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Dengue Tipo 4

 

Quatro tipos de vírus causam a dengue em todo o mundo, DENV- 1, 2, 3 e 4.

Há quatro tipos de dengue, mas os mais comuns no Brasil são os 1 e 2. O tempo de incubação da doença tipo 1, 2, 3 e 4, varia de cinco a sete dias, podendo ser um pouco mais ou menos dependendo do caso.

O mais perigoso dos tipos de dengue é o tipo 3, que provoca a dengue hemorrágica. Os sintomas iniciais são os mesmos da dengue comum. A diferença é que, quando a febre acaba, começam a surgir sangramentos, a pressão cai, os lábios ficam roxos. A pessoa sente fortes dores no abdome e alterna sonolência com agitação. Se não tratada nos primeiros estágios, a dengue hemorrágica pode levar à morte.

Uma pessoa infectada com um tipo de dengue, posteriormente, só fica imune a esse tipo.

No Brasil muitas pessoas estão imunes a tipos 1,2 e 3, mas desta vez é o tipo 4 que pode causar a doença.

Desde 1982 não ocorria a dengue tipo 4, recentemente três casos de dengue de tipo 4, DENV-4 já foram confirmado por exames sorológicos preliminares e isolamento viral no Instituto Evandro Chagas, em pacientes no estado de Roraima.

Por ter tido a presença do vírus causando a doença à 28 anos, a população ainda não está imune, portanto pode ser afetada por este tipo de vírus.

Os quatro sorotipos do vírus da dengue causam sintomas semelhantes: dores no corpo, cabeça, articulações e região dos olhos, além de febre, vômito, diarreia, entre outros.

Para o tratamento dos casos de dengue o procedimento é o mesmo segundo protocolo recomendado pelo ministério da saúde, não importando qual o tipo de vírus que está causando a doença.

Grande parte da população já foi afetada pelos tipos 1, 2 e 3, ao ser picado pelo mosquito que transporta o tipo 4, a probabilidade de evoluir para um quadro de dengue hemorrágica é considerável, as plaquetas diminuem, surgem problemas hemorrágicos que devem ser controlados rapidamente.

Medidas de ataque ao mosquito Aedes aegypti devem ser mantidas e até mesmo incrementadas no sentido de controlar a evolução do vírus tipo 4.

No passado um estudo mostrou uma associação de DENV-4, com uma epidemia de dengue hemorrágica que ocorreu no México em 1984.

Fonte: www.plugbr.net

Dengue Tipo 4

Dengue: vamos combatê-la diariamente

O período de chuvas no verão, seguido de calor intenso, torna os ambientes propícios para a proliferação do mosquito transmissor da dengue. Sendo assim, a sua participação na prevenção da doença é fundamental.

A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus, e é transmitida, no Brasil, através do mosquito Aedes Aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, essa doença é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo

Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

No Brasil, já foram encontrados os vírus da dengue tipo 1, 2, 3 e 4. O vírus tipo 4 não era registrado no País há 28 anos mas, em 2010 foi notificado em alguns estados, como o Amazonas e Roraima. Esse tipo de vírus apresenta risco a pessoas já contaminadas com os vírus 1, 2 ou 3, que são vulneráveis à manifestação alternativa da doença. Complicações podem levar as pessoas infectadas ao desenvolvimento de dengue hemorrágica

Formas de apresentação da doença

A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.

Infecção inaparente - A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma da doença. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes

Dengue clássica - É uma forma mais leve da doença, semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas. Os sintomas desse tipo de dengue duram até uma semana. Após esse período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição

Dengue hemorrágica - É uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente, se assemelha a dengue clássica, mas após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pele e nos órgãos internos. Esse tipo de dengue pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas. Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

Síndrome de Choque da Dengue - Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

Prevenção

Dengue Tipo 4

A ação mais simples para prevenção da dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação.

Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução.

A regra básica é não deixar a água, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente. Como a proliferação do mosquito é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Para se ter uma idéia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.

Então, a dica é manter recipientes, como caixas d’água, barris, tambores tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como: vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.

É bom lembrar que o ovo do mosquito da dengue pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado o ovo estiver seco. Caso a área receba água novamente, o ovo ficará ativo e pode atingir a fase adulta em um espaço de tempo entre 2 e 3 dias. Por isso é importante eliminar água e lavar os recipientes com água e sabão.

Tratamento

O tratamento da dengue requer bastante repouso, ingestão de muito líquido, como água, sucos naturais ou chá, além da utilização de medicamentos antitérmicos, que devem ser recomendados por um médico.

É importante destacar que a pessoa com dengue não pode tomar remédios à base de ácido acetilsalicílico, como AAS, Melhoral, Doril, Sonrisal, Alka-Seltzer, Engov, Cibalena, Doloxene e Buferin. Como eles têm um efeito anticoagulante, podem promover sangramentos.

O doente começa a sentir a melhora cerca de quatro dias após o início dos sintomas, que podem permanecer por 10 dias.

