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Dia da Família

08 de Dezembro

O padrão de família no Brasil apresentou algumas mudanças nas últimas décadas do século XX.

Dentre essas, se destacam:

Queda substancial do tamanho da família;
Aumento do número de famílias do tipo mulheres sem cônjuge com filhos;
Aumento do números de famílias cujas pessoas de referência são mulheres.

Família na definição do IBGE:

Família - Conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, todos residentes na mesma casa.
Família unipessoal -
pessoa que mora sózinha em uma casa.
Famílias conviventes -
são aquelas famílias compostas por, no mínimo, duas pessoas cada uma, que residam na mesma unidade domiciliar (domicílio particular ou unidade de habitação em domicílio coletivo).
Relação de dependência doméstica -
é a relação estabelecida entre a pessoa de referência e os empregados domésticos e agregados da família.
Normas de convivência -
são as regras estabelecidas para o convívio de pessoas que moram juntas, sem estar ligadas por laços de parentesco ou dependência doméstica. Por sua vez, as "famílias conviventes".
Pessoas de referência da família -
Pessoa responsável pela família , ou assim considerada pelos demais membros.

Nas duas últimas décadas houve uma queda substancial do tamanho da família.

O tamanho da família brasileira diminuiu em todas as regiões: de 4,3 pessoas por família em 1981, chegou a 3,3 pessoas em 2001. O número médio de filhos por família é de 1,6 filhos.

Em 2002, o número médio de pessoas na família se manteve o mesmo em quase todas as regiões e por isso a média para o país se manteve em 3,3 pessoas, segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2003.

O número médio de filhos apresentou uma diferença mínima em relação do ano anterior: de 1,6 para 1,5 filhos na família em domicílios particulares.

Aumentou o número de famílias do tipo mulheres sem cônjuge com filhos.

Mas ainda predomina o padrão histórico de família, casal com filhos.

Cresceu o números de famílias cujas pessoas de referência são mulheres.

Desde a década de 80 vem crescendo continuamente a proporção de mulheres como pessoa de referência da família.

A primeira sociedade organizada no mundo é a família. Base de todas as outras sociedades, inicia-se com o matrimônio e é teoricamente formada pelos pais e filhos. O amor recíproco entre eles, a confiança, a cooperação, o respeito, a obediência, a compreensão e a tolerância mútuas são os preceitos básicos para que a família continue a existir.

É o amor, aliás, o que dá vida à família, quando firma os laços de união entre seus integrantes. O amor dos pais em relação aos filhos e dos irmãos entre si, a capacidade de renúncia.

A disposição de alguém privar-se de algo em favor do outro ou de todos: conforto, repouso, prazer. O pai e a mãe, por exemplo, trabalham para que não falte nada em casa e muitas vezes deixam mesmo de se divertir.

Ou, ao contrário, filhos adolescentes deixam às vezes de viver experiências típicas da sua idade - de só estudar, andar de skate ou paquerar - porque precisam trabalhar precocemente para ajudar nas despesas da casa.

Obviamente que a família de hoje já não é a mesma de ontem, muita coisa mudou na prática. Até mesmo o conceito de família como sempre a entendíamos é outro. Mas o importante é sabermos, jamais esquecermos que sem a família, uma situação difícil seria para nós extremamente pior.

Que viva a família! Sempre.

Mudanças no Código

A sabedoria popular costuma dizer que o tempo cura tudo. O tempo cura e também muda as coisas. Maneiras de ver o mundo, rituais, leis etc. O conceito de família, por exemplo, mudou com o tempo.

Tanto que, no Código de Direito Civil, vários artigos caíram em desuso, tendo sido criadas novas leis, em forma de emenda, que alteraram profundamente o seu conteúdo.

Algumas das alterações dizem respeito à família.

Vejamos:

O novo conceito de família, são consideradas famílias os grupos formados não só pelo casamento civil ou religioso, mas também pela união estável de homem e mulher ou por comunidade dirigida somente por um homem ou por uma mulher (mãe solteira, no caso). Antes, uma união que não fosse formada pelo casamento formal era considerada "família ilegítima". Da mesma maneira, "filho ilegítimo" é uma expressão que não cabe mais em nossa sociedade.

Naturalmente que o novo não pode nem deve ser evitado. Mudanças são bem vindas, principalmente quando surgem para fortalecer ainda mais uma instituição que é a base do indivíduo na vida social.

Família

Existem famílias de vários tamanhos, com diversos costumes e até aquelas que incluem pessoas que nem são parentes. Mas, de qualquer maneira, a família é a forma mais básica de organização da sociedade.

O último Censo Demográfico revelou que entre 1991 e 2000 aumentou o número de famílias no Brasil, passando de 37,5 para 48,2 milhões. Porém, o tamanho dessas famílias diminuiu. Em 2000, uma família tinha 3,5 componentes, em média, mas esse número já foi bem maior no passado.

Que tal você conhecer um pouco mais sua família e as de seus amigos? Você pode começar escolhendo quais informações quer saber.

Uma dica: você pode fazer uma lista com as pessoas de cada família e ver a idade de cada uma delas, o sexo, até que série estudaram, se trabalham...

E, ao final da pesquisa, você vai saber, por exemplo, quais famílias têm mais homens ou mulheres, quantas pessoas trabalham e se as crianças estudam.

Fonte: www.ibge.gov.br

Dia da Família

08 de Dezembro

Formar uma família. Isso deve ser, desde já, objeto de suas preocupações em vista de chegar lá com aquela bagagem de conteúdos e formação espiritual que lhes dê a segurança necessária para a vida em família.

O QUE É FAMÍLIA?

A família é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. É a definição que conhecemos. Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. E a morada sobre o mesmo teto?

Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivencia o amor, ou... um mero alojamento.

A família não é algo que nos é dado de uma vez por todas, mas nos é dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se.

Quando casamos, sabemos que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma família de verdade.

Devemos, portanto, estar conscientes de que é preciso trabalhá-la e cultivá-la sempre, constantemente, e com muito amor.

TEMPOS DESCONCERTANTES

A família parece estar à deriva, sem referência, impotente e desprotegida diante dos embates do consumismo, bombardeada pelos meios de comunicação e incapaz de dar uma resposta a esses ataques.

Ela fica na defensiva. A impressão que se tem é a de que ela se conserva como um reduto afetivo, baseado principalmente na segurança do amor dos pais pelos filhos, e que se ressente, cada vez mais, da indeterminação dos papéis masculino e feminino.

É possível ouvir hoje arautos que falam da família em tom triunfal, enquanto que, em outros contextos, se escutam depoimentos de verdadeiras catástrofes. Para alguns, a família é um conceito conservador, só defendido pelos retrógrados.

FAMÍLIA: AMOR REPARTIDO

A família foi e ficará sempre o fundamento da sociedade.

Ela transcende a qualquer partido político, sociedade, associação ou a qualquer outro gênero de agrupamento humano: ela é constituída por relações de amor!

Na origem de tudo, há um amor conjugal que chama a vida a participar desse amor.

A família vem de uma opção.

De fato, ela existirá a partir do momento em que um homem e uma mulher decidirem viver juntos, criar um mundo novo, um mundo diferente: uma família. Nesse mundo novo e distinto, nascerão os filhos, que se incorporarão ao projeto de vida idealizado por seus pais.

É na família que os filhos desenvolverão sua personalidade. Nela crescerão, encontrarão o sentido de sua existência e amadurecerão na segurança, até que um dia também eles partirão para realizar seu próprio projeto.

O NOSSO MUNDO MUDOU

Não podemos viver de modo aventureiro. De nada serve estarmos repletos de boas intenções, se não planejarmos bem as coisas. Nosso mundo tem mudado muito e rapidamente. Há hoje muitas coisas que não estão fixadas de antemão. Em nossa sociedade, os papéis tradicionais da mulher e do homem, antes assumidos como destino inexorável, não são mais simplesmente aceitos.

Hoje, o casal deve sentar-se para dialogar sobre o que realmente desejam, o que buscam, para enfim elaborar, com bastante criatividade, um projeto novo e distinto que possibilite a realização de um amor pleno. É neste projeto, em constante realização, que os filhos devem poder ter a alegria de nascer e crescer até a plena maturidade.

UMA REALIDADE DINÂMICA

Ao definirmos a família como uma instituição, como a célula mãe da sociedade, quando a analisamos ou defendemos os seus direitos, queremos nos referir a uma realidade bem definida, que está aí presente, no dia-a-dia, que desempenha um papel concreto na vida das pessoas e da sociedade.

Entretanto, quando adentramos no interior desta ou daquela família, deixando de lado as teorias e descendo ao palco da própria vida, observamos que a família é uma realidade dinâmica, em evolução permanente, nunca a mesma. Percebemos que cada família é um mundo à parte, com propostas e jeitos próprios e que não se repetem.

É neste contexto que os planos de Deus tomam forma e são dados ao homem e à mulher emforma de semente. Deus nos criou à sua imagem, criou-nos no amor para o amor. Criou-nos para que levássemos a semente à plenitude. Deus, aquele que nos criou, pôs em nossas mãos a criação.

Isso é maravilhoso, mas quanta responsabilidade isso pede daqueles e daquelas que Deus chamou a multiplicar as suas pequenas famílias nesta terra onde o mal, muitas das vezes, parece prevalecer sobre o bem.

Nessa luta diária, não é o caso de se espantar, mas é extremamente necessário continuar acreditando naquele que prometeu: Eu estarei sempre convosco... (Mt 28,20)

Fonte: www.pimenet.org.br

Dia da Família

08 de Dezembro

A família é o primeiro grupo a que pertencemos, é a primeira sociedade em que somos incluídos. É a partir dela que adotamos nossos padrões e que formamos nossa identidade.

Apesar disso, os modelos de família mudaram bastante ao longo do tempo.

Na Idade Média, as famílias eram extensas e as crianças de sete anos já eram tratadas como adultos: as meninas aprendiam os afazeres domésticos e os meninos, algum ofício profissional. A função da família era assegurar a transmissão da vida, dos bens e dos nomes, o que não implicava naturalmente em educação e envolvimento afetivo.

