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Curió



Oryzoborus angolensis

Características

Também conhecido como avinhado, mede em torno de 13 cm de comprimento, com macho apresentando plumagem preta no dorso e castanha na parte inferior. A fêmea possui pelagem pardacenta mais escura no dorso. Bico cheio e corpo robusto.

Habitat

Beira da mata e pântanos

Ocorrência

Em todos as regiões do Brasil

Hábitos

Seu canto lembra o som de um violino. Existe uma grande variedade de cantos de curió.

Alimentação

Sementes de tiririca (Cyperus rotundus)

Reprodução

Reproduzem-se normalmente na primavera-verão.

Ameaças

É atualmente o pássaro canoro mais cobiçado do país, sendo que o valor de um curió-campeão pode ser superior ao de um carro 0km! Por isso é muito caçado para atender a apreciadores de pássaros canoros e tráfico de animais.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Curió

Uma das aves de canto mais capturados pelo comercio de animais vivos, o qual foi responsável pela sua virtual extirpação da região Sudeste do país.

O colorido do macho é inconfundível, com seu peito e barriga avermelhados e o restante de plumagem negra, pousado costuma aparecer uma pequena mancha branca no meio da asa fechada.

O bico é poderoso, proporcionalmente não combinar com o tamanho da ave, servindo para triturar as duras sementes de tiririca.

A fêmea é toda parda, com as asas e caudas levemente mais escuras, ventre um pouco amarronzado.

Fonte: www.sescpantanal.com.br

Curió

Oryzoborus angolensis

Talvez o mais apreciado e conhecido pássaro canoro do Brasil, habita várzeas e margens de córregos na beira das matas.

Alimenta-se principalmente de sementes de tiririca, que quebra com o bico forte.

Vítima da caça desenfreada de comerciantes clandestinos e da destruição sistemática de seu habitat, o curió tornou-s raro em Alagoas.

Encontram-se alguns casais isolados, em áreas protegidas.

A criação em cativeiro tem tido sucesso e há clubes especializados por todo o País.

Com o incentivo à criação em cativeiro, espera-se que diminua a pressão sobre o curió na natureza.

Fonte: www.frigoletto.com.br

Curió

O curió (Oryzoborus angolensis) é um dos pássaros canoros mais valiosos do país, podendo um bom exemplar ser trocado até por um automóvel zero quilômetro. Encontra-se distribuído em quase todo território nacional, de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, passando por estados da região Centro-Oeste. Seu canto, para muitos similar ao som de um violino, apresenta características diferentes para cada região do Brasil. Como exemplo de cantos classificados, temos no Maranhão o canto Tiriba ou Timbira, em São Paulo o Praia Grande, dividido em outros três tipos, em Santa Catarina o Florianópolis e o Catarina, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais o Paracambi, na Paraíba o Vovô-viu e em Pernambuco o canto Vivi-te-téu entre outros. Além dos cantos regionais não classificados.

Seu nome, na linguagem indígena, significa “amigo do homem”. Mede aproximadamente 13 cm. Possui bico de cor preta, bem robusto, curto e forte. É um pássaro irrequieto que vive a pular de um poleiro para outro.

Atualmente o curió (ou Avinhado), assim como muitos outros pássaros brasileiros encontram-se ameaçados de extinção, em decorrência da caça gananciosa, predatória e a destruição de seus ambientes naturais.

Esforços tem sido feitos entre criadores para que esta espécie não desapareça, bem como existe legislação que proíbe a captura e transporte destes animais em estado selvagem, sendo caracterizado como crime inafiançável. Somente exemplares oriundos de criadouros autorizados devem ser adquiridos.

Reprodução

Os machos possuem uma coloração preta com o ventre castanho-avermelhado e uma mancha branca em cada asa. Já as fêmeas são amarronzadas com o ventre pardo.

Os curiós já estão prontos para a reprodução após um ano de idade. O período de acasalamento inicia-se no final do inverno e dura até o término do verão. A média de ovos é de dois por postura e a eclosão ocorre cerca de 13 dias após a postura. Passados 30 dias do nascimento, os filhotes já estão prontos para sair do ninho. Os ninhos mais recomendados são feitos de bucha e são semelhantes aos dos Canários e Bicudos. Material para confecção do ninho, como barbantes, estopa e a própria bucha, devem ser deixados à disposição da fêmea durante o período de reprodução.

Manutenção

As Gaiolas para os curiós devem ter no mínimo 45 cm de comprimento, 30 cm de altura e 30 cm de largura. Devem conter um comedouro e um bebedouro de fácil remoção para a limpeza. Os curiós gostam de tomar banho, então o uso de uma banheira plástica pela manhã se faz necessário. A limpeza regular é outro fator importante para a saúde destes pássaros. O sol também é muito importante, principalmente durante o começo da manhã e também no final da tarde. Mantenha a gaiola em um local seguro e abrigado de correntes de vento.

Fonte: www.labcon.com.br

Curió

Nome Científico

Oryzoborus angolensis.

Nome Comum

Avinhado.

Distribuição

Ocorre em todos as regiões do Brasil.

Habitat

Vive à beira da mata e pântanos, na procura de sementes de tiririca (Cyperus rotundus).

Características

13,0cm de comprimento.

Seu canto lembra o som de um violino. Existe uma grande variedade de cantos de curió, e cada região do Brasil possui sua preferência: em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, o canto Paracambi; em São Paulo, o Praia Grande; no Maranhão, o Timbira; em Pernambuco, o Vivitetéo; na Paraíba, o Vovoviu.

É atualmente o pássaro canoro mais cobiçado do país, sendo que o valor de um curió-campeão pode ser superior ao de um carro 0km!

Alimentação

Hábito alimentar

Granívoro

Vegetais

Milho verde em espiga ocasionalmente, sendo retirado da gaiola após 30 minutos.

Sementes

Diariamente a mistura: 70% de alpiste, 20% de painço branco, 10% de painço verde. Ocasionalmente e em pequenas quantidades painço português, senha, milheto, quirera de milho, arroz com casca, níger e aveia.

Farinhada

Oferecer diariamente, para todos os pássaros um comedouro tipo "unha" da seguinte mistura: 70% de flocos de milho pré-cozidos (ex: milharina, polentina), 15% de gérmen de trigo e 15% de proteína de soja texturizada. Fêmeas com filhotes devem receber um comedouro/filhote.

Água

Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.

Poli-vitamínico

3 vezes por semana, no bebedouro.

Alimento vivo

Oferecer para cada fêmea com filhotes cerca de 5 larvas de Tenebrio molitor/dia/filhote.

Areia

Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

Reprodução

Macho e fêmea não devem viver juntos. Primeiro por terem um acentuado instinto territorialista, podendo ocorrer brigas sérias. Depois, mesmo que não briguem, perdem o interesse mútuo e não acasalam.

Eles só devem ficar na mesma gaiola na época de reprodução, e mesmo assim apenas pelo tempo que durar a cópula. Mesmo na fase reprodutiva, não basta juntar o casal: eles precisam namorar. Mas há um detalhe: não podem se ver, só se ouvir. A técnica mais usada para o "romance" dar certo, idealizada pelo criador Marcílio Picinini (Matias Barbosa - MG), consiste em se deixar macho e fêmea em gaiolas individuais, separadas por uma barreira visual (ex: madeira, papelão).

