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Pulverizador Manual

Pulverizadores manuais são equipamentos muito utilizados pelos pequenos e médios produtores rurais em áreas de difícil mecanização para as práticas culturais da pulverização. Existem dezenas de fabricantes no Brasil e centenas de fabricantes mundiais.

Pulverizadores Costais Manuais

Existem diversos tipos de pulverizadores manuais, sendo que os mais comuns são os pulverizadores costais acionados por alavanca. Esses pulverizadores costais manuais tem a capacidade de carga entre 10 e 20 litros e são normalmente equipados com bomba de pistão.

Pulverizadores Costais Simétricos

Alta tecnologia em pulverização, permitindo aos pequenos e médios produtores uma aplicação mais eficaz e econômica.

Oferecem inúmeras vantagens exclusivas: Kits de serviço e de pontas, tanque simétrico e ergonômico, combinação de metais nobres com plásticos especiais, filtragem progressiva, lança curva com válvula
super 3, bomba de pistão com bucha dupla para mais suavidade e um sem número de acessórios:
Kit dosificador, injetor de solo, barras universais, barras horizontais e verticais, extensão da descarga, válvulas, bicos e pontas. Modelos: 20 e 16 litros.
CERTIFICADOS PELO IPARC (International Pesticide Aplication Research Center)

Atomizadores Costais Motorizados

Esta máquina já vem pronta de fábrica para aplicar líquido, pó e pequenas sementes, sem a necessidade de acessórios. Ideal para atomizar, polvilhar, varrer e semear.

Além de suas aplicações tradicionais, também pode ser utilizada na desinfecção de estábulos, cocheiras, pocilgas, granjas, armazéns, embarcações, containers e vagões.

Existem também pequenos pulverizadores de 0,5 litro até 5 litros, muito utilizados em jardinagem e em pequenas hortas.

Alguns cuidados devem ser observados durante as operações com esses equipamentos:

1- Manter sempre uma velocidade constante de caminhamento durante a aplicação;

2- Manter sempre a pressão constante com acionamento da bomba cadenciado, ou utilizar, válvula de pressão constante logo após a saída da válvula de corte.

Pulverizadores Costais Elétricos

Pulverizadores costais elétricos são também muito utilizados pelo mundo todo, mas são muito pouco utilizados no Brasil. A grande vantagem dos pulverizadores costais elétricos sobre os costais manuais é a facilidade operacional de aplicação, pois os operadores não precisam se preocupar em fazer força com a alavanca para acionar o sistema de pulverização e também não existe a preocupação com a cadência no acionamento. Na prática, essas preocupações colocam em risco a qualidade da pulverização, pois o cansaço do operador dificulta a cadência da alavancagem, mudando a pressão e conseqüentemente a vazão da ponta, o tamanho das gotas e o volume de aplicação.

A única preocupação do operador com os pulverizadores costais elétricos é manter a velocidade constante durante a aplicação. São equipamentos com capacidade de carga um pouco menor (10 a 15 litros) devido o peso do sistema elétrico e da bateria de 12 volts. Geralmente essa bateria tem a duração aproximada de 5 horas, possibilitando com duas baterias realizar as operações de pulverização durante todo o dia, podendo ser recarregadas durante a noite.

Pulverizadores Costais Eletrostáticos

Pulverizadores costais eletrostáticos têm a capacidade de produzir gotas de pulverização com carga elétrica. O desenvolvimento dessa tecnologia baseou-se na teoria das cargas elétricas diferentes se atraírem. A produção de gotas com carga elétrica diferente da carga elétrica das plantas possibilitariam uma maior atração entre as gotas e as folhas das plantas-alvo, resultando em uma maior deposição de gotas com esses equipamentos. Ainda nessa teoria, essa força de atração aumentaria a velocidade das gotas em direção às plantas-alvo, resultando em uma menor perda por deriva e menor escorrimento das folhas, pois as gotas ficariam menos tempo sofrendo a ação das adversidades climáticas. Não existem muitos trabalhos sobre esses equipamentos, mas alguns testes realizados em campo já demonstraram problemas de acúmulo de gotas nas folhas superficiais e mínimas deposições nas folhas da parte interna das plantas adensadas. Mais pesquisas devem ser feitas para desenvolver um maior conhecimento sobre essa tecnologia.

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