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Dia Nacional da Mamografia

Uma data especial para mulheres e homens

5 de Fevereiro

5 de fevereiro é comemorado o Dia Nacional da Mamografia e não podemos deixar de lado uma data tão importante para a nossa saúde.

Dia Nacional da Mamografia

A mamografia é um exame de raio-x que serve para visualizar a região interna das mamas, segundo o Hospital do Câncer A.C Camargo o uso de exames preventivos aumentou bastante o número de casos de câncer identificados antes de causar sintomas.

O sintoma mais comum de câncer de mama feminino é o aparecimento de um caroço. Nódulos que são indolores, duros e irregulares têm mais chances de ser malignos, mas há tumores que são macios e arredondados. Por isto, é importante seguir as orientações médicas.

Entre os sintomas existe também:

• Inchaço em parte do seio

• Irritação da pele ou aparecimento de irregularidades na pele, como covinhas ou franzidos, ou que fazem a pele se assemelhar à casca de uma laranja

• Dor no mamilo ou inversão do mamilo (para dentro)

• Vermelhidão ou descamação do mamilo ou pele da mama

• Saída de secreção (que não leite) pelo mamilo

• Dor no mamilo ou inversão do mamilo (para dentro)

• Um caroço nas axilas

Mas não podemos esquecer que também existe o câncer de mama masculino, esse aparece de forma semelhante ao câncer de mama feminino, o tumor no homem é assintomático na sua fase inicial. O sintoma mais comum é o aparecimento e rápido crescimento de um nódulo (caroço) na mama.

Outros sintomas podem ser:

• Retração ou edema da pele;

• Secreção pelo mamilo;

• Dor que só aparecerá em fases mais avançadas da doença.

Não espere a dúvida procure um médico e previna-se!

Maria Auxiliadora dos Santos é Secretária Nacional de Políticas para as Mulheres da Força Sindical

Fonte: www.fsindical.org.br

Dia Nacional da Mamografia

5 de fevereiro é o Dia Nacional da Mamografia. Instituído há 2 anos, a partir do Projeto de Lei da Senadora Maria do Rosário (PT-RS), a data objetiva sensibilizar mulheres sobre a importância de realizar o exame para a detecção precoce do câncer de mama, uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil.

Hoje existem 3315 mamógrafos no país, e o relatório do Tribunal de Contas da União divulgou que o número é adequado em relação ao que preconizam organismos internacionais (se a distribuição fosse homogênea, o número adequado seria 1 mamógrafo para cada 240.000 habitantes). Acontece que, da população brasileira, 80% utilizam o SUS, e destes 3315 mamógrafos, apenas 1650 estão disponíveis no sistema público, sendo que 412 pertencem exclusivamente às UPSs (Unidades Públicas de Saúde). Além disso, sabe-se que a distribuição dos mamógrafos não é homogênea para servir adequadamente às necessidades da população.
Para o diretor médico do Instituto Oncoguia, o oncologista clínico Dr. Rafael Kaliks, além da questão do número de aparelhos, a simples disponibilidade de mamógrafos no país não garante o impacto do exame na redução da mortalidade por câncer de mama. "Deve-se garantir, por exemplo, a qualidade do exame realizado. Um rastreamento mal feito dá a falsa sensação de segurança à paciente e ao sistema de saúde como um todo”, comenta. Também, para que a execução da mamografia de rastreamento traga benefício a uma mulher, um resultado anormal no exame deve ser seguida de investigação imediata (com exames adicionais) e tratamento apropriado em tempo hábil, entre 30 e 40 dias diante de um eventual diagnóstico de câncer. "Tal eficiência ainda não existe no Brasil”, destaca Dr. Kaliks.

Outra questão para reflexão nesse Dia Nacional da Mamografia, recorre sobre a "aderência” ao exame. De acordo com o INCA, 70% das brasileiras entre 50 e 69 anos têm acesso à mamografia – incluindo rede pública e privada. No entanto, dados da Pesquisa Avon/IPSOS – Percepções sobre o Câncer de Mama – revelam que apenas 20% das mulheres brasileiras fazem a mamografia ao menos a cada dois anos. "O importante é garantir que ao menos 70% da população elegível faça o exame, caso contrário não se observará redução da mortalidade por câncer de mama graças a esta estratégia de rastreamento”, afirma Rafael Kaliks. Para a presidente do ONCOGUIA, Luciana Holtz, além da questão da disponibilidade do mamógrafo, são inúmeras barreiras à aderência das brasileiras. "Há o medo pela dor durante o exame, há o medo da possibilidade da descoberta de um câncer (ainda há quem pense que é melhor não fazer para não saber). Há o medo de resultados errados, há o medo do estigma social do câncer”.

