(Cisne Branco)
Música: 1° Sargento (Exército) Antonio Manoel do Espírito Santo
Letra: 1° Tenente (Marinha) Francisco Dias Ribeiro
Qual cisne branco que em noite de lua
Vai deslizando num lago azul,
O meu navio também flutua
Nos verdes mares de Norte a SulLinda galera que em noite apagada
Vai navegando num mar imenso
Nos traz saudades da terra amada
Da pátria minha em que tanto pensoQual linda garça que aí vai cruzando os ares
Vai navegando
Sob um belo céu de anil
Minha galera
Também vai cruzando os mares
Os verdes mares,
Os mares verdes do BrasilQuanta alegria nos traz a volta
À nossa Pátria do coração
Dada por finda a nossa derrota
Temos cumprido nossa missão.
Volta ao início
OBSERVAÇÕES
APESAR DE SER A MAIS CANTADA E CONHECIDA CANÇÃO DA MARINHA DO BRASIL. NÃO É SUA CANÇÃO OFICIAL.
O "CISNE BRANCO" é um dos mais belos hinos militares de nossa pátria, eis que simboliza, em seus belos versos, a bravura e o romantismo de nossos marinheiros. E, por isso mesmo, reúne, em seus acordes, a alma dos militares brasileiros. Lembremo-nos que o vaso de guerra de nossa Marinha de nome "CISNE", sob o comando do Almirante Tamandaré, fez o reconhecimento do Rio Paraná, até o passo Jaguari, em 23 de março de 1866. E deslizou daquelas águas para o recesso da nossa história.
O "CISNE BRANCO" foi composto com letra de Benedito Xavier de Macedo e música do 1o. Sargento do Exército Antonino Manoel do Espírito Santo. A canção traduz, em seus belos versos e acordes, toda a beleza e majestade da Marinha brasileira. Traduz o que há de mais puro, no coração do brasileiro - o seu orgulho e o seu amor por este país fantástico.
Fonte: www.tube.aeiou.pt
Quer faça parte da marinha de guerra, quer da marinha mercante, o marinheiro é a pessoa que vive e trabalha num navio sob as ordens do comandante.

Na marinha de guerra, o marinheiro aprende a defender o seu país dos ataques por mar. Na marinha mercante, os marinheiros andam em barcos de carga, de um país para o outro a levar produtos e mercadorias.
Para ser marinheiro é preciso gostar muito do mar, não enjoar a andar de barco, gostar de aventuras e conhecer sítios diferentes.
Muitas vezes as viagens são bastante compridas e perigosas. O marinheiro e os seus companheiros acabam por ser uma grande família porque passam muito tempo sem a sua.
Quando o marinheiro está a trabalhar no convés, apesar de cansativo, pode olhar para as estrelas e para o céu, mas quando está na sala das máquinas está fechado e tem que fazer manobras muito complicadas.
Quando param em terras desconhecidas, mesmo muito longe da sua casa, sentem-se muito felizes, porque podem conhecer pessoas novas e viver imensas aventuras. Apesar de amar o oceano, o marinheiro fica muito feliz quando chega a terra!
Fonte: www.junior.te.pt