Há vários sinais que indicam ter chegado o momento do acasalamento: a fêmea vai ao ninho constantemente, se move muito, carrega ciscos de sisal (a colocação de feixes de pedaços de sisal na gaiola estimula a fêmea a preparar o ninho) e aumenta o consumo de água.

Quando a fêmea começa a abaixar quando vê o macho (solicitar a cópula), deve-se abrir o passador lateral existente nas gaiolas para o macho entrar na ala da fêmea. Assim que for realizada a cópula, o macho deve ser cuidadosamente induzido à retornar a sua própria gaiola, e novamente deve ser colocada a barreira visual. Duas cópulas são suficientes para fertilizar todos os ovos de uma postura.

Período de reprodução

Primavera e verão.

Gaiola do reprodutor

29cm de comp. x 35cm de alt. x 25cm de larg.

Período de descanso

Outono e inverno.

Gaiola da matriz

58cm de comp. x 35cm de alt. x 25cm de larg., com divisória para separar a fêmea dos filhotes no momento certo.

Fêmeas e filhotes

Fêmeas e filhotes são pardos. Os filhotes machos começam a adquirir a plumagem de adulto por volta dos 12 meses de idade.

Ninho

Tipo taça, feito em arame e bucha vegetal (Luffa cylindrica), com 5,5cm de diâmetro e 3,5cm de profundidade.

Maturidade sexual

Machos, de 12-18 meses e fêmeas, de 8-12 meses.

Material p/ ninho

Fibra de sisal.

Incubação

3 a 5 posturas por temporada, 2 a 3 ovos/postura, 13 dias de incubação, podendo os filhotes serem separados da mãe aos 35-40 dias de idade.

Anel

No. 2.

Fonte: www.feomg.com.br

Curió

NOMES

AVINHADO, devido a cor vinho na região peitoral.

NOME CIENTÍFICO

Oryzoborus angolensis

ORIGEM

América do Sul

O curió é uma ave de pequeno porte, aproximadamente 13 cm de comprimento, de canto melodioso, pertencente à fauna brasileira, seu nome científico é oryzoborus angolensis, sendo que o "angolensis" é uma denominação inadequada tendo em vista que esse pássaro é nativo da América do Sul. A palavra curió na língua indígena significa "amigo do homem"

Características físicas e plumagem

As fêmeas e os machos jovens possuem coloração amarronzada ou parda, já os machos adultos tem as costas, asas, cabeça, pescoço e rabo pretos e o peito de cor vinho, razão pela qual é também conhecido em algumas regiões do Brasil como avinhado. O curió tem o bico grosso e bem resistente para a quebra de sementes.

Canto & Sons

No Brasil foram encontrados mais de cem tipos diferentes de canto de curió, normalmente caracterizados por serem oriundos de determinadas regiões do País. Os cantos de curió que se tornaram mais conhecidos foram os que possuíam a qualidade diferenciada da repetição, sendo que canto mais difundido por todo o Brasil é o chamado Praia Grande originário das praias paulistas.

Ambiente ideal

Um ou dois exemplares podem ser criados em apartamento com tranqüilidade, desde que não expostos a correntes de vento, poluição sonora e, principalmente do ar. As gaiolas dos deverão ser de madeira com malhas de arame ou fibra, medindo aproximadamente 22 cm de largura, 49 cm de comprimento e altura de 51 cm de altura do arco, com uma porta lateral ou passador para que, à época de criação o pássaro possa passar livremente por ela e se encontrar com a fêmea.

Comportamento

É um pássaro alegre, cujo canto chama atenção pelo timbre e perfeição.

Fonte: www.petcriador.com.br

Curió

O curió é o pássaro mais popular no Brasil. Ele pertence ao grupo dos passeriformes, espécie Oryzoborus angolensis e é muito apreciado pelo seu magnífico canto e fibra.

O nome curió em Tupi Guarani significa amigo do homen, porque ele gosta de habitar próximo às aldeias dos índios. O curió mede aproximadamente 13 cm em comprimento. O macho é preto nas costas, cabeça e pescoço, e com uma cor vinho escuro no peito. A fêmea e os jovens são totalmente marron. Eles adquirem sua plumagem adulta entre os 12 e 18 meses. Eles geralmente atingem sua maturidade sexual e são capazes de reproduzir entre 8 e 12 meses de idade.

O curió estava na lista de animais em extinção a alguns anos atrás no Brasil. Este grande interesse pelos criadores tem ajudado nos seguintes aspectos:

Preservação da especie no ambiente natural.

Desenvolvimento genético: Fácil para reproduzir, pássaros com maior possibilidade de aprendizagem do canto e fibra e, consequentemente, menor procura pelos pássaros silvestres.

O Canto

Cerca de 128 tipos de cantos diferentes foram encontrados no Brasil.

Os cantos de curió mais conhecidos e apreciados são:

Fonte: www.casadocurio.com.br

Curió

Pássaro canoro da família dos fringilídeos (Oryzoborus angolensis), comum do México à Argentina e em todas as regiões brasileiras. Também chamado avinhado.

Admirados por seus recursos canoros, os curiós se distinguem pelo chamado "canto corrido", escala descendente de assobios que compõem uma vocalização única entre os pássaros conhecidos no Brasil. Despertam admiração ainda maior quando não "racham o canto", ou seja, quando não interrompem com chilreios a fluência de suas melodias.

Pássaro da família dos fringilídeos, a mesma de outros afamados cantores como as patativas e os canários, o curió ou avinhado (Oryzoborus angolensis) mede de 13 a 15cm. Ocorre do México à Argentina e em todas as regiões brasileiras. É um dos pássaros mais submetidos ao cativeiro em gaiolas. Livre, freqüenta pântanos e a orla das matas e se alimenta principalmente de sementes de gramíneas e de frutas.

O macho, preto na parte superior do corpo, tem o ventre castanho e branca a parte inferior das asas. Estas podem ou não ter uma mancha branca ou "espelho" de dimensão variável na face superior. A fêmea e os filhotes são pardos, com as partes ventrais mais claras. Na época da procriação, o macho costuma demonstrar grande zelo na defesa do território e do ninho, feito de talos e raízes, situado geralmente perto d'água.

O curió-do-norte (O. angolensis torridus) é uma espécie setentrional, que se distingue da espécie típica pelo bico menos grosso e a cauda mais curta. Ao mesmo gênero pertence ainda o bicudo (O. maximiliani), tão admirado pelo canto quanto o curió.

Fonte: passaroazul.br.tripod.com

Curió

Nome:curió
Outro nome: Avinhado
Nome científico: Oryzoborus angolensis
Significado do nome: curió significa na linguagem indígena " Amigo do homem ".
Ordem: Passeriformes
Família: Fringílidas
Nome em inglês: Thick-billed (Lesser) Seed Finch
Nome em espanhol: Semillero Picogueso
Alimentação no habitat natural: Alimenta-se basicamente de alguns insetos, várias sementes com exclusividade na semente do capim navalha.
Cor: marrom quando novo. Depois de completar 420 dias suas penas ficam pretas com apenas uma pequena mancha branca na asa e sua barriga e peito fica na cor vinho, a fêmea é marrom com um tom mais claro no peito mesmo quando adulta.
Localização: Todo o Brasil e alguns lugares da América do Sul. Habita as regiões litorâneas brasileiras e principalmente o litoral paulista.
Tempo de vida: 30 anos no cativeiro (se bem cuidado) e de 8 a 10 anos na vida selvagem.
Tamanho: 14 cm Época de acasalamento: ocorre no mês de agosto até o fim de março
Fêmea - inicio do período fértil: 6 meses a 1 ano
Período de incubação: 12 dias
Nº de ovos: de 1 a 3 ovos por ninhada.
Troca de penas: acontece entre março e junho.