É preciso ficar alerta para os quadros mais graves da doença. Se aparecerem sintomas, como dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes, tonturas ao levantar, alterações na pressão arterial, fígado e baço dolorosos, vômitos hemorrágicos ou presença de sangue nas fezes, extremidades das mãos e dos pés frias e azuladas, pulso rápido e fino, diminuição súbita da temperatura do corpo, agitação, fraqueza e desconforto respiratório, o doente deve ser levado imediatamente ao médico.

Fonte: www.cemigsaude.org.br

Dengue Tipo 4

A Dengue tipo 4 não era registrada no país há quase três décadas, mas voltou a assustar os brasileiros. Os especialistas estão em alerta, pois afirmam que os jovens e as crianças não possuem imunidade contra o vírus, desta forma a doença poderá se espalhar mais rapidamente.

O vírus da dengue tipo 4 se manifesta exatamente com os mesmos sintomas dos outros vírus 1, 2 e 3 que estão em circulação. Preste atenção se estiver sentindo: dores de cabeça, dores no corpo e nas articulações, febre alta, vômito e diarréia.

Quem já teve qualquer tipo de dengue deve ficar atento para quaisquer destes sintomas, pois o quadro poderá evoluir para dengue hemorrágica em virtude na baixa das defesas do sistema imunológico.

O tratamento também não muda, o Ministério da Saúde recomenda em seu protocolo que devem ser feitos somente repouso e hidratação.

Sintomas e Tratamento

O aparecimento de diversos casos de dengue tipo 4 no país vem causando bastante preocupação entre a população. Este tipo de dengue, que não aparecia no Brasil há cerca de 30 anos, voltou a ser encontrado em estados.

Segundo o Ministério da Saúde, a dengue tipo 4 não é mais grave do que os tipos 1, 2 e 3. O nome foi dado apenas devido à ordem do descobrimento do vírus.

Contudo, como ele ficou ausente durante tanto tempo no país, poucas pessoas possuem imunidade para esta variação da doença.

Sintomas da dengue tipo 4

Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a dengue tipo 4 é bastante parecida com os outros tipos de dengue. Seus sintomas costumam variar bastante de um paciente para o outro, mas geralmente incluem dor de cabeça, dores musculares, nas articulações e no fundo dos olhos e febre.

Tratamento da dengue tipo 4

Em caso de suspeita de dengue, a pessoa deve se dirigir imediatamente a um hospital ou posto de saúde. O tratamento para a doença inclui a reidratação, por isso deve-se tomar bastante água. Além disso, pessoas com suspeita de dengue devem evitar medicamentos à base de ácido acetilsalicílico.

Dengue Tipo 4
Aedes Aegypti

Sintomas da dengue tipo 4 são parecidos com as variantes 1,2 e3

O avanço do vírus tipo 4 da dengue pelo Brasil é avaliado pelos especialistas como uma ameaça à saúde pública. Não pelo vírus em si, que não é mais nem menos perigoso que os tipos 1, 2 e 3, mas pela entrada em ação de mais uma variação do microorganismo. Em termos de classificação, estamos falando do mesmo tipo de vírus, com quatro variações, explica Márcia Dal Fabro, infectologista da Secretaria Municipal de Saúde. Do ponto de vista clínico, são absolutamente iguais, vão gerar o mesmo quadro, esclarece. Em 2002, a epidemia de dengue foi provocada pelo vírus tipo 2; em 2007, pelo tipo 3 e a de 2010, o vírus causador foi o tipo 1.

A explicação do problema provocado pelo vírus 4 está no sistema imunológico do corpo humano. Quem já teve dengue causada por um tipo do vírus não registra um novo episódio da doença com o mesmo tipo. Ou seja, quem já teve dengue devido ao tipo 1 só pode ter novamente se ela for causada pelos tipos 2, 3 ou 4.

Quanto mais vírus existirem, maior a probabilidade de haver uma infecção, resume o coordenador de Vetores do Centro de Controle de Zoonoze, Alcides Ferreira. Se houvesse só um tipo de vírus, ninguém poderia ter dengue duas vezes na vida .A possibilidade da reincidência da doença é preocupante. Caso ocorra um segundo episódio da dengue, os sintomas se manifestam com mais severidade. .

Esta reação exagerada do sistema imunológico é um problema. Pode causar inflamações e, por isso, aumenta o risco de lesões nos vasos sanguíneos, o que levaria à dengue hemorrágica. Um terceiro episódio poderia ser ainda mais grave, e um quarto seria mais perigoso que o terceiro.

