O início de um novo ano reforça aquela vontade de mudar algo, principalmente na casa.
Provavelmente você já deve estar com várias idéias na cabeça porém, nem sempre é fácil externá-las, explicar para um profissional ou até mesmo, criar uma sequência lógica para você.
Uma tática legal, para driblar tal dificuldade, consiste em juntar, ordenadamente, numa pasta ou caderninho, fotos e informações aproximadas do que você curte, deseja ou achou interessante para o ambiente do qual você deseja modificar.
Para uma melhor organização, tendo em vista o estilo desejado, ordene os recortes por temas, como por exemplo:
Estilo;
Design e forma;
Mobiliário;
Sensações ( cores, aromas, texturas );
Detalhes;
Emoções ( Para inspirá-los anote, ou cole, trechos de músicas, poesias e fotos que revelem as emoções que você está buscando em cada ambiente )
Paisagismo.
Você pode criar seus próprios temas ou ordenar a pesquisa em disquetes.
Este é um trabalho de pesquisa bem agradável e que permitirá que você junte informações, soluções e inspirações que poderão ser aplicadas no seu lar.
Basta uma passadinha nas bancas para percebemos a grande quantidades de revistas que falam sobre decoração e concordar que o tema está em alta.
Tendências, ideias para a casa, informação sobre lançamentos de produtos e dicas para formatar o sonho da casa decorada, são assuntos de grande interesse para o público que busca nas revistas informações de como decorar determinados ambientes.
As capas das revistas dão sinal do público alvo que cada publicação visa atingir, assim como a qualidade das folhas e o estilo da publicidade e dos anunciantes das mesmas.
As chamadas de capa podem refletir um pouco das tendências de comportamento. Se a violência está assustando e as pessoas preferem ficar mais tempo em casa, veremos mais chamadas de como decorar os ambientes de lazer da casa. Se os espaços das moradias estão cada vez mais reduzidos revelando a tendência do mercado imobiliário, veremos mais chamadas mostrando como decorar espaços reduzidos. Se a moda é cozinhar para os amigos e tirar onda de gourmet, então veremos mais chamadas mostrando como decorar cozinhas integradas aos demais ambientes.
Existem também as chamadas sazonais que vão no ritmo das estações do ano : se é verão as capas anunciam dicas de projetos de piscina, móveis resistentes ao ar livre, etc.
Mas como filtrar as informações e extrair boas dicas das revistas de decoração ? Confira abaixo algumas dicas:
IMPARCIALIDADE
O que pode parecer uma simples matéria sobre a bela decoração de uma casa ou apartamento, pode na verdade estar embutida a intenção de divulgação do trabalho de um determinado profissional. Sendo assim é importante desenvolver sua própria opinião e analisar se determinado ambiente reflete bom senso em suas escolhas e realmente merece destaque;
PROPORÇÃO
Geralmente quando vemos nas revistas a decoração de uma residência é dada a medida total da residência; nem sempre é revelado o tamanho de cada cômodo. Se você gostou de determinado ambiente ou móveis e deseja possuir um igual, lembre-se que é necessário avaliar se determinado móvel ou ambientação é proporcional com o espaço disponível de sua casa. Tal cuidado evita projetar um ambiente que fique carregado de móveis e com a circulação comprometida ou ambientes grandes com buracos e espaços vazios;
MATERIAIS
Verifique se os materiais apresentados na matéria são compatíveis ( resistência, durabilidade, circulação, clima , etc.) com o ambiente do qual você deseja aplicar.
DETALHES
É sempre útil estar atento nos detalhes dos móveis apresentados numa revista pois eles podem ser adaptados num móvel do qual você esteja projetando e conferindo assim um charme a mais.
ESTILO
Cada arquiteto ou decorador possui o seu estilo e molda-o conforme as exigências e necessidades do cliente ;sendo assim ao ver uma decoração tenha sempre em mente que o ambiente foi planejado conforme o gosto de certa pessoa que pode não ser semelhante ao seu ou não combinar com o seu ritmo de vida. É importante traduzir estilos e tendências para seu gosto pessoal, para que os ambientes transmitam bem-estar e não fiquem rapidamente enjoativos.