O nome curió na língua tupi guarani significa "Amigo do Homem", pois este pássaro gostava de viver perto da aldeia dos índios. Esta característica de se aproximar do ser humano, a sua elegância, a enorme capacidade de disputar pelo canto quem é o dominador do território, e a enorme qualidade de seu canto, fez do curió um amigo muito estimado entre os criadores e amantes de pássaros em geral.

O bicudo (oryzoborus maximiliani) é um parente muito próximo do curió e também excelente cantor, só que um pouco maior e é todo preto e com a mesma mancha branca na asa. O canto de curiós e bicudos é tão apreciado que, nos concursos, essas qualidades são muito importantes.

O curió aprende a cantar desde pequeno com o pai, porém, os aconselham que os filhotes ouçam o canto do pai, somente se este canto for perfeito. As aves emitem sons que podem exprimir alegria, tristeza, aviso de alerta, dentre outros.

Há uma grande variedade de cantos, e varia de região para região, havendo casos de pássaros que emitem até 40 assobios diferentes. No Brasil já foram encontrados mais de 128 cantos diferentes e, os mais conhecidos são: Praia Grande, Paracambi, Uberaba, Vi te teu, Mateiro (que é o natural do pássaro).

Quanto a repetição pode ser curto (de 1 a 4) ou longo (mais de 5). O canto mais difundido por todo o Brasil é o chamado Praia Grande. Esse canto é originário das praias paulistas e, atualmente, está extinto na natureza, ou seja, os pássaros selvagens não mais o emitem. Por isso, a preocupação dos criadores de todo Brasil é que seja mantido, em cativeiro, esse tipo de canto.

O curió além de excelente cantor é um imitador nato, por isso, não é aconselhável criá-lo com outras espécies de pássaros, porque ele aprenderá facilmente o canto delas, perdendo assim a pureza de suas notas musicais características. O melhor tempo para o curió aprender a cantar é quando novo , ainda com 3 meses.

Colocando o pássaro para escutar o canto de fita, CD ou de um mestre (pássaro do plantel que tem o melhor canto), mas também pode aprender depois de velho se ele for cabeça mole (nome dado pelos criadores, um curió que ao escutar um canto diferente do seu troca de canto).

Você pode encontrar discos contendo gravações de canto de curió, especiais para o treinamento de filhotes e aperfeiçoamento do canto de curiós adultos. Para conseguir informações de como obter esses discos consulte as Associações de Criadores.

Reprodução - Na natureza o curió defende com muita garra seus domínios. Se alguma outra ave se aproxima do ninho, ele a repelirá até com certa violência. Em cativeiro não será difícil procriar a espécie, desde que seja reconstituído o seu habitat natural. para isso, você deve criá-lo em gaiolões ou viveiros. Nos viveiros devem ser plantadas pequenas árvores como pinheirinho. Nos gaiolões, devido ao espaço menor, coloque alguns ramos de bucho (tipo de vegetação) para a fêmea usá-los na construção do ninho.

Este ninho pode ser encontrado em qualquer loja especializada e colocado no viveiro ou gaiola. O importante é colocar as gaiolas ou os viveiros em local arejado, que não seja escuro, não sofra correntes de ar e nem excesso de calor ou frio e, se possível, receba os raios solares da manhã. O reprodutor deve gozar de total saúde, e a fêmea também deve estar com boa saúde e deve estar pronta para a procriação. Não se deve cruzar pássaros consangüíneos para não ocorrer degeneração.

A fêmea deve ter de 1 a 4 anos de idade, que é seu período de postura, embora algumas continuam com a postura mais tempo. Depois do nascimento do filhote é aconselhável tirar o macho e deixar só a fêmea, mas o macho deve estar por perto para ensinar o filhote a cantar.

Para que o acasalamento aconteça, coloquem o macho e a fêmea inicialmente em gaiolas separadas, mas próximas uma da outra. Após cinco dias desse "namoro" à distância, junte os dois na mesma gaiola e deixe-os juntos para cruzarem durante 1 ou 2 meses.

É nesse tempo que a fêmea vai preparar o ninho. A fêmea normalmente põe dois a três ovos, que são chocados em torno de 12 dias. Quando os filhotes nascem, levarão cerca de 10 a 14 dias para saírem do ninho. É nesse período que os filhotes começam a exercitar as asas e as pernas, por isto, você deve colocar o ninho em lugar baixo para evitar que os filhotes morram por uma eventual queda.

Com 20 a 25 dia os filhotes começam a gorjear (cantar). Quando eles estiverem com 30 dias mais ou menos, já se alimentam sozinhos e você deve retirá-los da companhia dos pais. Isso é muito importante porque o macho, inexplicavelmente, poderá feri-los se ouvir cantos de outros pássaros. Por isso, coloque os filhotinho em gaiolões para voarem e se desenvolverem. O curió é conhecido pela higiene e limpeza do ninho.

Isso é tão marcante na espécie que alguns criadores não colocam mais a coleira de identificação na perna dos filhotes enquanto estão no ninho, porque a mãe curió vai retirá-las podendo até ferir os filhotes nessa tentativa. Ela não aceita nenhum objeto estranho ou sujeira no ninho. A troca de pena e bico é feita no período de abril a junho (podendo variar de um pássaro para outro e de regiões), neste período há uma queda da resistência e o curió está sujeito a pegar febre e outras doenças.

Convém cobrir a gaiola para evitar o vento e, dar boa alimentação e deixar a gaiola bem limpa. Neste período o curió provavelmente deixará de cantar. Alimentação - O curió principalmente seus filhotes se alimentam de tenébrio molitor que devem ser criados em casa. Quando sua criação de tenébrios estiver pronta, separe algumas, e as coloque em um pratinho com leite em pó. Elas vão se alimentar com o leite e quando consumidas pelo filhotes, se tornarão um alimento duplamente rico em proteínas. Outros alimentos são os gafanhotos, cupins, pão molhado em água e milho verde, além das misturas para pássaros, alpiste e painço, ovo (clara e gema) cozido.

A alimentação dos filhotes deve ser deixado por conta das mães. Você não deve colocar o alimento diretamente no ninho dos filhotes mas sim deixar que os pais façam isso. Nesse momento é importante observar os cuidados que eles dispensam aos curiózinhos.

Deixar a disposição da mãe os alimentos de matrizes e adicionar 8 Tenebrios molitores para cada filhote por dia. Tome cuidado ao compra frutas e verduras, tenha certeza de que não foi passado inseticida na plantação e se estão estragadas. As verduras (almeirão, chicória, espinafre, catalonia) e legumes (milho, abobrinha, jiló) poderão ser dados ocasionalmente durante todas as fases da criação.

