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Dia do Engenheiro

Engenharia de Produção

Bacharelado

É o ramo da engenharia que gerencia os recursos humanos, financeiros e materiais para aumentar a produtividade de uma empresa. O engenheiro de produção é peça fundamental em indústrias e empresas de quase todos os setores. Ele une conhecimentos de administração, economia e engenharia para racionalizar o trabalho, aperfeiçoar técnicas de produção e ordenar as atividades financeiras, logísticas e comerciais de uma organização. Define a melhor forma de integrar mão de obra, equipamentos e matéria-prima a fim de avançar na qualidade e aumentar a produtividade. Por atuar como elo entre o setor técnico e o administrativo, seu campo de trabalho ultrapassa os limites da indústria. O especialista em economia empresarial, por exemplo, costuma ser contratado por bancos para montar carteiras de investimentos. Esse profissional é requisitado, também, por empresas prestadoras de serviços para gerenciar a seleção de pessoal, definir funções e planejar escalas de trabalho.

O mercado de trabalho

"A economia aquecida, a tendência de crescimento para os próximos anos e o perfil do engenheiro de produção que se encaixa em diversos setores mantêm as chances de emprego muito boas. Nossos alunos estão todos empregados", afirma Alexandre Augusto Massote, coordenador do curso do Centro Universitário da FEI. Esse profissional é solicitado para atuar na gestão de diversos processos produtivos, como uma lanchonete, uma empresa de transporte, um hospital, onde faz toda a coordenação da produção. "A área de logística também está crescendo e demandando muitos engenheiros de produção para instalar e gerenciar as operações", completa Massote. Bancos, financeiras e administradoras de cartão de crédito procuram o formado para atuar na gestão de carteiras e análise de investimentos. Em hospitais, ele cria estratégias para agilizar os processos de atendimento aos pacientes e melhorar o funcionamento da empresa. A maioria das vagas concentra-se no Sudeste, mais precisamente em São Paulo, e no Sul. A instalação de grande número de indústrias no Ceará e na Paraíba tem atraído muitos profissionais.

O curso

No começo, o curso enfoca as disciplinas básicas de engenharia, com bastante cálculo, como matemática, física, química e informática. Depois entram as matérias específicas de produção, como gestão de investimentos, organização do trabalho e economia e estratégia de empresas. Nos últimos anos, acrescentam-se as de sociais aplicadas, como administração e economia, e, na etapa final, o aluno começa o estudo específico da habilitação escolhida. Para se diplomar é preciso fazer estágio e apresentar uma monografia. Fique de olho: Várias escolas oferecem o curso voltado para alguma habilitação específica, como mecânica, civil e agroindustrial.

Duração média: cinco anos.

Outros nomes: Eng. (eng. da prod. agroind.); Eng. da Prod.; Eng. da Prod. Agroind.; Eng. de Prod. (agroind.); Eng. de Prod. (civil); Eng. de Prod. (elétr.); Eng. de Prod. (ênf. em agroind.); Eng. de Prod. (gestão amb.); Eng. de Prod. (instalações no mar); Eng. de Prod. (mecân.); Eng. de Prod. (qualid. quím.); Eng. de Prod. Agroind.; Eng. de Prod. Automotiva; Eng. de Prod. Civil; Eng. de Prod. e Qualid.; Eng. de Prod. Mecân.; Eng. de Prod. Metal.; Eng. de Prod. Quím.; Eng. em Processos de Prod.

O que você pode fazer

Desenvolvimento organizacional

Analisar e definir a estrutura da empresa, de acordo com o mercado.

Economia empresarial

Gerenciar a vida fi nanceira de uma empresa, definir a aplicação de recursos, lidar com custos, prazos, juros e previsão de vendas.

Engenharia do trabalho

Administrar a mão de obra, para a produção de bens ou a prestação de serviços. Avaliar custos, prazos e instalações para possibilitar a execução do trabalho.

Planejamento e controle

Implantar e administrar processos de produção, da seleção de matérias-primas à saída do produto. Estabelecer padrões de qualidade e fi scalizar seu cumprimento. Gerenciar operações logísticas, como armazenagem e distribuição.

