O Diabetes é um distúrbio no metabolismo da glicose do organismo, onde a glicose presente no sangue passa à urina sem ser usado como um nutriente pelo corpo.
Existem, porém, diferenças nas causas e na gravidade deste distúrbio. Por isso, costuma-se falar em diferentes tipos de diabetes. Os dois tipos mais comuns são chamados de Diabetes Tipo I e de Diabetes Tipo II. A distinção entre um e outro, nem sempre é fácil.
O Diabetes Tipo I também é chamado de diabetes insulino-dependente porque os portadores deste tipo de diabetes dependem de tratamento insulínico para sobreviverem. Este tipo de diabetes sempre afeta indivíduos jovens.
O Diabetes Tipo II, ou não insulino-dependentes, geralmente afeta indivíduos mais velhos. ele pode aparecer com diferentes níveis de gravidade e este nível de gravidade pode variar com o tempo. O Diabetes Tipo II pode não requerer um tratamento insulínico em seus estágios iniciais, mas a insulina poderá ser a melhor escolha quando, simplesmente, outros tipos de tratamento se tornarem, gradualmente, inadequados.
A doença só se manifesta pelo aparecimento de vários destes sinais e sintomas, ao mesmo tempo.










Se você possui e pensa que é a única pessoa portadora de diabetes, está muito enganado. De cada 100 pessoas, pelo menos 6 ou 7 tem a doença, o que o fará encontrar diabéticos onde for.
Assim, é lógico que algum conhecimento sobre a doença é importante e a primeira informação que você deve ter é que a INSULINA, hormônio produzido pelo pâncreas, é o pivô da história.
Ela tem a responsabilidade de manter a utilização adequada dos nutrientes (alimentos), entre os quais a GLICOSE, que é a mais simples de um grupo de substâncias chamadas CARBOIDRATOS ou açúcares.
Qualquer carboidrato ingerido (por exemplo: o amido encontrado nos cereais e raízes - batata), para ser absorvido no intestino, tem de ser quebrado nas suas formas mais simples, SACAROSE (açúcar de mesa) e GLICOSE.
Uma vez absorvida, a glicose, para ser utilizada, tem de entrar nas células e é a INSULINA que torna este processo possível ou mais fácil.
Se uma pessoa não tem insulina, ou se sua ação está diminuída, o primeiro resultado é fácil de se imaginar: a glicose, não podendo entrar na célula e ser consumida, acumula-se no sangue (HIPERGLICEMIA).
Esse excesso de glicose tem de ser eliminado e o caminho mais fácil é a urina (GLICOSÚRIA). Para sair na urina, necessita levar água consigo e isto faz a pessoa urinar mais que o normal (POLIÚRIA).
Ao eliminar muita água pela urina, a pessoa se desidrata, tem sede e passa a beber água exageradamente (POLIDIPSIA).
Se a célula não recebe glicose, além dos outros nutrientes que a insulina controla (proteínas e gorduras), o cérebro "pensa" que está faltando alimento (ENERGIA) para o corpo e ativa mecanismos de emergência para arranjar esse alimento.
Esses mecanismos fazem o fígado produzir glicose e mandá-la para o sangue, além de obrigar o tecido gorduroso a queimar suas reservas para produzir mais energia que movimentará o corpo humano.
Você pode imaginar, e é verdade, que a glicose vai subir mais ainda e o paciente começa a EMAGRECER e a sentir FRAQUEZA (pois falta energia).
Esses fenômenos levam a pessoa a sentir fome (POLIFAGIA), o que vai aumentar ainda mais os níveis sangüíneos de glicose. A queima de gorduras para produzir energia gera um sub-produto chamado ACETONA, que tem de ser eliminado pela respiração dando um hálito com cheiro adocicado (HÁLITO CETÔNICO) – e pela urina (ACETONÚRIA).
Agora você sabe como é a doença e como ela se manifesta e já pode começar a entender algumas exigências do tratamento.
Não será difícil você imaginar como se descobre a doença, já que, numa pessoa com todas as queixas descritas, o exame a ser feito é a dosagem de glicose no sangue (GLICEMIA) e na urina ( GLICOSÚRIA).