O grande cuidado a se tomar são com as verduras, pois deverão ser bem lavadas e colocadas pôr 30 minuto em uma solução de água (98%) e vinagre (2%). Evite alface e salsa.

Vitaminas

As vitaminas são muito importante para os pássaros, mas ela precisa ser complementada com proteínas e sais minerais.
Vitamina "A": Auxilia no crescimento e é indispensável para o organismo defendendo escorbuto e protegendo a epiderme, é encontrada no pepino, na gema de ovo e na cenoura;

Vitamina "B"

(B1, B2, B6 e B12) ajuda no desenvolvimento dos filhotes e fortalece os nervos, é encontrada no pão, couve, cenouras e gema de ovo;

Vitamina "C"

Dá boa condição ao sangue e é preventivo contra moléstia da pele, é encontrada no tomate, laranja e limão;

Vitamina "D"

A falta desta vitamina causa raquitismo, é encontrada nos raios solares, na gema de ovo e no leite (apenas em tratamento);

Vitamina "E"

Proporciona vigor mental e também estimula e fertiliza os pássaros, é encontrada no germe do trigo, amendoim, agrião e flocos de aveia.

Amido, açucares e gorduras

Não são muito importante para os pássaros, proporciona energia e bom sono, é encontrada na farinha e na gema de ovo.

Proteínas

Necessária para o crescimento e para manter bem os ossos, a pele e o sangue. Ajuda para evitar doenças, é encontrada no leite, ovos, pão, cereais, carne (tenébrio molitor);

Cálcio

Para formar os ossos, coagular o sangue, regular a pulsação, contrair e relaxar os músculos; é encontrado no almeirão, na casca de ovo e no osso de Siba;

Ferro

Para produzir sangue e outras células, é encontrado na carne (Tenébrio Molitor), no almeirão e agrião;

Iodo

Importante durante a adolescência e o período de postura, é encontrado no agrião e couve;

Fósforo

Ajuda as funções do cérebro e do sistema nervoso, é encontrado na carne (Tenébrio Molitor), ovos e trigo.

Doenças

Como todas as aves o curió esta sujeito a doenças, conheça as mais comuns nessa ave: Canibalismo: É o vício dos pássaros bicarem uns aos outros, comer pena, causando ferimentos, que às vezes leva até a morte.

Coccidiose

É uma doenças parasitárias causadas por protozoários da ordem Coccidia.

Diarréia

Uma doença comum nos pássaros em que o mesmo evacua freqüentemente (liquido abundante).

Gripe Coriza ou Resfriado

Os pássaros são atacados nas vias respiratórias perdendo o apetite, dormindo constantemente e parando de cantar.

Sarna

Esta doença é causada por um parasita que deixa as pernas dos pássaros mais grossas e infeccionadas.

Verminose

É causada pela má higiêne na gaiola, seus sintomas são: diarréia, fraqueza, tristeza. A lei e o ibama - O curió é um animal protegido por lei, seu comércio é ilegal mas sua criação não é. Esta ave tem sido aniquilada e está desaparecendo da natureza em conseqüência dos desmatamentos desenfreados, a poluição de rios e lagoas, e a ação de agrotoxicos presentes nas plantações. A utilização da fauna silvestre exige um plano de manejo e criação baseado em pesquisa e no real conhecimento de cada espécie em foco, assegurando assim, o sucesso reprodutivo, de crescimento, econômico e conservacionista. A importância da vida silvestre para o homem tem-se acelerado a medida que a ciência adquire novas tecnologias em busca da melhoria da qualidade de vida das sociedades humanas.

No entanto, a visão tradicional da valoração econômica aplicada aos recursos faunísticos encontra, em nossos dias, problemas de ordem ideológica defendida, principalmente, por aqueles que rejeitam a visão antropocêntrica de que a humanidade é o centro de tudo que tem valor e que as outras criaturas só têm valor enquanto nos servem.

Nesse sentido, o manejo de fauna sob uma visão mais moderna leva em consideração não só argumentos econômicos, mas também, fatores relacionados à conservação da natureza.

Nas últimas décadas, alguns criadores têm redefinido seu papel no mundo da conservação, não mais preocupando-se em simplesmente colecionar animais, mas também, de criar com fins conservacionistas.

Ainda assim, alguns pontos de discussão permanecem abertos, como problemas de ordem genética e comportamental dos animais criados em cativeiro em relação ao possível sucesso diante de uma tentativa de repovoamento em uma área natural.

Seja qual for o tipo de criação e seus objetivos, a normatização das atividades, principalmente aquelas relativas à comercialização de animais vivos, assume papel primordial por reprimir a ilegalidade, o que traduz uma prioridade, se considerarmos que tal ilícito é fator de destaque quanto ao status de ameaçado de sobrevivência para muitas espécies de nossa fauna. Entre as muitas espécies de interesse para a criação, destacam-se aves canoras como bicudos e curiós, altamente apreciadas pela excelente qualidade do canto, associados à sua elegância e conhecimentos já adquiridos de manejo em cativeiro.

Fonte: www.fazendavisconde.com.br

Curió

Curió

Oryzoborus angolensis

Nome:curió
Outro nome: Avinhado
Nome científico: Oryzoborus angolensis
Significado do nome: curió significa na linguagem indígena " Amigo do homem ".
Ordem: Passeriformes
Família: Fringílidas
Nome em inglês: Thick-billed (Lesser) Seed Finch
Nome em espanhol: Semillero Picogueso
Alimentação no habitat natural:

Alimenta-se basicamente de alguns insetos, várias sementes com exclusividade na semente do capim navalha.

Cor: marrom quando novo. Depois de completar 420 dias suas penas ficam pretas com apenas uma pequena mancha branca na asa e sua barriga e peito fica na cor vinho, a fêmea é marrom com um tom mais claro no peito mesmo quando adulta.

Localização: Todo o Brasil e alguns lugares da América do Sul. Habita as regiões litorâneas brasileiras e principalmente o litoral paulista.

Tempo de vida: 30 anos no cativeiro (se bem cuidado) e de 8 a 10 anos na vida selvagem.

Tamanho: 14 cm

Época de acasalamento: ocorre no mês de agosto até o fim de março

Fêmea - inicio do período fértil: 6 meses a 1 ano
Período de incubação: 12 dias
Nº de ovos: de 1 a 3 ovos por ninhada.
Troca de penas: acontece entre março e junho.

Curió

O nome curió na língua tupi guarani significa "Amigo do Homem", pois este pássaro gostava de viver perto da aldeia dos índios. Esta característica de se aproximar do ser humano, a sua elegância, a enorme capacidade de disputar pelo canto quem é o dominador do território, e a enorme qualidade de seu canto, fez do curió um amigo muito estimado entre os criadores e amantes de pássaros em geral. O bicudo (oryzoborus maximiliani) é um parente muito próximo do curió e também excelente cantor, só que um pouco maior e é todo preto e com a mesma mancha branca na asa. O canto de curiós e bicudos é tão apreciado que, nos concursos, essas qualidades são muito importantes. O curió aprende a cantar desde pequeno com o pai, porém, os aconselham que os filhotes ouçam o canto do pai, somente se este canto for perfeito.