Produção agroindustrial

Atuar nos vários setores da agroindústria: produção agrícola, processamento industrial, comercialização e distribuição de produtos.

Engenharia de Telecomunicações

Bacharelado

É o segmento da engenharia que se ocupa do projeto, da operação e da manutenção de equipamentos e sistemas de telecomunicações. Esse engenheiro desenvolve e implanta redes de telecomunicações. Com sólida formação na área elétrica e eletrônica, ele cria, planeja e constrói aparelhos e equipamentos utilizados nas telecomunicações e dá manutenção aos sistemas e redes implantados. Cuida de cabeamentos aéreos e subterrâneos, satélites artificiais, centrais de transmissão, captação, codificação e retransmissão dos sinais que interligam o planeta. De seu trabalho depende toda a rede mundial de telefonia, transmissão de dados, redes de computadores, rádio e televisão. Esse profissional atua em empresas concessionárias de serviços de telecomunicações, de telefonia fixa e móvel, de cabeamento estruturado e fibra óptica e de infraestrutura para sistemas de telecomunicações. Também encontra trabalho na indústria eletroeletrônica, nos órgãos reguladores das atividades de telecomunicação e nas empresas e laboratórios de pesquisa científica e tecnológica.

O mercado de trabalho

Os graduados não costumam ter dificuldade para arranjar trabalho, e nos próximos anos esse quadro não deve mudar. "Teremos a Copa do Mundo e as Olimpíadas acontecendo em cidades brasileiras, o que vai exigir uma infraestrutura de telecomunicações muito mais abrangente do que temos hoje. Além disso, novos aplicativos terão de ser desenvolvidos para agregar essa tecnologia", afirma Carlos Roberto dos Santos, coordenador do curso do Inatel. Empresas de telefonia, como Vivo e Oi, além de fornecedores de produtos e serviços, como Cisco, Ericsson, Nokia e Siemens, são alguns dos empregadores desse profissional. Ele é contratado para atuar na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, no suporte pré e pós-venda. Outra opção é atuar na venda. "Esse é um comércio muito específico, que exige um profissional que entenda não só de equipamentos, mas também da demanda da empresa para saber qual é a melhor solução a ser apresentada", diz o professor Santos. A Região Sudeste concentra as melhores oportunidades de trabalho.

O curso

As disciplinas básicas incluem matemática, física, informática, desenho e química. Na parte específica do currículo, você terá aulas de princípios de comunicação, eletrônica, eletromagnetismo, processamento de sinais, comunicações ópticas, fundamentos de telefonia, sistemas operacionais, técnicas digitais, redes de computadores de alta velocidade, televisão (analógica e digital) e comunicação via satélite. O estágio é obrigatório, assim como a apresentação de um trabalho de conclusão de curso. Em algumas escolas, esse curso é oferecido como habilitação de Engenharia Elétrica.

Duração média: cinco anos.

Outros nomes: Eng. de Comun.; Eng. Elétr. (eletrôn. e telecom.); Eng. Elétr. (telecom. e comput.); Eng. Elétr. (telecom.).

O que você pode fazer

Infraestrutura

Criar, projetar, construir, implantar, operar e gerenciar sistemas e redes de telecomunicações, inclusive comunicações de dados, como internet.

Internet móvel

Desenvolver sistemas de transmissão de dados via aparelhos sem fi o que dão acesso à internet.

Projeto

Planejar sistemas de transmissão de dados digitais por meio de cabos ópticos e satélites.

Serviços

Gerenciar a implantação, a tarifação, a configuração, a operação e o gerenciamento de redes de telecomunicações. Além disso, há a possibilidade de estudar e desenvolver novas tecnologias.

