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Dispareunia

DISPAREUNIA (DOR NA RELAÇÃO)

Dispareunia

O que é

Relação sexual dolorosa. Dor na relação sexual. Perturbação das relações sexuais, Relação sexual difícil e dolorosa para a mulher.

A dispareunia pode ser causada pela lubrificação insuficiente nas mulheres. O que deveria ser plazeroso, se torna uma tortura para a mulher.

A dor durante a relação sexual recebe o nome científico de Dispareunia.

A dor na relação, também chamada dispareunia, traz um incômodo muito grande para mulher, chegando muitas vezes a impedir o ato sexual. A dispareunia pode ter causas orgânicas, como infecções ginecológicas, ou causas psicológicas e emocionais.

Origem

As origens dessa dor, que impede a mulher de ter uma relação sexual satisfatória, podem ser de ordem psicológica ou física.

Entre as causas físicas temos as infecções e irritações no orgão genital feminino, problemas na estrutura pélvica, ressecamento das paredes do orgão genital feminino , infecção nas vias urinárias que podem impedir uma boa relação. Em casos como esses, somente com o exame do ginecologista é possível avaliar o caso com maior precisão.

Um dos problemas físicos mais freqüentes está relacionado ao hímen rígido que pode trazer dores durante o ato do sexo. Quando o hímen não tem problemas, ele tem um formato anelar que possibilita, durante a puberdade, a passagem de um dedo. Já em alguns casos de problema na formação do hímen, é necessário fazer uma cirurgia para não causar o desconforto que leva à dispareunia.

Porém, o maior número de casos de dispareunia está relacionado a problemas psicológicos que impedem a mulher de estar excitada. A lubrificação do orgão genital feminino é causada pela excitação. Se uma mulher, durante uma relação, por algum motivo se sentir nervosa, tensa ou ansiosa, logo não acontecerá a lubrificação do orgão genital feminino, o que poderá causar a dor.

Em menor escala, existem outras causas físicas mais raras para a falta da lubrificação como diabetes e vaginites.

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Dispareunia: Quando a dor impede o sexo!

A dor do orgão genital feminino durante a penetração denomina-se dispareunia. Para seu diagnóstico e atenção é importante constatar em que lugar do orgão genital feminino a dor se produz, se a mulher sempre a sentiu ou se a dor apareceu em algum momento de sua vida.

As vezes essa dor é tão intensa que a mulher não consegue relaxar e acaba evitando a relação sexual para não sofrer. A dispareunia pode desencadear um vaginismo, ou seja, o orgão genital feminino se “fecha” involuntariamente e não permite a entrada nem se quer de um centímetro de um dedo. Os músculos perivaginais se fecham e parece não existir mais a entrada o orgão genital feminino.

É comum que em algum momento da sua vida a mulher manifeste dor do orgão genital feminino no momento da penetração e/ou durante uma relação sexual. Os motivos da dor podem ser variados. A presença de micoses (fungos), ou uma infecção de transmissão sexual (por exemplo: herpes) podem ser também as causas da dor no orgão genital feminino e não são consideradas disfunções sexuais.

Fonte: www.geocities.com

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O que é?

Cientificamente definido como: “Dor que aparece nos órgãos genitais durante ou logo após as relações sexuais”, a dispareunia pode ocorrer tanto em homens como em mulheres, sendo porém, muito mais comum nas mulheres (cerca de 5% da população feminina sexualmente ativa no Brasil, sente ou já sentiu dor durante a relação sexual).

Trata-se de uma dor persistente ou recorrente (e não apenas de uma manifestação ocasional) que pode ser classificada, conforme a sua localização, em: superficial (quando a dor aparece na entrada do orgão genital feminino , na abertura da uretra ou no clitóris) ou de profundidade (quando se trata de uma dor pélvica).

Como se caracteriza?

A característica essencial da dispareunia contudo, é a dor genital associada com o intercurso sexual, que pode variar em intensidade, desde um leve desconforto, até uma dor aguda, provocando muitas vezes, sofrimento e dificuldades de relacionamento do casal.

As várias causas da dispareunia, levaram a Medicina a agrupá-las em duas grandes categorias: dores devidas às causas físicas ou devidas às causas psicológicas conforme a origem da dor.

Quais são as causas?

Dentre as causas físicas da dispareunia, podemos destacar:
infecções da vulva e do orgão genital feminino (candidíase, tricomoníase, herpes genital); tumores genitais ou pélvicos; atrofia ou lubrificação insuficiente da mucosa do orgão genital feminino (por deficiência dos hormônios estrogênicos); reações alérgicas na entrada ou nas mucosas do orgão genital feminino (alergia a produtos espermicidas, ao látex de preservativos ou a lubrificantes do orgão genital feminino inadequados); processos inflamatórios ou infecciosos na região pélvica (endometriose, doença inflamatória pélvica, síndrome do cólon irritável, aderências pós-cirurgicas na pélvis, congestão pélvica crônica, etc.); quistos ou infecções dos ovários; infecções urinárias; uretrites; cistites;doenças sexualmente transmissíveis; problemas na pele e nas mucosas da genitália (pós-cirúrgicos, pós-radioterapia e pós-parto).