As aves emitem sons que podem exprimir alegria, tristeza, aviso de alerta, dentre outros. Há uma grande variedade de cantos, e varia de região para região, havendo casos de pássaros que emitem até 40 assobios diferentes. No Brasil já foram encontrados mais de 128 cantos diferentes e, os mais conhecidos são: Praia Grande (é o som que você ouve nesta página), Paracambi, Uberaba, Vi te teu, Mateiro (que é o natural do pássaro). Quanto a repetição pode ser curto (de 1 a 4) ou longo (mais de 5). O canto mais difundido por todo o Brasil é o chamado Praia Grande. Esse canto é originário das praias paulistas e, atualmente, está extinto na natureza, ou seja, os pássaros selvagens não mais o emitem. Por isso, a preocupação dos criadores de todo Brasil é que seja mantido, em cativeiro, esse tipo de canto. O curió além de excelente cantor é um imitador nato, por isso, não é aconselhável criá-lo com outras espécies de pássaros, porque ele aprenderá facilmente o canto delas, perdendo assim a pureza de suas notas musicais características.

O melhor tempo para o curió aprender a cantar é quando novo , ainda com 3 meses. Colocando o pássaro para escutar o canto de fita, CD ou de um mestre (pássaro do plantel que tem o melhor canto), mas também pode aprender depois de velho se ele for cabeça mole (nome dado pelos criadores, um curió que ao escutar um canto diferente do seu troca de canto). Você pode encontrar discos contendo gravações de canto de curió, especiais para o treinamento de filhotes e aperfeiçoamento do canto de curiós adultos. Para conseguir informações de como obter esses discos consulte as Associações de Criadores. Reprodução - Na natureza o curió defende com muita garra seus domínios. Se alguma outra ave se aproxima do ninho, ele a repelirá até com certa violência. Em cativeiro não será difícil procriar a espécie, desde que seja reconstituído o seu habitat natural. para isso, você deve criá-lo em gaiolões ou viveiros.

Nos viveiros devem ser plantadas pequenas árvores como pinheirinho. Nos gaiolões, devido ao espaço menor, coloque alguns ramos de bucho (tipo de vegetação) para a fêmea usá-los na construção do ninho. Este ninho pode ser encontrado em qualquer loja especializada e colocado no viveiro ou gaiola. O importante é colocar as gaiolas ou os viveiros em local arejado, que não seja escuro, não sofra correntes de ar e nem excesso de calor ou frio e, se possível, receba os raios solares da manhã. O reprodutor deve gozar de total saúde, e a fêmea também deve estar com boa saúde e deve estar pronta para a procriação. Não se deve cruzar pássaros consangüíneos para não ocorrer degeneração.

A fêmea deve ter de 1 a 4 anos de idade, que é seu período de postura, embora algumas continuam com a postura mais tempo. Depois do nascimento do filhote é aconselhável tirar o macho e deixar só a fêmea, mas o macho deve estar por perto para ensinar o filhote a cantar. Para que o acasalamento aconteça, coloquem o macho e a fêmea inicialmente em gaiolas separadas, mas próximas uma da outra. Após cinco dias desse "namoro" à distância, junte os dois na mesma gaiola e deixe-os juntos para cruzarem durante 1 ou 2 meses. É nesse tempo que a fêmea vai preparar o ninho. A fêmea normalmente põe dois a três ovos, que são chocados em torno de 12 dias. Quando os filhotes nascem, levarão cerca de 10 a 14 dias para saírem do ninho. É nesse período que os filhotes começam a exercitar as asas e as pernas, por isto, você deve colocar o ninho em lugar baixo para evitar que os filhotes morram por uma eventual queda. Com 20 a 25 dia os filhotes começam a gorjear (cantar). Quando eles estiverem com 30 dias mais ou menos, já se alimentam sozinhos e você deve retirá-los da companhia dos pais. Isso é muito importante porque o macho, inexplicavelmente, poderá feri-los se ouvir cantos de outros pássaros. Por isso, coloque os filhotinho em gaiolões para voarem e se desenvolverem.

O curió é conhecido pela higiene e limpeza do ninho. Isso é tão marcante na espécie que alguns criadores não colocam mais a coleira de identificação na perna dos filhotes enquanto estão no ninho, porque a mãe curió vai retirá-las podendo até ferir os filhotes nessa tentativa. Ela não aceita nenhum objeto estranho ou sujeira no ninho. A troca de pena e bico é feita no período de abril a junho (podendo variar de um pássaro para outro e de regiões), neste período há uma queda da resistência e o curió está sujeito a pegar febre e outras doenças. Convém cobrir a gaiola para evitar o vento e, dar boa alimentação e deixar a gaiola bem limpa. Neste período o curió provavelmente deixará de cantar. Alimentação

O curió principalmente seus filhotes se alimentam de tenébrio molitor que devem ser criados em casa. Quando sua criação de tenébrios estiver pronta, separe algumas, e as coloque em um pratinho com leite em pó. Elas vão se alimentar com o leite e quando consumidas pelo filhotes, se tornarão um alimento duplamente rico em proteínas. Outros alimentos são os gafanhotos, cupins, pão molhado em água e milho verde, além das misturas para pássaros, alpiste e painço, ovo (clara e gema) cozido. A alimentação dos filhotes deve ser deixado por conta das mães. Você não deve colocar o alimento diretamente no ninho dos filhotes mas sim deixar que os pais façam isso. Nesse momento é importante observar os cuidados que eles dispensam aos curiózinhos. Deixar a disposição da mãe os alimentos de matrizes e adicionar 8 Tenebrios molitores para cada filhote por dia. Tome cuidado ao compra frutas e verduras, tenha certeza de que não foi passado inseticida na plantação e se estão estragadas. As verduras (almeirão, chicória, espinafre, catalonia) e legumes (milho, abobrinha, jiló) poderão ser dados ocasionalmente durante todas as fases da criação. O grande cuidado a se tomar são com as verduras, pois deverão ser bem lavadas e colocadas pôr 30 minuto em uma solução de água (98%) e vinagre (2%). Evite alface e salsa. Vitaminas - As vitaminas são muito importante para os pássaros, mas ela precisa ser complementada com proteínas e sais minerais. Vitamina "A": Auxilia no crescimento e é indispensável para o organismo defendendo escorbuto e protegendo a epiderme, é encontrada no pepino, na gema de ovo e na cenoura; Vitamina "B": (B1, B2, B6 e B12) ajuda no desenvolvimento dos filhotes e fortalece os nervos, é encontrada no pão, couve, cenouras e gema de ovo; Vitamina "C":

