
Antigo depósito de pólvora do Exército, de construção circular, construído em 1906. Anos depois de desativado, foi transformado pela Prefeitura em espaço de artes cênicas e musicais em 27 de dezembro de 1971. Mantendo as características da construção original, o projeto do arquiteto Abrão Assad adaptou ao antigo paiol um teatro em formato de arena com 225 lugares. No espetáculo inaugural, o palco reuniu Vinícius de Moraes, Toquinho, Marília Medalha e o Trio Mocotó. O poeta batizou a casa com uma dose de uísque e para ela compôs a música "Paiol de Pólvora".

Homenagem à colônia árabe, integrada à cidade desde o início deste século, com expressiva contribuição ao desenvolvimento do comércio. Localizado na Praça Gibran Khalil Gibran, em frente ao Passeio Público, o Memorial Àrabe abriga uma biblioteca pública, com significativo acervo universal e específico da cultura árabe, e conexão com a internet.

Em 1993, a Praça do Japão foi revitalizada e ganhou a Casa da Cultura, um memorial de integração. Nesse pagode é possível conhecer as minúcias das dobraduras de papel (origami), da arte floral (ikebana) e dos poemas de três versos (hai-kais). O Buda no centro do lago marca a irmandade entre Curitiba e Himeji, e transmite toda a paciência e arte dos japoneses, no Brasil desde 1908.

É uma homenagem ao centenário da chegada dos primeiros ucranianos a Curitiba. Implantado no Parque Tingüi em 1995, o memorial expõe uma réplica da mais antiga igreja ucraniana do Brasil, a de São Miguel da Serra do Tigre, em Mallet, interior do Paraná. As telhas de pinho e a cúpula de bronze abrigam hoje um museu. No palco ao ar livre acontecem apresentações de danças típicas desse país do leste europeu.

Verdadeiro museu ao ar livre, é composto de sete casas de troncos encaixados, sem pregos, transplantados das antigas colônias de poloneses do entorno de Curitiba. Fala das lutas e da fé dos pioneiros da etnia, aqui estabelecida desde 1871. Inaugurado em 1980, logo após a visita do Papa João Paulo II a Curitiba.