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Dia da Dona de Casa

31 de Outubro

A dona de casa é vista na cultura ocidental, tradicionalmente, como a mulher que tem como ocupação principal, trabalhar em casa com as tarefas domésticas, como cuidar dos filhos, limpar a casa, a compra de alimentos e outros itens, a preparação de alimentos, administração ou parte do orçamento familiar, e assim por diante.

Dia da Dona de Casa

Na maioria dos casos, este lugar é a mulher (a esposa em um casamento convencional consiste no homem, a mulher e os filhos). É um trabalho não remunerado normalmente, pelo menos diretamente. Dona de casa tradicionalmente realiza muitas coisas, mas acima de tudo dedicação. Portanto, não é surpreendente que o feminismo que questionam fortemente o papel tradicional de dona de casa, e buscam a mudança.

No entanto, em tempos mais recentes é cada vez mais comum o homem aceitar a assumir o papel que corresponde, de alguma forma para a mulher, e que muitas mulheres desempenham o papel tradicionalmente atribuído aos homens. Outros arranjos são considerados intermediários para os dois extremos possíveis, em que o casal é distribuído mais uniformemente de possíveis tarefas domésticas diárias.

Referências

Ramirez, BT (2012). Necessário, as mulheres libertar a carga de trabalho doméstico. La Jornada , p. 34, Seção Capital. (Acessado em 23 de julho de 2012)

Fonte: es.wikipedia.org

Dia da Dona de Casa

31 de Outubro

A dona de casa é uma mulher casada que não trabalha fora de casa.

Para aquelas que não sabem, hoje é dia da Dona de Casa, um dia de orgulho para aquelas que abriram mão da vida profissional para cuidar dos filhos, marido e casa

Estas maravilhosas criaturas carinhosas, construem e enriquecem de uma maneira grandiosa os ambientes familiares.

Elas ajudam a incutir os valores da família e bom caráter.

Dona de casa é um termo antigo.

Ele vem de volta para os dias atuais em que o rendimento poderia sustentar a família de uma forma de conforto.

Foi também uma época em que as mulheres não tinham direitos iguais. Embora nos dias de hoje estão muito longe, mulheres trabalham ou ficam em casa.

A decisão de ser uma "dona de casa", ou ficar em casa, ainda é o preferido por muitos. Infelizmente, elas precisam, muitas vezes aumentar a renda do lar necessitando ir para o trabalho.

Hoje, vamos celebrar e agradecer a todas as mulheres que optam por ficar em casa e cuidar da casa e da família!

Origem do Dia da Dona de Casa

Nós não encontramos a origem deste dia especial. Tampouco, não podemos encontrar nenhuma informação factual.

Nós suspeitamos que este dia foi criado por uma dona de casa. Pela sua própria natureza, as donas de casa tendem a ficar fora dos holofotes. Se uma dona de casa de fato criou este dia, seria típico dela não tomar crédito. O outro criador provável, é o marido. Neste caso, ele simplesmente quer dizer ao mundo como ele é sortudo por tê-la.

Fonte: www.holidayinsights.com

Dia da Dona de Casa

31 de Outubro

Dia da Dona de Casa

Também conhecida como “dona do lar”, ou simplesmente “do lar”, a dona de casa tem um dia dedicado somente a ela, em comemoração a todo o seu esforço e aos cuidados com a casa. No dia 31 de outubro é comemorado o dia desta “supermulher”, que luta diariamente para manter a ordem familiar e o funcionamento da residência, sem ao menos receber salário ou tirar férias.

Toda aquela que administra, dirige e cuida do lar pode ser considerada dona de casa. Mesmo que tenha a sorte de contar com a ajuda de uma empregada ou diarista, a dona de casa continua sendo a maior responsável pelas tarefas diárias, administrando as contas a serem pagas, cuidando da alimentação e da higiene da família, mantendo a casa limpa e em ordem, cuidando dos jardins, etc. Além disso, essas heroínas do lar sabem administrar como ninguém o tempo de que dispõem. Fazem todas as coisas ao mesmo tempo, sem perder a qualidade do trabalho e, ainda que não tenham grade de horários fixos, sempre conseguem algum tempo vago, que dedicam ao artesanato, ao trabalho voluntário ou mesmo ao lazer.