Engenharia Física

Bacharelado

É a aplicação de conhecimentos da Física na pesquisa e no desenvolvimento de materiais e tecnologias. É uma profissão muito nova no Brasil. A primeira turma formou-se em 2004. Com profundo conhecimento de Física, esse profissional faz a ponte entre as várias áreas da ciência e as tecnologias modernas, como os supercondutores. O engenheiro físico pode criar, desenvolver e aplicar dispositivos que utilizam raios laser em equipamentos médicos e biomédicos. Nos setores das indústrias química e petroquímica, esse profissional projeta e testa novos equipamentos. Pode atuar, ainda, nas áreas de eletrônica, ótica linear e não linear, novos materiais, energia e meio ambiente.

O mercado de trabalho

Por enquanto, somente a UFSCar, em São Paulo, possui turmas formadas - esse é um profissional que ainda é recente no Brasil. No entanto, outros dois cursos já foram abertos. "A procura pelo curso é grande, e nós temos a expectativa de que as empresas solicitem muito esse profissional. Vivemos numa época em que muitas das coisas que vamos usar diariamente daqui a cinco anos nem sequer foram desenvolvidas.

E a indústria precisa de um profissional de engenharia preparado para fazer essa ponte entre a ciência básica e a tecnologia aplicada", afirma Cristiano Krug, coordenador do curso da UFRGS. Como a área ainda é nova no país, as universidades organizam o Simpósio Brasileiro de Engenharia Física, a fim de levar mais informações para os alunos e para as empresas. Por ter uma formação generalista, o bacharel se encaixa em diversos setores, principalmente nos de meio ambiente, energia, tecnologia, finanças, medicina, logística e transporte.

Petrobras, Agilent (que trabalha com instrumentação), Alcoa, Motorola e Siemens são algumas empresas que costumam abrir vagas para esse profissional. As regiões Sul e Sudeste são consideradas as mais promissoras por causa da grande concentração de empresas e indústrias.

O curso

Esse curso oferece uma formação abrangente e tem disciplinas de várias áreas do conhecimento. Das ciências humanas, por exemplo, o aluno estuda filosofia da ciência e sociologia do trabalho. Ele também recebe sólida formação em ciência básica por meio do estudo de matemática, física e química. O currículo de boa parte dos cursos dá ao estudante a possibilidade de concentrar sua formação em setores específicos, como materiais, eletrônica e mecânica, conforme seu interesse. O estágio profissional é obrigatório e deve ser cumprido no penúltimo semestre do curso, em período integral. Exige-se ainda uma monografia de conclusão.

Duração média: cinco anos.

O que você pode fazer

Acústica

Monitorar a emissão sonora e propor soluções para melhoria do conforto acústico de plantas industriais e residências.

Econofísica

Desenvolver modelos matemáticos para modelagem de mercado fi nanceiro e análise de risco.

Energia

Produzir equipamentos, componentes e tecnologias de captação e transmissão de energia solar, elétrica e nuclear.

Meio ambiente

Desenvolver dispositivos e técnicas para monitoramento e controle das condições ambientais.

Novos materiais

Criar e utilizar novos materiais para sensores e atuadores (magnéticos, elétricos e óticos) e para sistemas microeletrônicos.

Ótica linear e não linear

Desenvolver e aplicar dispositivos óticos para uso nas telecomunicações, em pesquisas e na medicina.

Supercondutores

Criar e projetar materiais e dispositivos a partir de cerâmicas supercondutoras para aplicações industriais e biomédicas.

Engenharia Hídrica

Bacharelado

É o setor da engenharia que cuida da exploração, do uso e da gestão da água. Planejar e orientar a utilização das águas de bacias hidrográficas, prevenindo os impactos negativos que elas possam sofrer em consequência de atividades industriais, agrícolas e urbanas, é a principal função do engenheiro hídrico. Ele cuida da captação, do transporte, do emprego e do tratamento da água para atender a população e reduzir eventuais danos ambientais. Calcula a demanda e a disponibilidade hídrica nas bacias e auxilia na implantação de políticas de uso e controle de qualidade da água, bem como da manutenção e recuperação de mananciais. Também cabe a ele elaborar redes de água e esgoto, de irrigação e drenagem. No setor de energia, atua na operação de reservatórios e no planejamento dos recursos hídricos. Ao lado dos engenheiros sanitarista e ambiental, trabalha com a recuperação e a manutenção desses recursos. Com engenheiros civis, projeta canais, portos e barragens.