No Brasil, na época da colonização também não era diferente. A família era extensa e os casamentos eram arranjados conforme interesses. O papel de cada membro da família era diferente do que é hoje.

O pai, antigamente, tinha três funções: cuidar de sua mulher, governar os criados e cuidar para que os filhos multipliquem os bens conseguidos.

Acredita-se que o cerne da família como conhecemos hoje, tenha nascido a partir do amor romântico cultivado na Europa no século XVIII. Com o fortalecimento da burguesia, a família foi distanciada da sociedade e os padrões de intimidade foram estabelecidos.

Aos criados foram reservados cômodos separados e iniciou-se uma maior preocupação com a formação pessoal, moral e espiritual da criança. Uma nova afetividade passou a carerizar a família moderna. Surge então a família nuclear burguesa.

Apesar de esse ainda ser o padrão atual, podemos perceber algumas mudanças. Nem sempre os homens sustentam a casa, a mulher não ser restringe mais às tarefas domésticas, que agora são partilhadas por muitos homens.

Também é comum vermos crianças apenas com o pai ou com a mãe e isso deixou de ser um grande problema, como era visto no começo do século.

Uma das mais recentes tendências da família talvez seja a formação de casais homossexuais, que lutam pelo reconhecimento da união civil e pela adoção de crianças.

Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br

Dia da Família

08 de Dezembro

Esta data foi instituída pelo Decreto nº 52.748, de 1963. Segundo o texto, na família ideal existe amor, confiança, cooperação, respeito, obediência, compreensão e tolerância. A partir dela, adotamos valores e formamos nossa identidade.

Na Idade Média, as crianças não costumavam receber atenção e carinho. O pai era considerado superior aos outros membros da família e os casamentos eram arranjados de acordo com interesses financeiros.

Dia da Família

Mas o romantismo europeu do século XVIII modificou este modelo. A privacidade passou a ser mais valorizada, assim como a formação pessoal, moral e espiritual das crianças. A afetividade tornou-se o principal laço entre cônjuges, pais e filhos.

A emancipação das mulheres, no século XX, acarretou novas transformações. Hoje muitas famílias são sustentadas e chefiadas por elas. Há também diversas famílias monoparentais, em que os filhos são criados só pelo pai ou só pela mãe.

Além disso, com o aumento dos divórcios, é comum a convivência na mesma casa entre os filhos dos primeiros casamentos e o novo marido da mãe ou a nova mulher do pai.

No Brasil, a taxa de fecundidade tem diminuído e as famílias estão cada vez menores. Outra novidade é que, diante do aumento do número de idosos, muitas crianças são cuidadas e sustentadas pela avó ou pelo avô.

Fonte: www.ftd.com.br

Dia da Família

08 de Dezembro

A Origem da Familia

Todos nós já paramos para pensar sobre a origem da família, muitas questões surgem como por exemplo: Onde tudo começou? Como se deu origem a formação da família? entre muitas outras.

A família é formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligada pelos laços sanguineos. Os membros da família que tenham um ancestral em comum costumam apresentar o mesmo sobrenome. Os diferentes indivíduos dentro de uma família podem ser divididos por geração como avós, pais, filhos, etc.

Cada membro tem o poder de afetar o outro a qualquer momento, há familias matriarcais onde o comando é da mãe ou de uma figura feminina, ou patriarcal onde o comando é do pai, avô ou uma figura masculina. No passado os casamentos eram feitos por descendencia, geralmente entre parentes, hoje isso já não é comum.

A origem da família é uma questão que por vezes paira em nossos pensamentos. Quando surgiu, como surgiu, qual a origem, etc. A família é a unidade básica da sociedade e é formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligada pelos laços afetivos. Este é o conceito básico do que é família, mas a origem do termo vem de séculos atrás. Família é um grupo de pessoas que representa uma parte da sociedade e influencia e é influenciada por outras pessoas ou instituições.

Os membros da família que tenham um ancestral em comum costumam apresentar o mesmo sobrenome. É isso que careriza que uma pessoa pertença ao mesmo clã que a outra. A família é responsável por criar os laços que unirão as pessoas durante os anos.

Os diferentes indivíduos dentro de uma família podem ser divididos por geração, função ou interesse e exercem um tipo diferente de poder. Cada membro tem o poder de afetar o outro a qualquer momento, seja usando o poder ou sua classificação dentro da família.

O termo família surgiu do latim  famulus , que significa escravo doméstico . Esse termo foi criado na época da Roma antiga e servia para designar um grupo que era submetido à escravidão agrícola. A designação usada para família ligada por laços de sangue ou emotivos era a de  família natural . Naquela época a família era composta por pai, mãe e filhos em uma estrutura patriarcal.

Apenas na idade Média que as pessoas tinham duas famílias, patriarcal ou maternal; os casamentos eram feitos por descendência. Com a revolução Francesa os casamentos passaram a serem laicos e na Revolução Industrial, com a migração para a cidade os laços na família se estreitavam e se tornaram menores.

A mulher começa a participar do mercado de trabalho e a educação dos filhos é obrigação das escolas, já os idosos começam a deixar de ser obrigação das famílias e passam aos cuidados de instituições de assistência.

Nesta altura a família já era definida como um agregado doméstico. Como visto ao longo dos anos a família vem acompanhando as mudanças religiosas, econômicas e sociais. Assim sendo, a família deve ser encarada como tudo aquilo que integra a comunidade a que está inserida. 

A relação de laços entre indivíduos que pode ser considerado família data de 4600 anos atrás segundo dados de pesquisadores que descobriram quatro corpos como sendo uma mãe, um pai e seus dois filhos, de 8 e 5 anos.

Fonte: www.bigmae.com

Dia da Família

08 de Dezembro

A importância da família para a formação de cidadãos conscientes

A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, carerísticas do período de amadurecimento.

A ausência familiar gera graves conseqüências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.

No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais individualista por parte damaioria da população jovem. O ingresso da mulher nomercado de trabalho diminuiu o tempo disponível para a dedicação aos filhos daquela que, antes, só se dedicava quase que exclusivamente à formação das crianças.

O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta.

O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa , diz Costa.

O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade , revela.

Formação na Escola

O pouco contato com os pais durante o dia-a-dia faz com que a responsabilidade do ensino básico da criança fique delegada à escola. Se, antes, a escola desempenhava a ação de educadora profissional, hoje, muitas vezes, desenvolve tambémo papel de primeira formadora da consciência cidadã dos jovens.

Quando a família não dispõe de tempo ou condições para dar a base afetiva e educadora à criança, além de iniciar a vida escolar de forma bastante fragilizada, ela pode desenvolver carências que vão além do âmbito escolar. A psicopedagoga Clélia Estil, diretora da Associação Nacional de Dislexia (AND), afirma que a falta de base familiar traz diversos efeitos negativos para a formação dos filhos.

Crianças sem base afetiva estável carregam consigo medos e incertezas sobre suas possibilidades de aprender, que se manifestam como vínculos negativos com a aprendizagem .

A escola é considerada a extensão da família e, trabalhando juntas, as duas instituições desempenham o papel de educadores. Muitas vezes, não é simplesmente a educação apenas que leva a criança a ter solidez e confiança naquilo que faz.

Amor e atenção também são importantes. A especialista em psicopedagogia Sônia Küster considera a escola um espaço onde a criança pode ampliar suas relações sociais e diz que as atividades que envolvem a participação dos pais lá desenvolvidas geralmente têm boa repercussão no contexto educacional.

A omissão familiar faz parte da realidade mundial e, de acordo com Sônia, essa carência pode ser suprida com um bom clima relacional que depende muito mais da qualidade das relações do que do tempo que os pais e os filhos passam juntos.  Podemos nos fazer presentes por meio de telefonemas no meio da tarde, de bilhetes deixados em lugares estratégicos e de tarefas colaborativas para a dinâmica familiar .

Laura Bergamo

Fonte: www.metodista.br

Dia da Família

08 de Dezembro

A Influência da família

A família não foi criada para recreação ou por engano; mas exerce uma influência decisiva na formação do indivíduo.

Os ataques à família têm como um objetivo único: destruir o ser humano.

Conteúdo: Temos visto muitos filmes, documentários, entrevistas que, de maneira direta ou indireta, tentam convencer à sociedade sobre a inutilidade da família.

De maneira analógica, observemos uma casa, a fim de analisarmos a família.

As portas da casa são os pais, que permitem ou autorizam a entrada e saída de informações, pessoas para a intimidade ou convívio da família.

As janelas são os filhos, que podem ver o mundo externo constantemente, e comparando com a vida familiar, escolhem seguir o mundo externo ou os valores ensinados em casa.

Dia da Família

As paredes são os valores e princípios estabelecidos pelos pais e, ensinados aos filhos; estes valores vão acompanhar os filhos por toda a vida; eles são as estruturas para a formação de um bom caráter no indivíduo.

O telhado é a cobertura divina que os pais buscam e através de seu exemplo, os filhos também procuram esta proteção para suas vidas.

O piso é a raiz que une a família em laços de amor, amizade, companheirismo, cumplicidade, solidariedade, a fim de que os indivíduos desta família possam compartilhar com outros indivíduos de outras famílias, num relacionamento profissional, social, afetivo, ao longo de suas vidas.

Por que então a família tem sido bombardeada pela mídia, onde se diz que o casamento é uma instituição falida e, que a família é uma prisão para o indivíduo moderno?

A cada situação alarmante que os noticiários anunciam, sobre mortes violentas, seqüestros, roubos, latrocínios, e toda sorte de agressão ao ser humano, entendemos que a raiz do problema está na falta da criação de laços e de proteção divina na família.

Uma família sem a proteção divina e sem a formação de valores e princípios éticos e morais, é uma família sem estrutura e sem firmeza que, ao passar por carestias e frustrações, os seus membros são presas fáceis para as perversões; os agentes destas perversões são as gangues, as quadrilhas formadas para agredirem e demolirem as famílias.