Holtz e Kaliks finalizam com um alerta sobre os chamados grupos de risco: pacientes com familiares próximos que tiveram câncer de mama e/ou ovário em idade precoce (antes dos 50 anos), devem ficar alertas e discutir a questão com seus respectivos médicos. Para estas pessoas com história familiar, o rastreamento DEVE ser iniciado mais precocemente, sob orientação idealmente de um mastologista ou ginecologista com experiência em câncer de mama. "Tais mulheres podem ter uma indicação formal de fazer rastreamento com ressonância nuclear magnética, se confirmado que elas de fato pertencem a um grupo de risco elevado. Para pacientes de alto risco, a ressonância é recomendada mundialmente, como complemento à mamografia e ao exame das mamas por um profissional habilitado. Além desta estratégia mais agressiva de rastreamento, famílias com risco elevado deveriam ter à disposição orientação oncogenética. O oncogeneticista consegue mapear a família e calcular o risco de um câncer, ajudando a formular estratégias de prevenção de maneira individualizada”, afirma o oncologista. "Além de todos estes dados relativos ao rastreamento de pessoas supostamente saudáveis, quaisquer mulheres que notem alteração nas mamas devem buscar um mastologista imediatamente, não esperando pelo próximo exame anual”, finaliza Luciana.

Fonte: www.oncoguia.org.br

Dia Nacional da Mamografia

Alerta para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama

O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente da doença no mundo (atrás do câncer de pulmão) e deverá ter aproximadamente 52,7 mil novos casos no país este ano, de acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Com objetivo de conscientizar as mulheres sobre a importância da mamografia, que detecta a doença em seu estágio inicial, foi criado em 2008 o Dia Nacional da Mamografia, que é lembrado em 05 de fevereiro.
Para marcar a data, a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) lançou uma campanha a fim de chamar a atenção das mulheres para a importância do diagnóstico precoce da doença. As peças da campanha lembram que o direito à mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) está previsto em lei, e destaca que as chances de cura do câncer de mama são de 95%, quando diagnosticado na fase inicial.

O diretor técnico-científico da Femama, Ricardo Caponero, aponta que ainda falta conscientização das mulheres para a importância da realização periódica da mamografia. “Antigamente, achávamos que havia uma falta de mamógrafos, mas hoje sabemos que eles estão presentes na maior parte dos municípios, mas mesmo assim apenas 30% das mulheres fazem o exame. Então, com certeza falta uma conscientização, falta mais as mulheres procurarem fazer o exame”.

Uma auditoria feita pelo Ministério da Saúde, em maio de 2011, detectou que 85% dos mais de 1,5 mil mamógrafos existentes na rede pública estão em funcionamento, número duas vezes maior que o necessário para cobrir toda a população brasileira. Segundo Caponero, a mamografia é considerada hoje o melhor exame disponível para o diagnóstico precoce do câncer de mama, principalmente nos casos em que o tumor ainda não está palpável e não há outras formas de detectá-lo. “A mamografia é fundamental para o diagnóstico precoce, e é o que garante a cura para as pacientes, por achar o tumor mais cedo”, alerta.

O Ministério da Saúde vai investir R$ 4,5 bilhões até 2014 no Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo de Útero e de Mama, que tem como objetivo reduzir a mortalidade em consequência dos dois tipos de cânceres mais comuns entre as mulheres.

A data para lembrar o Dia Nacional da Mamografia foi escolhida por ser o dia dedicado à Santa Ágata, considerada protetora contra as doenças da mama e padroeira dos mastologistas. A mamografia deve ser feita a cada dois anos por mulheres com mais de 50 anos de idade. A Lei da Mamografia (Lei 11.664), de 2009, dá direito à mulher, a partir dos 40 anos de idade, a fazer exame gratuito, segundo recomendação médica.

Fonte: www.fenafar.org.br

Dia Nacional da Mamografia

Nesta terça feira, 5 de fevereiro, é comemorado o Dia Nacional da Mamografia e Artur Nogueira está bem servida em termos de prevenção do Câncer de Mama.

Diagnosticado o câncer mais comum entre as mulheres, utiliza-se a mamografia como ferramenta primordial no diagnóstico precoce que vem aumentando a sua incidência nos últimos 30 anos como método mais eficaz; quanto mais precoce a remoção do tumor na fase inicial a estratégia é mais eficiente na redução da taxa de mortalidade das pacientes e melhor qualidade de vida.

“O mamógrafo obtido pela Secretaria de Saúde foi uma aquisição de grande valor, pois além de suprirmos a demanda necessária e prevenir muitos casos de câncer de mama, a mamografia nos permite detectar qualquer alteração”, afirma a enfermeira Vanessa Gabriele Torres Multini, coordenadora do Centro de Especialidades.

Em Artur Nogueira, as mulheres não têm mais necessidade de ir a outros municípios para a realização do exame. De acordo com Vanessa, a capacidade é de atender até 75 pacientes por semana, porém nem toda semana existe essa necessidade.

“Os exames são agendados semanalmente de acordo com o número de mulheres que necessitam do exame”.

Segundo a secretária de Saúde Dra. Eunice Simões Coelho, hoje o município conta com um mamógrafo e com pessoas capacitadas para a realização da mamografia.

“Nossa demanda é atingida a contento, não tem fila de espera e as pacientes fazem os exames sem precisar se deslocar para outras cidades”.

A mamografia é um exame de radiografia que serve para visualizar a região interna das mamas, e deve ser realizado em todas as mulheres com idade igual ou superior a 40 anos, salvo aquelas com idade inferior a isso que tem indicação do médico ginecologista.

O exame é solicitado pelo médico que atende nas Unidades de Saúde da Família de cada bairro ou pelo médico ginecologista que faz acompanhamento dessas mulheres. Após o pedido médico os exames são agendados por telefone logo em seguida.

Fonte: www.arturnogueira.sp.gov.br

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