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Difteria

Também conhecida como "crupe", a difteria é uma doença bacteriana que acomete as amídalas, faringe, laringe, nariz, pele ou mucosas.

É considerada grave e transmissível, podendo ser evitada com a utilização correta do esquema vacinal (vacinas tetravalente, DPT ou dT).

Qual o agente envolvido?

A difteria é causada pela toxina diftérica produzida pela bactéria Corynebacterium diphtheriae.

Quais os sintomas?

O doente pode apresentar um estado febril, seguido de dores de cabeça, mal estar, apatia, dor de garganta, falta de apetite.

A presença de placas branco-acinzentadas nas amídalas provoca inchaço no pescoço e em casos mais graves, pode ocorrer asfixia.

Como se transmite?

Pelo contato direto do doente, ou portadores, com pessoa suscetível.

O contágio ocorre por meio da saliva ou outras secreções eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. Raramente ocorre transmissão por objetos recentemente contaminados pela secreção.

Como tratar?

É fundamental que o doente seja tratado, o mais rapidamente possível, com soro antidiftérico (SAD).

O uso de antibiótico deve ser considerado uma medida auxiliar da terapia específica.

Repouso, dieta leve, nebulização ou vaporização e expelir as secreções com freqüência também são medidas necessárias.

Como se prevenir?

A vacina tetravalente, tríplice ou dupla bacteriana é a forma mais eficaz de prevenção da doença, de acordo com o esquema preconizado pela SVS/MS.

Hospitais de referência: todo caso suspeito de difteria deve, necessariamente, receber tratamento em ambiente hospitalar. A referência depende da organização desta rede em cada unidade federada.

Laboratórios de referência

Os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN) das unidades federadas são a referência para o diagnóstico etiológico (cultura e provas de toxicidade)

Fonte: portal.saude.gov.br

Difteria

Difteria (ou crupe) é um problema respiratório provocado pela repentina contração ou inflamação da traquéia ou da laringe.

Ocorre na infância, em geral, depois de resfriados e gripes.

Os sintomas da difteria podem ser causados pela inflamação da epiglote, válvula situada na parte superior da laringe, que fecha a glote no momento da deglutição.

Nesse caso, a doença é muito séria, pois pode provocar a súbita obstrução das vias aéreas.

Crianças com a epiglote inflamada ficam muito abatidas, com os lábios ligeiramente azulados, têm febre alta e, às vezes, dificuldade para deitar-se ou engolir saliva.

Sintomas

Os sintomas da difteria se agravam à noite. Em geral, a criança acorda durante a madrugada. Sua respiração, nesse momento, é estranha: a inspiração é marcada por um chiado estridente e a expiração, por tosse áspera.

Respiração e tosse típicas dessa doença indicam tratar-se de situação que exige cuidados médicos.

Recomendações

Procure manter a criança calma

A irritação da garganta pode ser aliviada com vapor bem quente. Se isso não proporcionar alívio significativo em aproximadamente meia hora, abra a janela e faça a criança respirar ar fresco

Mantenha o tratamento com inalação de vapor ou ar fresco por diversos dias, reforçando sua atenção sempre que os sintomas reaparecerem.

Fonte: www.drauziovarella.com.br

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