Quem forma estas quadrilhas são pessoas que não aprenderam os valores e princípios que regem uma sociedade; a sociedade é formada por famílias que se uniram por causa dos valores ensinados em sua intimidade e em seu desenvolvimento.

Quando as famílias são atingidas de maneira cruel, os sentimentos despertados são a mágoa, a revolta, a inveja, o ódio e a vingança. Estes sentimentos ao serem instalados e não tratados dão lugar a uma disposição mental de morte, de justiça própria entre os membros da sua família, bem como de outros membros de outras famílias. É o ciclo vicioso que se forma.

O único objetivo é a exposição da família como equívoco da criação de Deus; é a vergonha do indivíduo que se convence de ser um erro de Deus.

Quando Deus criou o homem, Ele disse: "isto é muito bom" Será que Deus se enganou ao criar o homem?

Será que Deus é mentiroso?
De quem é a responsabilidade?
Deus quer a vergonha do homem?
Ele se alegra com a destruição da família?
O que Deus lucra com a destruição da família?
O homem tem poder para construir ou destruir, ou é um instrumento usado para a glória ou para vergonha de si mesmo?
Deus para muitos não existe; se Ele não existe, o homem tem poder para se destruir?
O homem é tão sábio para entender a natureza e os seus mistérios?
Ele pode controlar a força da natureza?
A criação do homem é obra da natureza? Ou será da evolução dos animais?
Se for obra da natureza, esta quer a responsabilidade da vergonha para si de ter criado um engano?
E os animais, querem a responsabilidade de se evoluir num racional estúpido?

Fonte: www.webartigos.com

Dia da Família

08 de Dezembro

O relato de São João sobre as Bodas de Caná (cf. cap. 2,1-11) mostra claramente como Jesus valoriza a família. Foi o primeiro milagre do Senhor, abençoando com Sua presença os noivos, que pretendiam iniciar uma nova família. Ele quis iniciar o anúncio do Reino em um casamento, mostrando que a família é importante para Ele.

A família é a base, o esteio, o sustento de uma sociedade mais justa. Ao longo da história da humanidade, assistimos à destruição de nações grandiosas por causa da dissolução dos costumes, motivada pela desvalorização da família.

No nosso mundo de hoje, depois que ficou liberado o divórcio indiscriminadamente, a família ficou ameaçada em sua estrutura e é por isto que vemos, através dos meios de comunicação e até na comunidade em que vivemos, cenas terríveis. Filhos drogados matam ou mandam matar os pais, pais matam filhos por motivos fúteis, mães se desfazem de seus bebês, quando não cometem o crime hediondo do aborto quando a criança não tem como se defender.

Há problemas seríssimos. Quando os pais se separam, alguma coisa se parte no íntimo dos filhos. Eles não sabem se é melhor ficar com o pai ou com a mãe. No fundo, eles gostariam de ficar com os dois. Em paz e harmonia, é claro.

O amor está sendo retirado do coração dos homens e das mulheres. E, em consequência disso, a família está perdendo a sua unidade e a sua dignidade. Isso acarreta a dissolução dos costumes. A família decai e a sociedade decai. Precisamos compreender e nos lembrar sempre de que Deus nos deu uma família a fim de que, num âmbito menor, nós pudéssemos aprender a amar todos os nossos semelhantes.

O desenvolvimento tecnológico tem seus pontos benéficos. Facilitou a vida das pessoas. Mas facilitou de tal modo que a humanidade ficou mal-acostumada. Só quer o que é fácil. Não se interessa pelo que exige esforço, luta. No entanto, o que conquistamos com esforço tem um sabor muito melhor. Parece que nos esquecemos disso.

Na passagem das Bodas de Caná, Jesus transformou a água em vinho, em bom vinho. Ele poderia ter tirado o vinho do nada, mas Ele quis a participação humana. Por isso, mandou que enchessem as talhas de água. Hoje também, Ele quer que nós enchamos a talha de nossa vida, a nossa existência, de água que Ele transformará no melhor vinho.

Que é que isso quer dizer? Quer dizer que precisamos colocar amor em nossa vida, em nossa família, para que o Senhor transforme esse amor humano em amor divino, o mesmo amor que une as pessoas da Santíssima Trindade e que é tão grande e tão repleto de felicidade, que extravasa, explode e quer ser espalhado entre nós. E é por meio dele que encontraremos a plenitude da felicidade.

Não é fácil cultivar o amor, às vezes, é até difícil. Mas o difícil, quando conquistado, tem um valor inestimável. Temos prova disso. Em uma competição esportiva, por exemplo, o vencedor fica mais satisfeito quando enfrenta adversários mais difíceis.

Viver em família, viver em união dentro da família não é fácil. Mas fácil não é sinônimo de bom. Talvez seja até o contrário.

A família precisa de amor para ser bem estruturada. A sociedade precisa das famílias para realizar a justiça e a paz porque a sociedade é uma família amplificada.

Falta o vinho para as nossas famílias. Esse vinho é o amor. É preciso que cada membro da família se esforce. Que os pais assumam verdadeiramente o seu papel.

Apesar de ser bem árdua a tarefa dos pais, no mundo de hoje, não se pode desanimar. É necessária e urgente a ação dos genitores. O jovem é, por natureza, rebelde, quer ser independente.

Desperta para o mundo e seus problemas e questiona tudo. Mas os pais precisam participar de sua vida, de uma maneira ou de outra, porque, mesmo errando, algumas vezes, ainda assim, os pais têm capacidade de orientar e ajudar os filhos. Não podemos deixar tudo por conta dos companheiros, da escola, da sociedade ou de sua própria solidão.

Os pais devem fazer o acompanhamento dos filhos, procurar saber o que está acontecendo com eles, tentar ajudar de várias maneiras: com orientações, com atitudes exemplares, com o diálogo, com orações. Sempre. Tanto em casa, como na escola, na vida religiosa e social, nos namoros, etc.

Muitas vezes, os pais se sentem impotentes. Muitas vezes, achamos que já fizemos tudo e que nada conseguimos. Entretanto, esforçando-nos ao máximo, dando o melhor de nós por uma família mais feliz, estaremos enchendo de água a nossa talha.

E Maria já estará falando com o Filho: "Eles não têm vinho." E Jesus virá nos transformar, transformar a nossa água em bom vinho, transformar a nossa dificuldade em vitória.

Aliás nestes dias estou tendo a alegria de participar, no Rio de Janeiro, sob a orientação de nosso venerando amigo e dileto irmão Dom Orani João Tempesta, O. Cist, Arcebispo de São Sebastião, de mais um curso para bispos analisando o cambiamento de época. Nesse sentido a família não pode ser afetada pelos modismos, porque nela reside a grande esperança de um mundo melhor, de amor verdadeiro e de Igreja comprometida em valorizar a família humana, rosto da família divina.

Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)

Fonte: www.cancaonova.com

Dia da Família

08 de Dezembro

A função dos pais na família

Numa separação judicial, geralmente os pais possuem advogados, mas quem será o advogado do filho? Devemos ter presente a importância de uma estrutura familiar na formação da personalidade do filho.

A família ao longo dos tempos tem sofrido constantes e significativas transformações, quer seja através de uma evolução do tradicional modelo patriarcal, quer seja pela complexidade das relações modernas oriundas da afinidade, do casamento, das uniões livres, das adoções, das guardas, da regulamentação das visitas, da pensão alimentícia, da reprodução assistida, das inseminações e das famílias monoparentais.

A família é a base fundamental da sociedade. Quando é fortalecida, o Estado prospera, quando fragilizada ocorre a decadência.

Ao nascer, o homem torna-se membro de uma entidade natural , ingressando pela primeira vez numa família. E nesta família irá desenvolver-se, relacionar-se, até chegar o momento de constituir uma nova família através do casamento ou da união livre.

Não existe família entre o homem e a mulher sem filhos. Embora haja a vontade de conviver e constituir família, esta vai além da questão volitiva. Antes do nascimento da prole, o homem e a mulher são apenas um casal.

A família se perfaz somente com o nascimento do filho, portanto é a chegada do primogênito que transforma o casal em família.

E os antigos denominavam a família de Seminarium reipublicae, célula mater do Estado. Os Romanos classificavam as relações conjugais como o primeiro núcleo do direito de família, e as relações pais e filhos como o segundo.

O ingresso na família romana se dava através da relação de submissão no casamento pela mulher, denominada conventio in manu; pelo nascimento de filhos ex justas nuptias (filhos legítimos); pela adoção; pela recepção de outro pater familiae e seus filhos sui iuris, denominado adrogação; e pela legitimação.

Este modelo fazia com que o poder marital (manu mariti, compreendido entre a confarreacio, a coempti e o usus) fosse absoluto, trazendo no seu conteúdo carerísticas fechadas, patriarcais, exclusivas e de natureza política. A mulher era considerada relativamente incapaz, mas possuindo a inteligência do bem e do mal era responsável pelos seus delitos.

Até o século IV a mulher possuía um tutor tutela mulierum , sendo a tutela perpétua, justificada pela fragilidade do sexo feminino. Seu conteúdo foi se modificando por diversas concessões como a optio tutoris, que era a faculdade concedida à mulher casada in manu de eleger livremente o seu tutor, seja de forma restrita, - quando a mulher escolhia entre os nomes indicados; ou plena, quando possuía a absoluta liberdade de escolher o seu tutor de acordo com o seu capricho.

A outra concessão era o jus liberorum que era um privilégio, tornando as mulheres isentas da tutela perpétua, reconhecendo a capacidade para fazer testamentos, receber heranças ou legados e suceder a seus filhos - as ingênuas com 3 filhos e as manumitidas com 4 filhos), e somente em 410 d.C. tal privilégio foi estendido a todas as mulheres.

O casamento no direito romano também tinha por escopo a perpetuação da religião do marido, sendo que a filha ao sair de casa para casar-se, renegava a religião do pai para seguir a de seu esposo.

