho com ameixas), choesels , brochet à la gueuze, ris de veau des trappistes.

Fonte: belgalux.com.br

Culinária Belga

Delicados chocolates, finos biscuits, batatas fritas especiais e waffles divinos encontrados por todo canto, até mesmo em carrinhos de rua. A culinária belga pode não ter lá grande fama, mas fica impossível para o turista resistir a seus pratos, ou melhor, suas guloseimas mais tradicionais. Godiva é o nome mais imponente quando se fala nesses doces à base de cacau, mas os chocólatras de plantão devem guardar mais um nome: Wittamer, doceria cobiçada em Bruxelas. Quanto ao biscoitinho, visto e oferecido em todos os cafés, um tem gostinho especial: o fabricado na J. Dandoy. Para a sorte do visitante, ambas as lojas ficam bem pertinho da Grand Place.

Próximo da praça também localiza-se o restaurante Vicent, um entre os tantos que têm como carro-chefe os tradicionais croquettes aux crevettes (croquetes de camarão) e les moules avec frites (um baldinho lotado de mariscos com molho de ervas e deliciosas batatas fritas). O segredo de elas serem tão boas? São postas numa panela com óleo quente, quando começam a ficar douradas são retiradas e colocadas em um outro recipiente com óleo fervendo. O resultado é uma casquinha supercrocante e o meio bem macio.

Se quiser uma refeição leve, mais rápida e igualmente saborosa, procure um dos restaurantes da rede Le Pain Cotidien e experimente o la tartine, espécie de sanduíche aberto com recheios variados. A cerveja é um caso à parte na hora da degustação das delícias da Bélgica. São mais de 400 tipos fabricados no país, cada qual com uma coloração, sabor e história diferente. E para experimentá-las é preciso fazer como os belgas: apreciá-las com admiração (e nem sempre com muita moderação).

Aprenda, então, alguns truques e dicas para não fazer feio. Primeiro vale lembrar que o teor alcoólico delas é bem mais alto que o das brasileiras (no caso, entre os 3% e 5%). As mais fracas da Bélgica têm no mínimo 4% e as mais fortes podem chegar a mais de 8,5%. Há as mais claras (blanches ou blondes) e suaves, as escuras, as chamadas gueuze (misturam cervejas novas com envelhecidas), as com sabor de fruta como cereja e pêssego.

Ainda há as famosas trappistes, produzidas por monges, à moda antiga, nos últimos cinco monastérios ainda em atividade. Normalmente não vêm muito geladas para não alterar o sabor. No ranking das mais vendidas, aparecem nomes como Stella Artois, Leffe, Duvel, Jupiler e as trappistes Chimay, Westmalle e Rochefort. (LR)

Muito rica e saborosa, a culinária belga sofreu influências das cozinhas vizinhas da França, da Holanda e da Alemanha e hoje está enquadrada nos mais elevados padrões gastronômicos da Europa.

A Bélgica cultiva uma grande variedade de hortaliças que, temperadas com ervas e acrescidas de peixe ou carne, se transformam em cremosas sopas com as quais os belgas costumam abrir suas refeições.

Fonte: www.mochileiros.com

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