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direção Elétrica

O funcionamento da direção elétrica é totalmente independente do motor. Esse sistema dispensa a bomba hidráulica, o fluido e todas as correias que fazem a bomba de óleo funcionar, comum nos carros com direção assistida hidraulicamente. Esse equipamento não retira potência do motor, o que além de melhorar a perfomace também proporciona economia de combustível. Ainda é visto como ecologicamente correto, pois não utiliza o óleo e também minimiza ruídos.

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Direção Elétrica Dual Drive

O motor elétrico substitui a tradicional bomba hidráulica acoplada ao motor do carro. O principal benefício do sistema é tornar a condução muito leve nas manobras, poupando esforço por parte do motorista. Ele pode escolher o modo de direção que mais se adéqua à situação de rodagem. Em tráfego fluido, conduz o carro no modo Normal. Em manobras ou a velocidades inferiores a 40 km/h, ele pode acionar o modo CITY, deixando a direção bem mais leve.

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Direção Eletro-Hidráulica

O sistema de direção eletro-hidráulico (EHPS Eletric Hidraulic Power Steering) é um novo e avançado projeto, que vem substituir o sistema de direção hidráulica convencional com o intuito de minimizar o consumo de energia do veículo e proporcionar uma melhor dirigibilidade ao motorista.

A revolução deste equipamento está na sua concepção: o acionamento da bomba hidráulica é realizado por meio de um motor elétrico de corrente contínua, controlado eletronicamente, montado diretamente no quadro da suspensão do veículo, ao contrário do sistema de direção hidráulica convencional, no qual o acionamento da bomba hidráulica é realizado pelo próprio motor do veículo por meio de polia e correia.

Toda a atuação do motor elétrico é controlada pelo módulo de comando denominado MC. A General Motors do Brasil veio equipar o veículo Astra, modelos a partir de 1998, com o sistema EHPS, que é uma assistência ao sistema de direção do tipo pinhão e cremalheira, equipamento original do veículo. Tanto o sistema de direção hidráulica convencional como a eletro-hidráulica que equipam o Astra, não são classificadas como progressivas.

Neste sistema o que faz com que a direção torne-se mais ou menos pesada em função da velocidade é a geometria da suspensão do veículo. Por não estar acoplado ao motor, este sistema possui uma independência funcional, o que o faz operar em vários modos distintos selecionados automaticamente pelo MC.

Quando o veículo está em movimento, em linha reta, ou seja, sem esterçamento, o sistema opera no modo stand by ou modo de repouso. O MC detecta que não há necessidade de assistência hidráulica e o motor elétrico opera a uma rotação nominal de 2333 rotações por minuto, reduzindo o consumo de energia. Ao movimentar o volante, o sistema eletrônico registra uma determinada resistência ao esterçamento e, imediatamente, envia um sinal para o motor elétrico elevando sua rotação para, aproximadamente, 3300 rotações por minuto.

O MC, neste momento, comanda o modo de assistência máxima, fazendo com que haja pressão e fluxo hidráulicos necessários para o perfeito funcionamento do sistema, oferecendo o maior auxilio ao condutor.

Em caso de falhas tais que sejam atingidos os limites de temperatura e corrente, o MC ativa o modo sobrevivência, que reduz progressivamente a assistência hidráulica disponível ao motorista, até o limite do modo stand by. Caso a temperatura atinja 130ºC ou a tensão da bateria ultrapasse 16 volts ou ainda, a corrente elétrica atinja 75 àmperes por mais de um segundo, o MC ativa o modo manual, interrompendo completamente a assistência hidráulica para proteger o sistema elétrico.

Esse modo, é também ativado progressivamente em degrau tipo rampa decrescente de aproximadamente 26 segundos, caso a tensão da bateria reduza a 9 volts ou o sinal do alternador caia excessivamente por mais de 0,1 segundos.

É importante ressaltar que a inoperância do sistema de assistência hidráulica não compromete a dirigibilidade do veículo. O condutor apenas perceberá a necessidade de aplicar maior força sobre o volante.

Principais características do sistema EHPS

Sua alta eficiência elétrica e mecânica resulta num baixo consumo de potência do motor.

Facilidade de partida do motor do veículo, pela possibilidade de manter a bomba hidráulica desligada durante esse período;

Seus vários modos de operação, como o modo repouso (stand by), possibilitam a minimização do consumo de energia;

Reduzido o tempo de remoção e instalação do componente, visto que são poucos componentes interligados e o grau de dificuldade de se realizar essa operação é mínimo, diminuindo o valor da mão de obra.

Gerência eletrônica completa, que permite utilizar estratégias de proteção contra temperaturas elevadas, sobre pressão, picos de tensão e corrente.

Cuidados e Curiosidades

A manutenção preventiva recomendada pelo fabricante é a cada 50 mil km.

O nível do fluido precisa ser verificado periodicamente e quando necessário ser completado com o fluido que atenda as especificações contidas no manual do proprietário. Se a quantidade estiver muito baixa ou logo após completar o volume voltar a baixar é preciso levar o carro até uma oficina especializada para uma análise específica, pois deve haver algum vazamento.

A maioria dos carros, normalmente são necessárias três ou quatro voltas completas do volante para fazer com que as rodas se movam da esquerda para a direita ou, como se diz no meio automotivo, de batente a batente, já nos carros com sistema hidráulico o limite é de uma volta e meia.

Nunca mantenha a direção hidráulica do seu veículo sobre o limite do giro por mais de 3 segundos. Poderia provocar um desgaste sério da bomba, afetando seu funcionamento.

A eliminação de ar do sistema hidráulico deverá ser feita movimentando o volante do veículo de batente a batente sem forçar nas extremidades.

Defeito: AR NO SISTEMA:

Possíveis Causas: Elevação do nível de fluido; Aumento de esforço em manobras; Transbordamento de óleo no reservatório. Defeito: direção PESADA:

Possíveis Causas: Pressão dos pneus fora do especificado; Veículo desalinhado; Terminais e pivôs da suspensão desgastados ou danificados; Interferência da coluna de direção; Rolamentos superiores da suspensão desgastados ou danificados; Correia do sistema frouxa; Obstrução hidráulica das mangueiras; Vazamento em algum ponto do sistema;

Ar no sistema hidráulico; Válvula rotativa direcional danificada ou com restrição.

4 rodas direcionais

Neste tipo de direção, as rodas traseiras viram no sentido inverso das rodas dianteiras a baixa velocidade (para facilitar as manobras, nomeadamente o estacionamento) e no mesmo sentido das rodas dianteiras a alta velocidade (para aumentar a estabilidade do automóvel).

O controlo das rodas traseiras é efetuado por uma centralina separada que utiliza vários sensores (nomeadamente de velocidade, posição do acelerador, ângulo de direção) de forma a otimizar o comportamento do automóvel.

Em média velocidade, as rodas traseiras não esterçam e em alta (acima de 60km/h), esterçam no mesmo sentido das dianteiras (só que em grau bem menor), o que contribui para a estabilidade da traseira em curvas e facilita mudanças de pista na estrada, sobretudo ao transportar reboque.

Alguma fábricas usam este sistema, porém com nomes diferentes, a Nissan usa o nome de HICAS, a Honda usa 4WS, a GMC usa um sistema produzido pela Delphi denominado de Quadrasteer.

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Fonte: wikipedia.com

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Animação Técnica - Sistema de Direção do Veículo

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