Entretanto, o filho varão ao contrair núpcias levava consigo a religião da família, originando a perpetuação do sobrenome da família nos filhos homens e a exclusão em caso de filhas casadas, que passariam a assinar com o sobrenome do marido.

A exclusão na família romana se dava através da conventio in manu; emancipação; da capitus deminutio máxima (perda da liberdade) e da capitus deminutio média (perda da cidadania); e da elevação a certas dignidades pelo sacerdote de Júpiter; Vestal; Bispo; Cônsul e Prefeito de pretório (questor do palácio).

Vestal Sílvia, sacerdotisa do fogo sagrado e deusa dedicada à vesta, que deixou de ser casta por um deus dando origem aos filhos Rômulo e Remo.

A incapacidade da mulher permaneceu até a segunda metade da década de 60 no nosso ordenamento jurídico, com a promulgação do Estatuto da Mulher Casada, - notória carta legal que confere direitos a mulher, numa tímida investida contra a desigualdade entre os sexos.

A Constituição Federal de 1988 estabelece a igualdade entre os cônjuges, mas a letra fria da lei nos remete a tratar do tema com extrema cautela e muita propriedade, uma vez que homem e mulher são naturalmente diferentes e devem receber o mesmo tratamento, devendo tratar com igualdade os desiguais, sob pena de se cometer injustiças.

A família legítima começa pelo casamento, do latim: casamentu, significando que o matrimônio permite o estabelecimento de uma nova casa.

As questões familiares atingem um simbolismo cultural de extrema importância. A casa significa a sede da família, onde as relações se darão ao longo da vida em comum.

Também a cama simboliza outra figura interessante, pois é nela que são feitos os filhos, se nasce e se morre. O lugar do pai, na mesa, também é outro símbolo intrigante na relação familiar.

Não é apenas a cadeira em si, mas a questão cultural que se reveste por detrás deste simbolismo. Tanto é verdade que, se o pai é falecido ou simplesmente não está na mesa por qualquer outro motivo, o seu lugar não será ocupado por ninguém. Seu lugar permanece vazio, mas é o seu lugar. É a ausência presente.

A família deve ser entendida como uma relação triangular entre o pai, a mãe e os filhos. A mantença da família cabe ao marido, mas a mulher é obrigada a contribuir nas despesas do casal, segundo a lei.

As funções do pai, da mãe e dos filhos, no seio familiar, devem ser observadas com muita responsabilidade e permitindo um desempenho de forma plena, sob pena de comprometimento da estrutura psíquica de seus entes, gerando a instabilidade da família, através de conflitos que variam entre tênues, graves e muitas vezes, até mesmo, irrecuperáveis. As funções de cada ente se entrelaçam de forma distinta, mas harmônica.

Os filhos são concebidos primeiramente no imaginário dos pais e concretizados no leito simbólico da casa, ou seja, na cama. Nascemos primeiramente sob o ponto de vista psicológico, antes mesmo do que o biológico.

A mãe e o pai desempenham funções muito peculiares, sendo que a inversão de seus papéis na estrutura da família acarreta alguma espécie de prejuízo futuro em relação aos filhos.

A personalidade dos filhos inicia com o nascimento com vida e vai até aos 3 anos de idade, aproximadamente, tempo suficiente para que inicie o processo de desencadeamento de uma série de comportamentos futuros que até mesmo são quase impossíveis de se prever, originando, assim, o embrião da personalidade da criança..

A mãe deve estar comprometida a desempenhar a função do mundo do ser, devido a sua própria condição de genitora, capricho do mundo natural, da preservação da espécie.

Todavia, o pai desempenha um papel distinto, mas não menos importante, relacionando-se nesta triangulação, assim como os demais entes, numa via de mão dupla.

Cumpre ao pai, que é o último a entrar na relação familiar, e que não raro sequer ingressa, o desempenho de sua função destinada ao mundo do dever-ser, observando o princípio da finalidade, da palavra, da ordem.

Enquanto a mãe possui uma função nutriz e continente, o pai imprime a lei, o simbólico e o social. Inexistindo a função materna não há sobrevivência, uma vez que a mãe possui relação com o mundo natural, e sem a função paterna não se estabelece a passagem do mundo da natureza para o mundo da cultura, e é justamente ela que nos diferencia de todos os outros seres.

O movimento se faz da família à chegada do pai, que surge a partir do nono mês de gestação do seu filho. O pai quando colabora com a mãe, ajudando-a para o surgimento da prole, ele é visto apenas como um prolongamento da mãe, embora considerado pai materno, não é reconhecido como um ente singular ou individualizado, tampouco como uma terceira pessoa, possuindo uma participação coadjuvante ou menor na gestação.

O efetivo ingresso do pai na relação familiar se dá através do reconhecimento do seu bebê, quando presentes as capacidades neuropsicológicas capazes de reconhecer o próprio progenitor e a permissão da mãe ao deixar o pai participar daquela relação familiar que inicia-se com a chegada do filho.

E assim o é em todos os povos, em todas as culturas e em todos os tempos, independentemente de qualquer outro fator, uma vez que estamos frente a frente com o mundo natural.

Todas as mães do mundo, independente de serem canhotas ou destras seguram seus bebês na posição horizontal, colocando a cabeça de seu filho junto ao seio, para que ele tenha alento e reconheça o batimento cardíaco da mãe, único referencial do recém-nascido.

A visão de um bebê ao nascer não ultrapassa 25 centímetros, distância suficiente para enxergar o bico do seio de sua mãe, consubstanciando-se mais um capricho da natureza em relação à sobrevivência e a perpetuação da espécie.

Fato semelhante ocorre em relação ao pai. Todos os pais tendem a segurar o seu bebê na posição vertical e não raro com alguma espécie de violência , quando projeta o recém-nascido ao alto várias vezes, etc.

Os pais geralmente colocam a cabeça de seu filho entre o ombro e o pescoço.

O ser humano recém-nascido é completamente dependente de cuidados à sua sobrevivência, daí a importância materna na questão da amamentação, ao contrário de todos os outros animais do planeta que nascem praticamente prontos para enfrentar o mundo. Pesquisas apontam que apenas cinco anos depois do parto estaria o homem apto a enfrentar questões básicas de sobrevivência.

A mãe é capaz de reconhecer até 34 tipos diferentes de choro de seu bebê. Também é capaz de reconhecer a fisionomia de seu filho recém-nascido, mesmo após o exíguo período que disponibiliza o médico para a entrega do filho ao colo da mãe, logo após o parto, para que ela o segure entre seus braços por alguns minutos antes de ser retirado e levado à enfermaria, - diferentemente de outras mulheres, que freqüentemente não conseguem distinguir os recém-nascidos.

Por isto, a mãe possui maior capacidade de fazer o reconhecimento de seu filho, do que, por exemplo, as tias, irmãs, sobrinhas ou qualquer outra mulher, daí a diferença que há entre mulher e mãe.

A função materna só é exercida pela mãe, portanto é impreciso afirmar que toda a mulher possui o instinto materno.

A mãe que renegar ou desqualificar o pai na relação familiar, neste momento ainda apenas o seu marido, estará oferecendo ao seu filho, num futuro próximo, o desajuste ou talvez a delinqüência.

O filho sem a presença do pai tem grandes probabilidades de se tornar um delinqüente juvenil e um adulto delinqüente, carecido de limites, ordens e sanções, comprometendo significativamente a passagem do mundo natural para o da cultura, - função primordial do pai na relação familiar.

Tanto a carência das funções do pai, como a inversão destas funções exercidas por ambos, acarretará algum tipo de trauma futuro, como problemas psicológicos, comportamentais, e outros.

A questão relativa a função paterna e materna no seio da relação e estruturação familiar deve ser observada de forma plena e absoluta.

A função dos pais deve ser calcada na fraternidade, no amor, no compromisso do verdadeiro espírito de justiça e dignidade, com respeito natural pela vida humana, estabelecendo-se assim o pleno desenvolvimento da relação da família, quer entre seus entes, quer em relação à sociedade, tornando-os capazes de viverem em harmonia, aptos a enfrentar com maior eficiência as difíceis relações que se apresentam ao longo de nossa ínfima existência.

Fonte: www.direitonet.com.br

Dia da Família

08 de Dezembro

Família: Casal e filhos

A família é, sempre foi e sempre será a base da nossa sociedade e a base do nosso bem estar.

Mas a família é formada pelo casal e pelos filhos.

A interação entre a família é de tal maneira forte que quando um sofre, todos sofrem. Quando um está mal todos os outros ficam mal. Quando um não se sente bem os outros também já não ficam bem.

E é assim que são as famílias.

Todos se preocupam uns com os outros e todos vivem os problemas uns dos outros.

Com demasiada frequência vemos que problemas num dos elementos da família afetam demasiado todos os outros membros da família.

Assim resta a solução de todos estarem bem para que a família se encontre bem.

A ligação entre os diversos elementos da família é tão forte que muitas das vezes não nos importamos de dar a nossa vida por alguém da nossa família.

Isto é apenas o nosso amor pelos nossos a evidenciar-se e é com base neste amor que nós uamos quer conscientemente quer inconscientemente.

O nosso amor pelos pais, irmãos, filhos, etc. leva-nos muitas das vezes a fazermos esforços demasiado grandes para que eles fiquem bem ou mesmo a dar a nossa vida por eles.

Se por um lado isto é um instinto de sobrevivência e de amor, por outro lado isso pode trazer consequência nada boas quando atua a nível inconsciente sem nos darmos conta.

Por vezes a doença de um pai ou mãe leva muitas vezes um filho ou filha a deixar de ter vontade de viver.

A preocupação com esse pai ou essa mãe muitas vezes leva a que esse filho/filha viva apenas para esse pai/mãe e passe a viver o medo e a preocupação de perder aquele que ama.

E muitas vezes não se importa de dar a sua vida por esse pai/mãe se com isso achar que o pode ajudar de alguma maneira.

Isto explica muitos problemas que por vezes se encontram na nossa sociedade e de entre eles temos:

A adopção.
Os divórcios
As drogas

E muitos outros que irão ser temas de próximas emissões.

