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Dia do Marinheiro

13 de Dezembro

Os 10 Mandamentos de um bom marinheiro

Como todo dono de barco bem sabe, não é fácil encontrar um bom marinheiro — essa criatura indispensável para a embarcação estar sempre pronta e segura na hora de partir. Muitas vezes, a função acaba sendo ocupada por alguém sem tantas qualificações técnicas, e é aí que mora o perigo!

Dia do Marinheiro

Experiência - Ao analisar o passado do candidato a marinheiro, leve em conta o tipo de embarcação em que ele já trabalhou e o número de milhas navegadas. Prefira um marujo que já tenha trabalhado em uma embarcação parecida (nunca menor) que a sua.

Confiança - É a mais importante das qualidades, pois você entregará ao marinheiro boa parte de seu patrimônio e também sua segurança.

Capacidade - Quem sabe de tudo um pouco não sabe muito bem sobre nada. Ou seja, se você quiser um marinheiro que seja, também, mecânico, eletricista e pintor, melhor montar logo um estaleiro. Prefira aquele que priorize o principal. Ou seja, que conheça a região e saiba manobrar bem um barco.

Formação - Além de carteira de arrais, mestre amador ou capitão, dependendo de onde se pretende navegar, é desejável que o candidato tenha, também, escolaridade básica. Quanto mais, por sinal, melhor.

Disponibilidade - Um marinheiro deve estar sempre disponível, principalmente nos fins de semana, e na escuta permanente, de preferência com um telefone celular à mão.

Tranqüilidade - Uma pessoa em pânico não raciocina tão bem quanto deveria. Dê preferência a candidatos tranqüilos, que saibam ouvir sugestões e não demonstrem oscilações de humor.

Hábitos - Marinheiros com qualquer tipo de vício, mesmo que seja o cigarro, devem ser evitados – bebida, então, nem pensar! Hábitos extravagantes, como perfumes fortes e linguajar com excesso de gírias, também não são nada agradáveis a bordo.

Asseio - Barco sujo é sinal de marujo relaxado – e isso não combina nem com a segurança que você precisa ter a bordo. E não apenas o barco, mas, também, a tripulação deve estar sempre bem apresentável.

Valor - Um marinheiro excepcional, que pilote um barco grande e conheça muito bem a costa brasileira, pode receber até cerca de R$ 4 000 por mês. Já o salário médio de um bom marinheiro intermediário, para lancha de médio porte, gira em torno de R$ 1 000.

Caráter - Tem a ver com confiança, mas vai além de ser apenas uma “boa pessoa”. Um bom marinheiro deve cultivar o convívio com seu patrão, para moldar uma relação de respeito mútuo. O que ele deve saber?

Falar ao rádio - Muitos marinheiros mal conseguem transmitir uma informação clara e objetiva. Sem contar que não dominam a linguagem específica. Limpar bem o barco.

Fazer os nós - Todo marinheiro, sem exceção, deve saber dar bons nós, seja para atracar, amarrar as defensas ou fazer um reboque. Faz parte da cultura náutica. Primeiros socorros Ninguém está livre de imprevistos. Por isso, ter um kit de primeiros socorros a bordo e saber fazer alguns procedimentos de emergência é essencial.

Atracar sem trincar - Um bom marinheiro precisa saber, como ninguém, o jeito certo de parar uma embarcação, seja qual for a circunstância. É na hora de parar que se conhece um bom marinheiro.

Navegar a noite, com mau tempo - Não que você vá fazer isso com freqüência, mas, numa situação excepcional, ele deve saber como agir, para a segurança de todos.

Usar os eletrônicos - Nessa era de alta tecnologia, o marinheiro deve conhecer, pelo menos, o funcionamento do GPS, do radar e da sonda. Isso, sem abrir mão da tradicional bússola e da carta náutica.

Como deixar o barco sempre pronto - Especialmente às vésperas dos fins de semana, dos feriados e da temporada de verão, o marinheiro deve fazer uma revisão no barco, além do arejamento de estofados e limpeza geral, desde o porão.

Prevenir contra incêndios - O fogo é o inimigo número 1 dos barcos. No caso de um imprevisto, ele deve saber lidar com a situação, sem heroísmos.

Fonte: www.nordesturismo.com.br

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13 de Dezembro

Recomendações de um marinheiro

Como o proprietário de um barco pode encontrar um bom marinheiro profissional? 

O mercado de marinheiros ainda é muito pequeno e carente de cursos profissionalizantes. Por isso, para contratar um bom marinheiro, o proprietário do barco precisará de paciência. Ele pode ligar para marinas ou fazer uma consulta no “boca a boca”.

Entretanto, não pode se basear só nas indicações. É importante entrevistar pessoalmente cada candidato. Jamais repasse essa tarefa para administradores. O dono da embarcação usará o barco e conviverá diretamente com o marinheiro e só ele poderá perceber se o profissional tem o perfil procurado.

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Quais são as principais funções de um marinheiro particular?

Em ordem de prioridade: zelar pela segurança na navegação, saber manobrar um barco, navegar em qualquer área e entender bem dos equipamentos; ter responsabilidade pelas pessoas a bordo, orientando sobre localização dos equipamentos de salvamento, comportamento em emergências e sobre o que se deve ou não fazer em um barco; manter o barco com a manutenção em dia e estar atento a qualquer anormalidade a bordo; garantir a higiene e a limpeza da embarcação; e ter educação e um bom vocabulário.

O que o contratante deve observar no currículo do profissional?

O tempo de mar e a quantidade de milhas navegadas são, sem dúvida, as primeiras observações que os proprietários de barcos devem verificar em um currículo. Outro item é o tempo que o profissional trabalhou nas últimas embarcações. Marinheiro que muda muito de barco deve ter algum tipo de problema.

É aconselhável que o marinheiro particular entenda de mecânica e da parte elétrica? 

Todo marinheiro deve conhecer pelo menos o básico de tudo a bordo. Porém, não é necessário que ele seja técnico de elétrica, hidráulica ou mecânico. Saber trocar um fusível, conhecer o sistema elétrico do barco, o funcionamento de um motor e do gerador é essencial para “quebrar galhos” em alto mar ou em passeios de fim de semana. Mas o proprietário não pode exigir, por exemplo, que seu marinheiro desmonte e conserte um motor ou gerador.

Isso é serviço para profissional especializado.

Como garantir uma boa relação entre patrão e marinheiro?

Nessa profissão é normal que o proprietário e seus parentes fiquem íntimos do marinheiro e o tratem como se fosse da família. Mas ele deve se colocar na função de empregado para não perder a noção de profissionalismo. Futuramente, isso pode acabar com a boa relação entre patrão e empregado. Estar disponível sempre que for solicitado é a melhor maneira de ganhar a confiança do chefe.

No entanto, o proprietário não pode abusar da mão-de-obra e mandar o marinheiro fazer tarefas como limpar o barco, dirigir seu carro para levar e trazer convidados, fazer churrasco, etc. Essa é a melhor maneira para ele não ter problemas com o marinheiro e as leis trabalhistas.

Fonte: www.dicasautore.com.br

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