O mercado de trabalho

Anualmente, a vazão dos rios brasileiros dá conta de um volume igual a 12% dos recursos hídricos do mundo todo. Por isso, o bacharel em Engenharia Hídrica encontra o mercado em alta e sem previsão de esgotamento. Órgãos públicos, como a Agência Nacional de Águas (ANA) e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), costumam oferecer vagas ao profissional para que atue em grandes obras, como a da transposição do rio São Francisco, e em outras áreas, entre elas a de exploração de petróleo, que requer profissionais com conhecimento de hidráulica para exploração do óleo em alto-mar. "Com o pré-sal, deve haver ainda maior demanda pelo engenheiro hídrico.

Como os cursos pelo país ainda são poucos e a empregabilidade é altíssima, a contratação dos recém-formados costuma ser imediata", diz Alexandre Augusto Moreira Santos, coordenador do curso da Unifei, em Minas Gerais. No Brasil, 75% da energia elétrica é gerada por usinas hidrelétricas, que precisam do engenheiro hídrico para funcionar. Ele também trabalha em planos diretores de revitalização de bacias hidrográficas. Além disso, a demanda continua aquecida em indústrias que utilizam muita água em seu processo produtivo - como as de laticínios e de alimentação -, pois elas precisam de sistemas eficientes para uso e reaproveitamento desse recurso natural.

Várias empresas, como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), contratam esse engenheiro para gestão da água, em projetos de reúso industrial, racionalização e aproveitamento de água de chuva. Ainda no setor privado, aumentam as chances de colocação em consultorias ambientais e em empresas de engenharia que realizam construção de barragens e reformas de usinas hidrelétricas, entre outras obras. Há vagas em todo o Brasil, mas elas se concentram no Sul e Sudeste, onde se localiza a maioria das empresas.

No interior do país, o profissional pode atuar como consultor, montando sua empresa para orientar e prestar serviços para proprietários rurais, que são obrigados a cadastrar minas e recursos hídricos em suas terras, e realizando projetos de irrigação.

O curso

O início tem matemática, física, cálculo e química, além de matérias introdutórias, que fornecem um panorama geral do curso. A partir do segundo ano, começam as disciplinas específicas, com as quais o estudante conhece as principais formas de ocorrência e uso das fontes hídricas, assim como detalhes sobre geração de energia elétrica. O aluno tem aulas de microbiologia, ecologia, hidrologia, economia de recursos naturais e irrigação e drenagem, entre outras. Há também conteúdos de cunho social, como ética profissional e legislação ambiental. Aulas em laboratório e atividades de campo, como visitas técnicas a usinas hidrelétricas, são promovidas durante todo o curso. O estágio e um trabalho de conclusão são obrigatórios.

Duração média: cinco anos.

O que você pode fazer

Estudos ambientais

Elaborar projetos, programas e ações de proteção ambiental, avaliando o impacto de obras de grande porte na natureza, como usinas hidrelétricas, estradas e reservatórios.

Gestão de bacias

Planejar a utilização da água de bacias hidrográficas, para evitar a poluição e o desperdício de recursos naturais.

Operação de reservatórios

Administrar o uso das águas de represas, aliando a geração de energia elétrica com atividades de irrigação, transporte e lazer.

Projetos

Projetar sistemas e redes de irrigação, drenagem, bombeamento de água e obras como canais e portos.

Engenharia Mecânica

Bacharelado

É a área da engenharia que cuida do desenvolvimento, do projeto, da construção e da manutenção de máquinas e equipamentos. O engenheiro mecânico desenvolve, projeta e supervisiona a produção de máquinas, equipamentos, veículos, sistemas de aquecimento e de refrigeração e ferramentas específicas da indústria mecânica. Calcula a quantidade necessária de matéria-prima, providencia moldes das peças que serão fabricadas, cria protótipos e testa os produtos obtidos. Organiza sistemas de armazenagem, supervisiona processos e define normas e procedimentos de segurança para a produção. Controla a qualidade, acompanhando e analisando testes de resistência, calibrando e conferindo medidas. Costuma trabalhar com engenheiros eletricistas, de materiais, de produção e de automação e controle, na montagem e automação de sistemas, na manutenção de aeronaves e na indústria de eletroeletrônicos. Pode dedicar-se à venda de máquinas e equipamentos.