Distribuir os móveis de maneira harmônica em um ambiente é um dos grandes desafios da decoração. Quem dita as regras, em geral, é o formato da sala e a posição das portas e janelas. Um bom exercício é planejar no VDMax em planta baixa / ortogonal os móveis necessários e desejados. Nesse jogo, preste atenção se os móveis não dificultam a abertura de portas, se os sofás estão diante de vistas agradáveis, se os lugares para sentar favorecem o convívio e se há espaço adequado para a circulação.
1- Em salas quadradas nem sempre cabem 2 ambientes - às vezes é preferível ter um único, amplo e confortável.
2- Em espaços retangulares, pode-se conciliar salas de estar e jantar. Se houver outro cômodo para refeições, é possível montar dois ambientes de estar.
3- A planta em L, a mais fácil de lidar, acomoda facilmente dois ou três ambientes. Use sua criatividade para distribuílos de forma harmônica.
4- Quanto mais irregular o espaço, mais complexo o layout. Aproveite os cantos chanfrados mas evite peças que evidenciem as quebras
Indicados para pisos e paredes, dão uma aparência clássica ao espaço. Entre os dois, o granito é o mais duro, resistente ao contato com substâncias ácidas, por isso recomendado para cozinhas. Já o mármore, devido a sua porosidade, deve ser usado em áreas menos suscetíveis a produtos corrosivos.
São materiais caros para grandes extensões, mas dão um charme especial quando aparecem em halls de entrada ou lavabos. Apresentam em várias versões e ficam interessantes quando combinados entre si. Cuidado com os nomes das pedras, pois as marmorarias costumam ter sua própria classificação.
As plantas mais adequadas para ambientes internos são as que não necessitam de muita luminosidade. As mais indicadas são: chamaedora, philodendron, lírio da paz, bromélias, cactus, árvore da felicidade, pacová, palmeiras, palmeiras ráfis, sansiveria, ficus, spatiphilum e pinanga.
As plantas devem ser regadas pelo menos duas vezes por semana, dependendo do vaso escolhido. Se o vaso for pequeno, vai exigir rega mais freqüente. Se é feito em cerâmica vitrificada ou esmaltada, em plástico ou em outro material impermeável, vai pedir menos rega do que se é de barro cozido ou xaxim, já que estes facilitam a evaporação da água.
por cima, derramando água na superfície do solo; ou por baixo, mergulhando o vaso num recipiente com água. Quando optar pelo rega por cima só pare quando a água começar a escorrer pelo furo de drenagem. As violetas, por exemplo, devem ser regadas poucas vezes e a água deve ser colocada no pratinho, o qual o vaso fica sobreposto.
Eliminar as folhas secas, adubar a terra todo mês e aplicar produtos para eliminar doenças e pragas sempre que necessário. Para garantir folhas vistosas em algumas plantas deve se borrifar água, pelo menos, uma vez por semana.
É possível adquirir diferentes espécies a um custo realmente baixo em vários mercados.
Nos dias atuais a organização de nossa casa não se trata apenas de beleza, mas sim de praticidade, e para isso precisamos de espaço. Portanto, a melhor solução é trabalharmos com móveis projetados e personalizados, os quais poderão aproveitar cada espaço existente, criando um ambiente agradável, harmonioso e que atenda as necessidades de toda a família.
A composição adequada de materiais diversifica seus móveis, fazendo assim a personalização de sua casa, de acordo com suas necessidades.
O uso da madeira (evite aglomerado), fazendo a composição do claro/escuro (exemplo: wengué e pau-marfim, dentre outras) o que proporciona maior liberdade no uso das cores dos tecidos (sofás, cortinas, tapetes, almofadas, etc) e objetos de decoração.
Um bom trabalho sempre começa na planta arquitetônica. As diretrizes para uma iluminação adequada serão obtidas através da definição do layout de cada ambiente e dos efeitos que se deseja obter. Anote os detalhes e objetos que deseja realçar com luz, e lembre-se de que as cores e os materiais são influenciados pela iluminação. O mesmo tipo de luz, cria efeitos diferenciados em superfícies diversas.