E as causas físicas mais difíceis, tais como: estreitamento do orgão genital feminino ; orgão genital feminino curta demais em relação ao tamanho do orgão genital masculino do parceiro; corpos estranhos na orgão genital feminino e traumas na genitália.

A causa física mais comum da dispareunia, é justamente a dor que aparece nas primeiras relações sexuais pela natural ausência de adequação física do casal, e que, em 95% dos casos, desaparece após os primeiros coitos, originando parcial ou plena sensação de prazer ao casal. Os 5% restantes (casos de “hímen complacente” e outras doenças), são tratados pelo médico.

Dentre as causas psicológicas (as mais freqüentes na dispareunia),devemos destacar: abuso sexual; incesto; tensão e medo do ato sexual (principalmente devidos a uma educação excessivamente repressora e sem diálogo nas questões sexuais, à experiências sexuais anteriores sem qualquer prazer ou mesmo traumatizantes e, principalmente, devidos à completa falta de conhecimento e diálogo acerca da sexualidade, por parte do casal); ansiedade e depressão (estes quadros, em si, tendem a diminuir sensivelmente o libido (desejo sexual) da pessoa humana e geram situações frustrantes e por vezes,dolorosas,nas tentativas de repetição); estresse do cotidiano (também diminui o libido, dificulta o coito, tira todo o prazer da relação sexual e, quase sempre, gera incômodo e dor, nas frustrantes tentativas de fazer o sexo); dificuldades no relacionamento conjugal (a lubrificação do orgão genital feminino ocorre na excitação da mulher; se antes ou durante a relação sexual houver motivos dela se sentir nervosa, tensa ou ansiosa, é claro que esta lubrificação não vai acontecer e em conseqüência, vai sentir dor no coito); medo de se engravidar ou situações de aversão ao parceiro (coitos, se tentados, serão dolorosos, pelos mesmos motivos já expostos); vaginismo devido a traumas psicológicos ligados ao sexo (vaginismo = espasmos involuntários da musculatura orgão genital feminino que interferem na penetração).

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da dispareunia, devido a sua variedade, é baseado na análise dos sintomas.

A metodologia mais eficiente para se alcançar o diagnóstico certo, é o procedimento do ginecologista que se baseia em 3 fontes de informações extremamente importantes para as suas conclusões:

(1) As respostas da paciente para as seguintes perguntas: Onde é a dor? Como e quando ela apareceu? Se houve ou não coitos sem dor?

(2) Exame físico da paciente

(3) Exames laboratoriais (das secreções e radiológicos (ultrassom e ecografia pélvica). A análise dos sintomas de causa psicológica, é feita por um sexólogo ou por psicoterapeuta.

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Como se dá o tratamento?

O tratamento da dispareunia, também vai variar muito, conforme causas e sintomas da dor.

Para a dor de causa física: utilizar um lubrificante do orgão genital feminino e/ou estimular um pouco mais o clitóris antes da relação, pode resolver bem o problema da secura do orgão genital feminino ; antifúngicos e/ou antibióticos para as infecções; hormonioterapia (principalmente estrogênios)na atrofia do orgão genital feminino ; anti-inflamatórios e/ou banhos de assento com água morna nas inflamações dolorosas; medicamentos específicos ou procedimentos cirúrgicos para o casos mais graves de endometriose e de tumores uterinos (principalmente em miomas) e nos casos do câncer genital.

Para a dor de causa psicológica (cujo tratamento é, normalmente, bem mais demorado que as dispareunias de causa física): é fundamental o estabelecimento de uma psicoterapia do tipo cognitivo-comportamental, realizada em sessões regulares e contínuas, conduzidas por um mesmo terapeuta ou profissional de sua equipe, ora com a própria paciente sozinha, ora com o casal, sendo esta última postura de tratamento, bem mais eficiente no controle e na eliminação da dor, devido a rápida interação dos parceiros entre si e com o seu psicoterapeuta, na combinação e aplicação de ações práticas que revigoram a confiança mútua e, em conseqüência, a sexualidade sadia, prazeirosa e sem qualquer incômodo ou dor.

Normalmente, o tempo de tratamento da dispareunia provocada por causa física,é quase que imediata após o início dos medicamentos e/ou procedimentos médicos ou, logo depois do tempo de recuperação da cirurgia indicada no caso.

O tempo médio de tratamento da dor gerada por causa psicológica, é de 2 a 6 meses, sendo que, o tratamento conjunto do casal, obviamente reduz substancialmente o tempo da terapia proposta.

Ricardo Szilard Galgoul

Fonte: www.clickfamilia.org.br

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