2º. O dia 1º de janeiro foi reconhecido como Dia do Ano Novo com a introdução do calendário gregoriano na França, Itália, Portugal e Espanha em 1582.
Calendário gregoriano é quase universal. Mesmo em alguns países não cristãos, ele foi adaptado às próprias tradições ou adotado apenas para uso civil, mantendo-se outro calendário para fins religiosos.
3º. As promessas feitas na passagem de ano, tão comuns e tão descumpridas, não são uma tradição recente.
Os babilônios já as faziam há 4 mil anos. Mas em vez de resolverem levar uma dieta a sério ou parar de fumar, eles juravam de pés juntos que, tão logo acabassem as festas, devolveriam equipamentos de agricultura que haviam sido emprestados por amigos.
4º. A tradição de usar um bebê como símbolo do Ano Novo foi adotada pelos gregos por volta do ano 600 a.C. Eles desfilavam com um bebê dentro de um cesto para homenagear Dionísius, o deus do vinho.
O ritual era a representação do espírito da fertilidade, pelo renascimento anual de Dionísius.
5º. Pular sete ondinhas e fazer sete pedidos assim que soa a meia-noite do Ano Novo é um costume brasileiro tão arraigado quanto vestir branco. A origem desses rituais está nas religiões africanas trazidas pelos escravos. O branco representa luz, pureza e bondade.
6º. Foi na França, em 1885, que usou-se pela primeira vez a expressão fim de éculo .
7º. A festa de Bom Jesus dos Navegantes é realizada em Salvador, no primeiro dia do ano. A imagem de Cristo, em embarcação ornamentada e acompanhada por centenas de outras, cruza a baía de Todos os Santos.
8º. A música mais famosa do réveillon brasileiro, Adeus, Ano Velho!, foi feita em 1951 por Chico Alves, com letra de David Nasser.
9º. Todos os anos a comunidade nipônica de São Paulo (SP) realiza no dia 31 de dezembro a Motitsuki. Consiste em uma farta distribuição do moti, bolinho de arroz japonês.
Faz parte da tradição comer o petisco no primeiro dia do ano para trazer sorte.
10º. O último lugar do mundo a festejar o início de um ano novo é a Ilha de Samoa, no Pacífico.
Fonte: lista10.org
A primeira comemoração chamada de festival de ano-novo aconteceu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a C. Na Babilônia a festa começava na ocasião da Lua Nova, indicando o equinócio de primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador, quando os dias e as noites têm a mesma duração.
No calendário atual, isso ocorre em meados de março, mais precisamente, dia 19 de março, data em que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico.
Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano novo no dia 23 setembro e os gregos comemoravam o início de um novo ciclo em dezembro, nos dias 21 e 22.
Os romanos foram os primeiros a estabelecer uma data no calendário para realizar uma grande festa (753 AC a 476 DC). O dia era primeiro de março, mas foi trocado para primeiro de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 AC. Só em 1.852 foi que a igreja consolidou a data quando adotou o calendário gregoriano.
Ainda hoje, na China se comemora a festa de passagem de ano no fim de janeiro ou começo de fevereiro. A comunidade judaica tem um calendário próprio para comemorar a passagem de um ano ou Rosh Hashaná que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Já os islâmicos, o ano-novo é comemorado em meados de maio.
Para nós, a contagem decrescente indica o fim de um ciclo e o começo de um outro. É um momento de promessas que irão alimentar nossos sonhos por 365 dias. Todos os rituais indicam que o ano que começa virá com novas esperanças.
Todas as tradições que de uma forma ou outra estão presentes nas nossas vidas. Vale muito a comemoração, exaltação do espírito, roupas novas, fogos e desejos de um ano melhor
Fonte: jornale.com.br