Como se sabe, na família o que mais importa é a união e a parceria. Hoje em dia, se tornou comum as mulheres irem para a rua procurar o sustento da família enquanto é o homem que assume as tarefas domésticas. De acordo com a tradição, o homem é educado para administrar a casa financeiramente, porém, quando é preciso, o homem deve ser capaz de transferir estes conhecimentos para a rotina doméstica, podendo cuidar do lar tão bem quanto a mulher.

Ao que tudo indica, em pouco tempo o preconceito relacionado ao sexo estará superado, e a função de cuidar, administrar e conduzir a vida familiar será realizada tanto pela dona de casa quanto por um dono de casa sem nenhum problema. Afinal, antes de tudo, é preciso entender que o trabalho doméstico não significa submissão ou humilhação, sendo algo digno, essencial e muito respeitável.

Fonte: procempa.com.br

Dia da Dona de Casa

A mulher dona de casa

Embora hoje a maioria das mulheres trabalha profissionalmente fora de casa ainda há muitas que permanecem na administração do lar, ou popularmente são chamadas de donas de casa. Há tempos atrás o comum era ser dona de casa, porém com a evolução do feminino as mulheres foram em busca de estudo e se profissionalizaram e a cada dia ser dona de casa é algo que as mulheres nem querem pensar que ainda existe como objetivo de vida.

Porém, mesmo trabalhando “fora”, como é o costume se falar, a mulher continua sendo dona de casa, somente que não mais em tempo integral. Mesmo tendo uma auxiliar doméstica cabe à mulher a administração de tudo numa casa: o que a auxiliar vai fazer e como a dona da casa quer que faça; se vai cozinhar ou não; o que irá cozinhar; o abastecimento da casa; a administração dos filhos; escola; horários; a logística para atendê-los; o acompanhamento escolar e etc.

Claro que hoje muitas destas ações já não são somente responsabilidades da mulher, pois muitas já compartilham com seus companheiros grande parte desta fenomenal estrutura. Porém, o comando de tudo isto ainda é por conta da mulher que se desdobra para poder atender a todas as exigências tanto internas quanto externas. A dona de casa sempre irá existir, pois é uma ilusão pensar que esta função é coisa do passado. O que ocorre é que ela se encontra em transformação, ou seja, ela também se encontra acompanhando a mudança de costumes e hábitos até culturais de cada família dentro de uma sociedade maior.

Ainda existem muitos preconceitos contra as mulheres que são donas de casa em tempo integral, havendo a crença de que ser dona de casa é sinônimo de moleza, ou daquelas que não trabalham. Porém, isto não é bem assim, pois uma dona de casa, a que realmente administra seu lar em todos os sentidos trabalha muito para manter tudo em sua devida ordem. A mulher passa a ser tudo em casa, dependendo das condições econômicas desde faxineira, cozinheira até motorista particular dos filhos, levando-os para todos os lugares necessários.

Ser dona de casa em tempo integral não significa que a mulher deixa de evoluir por conta de estar em casa, pois mesmo cuidando do lar, do companheiro e dos filhos a mulher pode e deve ir em busca de sua evolução através de aprender novas coisas: estudar; fazer cursos alternativos; se desenvolver em seus talentos; descobrir novos talentos; se trabalhar internamente; participar de grupos alternativos; desenvolver o hábito da leitura; aprender a lidar com computador; cuidar de sua saúde; cuidar de sua aparência, em fim, ir além do comum do dia-a-dia e realmente fazer algo que a impulsione como mulher e não somente como dona de casa.

