O Clima na Dinamarca é determinado pela posição do país na ponta do continente europeu, próxima de grandes regiões marinhas predominantemente a oeste. Essa posição resulta em verões, frios com temperaturas entorno de 16ºC, e invernos não tão frios, com temperaturas entorno de 0ºC. Logo, a Dinamarca se encontra em uma zona climática temperada.

Distribuição da precipitação anual.
Há uma grande presença de ventos, fortes durante o inverno e mais fracos durante o verão. Há precipitações durante o ano sendo as maiores quedas de chuva durante os meses de setembro, outubro e novembro e as menores em fevereiro e abril.
Dentro da região dinamarquesa, há pequenas variações de temperatura de um local para outro. Durante o inverno, as temperaturas mais baixas são encontradas em áreas mais distantes do mar. No verão, as temperaturas mais elevadas encontram-se na região sul da Zelândia e da região do Lolland-Falster. As regiões costeiras sofrem pouca variação da temperatura entre o verão e o inverno devido ao efeito equalizador do mar.
O numero de horas de luz solar denota o numero de horas em que o sol emite
luz diretamente. Esse número declinou de 1,729 para 1,670 horas por
ano; Essa queda de quase 5% deve-se parcialmente ao aumento do número
de aerossol (partículas poluentes) no ar junto com mudanças
na direção predominante do vento, ambos resultando no aumento
das nuvens. A direção predominante do vento sofre pouca mudança
de um período de 30 anos para outro.
O clima dinamarquês mostra variações de acordo com as
mudanças no sistema climático global. Vista sob um longo período
de tempo, a temperatura na Dinamarca nunca foi constante. Períodos
frios substituíram períodos quentes, e as grandes variações
no clima são indicadas por períodos glaciais ou interglaciais.
Apesar de 65% da área total da Dinamarca ser utilizada para a agricultura,
a exportação industrial dinamarquesa é quatro vezes maior
do que a exportação agrária. Apenas 3,4% da força
de trabalho dinamarquesa é empregada no setor agrário.
O comércio exterior tem um papel muito importante na economia dinamarquesa.
65% desse intercâmbio comercial é feito com a União Européia,
do qual a Alemanha é a sua parceira comercial mais importante.
Fonte: www.ambbrasilia.um.dk
A Dinamarca tem uma superfície de 43 080km2.
O curso de água mais longo, o Gudena (160km), que nalguns pontos do seu curso se assemelha a um rio, nasce na Jutlândia central e desagua no fiorde de Randers.
A capital é Copenhaga (com 1,2 milhões de habitantes), a maior cidade da Escandinávia.
A par de palácios de estilos renascença e barroco, encontram-se na Dinamarca dólmenes da Idade da Pedra, igrejinhas de aldeia, de paredes caiadas, de estilo romano, e catedrais românicas, que no seu conjunto são um testemunho vivo da história da Dinamarca.
A Dinamarca tem 5 200 000 habitantes (com exclusão da Gronelândia e das ilhas Faroé); a densidade populacional média é de 120 habitantes por km2. 70% da população vive nas áreas urbanas; a capital, Copenhaga, tem 1 milhão de habitantes. Na Jutlândia meridional reside uma minoria alemã cujos representantes recolhem, nas eleições para os órgãos locais, cerca de 5% dos votos. Dos 189 000 estrangeiros que residem na Dinamarca, 20% são originários dos países da União Europeia, principalmente do Reino Unido e da Alemanha. A comunidade asiática é a mais numerosa (45 000 residentes), seguida da comunidade turca (34 000).
A língua oficial é o dinamarquês, cuja particularidade é o som oclusivo (stød) no final da palavra. Quase toda a população Dinamarquesa pertence à igreja Evangélica Luterana.
A Dinamarca tem sido tradicionalmente considerada como um dos principais países agrícolas do mundo, o que continua a ser verdade. No entanto, nas últimas décadas, as exportações do sector industrial ultrapassaram as do sector agrícola. A indústria dinamarquesa caracteriza-se pela predominância de pequenas e médias empresas. O petróleo e o gás natural do mar do Norte estão a adquirir uma importância crescente na economia do país.
A Dinamarca é uma monarquia constitucional e uma democracia parlamentar. O poder legislativo está confiado ao soberano (a Rainha) e ao Parlamento com uma câmara única (Folketing). Os 179 membros do Folketing são eleitos, por um período de 4 anos, segundo o sistema de representação proporcional. A Rainha nomeia, depois de ouvidos os chefes dos partidos, o Primeiro-Ministro; este pode convocar novas eleições se o Governo perder a maioria no Folketing. A Rainha nomeia igualmente os ministros, cada um dos quais é individualmente responsável perante o Folketing e pode ser demitido por uma moção de censura. O Conselho de Estado (composto pela Rainha e pelos ministros) analisa todos os projectos de lei e as medidas governamentais mais importantes. A pedido de pelo menos um terço dos deputados, as leis já aprovadas pelo Folketing podem ser submetidas a referendo. Qualquer cidadão pode apelar para o provedor de justiça (Ombudsman) do Folketing contra arbitrariedades administrativas.
A Dinamarca está dividida em 14 departamentos, além da área metropolitana de Copenhaga, que inclui Frederiksberg. As Ilhas Faroé constituem, juntamente com a Gronelândia, regiões autónomas dentro de reino dinamarquês; têm Parlamento próprio e, contrariamente à metrópole, não fazem parte da União Europeia. A Gronelândia, parte integrante da Dinamarca desde 1721, dotou-se de autonomia administrativa por referendo de 1979.
A festa nacional dinamarquesa é no dia 5 de Junho.
Fonte: www.minerva.uevora.pt