Nas salas de estar, as possibilidades são variadas. Não haverá erros se uma regra bastante simples for seguida:
mesclar luz indireta e difusa, o que será facilmente alcançado com a utilização de arandelas, abajures, luminárias de pé ou spots direcionados para obras de arte. Além disso, nenhuma luz deve incidir diretamente nos olhos, nem refletir na tela da televisão. É sempre bom ter uma iluminação geral no teto e os abajures colocados ao lado do sofá proporcionam uma luz suave que permitem uma boa leitura. Nas salas de jantar, o ideal é combinar luzes periféricas, que clareiam todo o espaço, com um foco dirigido para a mesa.
Desde a pré-história as cores têm um caráter simbólico e mágico. As paredes das cavernas eram ornamentadas com desenhos e figu-ras de animais.
As pinturas eram dominadas pelos tons fortes de vermelho (sangue - sentido vital), ocre e outras cores terrosas.
Estudos revelaram que o homem do paleolítico n~o utilizava a cor apenas para valorizar seus desenhos e objetos, mas para dar efeito de luz e sombra à volumetria natural das cavernas.
Cores mais utilizadas no decorrer do século
1900 - cores escuras - virada do século - 1910 - cores claras 1930 - tons coloridos (muito vermelho) aparece a cor cáqui (uniformes de guerra) 1940 - cores claras - surge o branco e o preto 1950 - cores vivas - vermelho/azul marinho 1960 - mostarda e os vários tons do amarelo 1970 - mostarda, cores vivas 1990 - preto, magenta, vermelho 1990 - tons crus, naturais
Círculo das Cores
O Circulo das Cores, conhecido por Disco de Newton é constituí-do pelas cores Primárias, Secundárias e Intermediárias ou Terceárias.
Primários
Das quais podemos obter todas as outras cores (azul, vermelho, amarelo).
Secundários
Obtidas pela mistura de duas cores primárias (verde, laranja, violeta).
Terciárias
Mistura intercalada com as cores primárias e secundárias (amare-lo-alaranjado, vermelho-alaranjado, vermelho-violeta, azul-violeta, azul-turquesa, amarelo-verde).
As doze cores foram distribuídas em órbita. Do amarelo-verde ao violeta situam-se as cores frias. Do amarelo ao vermelho-violeta, as quentes.
Sempre, diametralmente, oposta a uma cor primária, encontra-se uma cor secundária. Estas duas cores, misturadas em partes iguais, formam o Cinza Neutro.
Cores complementares - encontram-se diametralmente opostas no Círculo das Cores.
Uma rápida batida de olhos nos panfletos das grandes lojas de departamentos e vem a constatação: as tevês de plasma começam a invadir o mercado, apesar dos preços ainda nada convidativos - alguns modelos ultrapassam os 50 mil reais. E, além de seus avanços tecnológicos, ganham status de objetos de decoração. Somente na Jundiaí Decor, evento que ocorre até o próximo dia 23 de outubro, são nove destes aparelhos espalhados pela mansão, onde arquitetos e decoradores usam e abusam da imaginação.
A tevê de plasma está nos mais distintos cômodos, dos quartos à piscina. Ganha destaque especial na sala da lareira, onde a arquiteta Ana Paula Padovani dividiu os 60 metros quadrados em dois ambientes. Na divisória, há uma tevê de plasma giratória. "Este é um lugar da casa apropriado para recepções e até pequenas festas. Por isto, é fundamental que o aparelho possa ser visto de qualquer um dos dois ambientes", explica.
No quarto do casal, a tevê de plasma está acoplada a um sistema de informática e câmeras de circuito fechado. Ou seja, é possível, via Internet, ver o que acontece em vários outros cômodos da casa. Mas, nem todos os arquitetos e decoradores se renderam à modernidade no evento. Daniela Dodi preferiu instalar um largo aparelho convencional, de 29 polegadas, na sala íntima do casal. Em sua opinião, a invasão high tech quebraria a tranqüilidade do ambiente. "Este não é um lugar para tecnologia, telefones ou laptops, e sim para o casal ter uma boa conversa", projeta.
