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As comemorações do Dia da Mãe podem ser remetidas às mais antigas festividades realizadas na Grécia antiga, mais precisamente aquando da Festa da Primavera, onde se honrava Rhea a Mãe dos Deuses. Na mitologia grega, Rhea era a irmã e esposa de Cronus e a mãe de Demeter, de Hades, de Hera, de Hestia, de Poseidon, e de Zeus.
Cronus, receoso do poder futuro destas crianças e com o desejo de fixar o seu domínio, comeu as suas próprias crianças no entanto Rhea conseguiu salvar um filho, Zeus, escondendo-o na caverna de Dictean em Crete e deu a Cronus uma pedra envolvida na roupa da criança, que este engoliu. Com isto, Rhea fez com que Cronus acreditasse que todas as suas crianças estariam mortas. Quando Zeus alcançou a maturidade da sua idade e a força dos seus poderes, defrontou o seu pai e vingou a morte dos seus irmãos. Rhea, por ser a mãe de todos os deuses do Olimpo, é conhecida como Mãe dos Deuses e, geralmente, associada a leões ou a uma carroça de duas rodas puxada por leões.

Também em Roma, o dia da Mãe era celebrado em honra de Cybele, a mãe dos deuses romanos, mesmo 250 anos antes do nascimento de Cristo.
A Inglaterra popularizou a Mãe com o chamado Domingo
da Mãe, no século XVII, nos dias que antecediam o Domingo de Páscoa,
homenageando assim todas as mães de Inglaterra. Nesse período, os servos que
trabalhavam longe de casa e que viviam com os patrões, tinham um dia de folga
e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe. O Cristianismo
instituiu esta data que era celebrada como homenagem à Igreja Mãe
que era a força espiritual que lhes dava vida e os protegia de todo o mal.
Com os tempos, a festa da Igreja veio sendo associada à celebração do Domingo
da Mãe no qual as pessoas começaram a homenagear tanto a igreja como as suas
mães.
No continente Americano, mais precisamente nos Estados Unidos, a comemoração
de um dia dedicado às mães foi sugerido em 1872 por Júlia Ward Howe e algumas
apoiantes, que se uniram contra a crueldade da Guerra Civil e lutavam por
um dia dedicado à paz.
No entanto, a maioria das fontes é unânime é associar o Dia da Mãe a Anna Jarvis. Esta ideia surgiu quando aos 41 anos de idade, em 1904, Anna perdeu a sua mãe. Tanto ela como a sua irmã Elisinore, sentiram a sua grande perda levando-as a refletir sobre o fato de não existirem demonstrações concretas de apresso para com as mães, através de presentes, palavras, actos de afeto e de todas as maneiras possíveis de proporcionar prazer e felicidade aos seus corações.
Anna Jarvis chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães, na esperança de que a celebração de um dia assim iria estimular a estima e consideração dos filhos para com os seus pais, para além de criar e melhorar os laços familiares.
Em 1907 Anna empreendeu o esforço necessário para a instituição do Dia da Mãe, e com ajuda dos seus amigos, pôs em execução uma campanha por correio com o objetivo de obter o apoio de congressistas, políticos e personalidades influentes da sociedade norte-americana, com o único objectivo de ser oficialmente declarada uma data comemorativa do Dia da Mãe.
Os seus esforços fizeram efeito, e a 10 de Maio de 1908, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente a família e amigos.
Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton, encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas.
Os cravos encarnados, a flor favorita da mãe de Anna,
converteram-se no símbolo das mães em vida e os cravos brancos o símbolo das
mães que já partiram.
Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson, declarou oficialmente e a nível nacional
o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe. Este dia, pouco e pouco, passou a
ser comemorado em todas as partes do mundo, em diferentes datas mas com o
objetivo único de celebrar o amor por aquela que nos põem no mundo.
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o Dia da Mãe era comemorado a 8 de
Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem
a Maria, a Mãe de Cristo.
Fonte: diadamae.info
A mais antiga comemoração do Dia das Mães é mitológica.
Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas.
Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 por Júlia Ward Howe, autora da letra do hino do país. Mas foi outra americana, Ana Jarvis, da Filadelfia, que em 1907 iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães.
Ana perdeu sua mãe e entrou em grande depressão.

Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas.
Em pouco tempo a comemoração se alastrou por todo o país e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Wilson: dia 9 de maio.
No Brasil, a data é celebrada no segundo domingo de maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas.
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Fonte: www.acessa.com

A história da criação do Dia das Mães começa nos Estados Unidos, em maio de 1905, em uma pequena cidade do Estado da Virgínia Ocidental.
Foi lá que a filha de pastores Anna Jarvis e algumas
amigas começaram um movimento para instituir um dia em que todas as crianças
se lembrassem e homenageassem suas mães.
A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Para Anna, a data tinha um significado mais
especial: homenagear a própria mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, falecida
naquele mesmo ano. Ann Marie tinha almejado um feriado especial para honrar
as mães.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia
das Mães.

A primeira celebração oficial aconteceu somente em
26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E.
Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas
comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos
aderiram à comemoração.
Em 1914, a celebração foi unificada nos Estados Unidos, sendo comemorado sempre
no segundo domingo de maio. Em pouco tempo, mais de 40 países adotaram a data.
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação
Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então
presidente Getúlio Vargas oficializou o feriado.
Mas Anna não foi a primeira a sugerir a criação do Dia das Mães.
Antes dela, em 1872, a escritora Julia Ward Howe chegou a organizar em Boston
um encontro de mães dedicado à paz.
Fonte: www.novaera.org