O mercado de trabalho

O mercado de trabalho de engenharia está tão aquecido no Brasil que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) antecipa uma escassez de mão de obra nos próximos anos, prevendo, inclusive, a busca por profissionais no exterior. "Existe uma demanda reprimida, e os engenheiros ganharam novo status no mercado de trabalho", afirma Franco Giuseppe Dedini, coordenador do curso da Unicamp. Para esses engenheiros, a demanda é maior em desenvolvimento de projeto, em que eles fazem análises numéricas, criam soluções tecnológicas, novos produtos e otimizações de sistemas. Todo o setor industrial necessita desse tipo de profissional. "O setor automotivo e o aeronáutico seguem como excelentes empregadores, mas a indústria de eletrodomésticos acena com boas oportunidades para os próximos anos", diz o coordenador. A região do ABC Paulista e cidades do interior como Campinas concentram muitas indústrias, por isso, demandam muitos profissionais. Mas outras cidades como Porto Alegre (RS) e Camaçari (BA) também apresentam oportunidades.

O curso

Além das disciplinas básicas de engenharia, entre elas física e matemática, o aluno assiste a aulas de termodinâmica, mecânica dos fluidos, transmissão de calor, resistência de materiais, processos de transformação, vibrações e sistemas mecânicos. Há muita atividade em laboratório, como desenvolvimento de ensaios e de protótipos e estudo de combustíveis alternativos e de tecnologia de ponta. Prepare-se para desenvolver sua habilidade em desenho, indispensável para o projeto de máquinas. O estágio supervisionado e o trabalho de conclusão de curso são obrigatórios. Fique de olho: Muitas escolas direcionam a formação para uma especialidade, como aeronáutica (ITA) e armamentos (IME). A UnB, campus Gama, oferece o curso de Engenharia Automotiva, voltado para a produção de veículos, e a Unicamp, campus de Limeira, tem Engenharia de Manufatura, focado em técnicas, processos e metodologias de fabricação.

Duração média: cinco anos.

Outros nomes: Eng. Automotiva; Eng. de Manufatura; Eng. de Prod. Mecân.; Eng. Ind. Mecân.; Eng. Mecân. (autom. e sist.); Eng. Mecân. (contr. e autom.); Eng. Mecân. (ênf. em mecatr.); Eng. Mecân. (mecatr.); Eng. Mecân. e Ciên. dos Mat.; Eng. Mecân. Ind.

O que você pode fazer

Máquinas e equipamentos

Projetar e coordenar a fabricação de moldes para ferramentas, máquinas e dispositivos para testes de resistência mecânica.

Pesquisa e desenvolvimento

Fazer protótipos de máquinas e realizar testes de produtos, para determinar modifi cações necessárias.

Processos

Pesquisar e desenvolver produtos e gerenciar as diversas etapas de sua fabricação.

Projeto

Planejar e instalar linhas de produção e fazer adaptações nas já existentes.

Vendas técnicas

Acompanhar a comercialização da produção e dar suporte técnico aos clientes.

Engenharia Química

Bacharelado

É a área da engenharia voltada para o desenvolvimento de processos industriais que empregam transformações físico-químicas. O engenheiro químico cria técnicas de extração de matérias-primas, bem como de sua utilização ou transformação em produtos químicos e petroquímicos, como tintas, plásticos, têxteis, papel e celulose. Desenvolve produtos e equipamentos, além de pesquisar tecnologias mais eficientes. Projeta e dirige a construção e a montagem de fábricas, usinas e estações de tratamento de rejeitos industriais. Pesquisa e implanta processos industriais não poluentes, de acordo a normatização e o desenvolvimento sustentável.