Dá boa condição ao sangue e é preventivo contra moléstia da pele, é encontrada no tomate, laranja e limão; Vitamina "D": A falta desta vitamina causa raquitismo, é encontrada nos raios solares, na gema de ovo e no leite (apenas em tratamento); Vitamina "E": Proporciona vigor mental e também estimula e fertiliza os pássaros, é encontrada no germe do trigo, amendoim, agrião e flocos de aveia. Amido, açucares e gorduras: Não são muito importante para os pássaros, proporciona energia e bom sono, é encontrada na farinha e na gema de ovo; Proteínas: necessária para o crescimento e para manter bem os ossos, a pele e o sangue. Ajuda para evitar doenças, é encontrada no leite, ovos, pão, cereais, carne (tenébrio molitor); Cálcio: Para formar os ossos, coagular o sangue, regular a pulsação, contrair e relaxar os músculos; é encontrado no almeirão, na casca de ovo e no osso de Siba; Ferro: Para produzir sangue e outras células, é encontrado na carne (Tenébrio Molitor), no almeirão e agrião; Iodo: Importante durante a adolescência e o período de postura, é encontrado no agrião e couve; Fósforo: Ajuda as funções do cérebro e do sistema nervoso, é encontrado na carne (Tenébrio Molitor), ovos e trigo. Doenças - Como todas as aves o curió esta sujeito a doenças, conheça as mais comuns nessa ave: Canibalismo: É o vício dos pássaros bicarem uns aos outros, comer pena, causando ferimentos, que às vezes leva até a morte. Coccidiose: É uma doenças parasitárias causadas por protozoários da ordem Coccidia. Diarréia: Uma doença comum nos pássaros em que o mesmo evacua freqüentemente (liquido abundante). Gripe Coriza ou Resfriado: Os pássaros são atacados nas vias respiratórias perdendo o apetite, dormindo constantemente e parando de cantar. Sarna: Esta doença é causada por um parasita que deixa as pernas dos pássaros mais grossas e infeccionadas. Verminose: É causada pela má higiêne na gaiola, seus sintomas são: diarréia, fraqueza, tristeza.

A lei e o ibama

O curió é um animal protegido por lei, seu comércio é ilegal mas sua criação não é. Esta ave tem sido aniquilada e está desaparecendo da natureza em conseqüência dos desmatamentos desenfreados, a poluição de rios e lagoas, e a ação de agrotoxicos presentes nas plantações. Veja o que diz o IBAMA sobre a criação de animais da fauna brasileira em cativeiro para finas comerciais A criação de animais da fauna brasileira em cativeiro para fins comerciais ou econômicos, previstos na Portaria IBAMA Nº 118-N e 117-N, ambas de 15/10/97. A criação e manutenção de animais silvestres em cativeiro para fins científicos, comerciais, educacionais e conservacionista é regulada através instrumentos legais que visam a normatização das atividades em consonância com as leis de proteção à fauna nativa.

A criação com finalidade comercial é normatizada pela Portaria nº 118-N de 15/10/97, sendo a comercialização regida pela Portaria nº 117 de 15/10/97. A utilização da fauna silvestre exige um plano de manejo e criação baseado em pesquisa e no real conhecimento de cada espécie em foco, assegurando assim, o sucesso reprodutivo, de crescimento, econômico e conservacionista.

A importância da vida silvestre para o homem tem-se acelerado a medida que a ciência adquire novas tecnologias em busca da melhoria da qualidade de vida das sociedades humanas. No entanto, a visão tradicional da valoração econômica aplicada aos recursos faunísticos encontra, em nossos dias, problemas de ordem ideológica defendida, principalmente, por aqueles que rejeitam a visão antropocêntrica de que a humanidade é o centro de tudo que tem valor e que as outras criaturas só têm valor enquanto nos servem. Nesse sentido, o manejo de fauna sob uma visão mais moderna leva em consideração não só argumentos econômicos, mas também, fatores relacionados à conservação da natureza. Nas últimas décadas, alguns criadores têm redefinido seu papel no mundo da conservação, não mais preocupando-se em simplesmente colecionar animais, mas também, de criar com fins conservacionistas.

Ainda assim, alguns pontos de discussão permanecem abertos, como problemas de ordem genética e comportamental dos animais criados em cativeiro em relação ao possível sucesso diante de uma tentativa de repovoamento em uma área natural. Seja qual for o tipo de criação e seus objetivos, a normatização das atividades, principalmente aquelas relativas à comercialização de animais vivos, assume papel primordial por reprimir a ilegalidade, o que traduz uma prioridade, se considerarmos que tal ilícito é fator de destaque quanto ao status de ameaçado de sobrevivência para muitas espécies de nossa fauna. Entre as muitas espécies de interesse para a criação, destacam-se aves canoras como bicudos e curiós, altamente apreciadas pela excelente qualidade do canto, associados à sua elegância e conhecimentos já adquiridos de manejo em cativeiro.

Fonte: www.felipex.com.br

Curió

Curió

QUALIDADE NA CRIAÇÃO DE curióS

O curió, também conhecido como avinhado e papa-arroz é nativo do Brasil, também podem ser encontrados exemplares na Bolívia, Paraguai e outros países da América do Sul, sempre a partir de aves que emigram daqui para lá. Existem parentes próximos do nosso curió na Nigéria (África) e na Califórnia (EUA) porém diferem do nosso em plumagem e canto.

O CANTO

No Brasil foram encontrados 128 tipos diferentes de canto de curió, normalmente caracterizados por serem oriundos de determinadas regiões do País. Os cantos de curió que foram sendo mais conhecidos e difundidos foram os que possuíam a qualidade diferenciada da repetição.

CANTOS REGIONAIS MAIS CONHECIDOS:

VITEU (Bahia) - VI VI TE TEU (Pernambuco) - VOVO YIVIU (Alagoas) - PARACAMBI (Rio de Janeiro) - CATARINA (Santa Catarina) - TIMBIRA (Maranhão) - PRAIA GRANDE (Litoral de São Paulo)

RECOMENDAÇÕES

A criação de curiós de alta qualidade pressupõe 3 componentes básicos:

1.GENÉTICA/ origem das matrizes
2.PROCESSO DE CRIAÇÃO/ manejo voltado para o canto
3.PROCESSO DE EDUCAÇÃO

1. GENÉTICA

Prefira casais que já tenham produzido bons resultados ou que pelo menos sejam descendentes, ascendentes, irmãos ou irmãs de curiós que tenham se destacado. Após longos estudos e anos de prática na criação de curió, cheguei a seguinte conclusão, é impossível criar um curió campeão sem um estudo profundo de sua: genética, fenótipo e comportamento, pois é, só assim que conseguimos traçar mapas de reprodução.

Em minha criação, consegui fazer o mapeamento genético de todas as matrizes, e assim, tornado menos árdua a difícil escolha de com que macho cobri-las, ainda não definimos quais são os genes ligados à voz, e a repetição, mas estamos cada vez mais perto.

Comece com bases sólidas, só assim, no decorrer dos anos você terá uma linhagem definida, não obstante casais que não tenham nenhum padrão genético reproduzam bons filhotes, isto é exceção!

O curió aprende a cantar após o nascimento, ou seja o tipo de canto do curió NÃO é passado geneticamente. Assim filho de um excelente curió pode aprender a cantar um canto defeituoso, bem como o filho de um curió com canto defeituoso pode aprender a cantar com perfeição desde que, ele nunca ouça o pai nem qualquer outro canto defeituoso, nem sequer por 5 minutos. Lembre-se que os pássaros ouvem cerca de 10 vezes mais do que nós, e, dependendo do local, são capazes de ouvir outro curió à 100 metros de distância ou até mais, por isso os cuidados no local de criação são muitos.

