Também conhecido como avinhado, mede em torno de 13 cm de comprimento, com macho apresentando plumagem preta no dorso e castanha na parte inferior. A fêmea possui pelagem pardacenta mais escura no dorso. Bico cheio e corpo robusto.
Beira da mata e pântanos
Em todos as regiões do Brasil
Seu canto lembra o som de um violino. Existe uma grande variedade de cantos de curió.
Sementes de tiririca (Cyperus rotundus)
Reproduzem-se normalmente na primavera-verão.
É atualmente o pássaro canoro mais cobiçado do país, sendo que o valor de um curió-campeão pode ser superior ao de um carro 0km! Por isso é muito caçado para atender a apreciadores de pássaros canoros e tráfico de animais.
Fonte: www.vivaterra.org.br
Uma das aves de canto mais capturados pelo comercio de animais vivos, o qual foi responsável pela sua virtual extirpação da região Sudeste do país.
O colorido do macho é inconfundível, com seu peito e barriga avermelhados e o restante de plumagem negra, pousado costuma aparecer uma pequena mancha branca no meio da asa fechada.
O bico é poderoso, proporcionalmente não combinar com o tamanho da ave, servindo para triturar as duras sementes de tiririca.
A fêmea é toda parda, com as asas e caudas levemente mais escuras, ventre um pouco amarronzado.
Fonte: www.sescpantanal.com.br
Talvez o mais apreciado e conhecido pássaro canoro do Brasil, habita várzeas e margens de córregos na beira das matas.
Alimenta-se principalmente de sementes de tiririca, que quebra com o bico forte.
Vítima da caça desenfreada de comerciantes clandestinos e da destruição sistemática de seu habitat, o curió tornou-s raro em Alagoas.
Encontram-se alguns casais isolados, em áreas protegidas.
A criação em cativeiro tem tido sucesso e há clubes especializados por todo o País.
Com o incentivo à criação em cativeiro, espera-se que diminua a pressão sobre o curió na natureza.
Fonte: www.frigoletto.com.br
O Curió (Oryzoborus angolensis) é um dos pássaros canoros mais valiosos do país, podendo um bom exemplar ser trocado até por um automóvel zero quilômetro. Encontra-se distribuído em quase todo território nacional, de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, passando por estados da região Centro-Oeste. Seu canto, para muitos similar ao som de um violino, apresenta características diferentes para cada região do Brasil. Como exemplo de cantos classificados, temos no Maranhão o canto Tiriba ou Timbira, em São Paulo o Praia Grande, dividido em outros três tipos, em Santa Catarina o Florianópolis e o Catarina, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais o Paracambi, na Paraíba o Vovô-viu e em Pernambuco o canto Vivi-te-téu entre outros. Além dos cantos regionais não classificados.
Seu nome, na linguagem indígena, significa “amigo do homem”. Mede aproximadamente 13 cm. Possui bico de cor preta, bem robusto, curto e forte. É um pássaro irrequieto que vive a pular de um poleiro para outro.
Atualmente o Curió (ou Avinhado), assim como muitos outros pássaros brasileiros encontram-se ameaçados de extinção, em decorrência da caça gananciosa, predatória e a destruição de seus ambientes naturais.
Esforços tem sido feitos entre criadores para que esta espécie não desapareça, bem como existe legislação que proíbe a captura e transporte destes animais em estado selvagem, sendo caracterizado como crime inafiançável. Somente exemplares oriundos de criadouros autorizados devem ser adquiridos.
Os machos possuem uma coloração preta com o ventre castanho-avermelhado e uma mancha branca em cada asa. Já as fêmeas são amarronzadas com o ventre pardo.
Os Curiós já estão prontos para a reprodução após um ano de idade. O período de acasalamento inicia-se no final do inverno e dura até o término do verão. A média de ovos é de dois por postura e a eclosão ocorre cerca de 13 dias após a postura. Passados 30 dias do nascimento, os filhotes já estão prontos para sair do ninho. Os ninhos mais recomendados são feitos de bucha e são semelhantes aos dos Canários e Bicudos. Material para confecção do ninho, como barbantes, estopa e a própria bucha, devem ser deixados à disposição da fêmea durante o período de reprodução.