Uma experiência que eu costumo fazer com frequência quando trato crianças pequenas ou bebés é pedir ao pai ou à mãe que pense em algo de negativo que alguma vez lhe aconteceu.

Sempre que a pessoa se lembra de algo, esse filho/filha fica irrequieto, mexendo-se e alterando o seu comportamento. Depois peço para pensar em algo agradável e esse filho/a acalma e fica muito mais relaxado/a.

Esta é uma prova e uma evidencia acerca de como os pensamentos e sentimentos dos pais afetam os seus filhos, crianças ou bebés.

Isto qualquer pessoa pode testar por ela e verificar as mudanças de comportamento ou de atitude dos seus filhos.

Isto prova a forte ligação entre pais e filhos e de como uma pessoa com "problemas" pode afetar negativamente todas as outras à sua volta sobretudo os seus familiares.

Com demasiada frequência muitas crianças apresentam doenças e problemas que nada mais são do que apenas o stress e as preocupações que os seus pais têm e que elas vivem com muita intensidade.

Lamentavelmente os pais vão a correr com as crianças para os médicos para tratarem os seus filhos e dentro de mais algum tempo voltam de novo e volta a repetir-se tudo de novo.

Os pais deveriam parar e pensar duas vezes como é que eles (pais) estão e preocuparem-se com eles (pais) pois os seus filhos vivem demasiado os seus problemas e dessa forma muitos dos problemas dos filhos são apenas o reflexo ou a consequência dos problemas dos seus pais.

Com demasiada frequência os pais vivem demasiado para os seus filhos e quando os filhos sentem isso, sentem-se responsáveis pelo fo dos pais não terem vida própria acabando por se sentirem-se sobrecarregados com isso.

Quando os pais estão bem então os filhos não precisam de se preocupar com eles e podem dessa forma dedicar-se a si mesmos e à sua vida.

Isto torna-se bem visível no comportamento das crianças que mudam radicalmente quando os seus pais se encontram bem e que entram em comportamentos "estranhos" e agressivos sempre que os seus pais não andam bem.

O tão falado mau comportamento das crianças nas nossas escolas, a sua agressividade para com os colegas e professores, a sua falta de aproveitamento e muitas outras situações têm aqui uma forte razão de existir.

Infelizmente muitas das vezes coloca-se um rótulo na criança como "hiperiva"; "mal comportada"; "problemas de aprendizagem" e muitos outros e uma vez esse rótulo colocado, isso obriga a criança a ser e a permanecer dessa forma.

Então a criança pode agora manter esse comportamento uma vez que já se encontra rotulada.

Muitas das vezes pensa-se que só porque se coloca um rótulo o problema fica resolvido. Como facilmente se compreende, colocar um rótulo só valida algo e perpétua aquilo que já existe.

A solução está noutro lado pois muitas das vezes os comportamentos e atitudes das crianças são apenas o reflexo de algo que não está bem com os seus pais ou com a sua família.

Querer corrigir as consequências (leia-se as crianças) está condenado ao fracasso pois o que precisa de ser feito é a correcção das suas causas que é os pais e a família.

Agora já sabe porque hoje em dia se encontram tantos problemas nas nossas escolas e na nossa sociedade. E agora também sabe porque nada está a melhorar apesar de todos os esforços e profissionais envolvidos.

Se queremos alunos com bom comportamento e aplicados temos sempre de olhar para os seus pais e para a sua família pois enquanto isso não for feito nada irá mudar.

Os pais como casal deveriam comportar-se como casal e não como duas pessoas que vivem juntas para criarem os seus filhos.

Mas criar os seus filhos significa ordem e regras uma coisa que muitas das vezes falhas nas nossas casas onde os pais são demasiado permissivos ou onde os pais se contradizem ou um deles se "demite" das suas funções para não entrar em conflito com o outro ou por outra razão qualquer.

Nada cria mais insegurança nos filhos do que ver que os pais não se entendem ou de que os pais estão em desacordo acerca da vida ou acerca da educação da criança.

Na mente da criança o que surge é: "cada um diz uma coisa diferente e eu não consigo agradar aos dois".

A educação dos filhos passa por um entendimento no casal. Só quando o casal se entende entre ele é que pode educar corretamente o filho.

Se o casal não se entende entre ele os filhos tornam-se demasiado inseguros a todos os níveis.

Se o relacionamento do casal não é o melhor os filhos não se sentem seguros pois vivem demasiado os problemas dos seus pais.

Se os pais não são o modelo os seus filhos não têm uma referência para seguir.

Se os seus pais não vivem antes de mais um para o outro, as crianças sentem-se mal pois elas só querem que os seus pais se amem um ao outro. Afinal a criança não é mais do que o fruto do amor dos seus pais. E quando os seus pais deixam de viver um para o outro a criança sente que eles já não estão disponíveis para ela.

Quando os pais vivem um para o outro a criança sabe que irá sobrar amor também para ela e então fica relaxada porque sabe que os seus pais se amam.

E quando a criança vê e sente que os seus pais vivem um para o outro, ela então pode relaxar porque tudo o que ela quer é que eles estejam bem e que vivam a VIDA DELES.

Na mente dela o que surge é: "se eles vivem a vida deles eu posso viver a minha".

Quando os pais vivem para os filhos o que surge na mente deles é: "tudo o que eu gostava era que vocês vivessem a vossa vida e fossem um modelo para mim, não que prescindissem da vossa vida por mim. Quando prescindem da vossa vida por mim, eu sinto-me responsável por isso e dessa forma sinto-me muito mal". "Se vocês lutam para estarem bem então eu também luto para estar bem. Se vivem para mim eu sinto que vos sobrecarrego e sinto-me mal por isso".

Esta é a mecânica da mente e a mecânica que existe na família e esta também é a razão dos inúmeros problemas que encontramos à nossa volta nas mais variadas áreas da vida.

A família e o relacionamento familiar é a chave para a resolução de muitos dos problemas com que lidamos no nosso dia a dia.

Família: A base de qualquer sociedade

A família é, sempre foi e sempre será a base da nossa sociedade e a base do nosso bem estar.
Quando a família se encontra doente toda a sociedade fica doente.
A melhor maneira de medir o estado da saúde da família acaba sendo medir o estado de saúde da sociedade.
Quando a família não está bem, a sociedade não está bem.
A sociedade é apenas um reflexo da família.
A sociedade apenas reflete o que se passa na família.
A sociedade é apenas um reflexo da família e quando a sociedade não está bem, não é na sociedade que devemos procurar as causas mas sim na família.
A sociedade é a consequência da família e o resultado da família uma vez que esta mesma sociedade é apenas constituída por famílias.
Quando uma sociedade se encontra doente isso apenas significa que as famílias se encontra doentes.

Este é o efeito alavanca; um pequeno problema na família, traduz-se num grande problema na sociedade.

O efeito alavanca diz que uma pequena alteração num lugar provoca uma grande mudança no outro lado. (às vezes era bom que as pessoas se lembrassem destas pequenas informações).

Infelizmente muitas das vezes tenta-se reparar ou corrigir uma sociedade mas os resultados são e serão sempre desastrosos enquanto não se corrigirem as causas que levam a sociedade a ter problemas e a estar doente.

E as causas que levam a sociedade a ter problemas e a estar doente encontram-se na família e não na sociedade pois a sociedade é apenas o resultado de muitas famílias.

Lamentavelmente tenta-se corrigir a sociedade em vez de se corrigir as famílias e o resultado encontra-se à vista de todos: uma sociedade decadente e degradada a todos os níveis.

Tentam iludir-nos com a tecnologia e com o bem estar, com o progresso e tudo o mais, mas o que se passa é bem mais negro do que aquilo que possamos pensar.

A ilusão encontra-se bem montada para que acreditemos que a sociedade é tudo e que a família não é nada.

Dar poder à família é sempre vista como uma ameaça para a sociedade pois tem-se medo de que se entre numa guerra entre famílias como acontecia antigamente a guerra entre os clãs.

Mas o poder não tem a ver com guerras nem com conflitos uma vez que o poder não vem de quem manda mas sim de quem se encontra bem.

Gandhi e muitos outros mostraram-nos de que não precisamos de entrar em guerra para estarmos bem e estar em paz. Estar bem é sempre o primeiro princípio estabilizador seja a nível pessoal seja a nível familiar seja a nível de sociedade.

Quando uma sociedade não está bem o primeiro lugar para onde devemos olhar é sempre para a família e não para a sociedade.

São as causas que nos interessam e não as consequências.

O efeito alavanca funciona em toda e qualquer situação: "dai-me um ponto e eu levantarei o mundo."

Uma pequena perturbação na família e na estrutura familiar e TODA a sociedade acaba num caos.

Se a sociedade onde vive não é aquela que gostaria, deve começar a olhar para as famílias que fazem essa sociedade e verá o caos em que essas famílias se encontram.

Os governos caem na ilusão de que vão resolver os problemas da sociedade mas nunca irão conseguir fazerem seja o que for enquanto não se dedicarem à família e a corrigirem os problemas das famílias.

Podemos acreditar naquilo que quisermos mas muitas das vezes só nos iludimos a nós mesmos.

Se queremos ter uma sociedade estável, próspera, onde as pessoas sejam felizes e onde tudo funcione devemos começar a olhar e a criar famílias estáveis, prósperas e felizes pois quando isso existir nas famílias, a sociedade refletirá isso também.

Mudar a sociedade é uma tarefa demasiado grande e impossível mas mudar a família é algo que está ao alcance de todos nós.

O problema é que custa muito mais olhar para o nosso umbigo do que olhar para o que se encontra à frente dos nossos olhos.

Custa bem mais olhar para os nossos problemas do que olhar para os problemas dos outros.

Fica mais fácil acusar os outros do que reconhecer os nossos erros e os nossos defeitos.

Mas enquanto não mudarmos de atitude e enquanto não fizermos o nosso trabalho, nada irá mudar.