DIABETES TIPO I ou INSULINO DEPENDENTE
As células do pâncreas que normalmente produzem insulina, foram destruídas. Quando pouca ou nenhuma insulina vem do pâncreas, o corpo não consegue absorver a glicose do sangue; as células começam a "passar fome" e o nível de glicose no sangue fica constantemente alto. A solução é injetar insulina subcutânea (embaixo da pele) para que possa ser absorvida pelo sangue. Ainda não é possível produzir uma forma de insulina que possa ser administrada oralmente já que a insulina é degradada pelo estômago, em uma forma inativa.
Uma vez que o distúrbio se desenvolve, não existe maneira de "reviver" as células produtoras de insulina no pâncreas.
DIABETES TIPO II ou DIABETES INSULINO INDEPENDENTE
O que se pode controlar só com dieta, ou com esta mais comprimidos (HIPOGLICEMIANTE ORAL). É um diabetes que ocorre mais em pessoas adultas. Embora não se saiba o que causa o Diabetes Tipo II, sabe-se que neste caso o fator hereditário tem uma importância bem maior do que no Diabetes Tipo I. Também existe uma conexão entre a obesidade e o Diabetes Tipo II; embora a obesidade não leve, necessariamente ao diabetes. O Diabetes Tipo II é um distúrbio comum, afetando 2-10% da população. Todos os diabéticos tipo II produzem a insulina quando diagnosticados e, a maioria, continuará produzindo insulina pelo resto de suas vidas. O principal motivo que faz com que os níveis de glicose no sangue permaneçam altos está na incapacidade das células musculares e adiposas de usar toda a insulina secretada pelo pâncreas. Assim, muito pouco da glicose presente no sangue é aproveitado por estas células. Esta ação reduzida de insulina é chamada de "resistência insulínica".
Os sintomas do Diabetes Tipo II são menos pronunciados e esta é a razão para considerar es tipo de diabetes mais "brando" que o tipo I. O Diabetes Tipo II deve ser levado a sério; embora seus sintomas possam permanecer desapercebidos por muito tempo, pondo em sério risco a saúde do indivíduo.
Os diabéticos tipo II produzem um pouco de insulina natural, mas por muitas razões suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sangüínea.
Alta taxa de glicose no sangue
Alimentar-se demasiadamente..
Tomar menos medicamento do que o receitado.
Estar doente ou com infecção.
Muita sede, garganta seca...
urinar frequentemente...
visão embaçada...
muito cansaço.
Verifique a taxa de açucar na urina ou sangue e cetonas na urina. Siga seu plano alimentar e medicamentos cuidadosamente. Beba muita água. Ligue para seu médico quando: aglicemia estiver acima dos parâmetros normais; caso houver presença de cetona na urina.
Baixa taxa de glicose no sangue
Alimentar-se pouco ou fazer as refeições fora dos horários programados. Tomar mais medicamentos para diabetes que o receitado. Exercitar-se mais do que o planejado.
Fraqueza, tremores...
Suor, fome exessiva...
Tontura, dor de cabeça ou dificuldade em concentrar-se.
Verifique sua glicemia imediatamente. Coma ou beba algo doce: ex.: 1 copo de suco ou refrigerante não diet ou 1 colher de chá de açúcar ou mel ou 1 copo de leite desnatado. Após 15 minutos, verifique sua glicemia. Se o resultado for inferior a 60mg/dl. repita os passos anteriores. Faça um pequeno lanche: bolachas, queijos e frutas. Comunique seu médico.
A substância mais importante no controle da glicemia é a insulina. Trata-se de um de um hormônio produzido por células especiais no pâncreas. Quando hidratos de carbono são ingeridos e absorvidos, a glicemia aumenta; neste momento, células produtoras de insulina liberam este hormônio para a corrente sanguínea. Esta liberação reduz a glicemia, dirigindo a glicose do sangue para o fígado, músculos e tecido adiposo, a fim se ser usada mais tarde na produção de energia. Quando há insuficiente insulina tal processo não ocorre, levando-se glicemia a níveis excessivamente altos.