É necessário, contudo, o desapego para com a casa, pois o trabalho doméstico ocupa todos os espaços: todos os dias tem louça para lavar; roupa para lavar e passar; casa para arrumar; filhos para cuidar; comida para fazer dentre outros. Portanto, é fundamental que a mulher dona de casa realmente abra espaço para as atividades que a preencham pensando realmente em si mesma, e construindo a consciência de que necessita deste espaço para se realizar e ser feliz. Ser dona de casa não é sinônimo de escravidão e limitação, mesmo que seja uma opção de vida. Ser escrava e limitada pode ocorrer mesmo com as mulheres profissionais que acabam se prendendo a objetivos de carreira, ao financeiro e ao próprio medo de não querer ser uma mulher dona de casa.

A questão não é ser uma executiva ou uma dona de casa, mas sim, não ser uma mulher parada no tempo e principalmente sem tempo e espaço para cuidar de seu interior, de sua evolução, de sua felicidade e de sua realização. Somente cuidar da aparência não basta, pois a imagem externa embora seja importante apenas mascara, esconde uma série de dificuldades internas que ficam escondidas por detrás destas máscaras tão incentivadas nas mulheres.

Há mulheres lindas, bem vestidas, de profissões bem estabelecidas, de carreiras brilhantes, de bom poder aquisitivo que despertam a idéia de serem perfeitas, realizadas e felizes, mas que no entanto carregam dentro de si as mesmas frustrações que uma simples dona de casa, que muitas vezes, nem mesmo tem dinheiro para ir a um salão de beleza. Por outro lado, ser dona de casa também não é sinônimo de pobreza e de ignorância.

Não podemos generalizar as situações. Volto a dizer que muitas vezes ser dona de casa é uma opção de vida. O mais importante de tudo é ser feliz e se realizar como mulher através desta opção ou desta condição.

Fonte: www.kvtfeminino.com

Dia da Dona de Casa

DONA DE CASA PODE RECOLHER INSS PARA TER DIREITO A BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS

Em setembro/2011 entrou em vigor a Lei 12.470/2011 que possibilitou à dona de casa, de baixa renda, contribuir com a Previdência Social e garantir os principais benefícios previdenciários como aposentadoria por idade, por invalidez, auxílio-doença, pensão por morte, salário maternidade e auxílio-reclusão, exceto a aposentadoria por tempo de contribuição.

A aposentadoria por idade (um dos benefícios a que terá direito) se dá aos 60 anos (se mulher) e aos 65 anos (se homem).

Por se dedicar exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito da própria residência e por não dispor de renda própria, a dona de casa é enquadrada na legislação previdenciária como segurado facultativo. Nada obsta que o dono de casa também se beneficie da nova alíquota para ter direito aos benefícios, já que a figura masculina que trabalha no ambiente familiar já é algo comum hodiernamente.

Não só a dona de casa pode filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social como segurado facultativo, mas qualquer pessoa maior de dezesseis anos de idade que não exerça atividade remunerada tais como o estudante, o síndico de condomínio não remunerado, o desempregado (até que encontre outro emprego), o bolsista ou estagiário, o presidiário que não exerce atividade remunerada, dentre outros.

O percentual de contribuição que antes era de 11% (art. 21, § 2º da Lei 8.212/91) foi reduzido para 5% sobre o salário mínimo a partir da nova lei, possibilitando que os benefícios acima citados sejam garantidos à(ao) segurada(o) que contribuir com um valor mensal de R$ 33,90 (válido a partir de jan/13).

Considerando o salário mínimo atual, a dona de casa irá contribuir anualmente com o valor de R$ 406,80 e quando estiver incapacitada para o trabalho ou em período de gestação, por exemplo, lhe será garantido o benefício mensal equivalente a um salário mínimo, hoje de R$ 678,00.

De acordo com a referida lei todas as famílias com renda mensal de até 2 salários mínimos (R$ 1.356,00) poderão contribuir com o percentual reduzido e ter direito aos respectivos benefícios, desde que estejam inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico). Para fazer a inscrição no CadÚnico procure a prefeitura de sua cidade.

Para quem possui esta renda mensal e já contribuía no valor de R$ 74,58 (11%) poderá passar a contribuir no novo percentual, tendo uma economia mensal de R$ 40,68 (R$ 74,58 - R$ 33,90) e manter o direito aos benefícios.