Fonte: prefeitura-campo-grande-ms.jusbrasil.com.br

Dengue Tipo 4

Dengue Tipo 4
Mosquito Aedes aegypti

Chegando a temporada de chuvas é interessante ficar atento a um inimigo pequeno e silencioso o Aedes Aegypti. A novidade este ano é o aparecimento de um tipo da dengue que não se via a vinte e oito anos, a dengue tipo quatro.  No Brasil, já foram identificados dengue de todos os tipos 1, 2, 3 e 4. Esse tipo de “Dengue quatro” assusta os especialistas por causa da imunidade, aqueles que já pegaram os outros tipos de dengue são imunes a eles mas não ao tipo quatro que ressurgiu depois de tanto tempo

Os sintomas da Dengue tipo 4 são quase os mesmos da dengue antiga, mas suas complicações podem levar as pessoas infectadas ao desenvolvimento de uma dengue hemorrágica. É uma doença de notificação obrigatória por isso os sintomas devem ser identificados logo, são eles: dores no corpo, cabeça, articulações e região dos olhos, além de febre, vômito, diarreia, entre outros.

A transmissão pode acontecer tanto através dos infectados quanto do mosquito, que vem dentro de caixas e contêineres, ou ainda na forma de ovos de mosquito.

Para os infectados valem as mesmas dicas da dengue tradicional, o não uso de medicamentos tais como Melhoral, Doril, Sonrisal, Engov, dentre outros. Esses remédios possuem efeito coagulante e por isso podem ocasionar sangramentos.

O tratamento da Dengue 4 vai requerer muito repouso e ingestão de bastante liquido como água, sucos naturais ou chá somados a outros medicamentos que vão ser prescritos pelo médico. A partir dos primeiros sintomas é importante que procure por cuidados médicos para saber o tratamento medicamentoso adequado pra cada caso, a recuperação aparece com a média de uma semana depois.

Fonte: vadormir.com

Dengue Tipo 4

Dengue tipo 4 preocupa especialistas

Depois da confirmação de casos de dengue tipo 4 em mais três estados na última semana, especialistas mostram preocupação pelo fato da maior parte dos brasileiros não ter imunidade contra esse tipo de vírus, o que aumenta as chances de casos graves da doença.

De acordo com o infectologista Celso Granato, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o vírus tipo 4 não é mais perigoso ou letal em relação às outras variações (1,2 ou 3). Os sintomas são idênticos – dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, febre, diarreia e vômito, assim como o tratamento.

No entanto, esse sorotipo não circulava há pelo menos 28 anos no Brasil e a maioria da população não teve contato com ele, por isso está desprotegida. Quando uma pessoa contrai um tipo de dengue cria imunidade a esse vírus, porém pode ser infectado pelos outros tipos. Por exemplo, quem teve dengue tipo 1, pode ter dengue tipo 2, 3 ou 4. A cada vez que indivíduo é infectado, maior a possibilidade de contrair a forma grave, como dengue hemorrágica.

"Uma parcela da população poderá ter dengue pela segunda vez, pela terceira vez [por causa do sorotipo viral 4]. O vírus não é pior, mas a população está suscetível. A maioria está experimentada para os tipos 1 e 3", disse Celso Granato.

O último levantamento do Ministério da Saúde revelou que a maioria das vítimas de dengue no país é infectada pelo tipo 1. Das 1.856 amostras de sangue analisadas pela pasta, 81,8% deram positivo para esse sorotipo. A dengue 4 apareceu em 5,4% das análises, apenas para os estados de Roraima, do Amazonas e do Pará.

A falta de imunidade ao vírus eleva as chances de uma epidemia de dengue 4 no Brasil. Para o infectologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Edmilson Migowski, o aumento de casos da doença não deve ser imediato. Ele prevê que o efeito deve ser sentido no verão de 2012.

"Se nada for feito para o controle do mosquito, podemos ter um cenário drástico no verão de 2012. A epidemia tipo 4 não poupará ninguém", alerta o especialista.

O Ministério da Saúde reconhece a possibilidade de mais casos graves da doença por causa do sorotipo viral 4. Até o momento, não há epidemia em nenhum estado associada à dengue 4. De acordo com o órgão, países da América Latina e do Caribe, onde há circulação do vírus, também não registraram epidemias provocadas pelo vírus.

Como precaução, o governo federal recomenda às secretarias estaduais e municipais o reforço nas ações de controle do mosquito transmissor, Aedes aegypti, para evitar novos casos.

"A orientação é para que sejam aplicadas medidas de contenção, com aplicação de larvicidas e inseticidas nos bairros das cidades com confirmação de casos, e visitas de agentes comunitários de saúde em 100% dos domicílios com casos suspeitos e confirmados de Denv-4. Além disso, intensificar ações de eliminação de criadouros, limpeza urbana e busca ativa de novos casos suspeitos", informou o ministério.

Desde o início do ano, o ministério tornou obrigatória a notificação dos casos de dengue 4. No total, foram 51 casos espalhados pelos seguintes estados: Roraima (18), Amazonas (17), Pará (11), Rio de Janeiro (dois), Bahia (dois) e Piauí (um), conforme dados das secretarias estaduais de Saúde.

As primeiras notificações ocorreram em Roraima, a partir de julho do ano passado, por onde o vírus reingressou no país proveniente da Venezuela, segundo especialistas. Os registros mais recentes foram na Bahia e no Rio de Janeiro.

Fonte: www.bonde.com.br

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