Somos nós os únicos responsáveis pelo estado em que a nossa sociedade se encontra.

Nós e a nossa família somos os únicos responsáveis pelo estado da sociedade.

Vamos parar de nos iludir e de deitar as culpas no vizinho do lado e vamos fazer algo por nós e pela nossa família.

Fonte: www.jcsantiago.info

Dia da Família

08 de Dezembro

O papel do pai na Família

A importância do pai. Apesar de estar mais afetivo, o pai ainda é responsável por dar limites e soltar as amarras dos filhos. A mãe tem uma tendência natural a proteger demais a prole, transmitindo-lhe valores como acolhimento e proteção. Já o pai estimula a independência dos filhos e corta o excesso de proteção da mãe. Seu papel é muito importante na construção da autonomia e da ousadia da criança.

A diferença é que antes, a autoridade paterna era acompanhada do medo que as crianças sentiam frente a uma figura tão severa e distante. Hoje, esse processo ocorre de maneira mais saudável, já que os papais não se fazem entender apenas no grito. O que não pode acontecer é o pai "amolecer" demais e se tornar muito permissivo.

Quando isso acontece, as crianças acabam se tornando desobedientes, autoritárias e inseguras. Por isso, cuidado! Ser paciente, carinhoso e atencioso não significa abrir mão da disciplina. Dar limites é, também, uma importante demonstração de amor, já que sem eles os filhos ficam perdidos. A participação do pai é importante também em muitos outros aspectos.

Ele serve como modelo de comportamento para os meninos e também permite que as meninas conheçam e compreendam o universo masculino. Práticos, objetivos e racionais, os homens também podem mostrar às crianças uma nova forma de encarar a vida, diferente do ponto de vista feminino. Não é preciso nem falar sobre o suporte emocional que a maior proximidade afetiva do pai representa para os filhos. Se amor de mãe já era bom demais, imagine isso em dobro!

Um pai participativo e atencioso representa mais auto-estima, mais confiança, segurança e equilíbrio. Ele também serve como exemplo, contribuindo para que as próximas gerações superem definitivamente os preconceitos existentes na tradicional divisão do papel feminino e masculino na sociedade. Não se deve pensar, entretanto, que uma criança que não pode conviver com o pai, por qualquer que seja o motivo, será necessariamente infeliz ou problemática. A figura paterna pode ser representada por um tio, um avô ou outro adulto do sexo masculino que participe ativamente da vida da criança.

O importante é que exista esse referencial masculino.

Pai e mãe: rivalidade? Como a participação masculina na criação dos filhos é um fenômeno ainda muito recente, é normal que surjam dificuldades e até mesmo conflitos. "Os homens, atualmente, ainda estão sob o efeito dessas mudanças. E toda inovação provoca dúvidas, incertezas, angústias e muita frustração. Na realidade, nem o homem e nem a mulher sabem ainda definir com precisão seus papéis e funções familiares", explica Maria Cecília. A psicopedagoga revela que algumas mães, mesmo inconscientemente, não querem "perder" para o pai o amor e admiração do filho.

Outras, não acreditam que um homem possa assumir essa responsabilidade e o tempo todo desqualificam qualquer tipo de ajuda que o pai queira dar quando eles se colocam à disposição. "O fato é que existe neste tipo de casal uma distribuição de tarefas e não um compartilhamento de atividades, ou seja, a mulher delega tarefas, mas não delega poder. Com isso o pai vai se afastando", explica. As mulheres não podem esquecer que o homem tem um modo diferente de educar os filhos e que eles ainda estão muito confusos em relação ao seu papel.

Muitas mulheres consideram os homens desqualificados para cuidar dos filhos. Aí, o que deveria ser visto como parceria está sendo encarado como rivalidade.

Não caia nessa armadilha! Os pais querem ser reconhecidos em seu novo papel. Dê valor às suas atitudes, pois a família toda só tem a ganhar com essa participação - ainda que um pouco desastrosa a princípio! "O homem deve criar ou descobrir o seu modo peculiar de criar as crianças, o que não pode ser confundido com incompetência.

Diferente não que dizer deficiente, é apenas uma outra modalidade de estar junto e de olhar a criança, já que ambos os pais querem o melhor para a criança", destaca Maria Cecília. A psicopedagoga ainda ressalta que um dos maiores erros dos papais é não acreditarem que podem interferir positivamente na educação dos filhos.

No entanto, eles possuem uma enorme qualidade: assumem que realmente não têm todas as respostas, mas mostram-se dispostos a colaborar para que a criança se desenvolva feliz.

Fonte: www.pt.shvoong.com

Dia da Família

08 de Dezembro

A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.

Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor.

Dia da Família

O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade.

Existem diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. Alguns critérios devem ser considerados como prioridade para ambas as partes.

Como sugestões seguem abaixo alguns deles:

Família

" Selecionar a escola baseado em critérios que lhe garanta a confiança da forma como a escola procede diante de situações importantes.
" Dialogar com o filho o conteúdo que está vivenciando na escola.
" Cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea.
" Deixar o filho a resolver por si só determinados problemas que venham a surgir no ambiente escolar, em especial na questão de socialização.
" Valorizar o contato com a escola, principalmente nas reuniões e entrega de resultados, podendo se informar das dificuldades apresentadas pelo seu filho, bem como seu desempenho.

Escola

" Cumprir a proposta pedagógica apresentada para os pais, sendo coerente nos procedimentos e atitudes do dia-a-dia.
" Propiciar ao aluno liberdade para manifestar-se na comunidade escolar, de forma que seja considerado como elemento principal do processo educativo.
" Receber os pais com prazer, marcando reuniões periódicas, esclarecendo o desempenho do aluno e principalmente exercendo o papel de orientadora mediante as possíveis situações que possam vir a necessitar de ajuda.
" Abrir as portas da escola para os pais, fazendo com que eles se sintam à vontade para participar de atividades culturais, esportivas, entre outras que a escola oferecer, aproximando o contato entre família-escola.
" É de extrema importância que a escola mantenha professores e recursos atualizados, propiciando uma boa administração de forma que ofereça um ensino de qualidade para seus alunos.

A parceria da família com a escola sempre será fundamental para o sucesso da educação de todo indivíduo. Portanto, pais e educadores necessitam ser grandes e fiéis companheiros nessa nobre caminhada da formação educacional do ser humano.

Fonte: escolaefamilia.wordpress.com

Dia da Família

08 de Dezembro

A importância da Família como Primeiro Espaço Educativo

A família é o primeiro espaço onde cada indivíduo se insere e o qual ajuda na promoção de o ser pessoa. É neste contexto que ele se consciencializa dos seus papéis primários e onde se inicia o processo de socialização primária, que o leva à articulação com a comunidade.

É no seio familiar que se faz a transmissão de valores, costumes e tradições entre gerações.

A educação, aqui, é processada sem regulamente técnicos, onde constitui maior relevância aquilo que o indivíduo é e não a quilo que ele é capaz de fazer.

Desde sempre, a família acaba por surgir como um lugar onde se aprende a viver, ser e estar, e onde se começa o processo de consciencialização dos valores sociais inerentes à sociedade e sem os quais esta não consegue subsistir. É neste ambiente que o indivíduo aprende a respeitar ou outros e a colaborar com eles.

A família surge com direitos e deveres. Estes deveres estão consagrados na Constituição da República Portuguesa e nos valores sociais e morais respetivos à sociedade. Os pais dão vida aos filhos, a partir daqui cabe a eles dar-lhes o apoio de que necessitam, a educação e as condições necessários para o seu crescimento saudável.

A família tem um papel educativo essencial, dela vai depender a definição do quadro de referência primário para a prática educativa. No entanto o desenvolvimento contínuo da função parental está longe de ser linear e positiva. Existem períodos de concordância que resultam em desenvolvimento para todas, mas também surgem momentos de desacordo que põe a família frente à educação com um profundo mal-estar.

O meio familiar exerce uma das mais importantes influências no desenvolvimento das capacidades cognitivas e na estruturação das carerísticas afetivas dos filhos.

No entanto, a educação familiar não deve entoar só os efeitos do desenvolvimento dos filhos. A família deve ser considerada um ecossistema da educação.

A família é a instituição mais privilegiada da educação, pois é no seu meio natural que o homem nasce e existe e onde se desperta como pessoa. Exerce enorme influência quer na integração escolar quer no desenvolvimento dos filhos.

Fonte: 4pilares.zi.yu.com

Dia da Família

08 de Dezembro

A família é unidade básica da sociedade formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligados por laços afetivos.

Conceito de família

A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimónio ou adoção. Nesse sentido o termo confunde-se com clã.

Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco. Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes diretos. A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante as gerações.

Podemos então, definir família como um conjunto invisível de exigências funcionais que organiza a interação dos membros da mesma, considerando-a, igualmente, como um sistema, que opera através de padrões transacionais.

Assim, no interior da família, os indivíduos podem constituir subsistemas, podendo estes ser formados pela geração, sexo, interesse e/ ou função, havendo diferentes níveis de poder, e onde os comportamentos de um membro afetam e influenciam os outros membros. A família como unidade social, enfrenta uma série de tarefas de desenvolvimento, diferindo a nível dos parâmetros culturais, mas possuindo as mesmas raízes universais (MINUCHIN,1990).

Alberto Eiguer, psicanalista francês, em seus livros Um Divã para a Família e "O Parentesco Fantasmático" estabelece alguns organizadores que orientam a escolha de parceiro. Para ele, os casamentos e, por extensão, a família, se estruturam por mecanismos inconscientes ligados às primeiras experiências de vinculação.

Alberto Eiguer edifica um modelo de vínculos intersubjetivos narcísicos e objetais, do qual emergirá a representação do antepassado que desperta identificações cheias ou ocas, estruturantes ou aniquiladoras. E assim, mostra que doravante faz-se necessário - se admitirmos que o sujeito utiliza-se do outro como defesa, como fonte e motor de seu imaginário - pensar a família em termos de "transgeração" e "mito familial". Afirma que os objetos parentais constituem o núcleo do inconsciente familiar , para o bem e para o mal, pensa o psiquiatra e psicanalista Cláudio Costa [1].