Mesmo a dona de casa (ou dono de casa) que não é de família de baixa renda, ou seja, que está fora da faixa da renda mensal familiar (R$ 1.356,00), também poderá contribuir para a Previdência Social como segurada facultativa. Neste caso o valor da contribuição é de, no mínimo, 11% sobre o salário mínimo, tendo direito aos mesmos benefícios já citados anteriormente.

Como a contribuição é sempre sobre o salário mínimo, quando do recebimento do benefício o valor também está limitado ao mínimo. O segurado (de baixa renda ou não) só terá direito a receber acima do mínimo, quando optar por recolher 20% de INSS sobre uma base de cálculo que couber em seu orçamento, ou seja, se recolher mensalmente 20% sobre um valor de R$ 1.000,00 (R$ 200,00), quando se aposentar, por exemplo, seu rendimento será equivalente a base de contribuição (R$ 1.000,00) e não o salário mínimo.

Para quem não é contribuinte, poderá fazer a inscrição pelo telefone 135 ou pelo site da Previdência Social clicando aqui. O número do PIS será automaticamente gerado após o cadastro junto a Previdência.

Para o cadastro na internet tenha em mãos os seguintes dados:

Nome completo

Nome da mãe completo

Data de nascimento

CPF

CTPS (se tiver)

Carteira de Identidade (RG)

Título de Eleitor

Certidão de Nascimento (informando o livro, folha e termo).

A previdência social publicou os novos códigos de recolhimento para os contribuintes de baixa renda, os quais poderão optar pelo recolhimento mensal ou trimestral, conforme códigos abaixo:

Código de

Pagamento

Percentual de Pagamento

Descrição

1929

5%

Facultativo Baixa Renda - Recolhimento Mensal

1937

5%

Facultativo Baixa Renda - Recolhimento Trimestral

1945

15%

Facultativo Baixa Renda - Recolhimento Mensal - Complemento

1953

15%

Facultativo Baixa Renda - Recolhimento Trimestral - Complemento

1830

6%

Facultativo Baixa Renda - Recolhimento Mensal - Complemento para plano simplificado da Previdência Social – PSPS

1848

6%

Facultativo Baixa Renda - Recolhimento Trimestral - Complemento para plano simplificado da Previdência Social – PSPS

A dona de casa poderá emitir a Guia da Previdência Social - GPS para pagamento se utilizando de um dos códigos acima (optando por recolher mensalmente ou trimestralmente). Realizado o cadastramento pelo 135 ou pelo site da Previdência Social, clique aqui para emitir a GPS.

Após a emissão da GPS o pagamento poderá ser feito acessando sua conta bancária pela internet (caso seu banco disponibilize esta forma de pagamento) ou se dirigindo a uma agência bancária mais próxima de sua residência. O valor mínimo da GPS que era de R$ 29,00 passou para R$ 10,00 em função da redução do percentual de contribuição.

Esta redução exigiu também uma adaptação por parte dos bancos, os quais incluíram os novos códigos de recolhimento bem como se adequaram ao novo valor mínimo de recebimento.

O prazo para recolhimento da contribuição por parte do segurado facultativo é até o dia 15 do mês subsequente, ou seja, o valor de INSS a recolher da competência maio/2013 é até o dia 15 de junho/2013, conforme estabelece o art. 30, alínea c, inciso II da Lei 8.212/91. Como dia 15 de junho é sábado, neste caso o recolhimento poderá ser feito até o dia 17.

Com a nova possibilidade de contribuição a dona de casa que sofrer um acidente, por exemplo, e não puder fazer as tarefas domésticas, terá direito a receber mensalmente o valor de um salário mínimo, até que seja constatada a sua recuperação.

Será garantido da mesma forma a aposentadoria por invalidez em caso doença grave que a incapacite definitivamente para as atividades diárias, bem como será assegurado aos dependentes, a pensão por morte em caso de falecimento da segurada.

Atualizado em 14/05/2013

Sergio Ferreira Pantaleão

Fonte: www.guiatrabalhista.com.br

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