Fazer da casa um bom cenário para cenas de romance requer um pouco de dedicação e o máximo de desapego a elementos decorativos brochantes. Imagine você se é possível pensar em rolar em tapetes de sisal ou incorporar divas cinematográficas em cenas de beijos ainda mais cinematográficos com três fileiras de lâmpadas fluorescentes sobre a sua cabeça.
Não mesmo. Assim como não é viável fazer a cena da banheira de espuma em um banheiro com roupas aglomeradas sobre o bidê. Cama desarrumada então... sem condições. Qual é a graça de se jogar sobre lençóis amassados e travesseiros ainda com o formato da noite anterior? Nenhuma.
Livrar-se de elementos inimigos dos bons momentos em dupla, portanto, é o primeiro passo para o sucesso de uma noite festiva entre quatro paredes. Comece pelo quarto, ambiente propício para as cenas mais esperadas da noite. Mude os lençóis (não importa que você trocou os atuais há apenas dois dias).
No lugar do jogo em uso, entra em ação um outro, recém-saído da gaveta. Se tiver sido desamassado com água de passar com essência de baunilha, ainda melhor... O passo seguinte diz respeito à iluminação. Em dias de festa, a luz é fundamental, é sempre bom lembrar. Verifique se as lâmpadas dos abajures estão ok. Se uma vez acesas produzem uma luz convidativa. E também se é preciso “importar” uma luminária da sala para obter o efeito desejado.
E por falar em sala, é por lá que as pessoas costumam entrar. O que significa que mimos especiais são mais do que bem vindos. Acenda um incenso perto da porta ou borrife alguma essência de sua preferência no ar. Regule a intensidade da luz a seu bel prazer.
Se estiver claro de mais, troque as luzes por montes de velas (é clichê sim, mas sempre funciona). As chamadas luminárias de vela (aquelas bolas ocas, abertas na parte superior e que acomodam velinhas menores) são boas opções: elas iluminam bem e ainda evitam respingos fora do script no chão da sua sala enquanto as cenas já estiverem rolando. E por fim, as inevitáveis flores – um maço que seja, bem posicionado numa mesinha lateral ou na mesa do jantar, é sempre um bom efeito especial.
Se o cardápio da noite incluir comidinhas, opte por pratos que não exijam performances exageradas na cozinha. Dia dos namorados não é dia de bancar a Amélia. Encomende pratos prontos com antecedência, bole iguarias boas de beliscar (como tortas frias fatiadas em pedaços pequenos ou sanduíches miniaturas preparados com ingredientes luxuosos: queijo cremoso, presunto de Parma, salmão defumado...). Seja qual for a alternativa escolhida, porém, é de bom tom que a mesa já esteja arrumadinha, pronta para acomodar os quitutes, a bebida que você e seu par mais curtem, um docinho para a sobremesa, servida beeem tarde.
No mais, é curtir a festa e torcer para a outra parte querer voltar, sempre.
1. Qual a vida útil de um trabalho em gesso?
Hoje, existem trabalhos com mais de 200 anos em perfeito estado. Seguindo as normas corretas de colocação, você terá o gesso por muito tempo.
2. Porque forro de gesso racha?
Devido a má colocação(amarração errada, falta de chumbo e dilatação). Forros com mais de 10m², é necessário usar algum tipo de dilatação prolongando assim sua vida.
3. O gesso deve ser pintado? Qual a hora de fazer a pintura?
Após a secagem total do gesso, inicia-se o processo de aplicação de massa corrida, para depois pintar com tinta fosca.
4. O que mais encarece um serviço de gesso?
Geralmente, são molduras com curva e vitrais irregulares, embora o ideal seja fazer tudo a seu gosto, pois esse trabalho não costuma ser refeito tão cedo.
5. Pode-se executar o serviço de gesso com o piso já colocado?
Sim. O piso será coberto da maneira mais adequada antes do início do serviço, embora o ideal seria fazê-lo antes da colocação do piso, da pintura e da ocupação do imóvel.
6. Posso pintar só o gesso ou tenho que pintar também tetos e paredes?
O mais correto é uma pintura geral, pois, no acabamento do gesso, acaba sujando um pouco as paredes e teto.