2. PROCESSO DE CRIAÇÃ

No MÍNIMO 60% da responsabilidade no sucesso da formação de um curió de alta qualidade depende do CRIADOR, entre outros motivos porque cientificamente as bases do futuro canto são aprendidas principalmente entre o terceiro e o décimo sétimo dia de vida. Os 40% restante divide-se em genética e saúde.Nesta fase, ouvir as fêmeas solteiras, outros filhotes, pequenos defeitos em qualquer cantada do pai ou qualquer outro curió, mesmo que, ao mesmo tempo esteja ouvindo a fita ou disco ou CD para o aprendizado, poderá influenciar o filhote de forma negativa e irreversível por toda vida. Quem quiser criar curiós de alta qualidade deve contar com 4 ambientes suficientemente distantes ou isolados acusticamente:

Um ambiente para o macho galador (o macho só deve ser trazido para galar as fêmeas mesmo que seu canto seja perfeito).

Outro ambiente paras as fêmeas solteiras (sabe-se que muitas fêmeas não galadas cantam e mesmo as que parecem não cantar, costumam faze-lo bem cedinho, pouco antes de amanhecer), pois o canto das fêmeas poderá afetar o canto do filhote.

Outro ambiente onde ficarão as fêmeas galadas, chocando e criando os filhotes.

Outro ambiente para os filhotes “desmamados”.

ALIMENTAÇÃO DOS FILHOTES

Não se usa mais alimentar os filhotes com larvas, aranhas, cupins, etc. para facilitar a vida do criador e melhorar à saúde dos filhotes utiliza-se a ração própria para curiós, que é vendida a preço acessível em baldes, próprios para criadores. As fêmeas poderão ser acostumadas com esta alimentação após a mudas de penas, suspendendo qualquer outra alimentação e misturado a gema de ovo ralada à ração para que fique mais úmida e mais ao gosto das fêmeas. Os filhotes do próximo ano e portanto as novas fêmeas já nascerão habituadas à nova alimentação que deverá ser oferecidas com mais uma opção à todos os curiós.

COMO MELHORAR A SAÚDE E A RESISTÊNCIA DAS FÊMEAS

Em maio/junho, após terminarem a muda de penas, as fêmeas poderão ser soltas, todas juntas, num grande viveiro, parcialmente coberto ou que possa ser coberto todas as noites para que fiquem expostas às variações da natureza tais como: sol, chuva, vento, calor, etc.…Isto reativará ou aumentará a resistência natural das fêmeas, fortalecendo-as para o próximo período de postura e parte desta melhora na saúde, será transmitida geneticamente para os filhotes.

VALORIZAÇÃO DOS FILHOTES

QUANTO AO PAI: Como a preferência dos curiozeiros mais e mais tem sido por curiós repetidores e acreditando-se que a característica de repetição é transmitida geneticamente pelos machos adultos, parece lógico que o criador deve preferencialmente possuir um macho galador REPETIDOR, mesmo que o canto seja de baixa qualidade (lembre-se que o macho só deve ser trazido para o ambiente das fêmeas para galar e após levado para a outra casa distante o suficiente para NUNCA ser ouvidos pelos filhotes). É interessante para o criador que o macho galador tenham mais de 4 anos de idade.

QUANTO À MÃE: é interessante o criador possuir fêmeas de origem e genética comprovadas de repetição e nunca fêmeas silvestres (cada macho normalmente tem condições de acasalar-se com até 15 ou 20 fêmeas) que:

Sejam mães de curiós com ótimas voz e preferencialmente também repetidoras.

Irmãs ou filhas de curiós repetidores e com ótima voz.

Netas ou bisnetas, avós, bisavós e outros graus de parentesco de curiós repetidores e com ótima voz.

Hoje, em nossa criação já podemos oferecer o mapa genético de nossas matrizes e filhotes, assim como, a sexagem via DNA, garantindo uma compra segura. Criadores Reunidos Dois Irmãos/ Criadouro Comercial de curió e bicudo

OBS: Alguns criadores experientes anualmente adquirem machos e fêmeas de outros criadores, a fim de, aprimorar sua genética e evitar a consangüinidade.

A FITA, CD OU DISCO

Todo criador deve tocar a fita, CD ou disco da modalidade de canto de sua preferência. Também é imprescindível o aparelho de som estar conectado com um TIMER possibilitando um melhor controle do tempo de funcionamento do aparelho e evitando, assim o Strees do som intermitente e preservando a vida útil do aparelho. Lembre-se que quando entramos em um local com som ambiente, à princípio percebemos o som e após algum tempo, não notamos mais. O tempo de silêncio serve para que o curió volte a perceber o canto quando a fita voltar a tocar. Para diminuir a possibilidade dos curiós ouvirem algum outro canto que lhes estrague o aprendizado, recomenda-se que se ouça rádio, TV ou qualquer outro som ininterruptamente, de manhã até à noite.

Tudo isto também vale para os educadores do filhote e deverá ser usado por toda a sua vida, para que queiram MANTER UM curió DE QUALIDADE. Procure informações com grandes criadores de curiós de canto, pois eles tem montagens de canto próprio para ensinar os filhotes. Evite as fitas comercias, elas voltadas são para divulgação do canto e não para aprendizagem dos filhotes. Caso a pessoa possua um curió mestre, o desgaste no aprendizado dos filhotes será bem menor, pois o filhote sempre dá preferência a um canto ao vivo e original do que a um som gravado. Deve-se deixar o mestre cantar para o filhote e nunca o filhote cantar para o mestre, cuidado para sobrecarregar o mestre com muitos filhotes.

3.PROCESSO DE EDUCAÇÃO DOS FILHOTES

São 3 os estágios de aprendizado:

1. Engriza ou churria

2. Marcar notas

3 Assobia

Tão logo o filhote aprenda comer sozinho, ele dever ser colocado na sua gaiola (preferia gaiola núm. 5, que possibilita ao pássaro mais espaço para voar e não apenas pular com nas gaiolas menores, facilitando a capacidade pulmonar e portanto de CANTAR e REPETIR) e levado para um ambiente onde ouça unicamente a fita, Cd ou disco (lembre-se que dificilmente encontramos um MESTRE que vez por outra não apresente alguma falha e, como as crianças, o curió aprenderá mais facilmente as “besteiras”).

Recomenda-se nos primeiros 30 dias após o “desmame” ou até comerem a marcar notas, tocar de 30 em 30 minutas a fita, CD ou disco , sem repetição facilitando assim o aprendizado do BÊABA do canto Praia Clássico. Quando ele começar a marcar notas (uma espécie de churriado porém com “altos” e “baixos”) pode-se ficar à distância ou gravar a marcação de notas dele para depois ouvir, analisar e tentar detectar quais as NOTAS que faltam. Lembre-se que ele deve aprender as 7 NOTAS do canto Praia, mesmo que elas estejam fora da seqüência correta. Caso falte alguma nota, o EDUCADOR deve providenciar uma fita especial que dê ênfase à nota que falta e tocá-la alguns dias, apenas o suficiente para ele aprender e incluir a nota que falta, o que normalmente ocorre no máximo em 25 dias.

Logo após, esta fita especial e específica para este aprendizado NÃO deve ser mais utilizada, para que o curió não aprenda a cantar dando ênfase em uma determinada nota. Caso o educador tenha mais pardos, o filhote que começar a marcar nota deve ser deixado longe dos demais que ainda estão churriando, porque senão os demais “amarrarão” a sua evolução. Isto se deve ao fato de que todos os curiós tende à ir para o canto mais fácil e neste caso, permanecer churriando, é mais fácil do que marcar notas.