As Gaiolas para os Curiós devem ter no mínimo 45 cm de comprimento, 30 cm de altura e 30 cm de largura. Devem conter um comedouro e um bebedouro de fácil remoção para a limpeza. Os Curiós gostam de tomar banho, então o uso de uma banheira plástica pela manhã se faz necessário. A limpeza regular é outro fator importante para a saúde destes pássaros. O sol também é muito importante, principalmente durante o começo da manhã e também no final da tarde. Mantenha a gaiola em um local seguro e abrigado de correntes de vento.
Fonte: www.labcon.com.br
Oryzoborus angolensis.
Avinhado.
Ocorre em todos as regiões do Brasil.
Vive à beira da mata e pântanos, na procura de sementes de tiririca (Cyperus rotundus).
13,0cm de comprimento.
Seu canto lembra o som de um violino. Existe uma grande variedade de cantos de curió, e cada região do Brasil possui sua preferência: em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, o canto Paracambi; em São Paulo, o Praia Grande; no Maranhão, o Timbira; em Pernambuco, o Vivitetéo; na Paraíba, o Vovoviu.
É atualmente o pássaro canoro mais cobiçado do país, sendo que o valor de um curió-campeão pode ser superior ao de um carro 0km!
Granívoro
Milho verde em espiga ocasionalmente, sendo retirado da gaiola após 30 minutos.
Diariamente a mistura: 70% de alpiste, 20% de painço branco, 10% de painço verde. Ocasionalmente e em pequenas quantidades painço português, senha, milheto, quirera de milho, arroz com casca, níger e aveia.
Oferecer diariamente, para todos os pássaros um comedouro tipo "unha" da seguinte mistura: 70% de flocos de milho pré-cozidos (ex: milharina, polentina), 15% de gérmen de trigo e 15% de proteína de soja texturizada. Fêmeas com filhotes devem receber um comedouro/filhote.
Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
3 vezes por semana, no bebedouro.
Oferecer para cada fêmea com filhotes cerca de 5 larvas de Tenebrio molitor/dia/filhote.
Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.
Macho e fêmea não devem viver juntos. Primeiro por terem um acentuado instinto territorialista, podendo ocorrer brigas sérias. Depois, mesmo que não briguem, perdem o interesse mútuo e não acasalam.
Eles só devem ficar na mesma gaiola na época de reprodução, e mesmo assim apenas pelo tempo que durar a cópula. Mesmo na fase reprodutiva, não basta juntar o casal: eles precisam namorar. Mas há um detalhe: não podem se ver, só se ouvir. A técnica mais usada para o "romance" dar certo, idealizada pelo criador Marcílio Picinini (Matias Barbosa - MG), consiste em se deixar macho e fêmea em gaiolas individuais, separadas por uma barreira visual (ex: madeira, papelão).
Há vários sinais que indicam ter chegado o momento do acasalamento: a fêmea vai ao ninho constantemente, se move muito, carrega ciscos de sisal (a colocação de feixes de pedaços de sisal na gaiola estimula a fêmea a preparar o ninho) e aumenta o consumo de água.
Quando a fêmea começa a abaixar quando vê o macho (solicitar a cópula), deve-se abrir o passador lateral existente nas gaiolas para o macho entrar na ala da fêmea. Assim que for realizada a cópula, o macho deve ser cuidadosamente induzido à retornar a sua própria gaiola, e novamente deve ser colocada a barreira visual. Duas cópulas são suficientes para fertilizar todos os ovos de uma postura.
Primavera e verão.
29cm de comp. x 35cm de alt. x 25cm de larg.
Outono e inverno.
58cm de comp. x 35cm de alt. x 25cm de larg., com divisória para separar a fêmea dos filhotes no momento certo.
Fêmeas e filhotes são pardos. Os filhotes machos começam a adquirir a plumagem de adulto por volta dos 12 meses de idade.
Tipo taça, feito em arame e bucha vegetal (Luffa cylindrica), com 5,5cm de diâmetro e 3,5cm de profundidade.
Machos, de 12-18 meses e fêmeas, de 8-12 meses.
Fibra de sisal.
3 a 5 posturas por temporada, 2 a 3 ovos/postura, 13 dias de incubação, podendo os filhotes serem separados da mãe aos 35-40 dias de idade.
No. 2.
Fonte: www.feomg.com.br