O mercado de trabalho

O uso crescente de biocombustíveis e a instalação de usinas sucroalcooleiras no país são alguns dos fatores que aquecem esse mercado. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Brasil já é líder mundial na produção de etanol e pioneiro no estudo do biocombustível. A demanda é tanta que se prevê falta de profissionais. "Diante disso, as empresas estão buscando os alunos para retê-los como estagiários, treinando-os, para depois serem efetivados e trabalharem diretamente na área de projetos", afirma Suely Pereira Freitas, coordenadora do curso da UFRJ. O engenheiro químico também é solicitado para atuar na área ambiental. "A maior procura é na área de prevenção e tratamento de resíduos, para que não sobrecarreguem o meio ambiente", afirma a professora.

O profissional pode atuar no setor petroquímico, sendo o responsável por todo o processamento que ocorre depois que o petróleo é extraído do poço, da separação entre gás, óleo, areia e água até a produção de combustíveis e derivados. Companhias de engenharia, como a Engevix, refinarias, como a Petrobras, além de empresas da área de papel e celulose, farmacêuticas, alimentícias, de aditivos químicos, têm demanda por esse engenheiro. Os polos industriais do Rio de Janeiro e de São Paulo, incluindo a cidade de Campinas e região, são os principais empregadores.

O curso

Física, química e matemática estão presentes no currículo durante todo o curso. Com os recentes avanços da biotecnologia, os conhecimentos de biologia vêm sendo incorporados ao currículo. A partir do terceiro ano, essas disciplinas passam a ser aplicadas a processos físico-químicos, nos quais o aluno aprende a identificar as reações, a analisar e a purificar compostos químicos e a projetar equipamentos relacionados com as diversas transformações que ocorrem na indústria química. As aulas em laboratório, inclusive no de informática, ocupam parte significativa da carga horária e são fundamentais para o estudante se familiarizar com os equipamentos industriais e se preparar para enfrentar problemas reais de uma fábrica. A realização de estágio e a apresentação de trabalho de conclusão de curso são obrigatórias.

Duração média: cinco anos.

Outros nomes: Eng. de Prod. Quím.; Eng. Quím. (ênf. na fabric. de celulose e papel); Eng. Quím. e Ciên. Amb.

O que você pode fazer

Desenvolvimento

Criar produtos na indústria química, petroquímica e de alimentos e analisar sua viabilidade técnica e econômica. Aperfeiçoar o processo de fabricação ou beneficiamento de produtos, introduzindo novas tecnologias e adaptando as que estão em operação.

Meio ambiente

Definir normas e métodos de preservação ambiental. Reciclar e tratar resíduos industriais. Desenvolver tecnologias limpas.

Processo industrial

Planejar e supervisionar operações industriais, administrando as equipes e as diversas etapas de produção. Estudar e implantar métodos para aumentar a produtividade, reduzir custos e garantir a segurança no trabalho.

Projetos

Projetar fábricas, determinar processos de produção, instalações e equipamentos, procedimentos de segurança e a logística de estocagem e movimentação de materiais.

Fonte: guiadoestudanteabril.com.br

Dia do Engenheiro

11 de Dezembro

Uma grande construção!

Casas, edifícios, hospitais, escolas, igrejas, pontes, estradas. Mas afinal quem constroí tudo isto? É o engenheiro. Ele é responsável por todas as etapas de uma construção. Antes de iniciar o seu trabalho precisa de um projeto para que possa executá-lo.

Dia do Engenheiro

O arquiteto é responsável por projetar e planejar o que será construído. Ao projetar uma casa, por exemplo, o arquiteto define a área total, o número de quartos, a disposição dos banheiros, e até a posição do fogão, da geladeira e da pia da cozinha.

Só após o projeto definido o engenheiro inicia o seu trabalho de realização. Nossa quanto trabalho, não é mesmo?! É turma, não é brincadeira não, um bom profissional precisa saber muita matemática, cálculo e física para que a estrutura da obra esteja firma e sólida sem risco de qualquer imperfeição!

Fonte: www.smartkids.com.br

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