O curió deve ser mantido no seu “prego” até a MUDA DE NINHO, que ocorre por volta dos 4 meses de vida.

Neste período ele não deve ser tirado de casa, nem colocado na janela, nem estimulado a cantar, nem passear de carro nem mesmo para mostra suas qualidades para os amigos. ESTE É UM PERÍODO CRÍTICO DE APRENDIZADO e, mesmo colocá-lo na janela de casa pode estimulá-lo a cantar muito cedo e portanto facilitando a IMPERFEIÇÃO.

Também NÃO se deve usar a CAPA para calar o curió, basta usar o controle das cortinas de casa para mantê-lo em local não muito escuro, nem muito iluminado. Lembre-se que o curió muito “churrizador” normalmente tem mais dificuldade em aprender canto, portanto não se preocupe se o seu filhote não estiver churriando muito.

AMBIENTE

Não é recomendável deixar o curió em cozinhas, banheiros ou outros locais revestido com azulejos porque tenderão a cantar com voz metalizada e/ou estridente, devido as característica de não absorção do som e produção do eco. Devemos também preferir ambientes com móveis, cortinas, tapetes etc.… que “suavizarão” o som ouvido e portanto aprendido pelo curió.

Como o som se propaga de baixo para cima (note que se ouve muito mais os sons do apartamento abaixo do seu do que está acima do seu), ricocheteando nas paredes. É recomendável que as caixas acústicas estejam o mais próximo possível do piso (no máximo à 50 cm do chão) e o alto falante NÃO deve ser direcionado diretamente para gaiola.

Quanto ao volume (altura) do som, recomendo que esteja cerca de um terço do volume normal que um curió mestre estaria cantando. O ambiente deverá possibilitar ainda que o curió acorde e adormeça nos horários da natureza (não é bom fazer o curió dormir após o anoitecer ou deixá-lo em local onde haja TV ligada, pessoas falando e etc.…)

Uma célula fotossensora no aparelho de som é muito útil. Porque o curió acorda ao amanhecer, o som automaticamente será ligado e ao contrário se desligará ao anoitecer , quando o pássaro for dormir.

Alguns curiozeiros, acreditando que o curió aprende o canto também pelo seu inconsciente instalam também no aparelho de som um “TIMER DE PINO”, destes usados para acender e apagar as luzes automaticamente, e programam 30 minutos de canto que são tocadas por exemplos entre 2:30 e 3:00 da manhã ou qualquer outro horário em que as pessoas da casa já estejam dormindo e não tenham o seu sono incomodado.

MUDA DE PARDO

Após cerca de 4 meses a partir do seu nascimento, o filhote fará uma muda rápida de penas que chamamos MUDA DE PARDO. As mudas de penas anuais ocorrerão então mais ou menos 12 meses à partir desta muda de pardo. Após a muda de pardo, o curió deverá ser colocado na VOADEIRA por 20 dias, para que possa voltar ao seu estado atlético, já que na muda o curió passa por um processo de letargia e após este período levá-lo para passear. Se não for possível levá-lo passear, deixá-lo dentro do carro por algum tempo ajudará no seu desenvolvimento (não esqueça de deixá-lo à sombra e com boa ventilação). Quanto mais se “mexer”com o curió, mudando-o constantemente de um ambiente para outro, melhor.

curió PRETO

Após ficar completamente preto, o curió poderá ao melhorar significativamente o seu canto e mesmo assim, tendo aprendido um canto eletronicamente, ele poderá a perder gradualmente algumas notas do seu canto.

Infelizmente não é verdade a afirmação de que “ na muda de pena vou melhorar o canto do meu curió” porque, se depois de preto já tem uma imensa dificuldade para melhorar o canto, o curió aprende canto demandando, ou seja, cantando e ouvindo outro curió. O problema é que entre 2 curiós demandando, o que possuir canto melhor (e portanto mais difícil) tenderá a “copiar” o canto do outro curió, pois é mais fácil para ele cantar.

curióS PRETOS QUE “PERDERAM” NOTAS

Alguns curiós que cantavam o canto completo e que “perderam” alguma nota foram recuperados da seguinte forma:

Colocar junto da sua gaiola uma outra gaiola com uma fêmea.

Aumentar o volume da fita, CD ou disco, porque quando o curió está “quente” ele presta muito mais atenção à fita.

Após 2/3 dias, separá-los novamente.

Com a separação, o curió ficará extremamente nervoso e provavelmente cantará “errado” por3 / 4 dias. Não se preocupe porque depois, gradualmente ele se acalma e AS VEZES volta à cantar COMPLETO, inclusive com a nota que havia sido desaprendida.

QUANDO FOR TROCADA A FITA

Por diversas razões, às vezes o curiozeiros pode querer trocar a fita, se após a mudança, o curió começar a “cortar” o canto e continuar assim até o 2/3 dia, deve-se voltar a fita anterior porque, por alguma razão, o curió não aceitou a nova fita.

GRAVANDO O PRÓPRIO curió PARA ELE MESMO OUVIR

Por alguma razão, ainda não compreendida por nós, TODAS as tentativas de gravar o canto determinado curió para ele mesmo ouvir, tem sido DESASTROSAS. Mesmo quando canta perfeito, o curió ao ouvir uma fita dele próprio, vai perdendo gradualmente a qualidade do seu canto porem, a fita do canto de seu curió poderá ser tocada para ensinar outro curió e Ter o mesmo efeito das fitas comerciais ou até melhor tudo depende da qualidade do canto de seu curió assim como da gravação (consulte um juiz de canto).

Quem estiver atento, perceberá que muitos curiozeiros mantém SÁBIAS cantando junto com seu curió.

LEMBRETE: quem quiser manter curiós com qualidade de canto NÃO deve ter outros pássaros, à exceção da sabiá.

APARELHO RESPIRATÓRIO

O curió possui 9 sacos aéreos que devem ser constantemente exercitados. Por isso quando um curió manso fica voando de um lado para outro na gaiola, parecendo assustado, ele está na verdade tentando não atrofiar a sua capacidade de voar e todas as funções ligadas aos 9 sacos aéreos, que incluem a capacidade de respirar e de cantar.

Assim sendo, recomendo colocar o curió em uma VOADERIA (espécie de gaiolão de criação, porém com a parte superior abaulada) logo após completarem a muda de penas e deixar ali até o início da época dos torneios. No início deste processo, é infelizmente normal que o curió não consiga voar mas, tão logo ele readquira esta capacidade, convém deixá-lo na voadeira apenas com dois poleiros, um em cima com comida e outro embaixo com a água, para forçá-lo a exercitar vôo. São conhecidos casos onde curiós que foram repetidores e deixaram de repetir, readquiriram esta qualidade quando exercitados na voadeira por um período compatível como tempo que ficaram digamos “atrofiados”. O curió aspira nos QUIM QUIM e expira nas batidas de praia TUÉ TUÉ. Por isso quanto mais batidas de praia um curió emitir, melhor a sua capacidade pulmonar.

Fonte: www.bichoonline.com.br

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