O Valor normal de glicemia se situa, em jejum, entre 80 e 120 mg por 100 ml de sangue - podendo variar um pouco dependendo do método de determinação utilizado. Quando a glicemia ultrapassa 180 mg/100 ml, aparece glicose na urina (glicosúria). Quando a glicemia atinge valores excessivamente altos pode provocar perda de consciência e morte. A doença resultante da alteração na regulação da glicemia é conhecida por diabetes mellitus ou simplesmente diabetes.
Os diabéticos que não produzem insulina necessitam tomar insulina em injeções. Em contrapartida, a maioria dos diabéticos que ainda produzem alguma insulina podem ser tratados com dieta ou dieta mais antidiabéticos orais, os quais aumentam a eficiência da insulina.
Sabe-se que mais de 80% dos diabéticos não necessitam injeções de insulina e também que a maioria dessas pessoas é obesa. Pessoas obesas, diabéticas ou não, necessitam produzir muito mais insulina diária do que aquelas nas mesmas condições e idade, porém magras. Pela redução do peso as necessidades de insulina são reduzidas. Portanto, a base fundamental no tratamento dos diabéticos obesos é a dieta de emagrecimento.
A insulina só pode ser administrada por injeção, porque ela é destruída no estômago se administrada oralmente. Embora a insulina administrada subcutaneamente seja tão boa quanto a insulina produzida pelo pâncreas, ela é mais difícil de ser regulada. O pâncreas normal sente o aumento da glicose no sangue depois de uma refeição e, imediatamente, ajusta o suprimento de insulina. A insulina injetada, porém, é absorvida pelo sangue independente das quantidades de glicose presentes.
Os diferentes tipos de preparados de insulina são distinguidos pela velocidade com que a insulina injetada é absorvida do tecido subcutâneo pela corrente sanguínea (início da ação) e pelo tempo que o organismo leva para absorver toda a insulina injetada (duração da ação).
Também chamada insulina regular, simples ou cristalina. Este tipo é uma solução clara de insulina de aspecto límpido e transparente, que tem um início de ação rápido e uma duração curta. Insulinas de ação rápida, atingem a corrente sanguínea e começam a baixar o nível de glicose no sangue em, aproximadamente, 1/2 hora depois de sua administração. Mas, como os nutrientes dos alimentos são absorvidos muito mais rapidamente do intestino pela corrente sanguínea, a insulina pode ser injetada 1/2 hora antes da refeição.
Esta insulina é obtida pela adição de uma substância que retarda a absorção da insulina. A combinação de insulina e de uma substância retardadora, geralmente, resulta na formação de cristais que dão ao líquido uma aparência turva. Os cristais de insulina devem ser agitados (misturados) suave e uniformemente no líquido antes de cada injeção. Nas insulinas de ação intermediária, as primeiras moléculas de insulina levam aproximadamente 1 hora e meia para alcançarem a corrente sanguínea. A maior quantidade de moléculas atinge a corrente sanguínea entre a 4ª e a 12ª hora depois da administração e, aproximadamente, depois de 24 horas a dose é totalmente absorvida.
Também estão disponíveis preparados pré-misturados de insulina de ação rápida e insulina de ação intermediária.
Os diabéticos têm motivos especiais para cuidar dos pés. Níveis elevados de glicose no sangue por um longo tempo podem levar à perda de sensibilidade e dificuladades na circulação do sangue nos pés do diabético. Com isso, você pode não sentir queimaduras, cortes e machucados, facilitando o aparecimento de infecções, por sua vez, interferem no bom controle do Diabetes. O cuidado diário e meticuloso dos seus pés e a escolha de um calçado podem ajudar a previnir esses problemas.
Procure calos, rachaduras, bolhas e mudanças na cor da pele;
Use um espelho ou peça a ajuda de outra pessoa se tiver dificuldades
para ver seus pés; Examine cuidadosamente entre os dedos.