7. Quais situações podem danificar o gesso?
Paredes e tetos com grandes trincas e umidade em excesso são os maiores
8. Qual o cronograma de execução para um apartamento nunca habitado?
O tipo de piso é o fator que vai definir isso, porém remoção de paredes, gesso e aplicação de massa corrida devem ser os primeiros.
9. Com o tempo, posso mudar a cor ou modelo de uma textura?
Sim! Para mudar de cor, primeiramente, aplica-se o branco. Para mudar o modelo, deve-se regularizar a área antes.
10. Como posso ter certeza sobre a cor que escolhi para as paredes?
Tintas feitas no sistema tintométrico(máquinas) poderão apresentar até 20% de diferença do catálogo para a parede. Sendo assim, o ideal é fazer um teste na parede antes.
11. Quais são as lâmpadas mais indicadas para uma sanca de gesso?
Para a parte superior, lâmpadas fluorescentes, pois são frias, iluminam bem e são econômicas. Na parte inferior, os spots são bem mais flexíveis, podendo usar desde lâmpadas de cróica até lâmpadas de tipo PL.
Uma das grandes vantagens dos papéis de parede é a ampla variedade de efeitos que permitem. São utilizados para revestir paredes internas e possibilitam a criação de ambientes variados. Podem ser utilizados nas parede toda, do piso ao teto, ou só em meia parede, o que pede uma faixa de acabamento. Se você pesquisar, vai encontrar os mais variados modelos e tipos.
Geralmente, os papéis de parede são fixados com colas específicas, que duram 24 horas para secar ( em papéis comuns ) e são vendidas em pacotes sob a forma de pó, que deve ser diluído com a água. Alguns importados, no entanto, são auto-adesivos. Outros, basta molhar para serem fixados na parede. O ideal é que as paredes estejam limpas e lisas, para que não apareçam imperfeições após a colocação.
A manutenção é relativamente simples: para limpar o papel de parede comum, basta utilizar o espanador ou aspirador de pó.
Conforme o material e o ambiente, a aplicação do papel muda. Ambientes com rodapé, ou com paredes curvas, por exemplo, tornam mais difícil a colocação. Muitas lojas que vendem esses produtos indicam profissionais especializados para executar a tarefa.
Em locais mais simples que serão colocados materiais simples – como o papel de parede comum, por exemplo – a colocação pode ser feita por você mesmo. A dica é colocar separadamente os materiais diferentes ( papel comum e o vinílico, por exemplo ). Se estiver utilizando o mesmo material, podem ser até sobrepostos. O único cuidado a tomar é com a cor e estampas, que podem ficar visíveis, mesmo quando cobertas com outro papel.
Veja abaixo os tipos mais comuns:
Papel comum
São os mais conhecidos e muito utilizados para criar efeitos especiais de decoração.
Vinil
Os de vinil são muito utilizados em quartos de crianças, porque são laváveis. Outros ambientes que requerem limpeza constante ou acumulam mais sujeira são muito indicados. Sua colocação é normalmente mais difícil que os papéis comuns, mas normalmente, a cola seca mais rápido.
Texturizados
Os papéis texturizados são muito indicados para paredes irregulares ou com rachaduras, porque ajudam a disfarçar as imperfeições. Mesmo assim, não dispensam uma preparação adequada da parede: ela deve estar mais limpa e lisa o possível para receber o papel.
Os papéis de parede são encontrados em diversas cores e estampas. Conforme o fabricante e modelo, as dimensões de faixas, por exemplo, mudam e podem variar muito. Encontram-se faixas com altura desde 0,08m até 0,23m, por exemplo.
A dica é sempre comprar uma quantidade um pouco maior do que a necessária ( um rolo a mais, por exemplo )
Assim, se na hora de colocar, acontecer um acidente, você vai ter material sobressalente. Outra utilização é a eventual reposição no futuro de pequenas áreas danificadas. Não é a melhor solução, mas melhora bastante, no caso de áreas danificadas.
Confira sempre o número de lote, porque as cores podem variar, mesmo quando se trata do mesmo padrão. Lembre-se, ainda, que se utilizadas com exagero, algumas estampas e cores podem carregar o ambiente, tornando-o desagradável.