Para Eiguer, são três organizadores:

1) Escolha de objeto.
2)
as vivências do eu familiar e sentimentos de pertença.
3)
o romance familiar, vivido na primeira infância, representando uma imagem idealizada dos pais.

Quanto ao primeiro ítem - escolha de objeto - haveria três modelos:

1. Escolha objetal anaclítica, ou assimétrica: o homem ou a mulher buscam um parceiro que lhes forneça amparo e apoio (mãe ou pai da infância).

É uma escolha alimentada pela pulsão de conservação e visa, antes de tudo, dominar a angústia de perda das figuras parentais. Haveria uma identificação mútua na perda e cada um idealiza o outro. De alguma forma, o casal se julga sabedor de como um deve sanar a falta do outro.

Dois caminhos se oferecem:

a) defensivo: quando o homem escolhe uma mulher que é o oposto ao pai e vice versa;
b) regressivo:
quando se identifica, no parceiro, um sucedâneo da figura parental de identificação.

2. Escolha objetal narcisista, ou simétrica: Neste caso, a pessoa se liga a um parceiro que se assemelha:

a) ao que se é.
b)
ao que se foi.
c)
ao que gostaria de ser.
d)
ao que possui uma parte do que se foi.

O vínculo se estabelece a partir de uma idéia de poder, orgulho, onipotência e ambição.

Por exemplo: o parceiro seria alguém que seja difícil, a fim de se comparar com ele em força e em capacidade manipuladora. Há um jogo sadomasoquista na relação.

Exemplo: uma pessoa, muito fechada, tímida e insegura se sente atraída pelo parceiro arrogante e sociável. É provável que uma das partes acabe desprezando a outra.

3. Escolha objetal edípica, ou dissimétrica: trata-se de uma escolha regida pela identificação madura e adulta ao pai do mesmo sexo.

Exemplos:

a) um rapaz se casa com uma mulher que, de alguma forma, representa a mãe dele;
b)
casais que procuram o significado de sua relação amorosa, de interação homem-mulher, baseados nas vivências satisfatórias em suas famílias de origem.

As afirmações de Alberto Eiguer se basearam em pesquisas feitas durante anos, na França, com casais que procuraram terapia. As bases teóricas se fundamentam na teoria psicanalítica do Complexo de Édipo e sua resolução  teoria esta colocada em cheque por inúmeros autores. Afinal, Freud viveu na época vitoriana e tinha, por modelo, a família estruturada pelo pai, mãe e filhos. Esse tipo de família, por incrível que pareça, somente foi definido por Littré, em 1869 (há menos de duzentos anos).

Aliás, é bom lembrar que a palavra "família" deriva do verbete latino "famulus" = 'domésticos, servidores, escravos, séquito, comitiva, cortejo, casa, família'.

Estruturas familiares

A família assume uma estrutura carerística. Por estrutura entende-se, uma forma de organização ou disposição de um número de componentes que se inter-relacionam de maneira específica e recorrente (WHALEY e WONG, 1989; p. 21). Deste modo, a estrutura familiar compõe-se de um conjunto de indivíduos com condições e em posições, socialmente reconhecidas, e com uma interação regular e recorrente também ela, socialmente aprovada.

A família pode então, assumir uma estrutura nuclear ou conjugal, que consiste num homem, numa mulher e nos seus filhos, biológicos ou adotados, habitando num ambiente familiar comum. A estrutura nuclear tem uma grande capacidade de adaptação, reformulando a sua constituição, quando necessário.

Existem também famílias com uma estrutura de pais únicos ou monoparental, tratando-se de uma variação da estrutura nuclear tradicional devido a fenómenos sociais, como o divórcio, óbito, abandono de lar, ilegitimidade ou adopção de crianças por uma só pessoa.

A família ampliada ou extensa (também dita consanguínea) é uma estrutura mais ampla, que consiste na família nuclear, mais os parentes diretos ou colaterais, existindo uma extensão das relações entre pais e filhos para avós, pais e netos.

Para além destas estruturas, existem também as denominadas de famílias alternativas, sendo elas as famílias comunitárias e as famílias homossexuais.

As famílias comunitárias, ao contrário dos sistemas familiares tradicionais, onde a total responsabilidade pela criação e educação das crianças se cinge aos pais e à escola, nestas famílias, o papel dos pais é descentralizado, sendo as crianças da responsabilidade de todos os membros adultos.

Nas famílias homossexuais existe uma ligação conjugal ou marital entre duas pessoas do mesmo sexo, que podem incluir crianças adoptadas ou filhos biológicos de um ou ambos os parceiros (Idem).

Quanto ao tipo de relações pessoais que se apresentam numa família, LÉVI-STRAUSS (cit. por PINHEIRO, 1999), refere três tipos de relação. São elas, a de aliança (casal), a de filiação (pais e filhos) e a de consanguinidade (irmãos). É nesta relação de parentesco, de pessoas que se vinculam pelo casamento ou por uniões sexuais, que se geram os filhos.

Segundo ATKINSON e MURRAY (cit. por VARA, 1996), a família é um sistema social uno, composto por um grupo de indivíduos, cada um com um papel atribuído, e embora diferenciados, consubstanciam o funcionamento do sistema como um todo. O conceito de família, ao ser abordado, evoca obrigatoriamente, os conceitos de papéis e funções, como se têm vindo a verificar.

Em todas as famílias, independentemente da sociedade, cada membro ocupa determinada posição ou tem determinado estatuto, como por exemplo, marido, mulher, filho ou irmão, sendo orientados por papéis. Papéis estes, que não são mais do que, as expectativas de comportamento, de obrigações e de direitos que estão associados a uma dada posição na família ou no grupo social (DUVALL ; MILLER cit. por STANHOPE, 1999; p. 502).

Assim sendo, e começando pelos adultos na família, os seus papéis variam muito, tendo NYE (cit. por STANHOPE, 1999) considerado como carerísticos os seguintes: a socialização da criança , relacionado com as ividades contribuintes para o desenvolvimento das capacidades mentais e sociais da criança; os cuidados às crianças , tanto físicos como emocionais, perspectivando o seu desenvolvimento saudável; o papel de suporte familiar , que inclui a produção e/ ou obtenção de bens e serviços necessários à família; o papel de encarregados dos assuntos domésticos , onde estão incluídos os serviços domésticos, que visam o prazer e o conforto dos membros da família; o papel de manutenção das relações familiares , relacionado com a manutenção do conto com parentes e implicando a ajuda em situações de crise; os papéis sexuais , relacionado com as relações sexuais entre ambos os parceiros; o papel terapêutico , que implica a ajuda e apoio emocional aquando dos problemas familiares; o papel recreativo , relacionado com o proporcionar divertimentos à família, visando o relaxamento e desenvolvimento pessoal.

Relativamente aos papéis dos irmãos, estes são promotores e receptores, em simultâneo, do processo de socialização na família, ajudando a estabelecer e manter as normas, promovendo o desenvolvimento da cultura familiar. Contribuem para a formação da identidade uns dos outros servindo de defensores e protetores, interpretando o mundo exterior, ensinando os outros sobre equidade, formando alianças, discutindo, negociando e ajustando mutuamente os comportamentos uns dos outros (Idem; p. 502). Há a salientar, relativamente aos papéis atribuídos que, será ideal que exista alguma flexibilidade, assim como, a possibilidade de troca ocasional desses mesmos papéis, aquando, por exemplo, um dos membros não possa desempenhar o seu (SOARES, 2003).

Funções de família

Como os papéis, as funções estão igualmente implícitas nas famílias, como já foi referido. As famílias como agregações sociais, ao longo dos tempos, assumem ou renunciam funções de proteção e socialização dos seus membros, como resposta às necessidades da sociedade pertencente. Nesta perspectiva, as funções da família regem-se por dois objetivos, sendo um de nível interno, como a protecção psicossocial dos membros, e o outro de nível externo, como a acomodação a uma cultura e sua transmissão.

A família deve então, responder às mudanças externas e internas de modo a atender às novas circunstâncias sem, no entanto, perder a continuidade, proporcionando sempre um esquema de referência para os seus membros (MINUCHIN, 1990). Existe consequentemente, uma dupla responsabilidade, isto é, a de dar resposta às necessidades quer dos seus membros, quer da sociedade (STANHOPE, 1999).

DUVALL e MILLER (cit. por Idem) identificaram como funções familiares, as seguintes: geradora de afeto, entre os membros da família; proporcionadora de segurança e aceitação pessoal, promovendo um desenvolvimento pessoal natural; proporcionadora de satisfação e sentimento de utilidade, através das ividades que satisfazem os membros da família; asseguradora da continuidade das relações, proporcionando relações duradouras entre os familiares; proporcionadora de estabilidade e socialização, assegurando a continuidade da cultura da sociedade correspondente; impositora da autoridade e do sentimento do que é correto, relacionado com a aprendizagem das regras e normas, direitos e obrigações carerísticas das sociedades humanas.

Para além destas funções, STANHOPE (1999) acrescenta ainda uma função relativa à saúde, na medida, em que a família protege a saúde dos seus membros, dando apoio e resposta às necessidades básicas em situações de doença. A família, como uma unidade, desenvolve um sistema de valores, crenças e atitudes face à saúde e doença que são expressas e demonstradas através dos comportamentos de saúde-doença dos seus membros (estado de saúde da família) (Idem; p. 503).

Para SERRA (1999), a família tem como função primordial a de protecção, tendo sobretudo, potencialidades para dar apoio emocional para a resolução de problemas e conflitos, podendo formar uma barreira defensiva contra agressões externas. FALLON [et al.] (cit. por Idem) reforça ainda que, a família ajuda a manter a saúde física e mental do indivíduo, por constituir o maior recurso natural para lidar com situações potenciadoras de stress associadas à vida na comunidade.