Lave os pés diariamente com água morna e sabão neutro;
Não deixe seus pés de molho e não use bolsas de água quente;
Secar bem os pés, principalmente entre os dedos e ao redor das unhas;
Passe creme hidratante nas pernas e nos pés, mas nunca entre os dedos;
Não use talco, spray ou esparadrapo nos pés;
Não corte os calos e não use produtos para retirá-los;
Como cuidar de suas unhas
Corte as unhas em linha reta e nunca deixe-as muito curtas;
Não retire as cutículas e os cantos das unhas;
Não use canivete, gilete ou faca para cortar as unhas;
Não ande descalço, nem mesmo dentro de casa;
Informe à pessoa que cuida de seus seus pés para seguir esses cuidados;
Use calçados e meias confortáveis
Use calçados fechados e macios;
Não use calçados apertados, abertos, de bico fino e de salto alto;
Antes de calçar meias e sapatos, verifique se não há nada dentro deles que possa machucar sues pés,
omo pregos, pedras ou furos;
Não ande descalço, nem mesmo dentro de casa;
Quando indicado, use palmilhas diariamente, durante todo o tempo;
Ao fazer exercícios, use calçados adequados e a palmilha;
Use meias de algodão sem costuras e sem elásticos, trocando-as diariamente.
Quando houver qualquer alteração nos seus pés, procure o médico ou a enfermeira do local em que você faz o acompanhamento do Diabetes. Peça ao profissional para examinar seus pés durante a consulta. Cuide bem dos seus pés. Um passeio diário estimulará a circulação sanguínea e o fará sentir-se muito melhor. Lembre-se de caminhar e fazer exercícios diariamente, para que este hábito possa contribuir para evitar as complicações tardias do Diabetes.
Em um indivíduo não diabético, a glicose e a insulina, automaticamente, trabalham juntos. Assim, o paciente diabético tipo 1 de aprender, com a experiência, como combinar as quantidades de alimentos que ingere com a quantidade de insulina que administra. A melhor maneira de fazer esta combinação é medindo o nível de glicose no sangue em diferentes horas do dia, com orientação do médico.
Os alimentos podem, a grosso modo, ser divididos em duas categorias: os que contém açúcares "rápidos" (carboidratos de absorção rápida) e os que contém açúcares "lentos" (carboidratos de absorção lenta). Os alimentos com açúcares rápidos contém açúcar refinado e incluem geléias, doces, balas, frutas, sucos de frutas e leite. Estes açúcares rápidos produzem altos níveis de glicose no sangue (dependendo da quantidade consumida), porque o açúcar chega à corrente sanguínea em um curto período de tempo. Portanto, é melhor combiná-los com açúcares lentos. Estes são encontrados em alimentos como as batatas, vegetais e arroz. Os açúcares lentos são mais seguros para o diabético porque eles chegam à corrente sanguínea mais lentamente e dão ao corpo a chance de absorvê-los antes que eles se acumulemno sangue. As fibras dos alimentos retardam a absorção de açúcares.
Você pode também, reservar o consumo de açúcares rápidos para os períodos onde o seu controle mostrar que o seu nível de glicose no sangue está muito baixo. Se o seu nívelde glicose no sangue estiver muito baixo, você sentirá os efeitos e deverá consumir açúcares rápidos para corrigir este estado.
Coma de 4 a 6 pequenas refeições e lanches por dia
Mantenha horários rígidos para as refeições, "não pule refeições"
Não coma além da conta; coma apenas as quantidades recomendadas pelo seu médico, nutricionista e/ou educador em diabetes
Coma pães de fibras ou de grãos inteiros - evite o pão branco
Coma verduras e legumes diariamente
Evite as gorduras, açúcares e o álcool
Os exercícios aumentam a sensibilidade do corpo à insulina e, portanto, tendem a diminuir o nível de glicose no sangue. Para o diabético, qualquer tipo de atividade física (trabalho em casa, caminhar, correr) deve ser considerado como exercício. Exercícios regulares e programados são melhores porque impactos súbitos, de exercícios mais mais intensos, podem trazer problemas para o controle da glicose no sangue.
