Também conhecida como "crupe", a difteria é uma doença bacteriana que acomete as amídalas, faringe, laringe, nariz, pele ou mucosas.
É considerada grave e transmissível, podendo ser evitada com a utilização correta do esquema vacinal (vacinas tetravalente, DPT ou dT).
A difteria é causada pela toxina diftérica produzida pela bactéria Corynebacterium diphtheriae.
O doente pode apresentar um estado febril, seguido de dores de cabeça, mal estar, apatia, dor de garganta, falta de apetite.
A presença de placas branco-acinzentadas nas amídalas provoca inchaço no pescoço e em casos mais graves, pode ocorrer asfixia.
Pelo contato direto do doente, ou portadores, com pessoa suscetível.
O contágio ocorre por meio da saliva ou outras secreções eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. Raramente ocorre transmissão por objetos recentemente contaminados pela secreção.
É fundamental que o doente seja tratado, o mais rapidamente possível, com soro antidiftérico (SAD).
O uso de antibiótico deve ser considerado uma medida auxiliar da terapia específica.
Repouso, dieta leve, nebulização ou vaporização e expelir as secreções com freqüência também são medidas necessárias.
A vacina tetravalente, tríplice ou dupla bacteriana é a forma mais eficaz de prevenção da doença, de acordo com o esquema preconizado pela SVS/MS.
Hospitais de referência: todo caso suspeito de difteria deve, necessariamente, receber tratamento em ambiente hospitalar. A referência depende da organização desta rede em cada unidade federada.
Os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN) das unidades federadas são a referência para o diagnóstico etiológico (cultura e provas de toxicidade)
Fonte: portal.saude.gov.br
Difteria (ou crupe) é um problema respiratório provocado pela repentina contração ou inflamação da traquéia ou da laringe.
Ocorre na infância, em geral, depois de resfriados e gripes.
Os sintomas da difteria podem ser causados pela inflamação da epiglote, válvula situada na parte superior da laringe, que fecha a glote no momento da deglutição.
Nesse caso, a doença é muito séria, pois pode provocar a súbita obstrução das vias aéreas.
Crianças com a epiglote inflamada ficam muito abatidas, com os lábios ligeiramente azulados, têm febre alta e, às vezes, dificuldade para deitar-se ou engolir saliva.
Os sintomas da difteria se agravam à noite. Em geral, a criança acorda durante a madrugada. Sua respiração, nesse momento, é estranha: a inspiração é marcada por um chiado estridente e a expiração, por tosse áspera.
Respiração e tosse típicas dessa doença indicam tratar-se de situação que exige cuidados médicos.
Procure manter a criança calma
A irritação da garganta pode ser aliviada com vapor bem quente. Se isso não proporcionar alívio significativo em aproximadamente meia hora, abra a janela e faça a criança respirar ar fresco
Mantenha o tratamento com inalação de vapor ou ar fresco por diversos dias, reforçando sua atenção sempre que os sintomas reaparecerem.
Fonte: www.drauziovarella.com.br