Relativamente à criança, a necessidade mais básica da mesma, remete-se para a figura materna, que a alimenta, protege e ensina, assim como cria um apego individual seguro, contribuindo para um bom desenvolvimento da família e consequentemente para um bom desenvolvimento da criança. A família é então, para a criança, um grupo significativo de pessoas, de apoio, como os pais, os pais adoptivos, os tutores, os irmãos, entre outros. Assim, a criança assume um lugar relevante na unidade familiar, onde se sente segura.

A nível do processo de socialização a família assume, igualmente, um papel muito importante, já que é ela que modela e programa o comportamento e o sentido de identidade da criança. Ao crescerem juntas, família e criança, promovem a acomodação da família às necessidades da criança, delimitando áreas de autonomia, que a criança experiencia como separação.

A família tem também, um papel essencial para com a criança, que é o da afetividade, tal como já foi referido. Para MCHAFFIE (cit. por PINHEIRO, 1999), a sua importância é primordial pois considera o alimento afetivo tão imprescindível, como os nutrientes orgânicos. Sem o afeto de um adulto, o ser humano enquanto criança não desenvolve a sua capacidade de confiar e de se relacionar com o outro (Idem; p. 30).

Deste modo, (...) a família constitui o primeiro, o mais fundante e o mais importante grupo social de toda a pessoa, bem como o seu quadro de referência, estabelecido através das relações e identificações que a criança criou durante o desenvolvimento (VARA, 1996; p. 8), tornando-a na matriz da identidade.

Conceito histórico de família

O termo família é derivado do latim famulus , que significa escravo doméstico . Este termo foi criado na Roma Antiga para designar um novo grupo social que surgiu entre as tribos latinas, ao serem introduzidas à agricultura e também escravidão legalizada.

No direito romano clássico a "família natural" cresce de importância - esta família é baseada no casamento e no vínculo de sangue. A família natural é o agrupamento constituído apenas dos cônjuges e de seus filhos. A família natural tem por base o casamento e as relações jurídicas dele resultantes, entre os cônjuges, e pais e filhos.

Se nesta época predominava uma estrutura familiar patriarcal em que um vasto leque de pessoas se encontrava sob a autoridade do mesmo chefe, nos tempos medievais (Idade Média), as pessoas começaram a estar ligadas por vínculos matrimoniais, formando novas famílias. Dessas novas famílias fazia também parte a descendência gerada que, assim, tinha duas famílias, a paterna e a materna.

Com a Revolução Francesa surgiram os casamentos laicos no Ocidente e, com a Revolução Industrial, tornaram-se frequentes os movimentos migratórios para cidades maiores, construídas em redor dos complexos industriais. Estas mudanças demográficas originaram o estreitamento dos laços familiares e as pequenas famílias, num cenário similar ao que existe hoje em dia. As mulheres saem de casa, integrando a população iva, e a educação dos filhos é partilhada com as escolas.

Os idosos deixam também de poder contar com o apoio direto dos familiares nos moldes pré-Revoluções Francesa e Industrial, sendo entregues aos cuidados de instituições de assistência (cf. MOREIRA, 2001). Na altura, a família era definida como um agregado doméstico (& ) composto por pessoas unidas por vínculos de aliança, consanguinidade ou outros laços sociais, podendo ser restrita ou alargada (MOREIRA, 2001, p. 22).

Nesta definição, nota-se a ambiguidade motivada pela transição entre o período anterior às revoluções, representada pelas referências à família alargada, com a tendência reducionista que começava a instalar-se refletida pelos vínculos de aliança matrimonial.

Na cultura ocidental, uma família é definida especificamente como um grupo de pessoas de mesmo sangue, ou unidas legalmente (como no casamento e na adoção). Muitos etnólogos argumentam que a noção de "sangue" como elemento de unificação familiar deve ser entendida metaforicamente; dizem que em muitas sociedades e culturas não-ocidentais a família é definida por outros conceitos que não "sangue".

A família poderia assim se constituir de uma instituição normalizada por uma série de regulamentos de afiliação e aliança, aceitos pelos membros.

Alguns destes regulamentos envolvem: a exogamia, a endogamia, o incesto, a monogamia, a poligamia, e a poliandria.

A família vem-se transformando através dos tempos, acompanhando as mudanças religiosas, económicas e sócio-culturais do contexto em que se encontram inseridas. Esta é um espaço sócio-cultural que deve ser continuamente renovado e reconstruído; o conceito de próximo encontra-se realizado mais que em outro espaço social qualquer, e deve ser visto como um espaço político de natureza criativa e inspiradora.

Assim, a família deverá ser encarada como um todo que integra contextos mais vastos como a comunidade em que se insere.

De encontro a esta afirmação, [[JANOSIK e GREEN]], referem que a família é um sistema de membros interdependentes que possuem dois atributos: comunidade dentro da família e interação com outros membros (STANHOPE, 1999, p. 492).

Engels em seu livro Origem da família da propriedade privada e do estado, faz uma ligação da família com a produção material,utilizando do materialismo-hitórico-dialético,relacionou a monogamia como "propriedade privada da mulher".

Através de uma análise de DNA, pesquisadores coordenados por Wolfgang Haak, da Universidade de Adelaide, na Austrália, identificaram quatro corpos como sendo uma mãe, um pai e seus dois filhos, de 8 ou 9 anos e 4 ou 5 anos. Com uma idade de 4600 anos a descoberta consiste no mais antigo registro genético molecular já identificado de uma família no mundo.

Família Real

Dia da Família

A família real é a família alargada de um monarca. Geralmente, o chefe de uma família real é um rei ou uma rainha. O termo "Família Imperial", mais adequadamente, descreve a família alargada de um imperador ou imperatriz, enquanto que os termos "família ducal", "família grã-ducal" ou "família do principado" são os mais adequados, em referência aos familiares de um duque, grão-duque, ou príncipe.

É também considerado adequado, em alguns círculos, de remeter para as relações alargadas de um monarca deposto os seus descendentes como sendo membros da família real.

Deveres Éticos na Família: pais e filhos

Nos dias atuais, a família continua sendo o núcleo fundamental para a vida em sociedade, ainda mesmo, com as diversas mudanças que ocorrerão no decorrer dos últimos anos.

Nota-se que com o passar do tempo a estrutura familiar vem mudando, como por exemplo: as mulheres iniciaram a luta no mercado de trabalho, os homens começaram a ajudar nos trabalhos domésticos, já que suas esposas começaram a trabalhar e ajudarem nas despesas. Ou ainda, muitas famílias são compostas apenas por mãe e filhos ou pai e filhos, isso seria um avanço ou conseqüência da sociedade moderna.

Estas transformações iniciaram com as lutas das mulheres em busca de lugar no mercado de trabalho, ou seja, com a revolução feminina, na qual trouxe inúmeras vantagens, porém, para Noberto Bobbio também trouxe desvantagens, observe-se:

A revolução feminina, considerada por Noberto Bobbio a mais importante do século XX, trouxe libertação, mas trouxe também desvantagens. A mulher saiu de casa e ninguém ficou em seu lugar. A desordem doméstica reflete-se na desordem conjugal e num esfacelamento dos laços de família (apud, Nalini, 2009, p. 152).

Veja-se que a sociedade não estava preparada para essas transformações repentinas, em que os valores foram invertidos, como por exemplo: alguns pais transferirão suas responsabilidades para as escolas, em que a educação básica, ou seja, a estrutura familiar que deveriam passar aos seus filhos transfere para os professores.

Sem dúvida para um cidadão se desenvolva de forma saudável, ainda depende de uma educação familiar boa, como cita NALINI:

O primeiro dever ético em relação à família é reafirma-la como cédula insubstituível. É o habitat natural ao ser humano e nenhuma outra forma alternativa poderá desempenhar o seu papel de conferir equilíbrio ao futuro cidadão (2009, p. 154).

Porém, o que se nota na sociedade atual é uma desestrutura familiar, na qual tem seus filhos, e deixam para que outras pessoas cuidem, educam, e dentre outras responsabilidades que caberiam aos pais.

No mundo moderno, como se diz, não existe mais diálogos entre pais e filhos, o dever dos pais restringe-se em apenas prover o seu sustento, o seu conforto, além disso, provavelmente não sabem ao certo o que se passa com seus filhos. E ainda o que tende a continuar com as futuras gerações, uma vez o modelo de família será a sua.

Uns dos reflexos da nova geração, a maneira como são  educados sem deveres, responsabilidades e limites, vêem-se no dia a dia, adolescentes com filhos, no mundo das drogas, envolvidos em crimes, dentre outros fatores.

Os deveres éticos dos pais como os seus filhos, são: sempre falar a verdade, a educação como sendo o essencial para criação dos seus filhos; respeitar aos seus semelhantes, além de outros. Além disso, os pais devem sempre ser honestos para com eles, sejam diante erros ou não, devendo sempre assumi-los. Assim, seja qual for a idade dos filhos, os deveres éticos perduraram durante toda sua existência.

Já por outro lado, atualmente, muitos filhos não escutam o que seus pais tem para dizer, se revoltam, acham errado,  careta , quando seus pais tomam alguma atitude achando ser o melhor para eles.

No decorre do tempo, os pais foram perdendo a autoridade, pois, muitos em razão da necessidade de trabalhar precisam deixar seus filhos em casa, sem acompanhar o desenvolvimento dos filhos.

Portanto, o que dizer dos pais e filhos da nova geração? Os pais que não procuram dialogar ou os filhos que não querem escutar? Assim, nota-se ser uma questão não muito fácil de ser solucionado uma vez que, existem muitos meios influenciáveis, dificultando os pais de controlar, acompanhar seus filhos. Além disso, em virtude dos pais não pararem em suas casas, não terem  tempo , para sentar e conversar com os filhos.

Deste modo, para conseguir manter uma familiar estruturada, em que pais dialogam, filhos respeitam seus pais nos dias atuais é uma tarefa árdua, porém não é impossível.

Bibliografia

Nalini, José Renato. Ética e profissional. 7. ed. rev., atual. e ampl.  São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2009.

Fonte: www.artigos.com

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