Se você pratica esportes, pode continuar a fazê-los com toda a segurança, desde que o seu diabetes esteja razoavelmente bem controlado e que você tome as precauções necessárias para evitar níveis extremamente baixos de glicose no sangue. Durante os exercícios que não taçam parte de sua rotina diária, especialmente exercícios pesados, vocêprovavelmente necessitará de um lanche prévio ou diminuir a dose de insulina injetada, sempre com a orienteação do seu médico.
A insulina só pode ser administrada por injeção porque ela é destruída no estômago se administrada oralmente. Embora a insulina administrada subcutaneamente seja tão boa quanto a insulina produzida pelo pâncreas, ela é mais difícil de ser regulada. O pâncreas normal sente o aumento da glicose no sangue depois de uma refeição e, imediatamente, ajusta o suprimento de insulina. A insulina injetada, porém. é absorvida pelo sangue independente das quantidades de glicose presentes. Os diabéticos devem aprender como ajustar refeições e administrações de insulina, para evitar extremos de muita glicose no sangue (hiperglicemia) e muito pouca glicose no sangue (hipoglicemia).
As mulheres com diabetes podem ter uma gestação normal e dar a luz à crianças sadias desde que tomem certas precauções. Quanto mais o metabolismo da mãe diabética desviar-se do normal durante a gestação, maior será o risco para o desenvolvimento do bebê. Isto porque o bebê e a mãe dividem o mesmo suprimento de sangue e os níveis de glicose de um, serão idênticos aos níveis de glicose do outro. enquanto um adulto pode tolerar níveis periodicamente altos de açucar no sangue, estes níveis podem representar uma séria ameaça ao desenvolvimento normal do bebê.
Um bom controle, portanto, é essencial mesmo antes da concepção. Recomenda-se planejar a gravidez. As primeiras 7-8 semanas depois da concepção são particularmente importantes, porque neste período vários orgãos essenciais do bebê estão se formando. A paciente diabética, tratada com insulina, deve esperar uma mudança na sua necessidade de insulina durante a gravidez, Possilvelmente, uma necessidade um pouco menor de insulina no começo da gravidez e uma necessidade maior com o decorrer do tempo. Depois do nascimento, esta quantidade de insulina voltará aos níveis usuais.
As mulheres com diabetes podem amamentar, desde que tomem precauções contra a hipoglicemia, reduzindo a dose de insulina ou ingerindo mais alimentos, especialmente carboidratos. A gravidez também aumenta a necessidade de outras substâncias como cálcio, ferro e vitaminas.
Os alimentos diet ou light são encontrados em grande quantidade e variedade nos supermercados. Embora muito utilizados, poucas pessoas sabem a diferença entre eles.
O termo diet pode ser utilizado somente para alimentos dietéticos que são: alimentos para dietas especiais, com restrição de açúcares, de sódio, de gorduras, de colesterol, de aminoácidos e de proteínas; alimentos para dietas de controle de peso e alimento para dietas enterais.
Por exemplo, os produtos que não contém açúcar são indicados para os diabéticos; os sem sal para hipertensos; os sem gordura para quem luta contra o colesterol.
O termo light pode ser utilizado apenas quando foram cumpridos os atributos reduzido ou baixo ( redução mínima de 25% das calorias ou de qualquer outro componente ). É destinado para o consumidor que quer emagrecer ou manter peso. Possuem pouca ou nenhuma gordura com menos açúcar, menos calorias que os convencionais, desde que este menos não vá além de 25%
Assim muitos alimentos podem ser light, até mesmo um sorvete, caso seja feito com pouca gordura e pouco carboidrato. ATENÇÃO! Um alimento diet não é necessariamente light, pois é possível restringir o açúcar e compensar em gorduras, como acontece na maioria dos chocolates diet. Ou seja, um alimento diet não é necessariamente baixo em calorias e sim restrito em algum nutriente.
Adquira o hábito saudável de ler os rótulos das embalagens. Assim, você terá a certeza de que o produto que está levando para casa atende às suas necessidades específicas e individuais.
Fonte: www.melitus.hpg.ig.com.br