P
Para pé torto, só chinelo velho
Para frente é que se anda
Pau que nasce torto morre torto
Pedra que rola não cria limo
Para quem sabe ler, pingo é letra
Para o bom entendedor meia palavra basta
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
Para baixo todo santo ajuda, para cima toda coisa muda
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
Patrão fora, dia santo na loja
Perdido por cem, perdido por mil
Para grandes males, grandes remédios
Por pouca saúde, mais vale nenhuma
Preso por ter cão, preso por não ter
Paga o justo pelo pecador
Palavra de rei não volta atrás
Palavra puxa palavra
Para a fome não há pão duro
Para morrer basta estar vivo
Para muito sono toda a cama é boa
Para quem é, bacalhau basta
Passarinhos e pardais,não são todos iguais
Pede o guloso para o desejoso
Peixe não puxa carroça
Pela boca morre o peixe
Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
Perguntar não ofende
Prenda as cabras, que os bodes estão soltos
Pimenta nos olhos dos outros é refresco
Por bem fazer mal haver
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
Por uma besta dar um coice não se lhe corta uma perna
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
Primeiro a obrigação, depois a devoção
Passarinho que anda com morcego acaba dormindo de ponta cabeça
Q
Quando a esmola é grande o santo desconfia
Quando o gato sai, os ratos fazem a festa
Quem espera sempre alcança
Quando um não quer, dois não discutem
Quem tem telhados de vidro não atira pedras ao vizinho
Quem sabe sorrir, sabe viver
Quem chora, sente
Quem muito padece, tanto lembra que aborrece
Quem vai à guerra dá e leva
Quem sabe, sabe! Quem não sabe, aprende
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não sabe
da arte
Quem sai aos seus não degenera
Quem vai ao mar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento.
Quem pode manda e quem não pode faz
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem vê caras não vê corações
Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece
Quem quer agradar a todo o mundo, no fim não agrada a ninguém
Quem casa quer casa
Quem escuta, de si ouve
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
Quem empresta, adeus
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem assim fala não é gago
Quem corre por gosto não cansa
Quem mais tem mais quer
Quem muito fala pouco acerta
Quem espera desespera
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem dá aos pobres empresta a Deus
Quem cala consente
Quem jura é quem mais mente
Quem quebra o galho é macaco gordo
Quem se faz de cordeiro será comido pelo lobo
Quem não tem cão, caça com gato
Quem diz as verdades, perde as amizades
Quem corre por gosto não se cansa
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
Quem não deve não teme
Quem avisa amigo é
Quem ri por último ri melhor
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quem com ferro fere, com ferro será ferido
Quem dá aos pobres, empresta a Deus
Quem não tem cabeça para pensar, tem pernas para andar
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quando pobre come frango, um dos dois está doente
Quem conta um conto aumenta um ponto
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem não chora não mama
Quem não sabe fazer nem ensinar, administra
Quem não vê não peca
Quem desconfia de tudo, adivinha metade
Quem desdenha quer comprar
Quem canta seus males espanta
Quem ama o feio, bonito lhe parece
Quem quer vai, quem não quer manda
Quem morre de véspera é peru de Natal
Quem não arrisca não petisca
Quem espera sempre alcança
Quem não da assistência vem concorrência
Quando a esmola é grande, o pobre desconfia
Quem sofreu o mal pode esquecê-lo, mas quem o fez nunca se esquece
Quem tem boca vai a Roma
Quem ri por último ri melhor
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quem com ferro fere, com ferro será ferido
Quem dá aos pobres, empresta a Deus
Quem não tem cabeça para pensar, tem pernas para andar
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quando pobre come frango, um dos dois está doente
Quem conta um conto aumenta um ponto
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem não chora não mama
Quem não sabe fazer nem ensinar, administra
Quem não vê não peca
Quem desconfia de tudo, adivinha metade
Quem desdenha quer comprar
Quem canta seus males espanta
Quem ama o feio, bonito lhe parece
Quem quer vai, quem não quer manda
Quem morre de véspera é peru de Natal
Quem não arrisca não petisca
Quem espera sempre alcança
Quem não da assistência vem concorrência
Quando a esmola é grande, o pobre desconfia
Quem sofreu o mal pode esquecê-lo, mas quem o fez nunca se esquece
Quando dois búfalos lutam, quem sai mal é o capim
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
Quando se faz uma panela faz-se um testo para ela
Quando um burro (zurra|fala) o outro (baixa|abaixa) as orelhas
Quando um cai todos o pisam
Quanto mais alto se sobe de mais alto se cai
Quanto mais depressa mais devagar
Quanto mais me bates mais gosto de ti
Quem a alto sobe de alto cai quem acha guarda
Quem anda de boca aberta, ou entra mosca ou sai asneira
Quem entra na chuva é pra se molhar
Quem bem vive bem morre
Quem boa cama faz nela se deita
Quem brinca com o fogo queima-se
Quem cala consente
Quem canta (seu mal|seus males) espanta
Quem casa não pensa, quem pensa não casa
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem espera por sapatos de defunto, toda a vida anda descalço
Quem espera sempre alcança
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
Quem (faz o que pode|dá o que tem) a mais não é obrigado
Quem muito escolhe pouco acerta
Quem muito espera desespera
Quem muito fala pior ouve
Quem muito fala pouco acerta
Quem nada não se afoga
Quem nasceu para a forca não morre afogado
Quem nasceu para burro nunca chega a cavalo
Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza
Quem não arrisca não petisca
Quem não come por ter comido, o mal não é de perigo
Quem não deve não teme
Quem não pode arreia
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
Quem não sabe é como quem não vê
Quem não semeia não colhe
Quem não tem dinheiro não tem vícios
Quem não tem panos não arma tendas
Quem não tem vergonha, todo o mundo é seu
Quem não trabalha não come
Quem não trabuca não manduca
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem o feio ama (lindo|bonito) lhe parece
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
Quem paga adiantado é mal servido
Quem pariu Matheus que o balance
Quem parte velho paga novo
Quem pergunta quer saber
Quem porfia, mata caça
Quem primeiro se queixa foi quem atirou a ameixa
Quem procura sempre acha, se não um prego, uma tacha
Quem promete deve
Quem quer vai, quem não quer (manda|fica)
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem se mete em atalhos mete-se em trabalhos
Quem tarde vier comerá do que trouxer
Quem te cobre que te descubra
Quem tem burro e anda a pé mais burro é
Quem tem calos não se mete em apertos
Quem tem capa sempre escapa
Quem tem cem mas deve cem pouco tem
Quem (torto nasce|nasce torto), tarde ou nunca se endireita
Quem tudo quer tudo perde
Quem tudo quer nada tem
Quem vai ao mar avia-se em terra
Quem vai ao mar perde o lugar
Quem vai à feira perde a cadeira
Quem vai à guerra dá e leva
Quem vê cara não vê coração
Quem é amigo de todos não o é de ninguém
Quem é vivo sempre aparece
Querer é poder
Queres um conselho, pede-o ao velho
R
Rir é o melhor remédio
Recordar é viver
Roupa suja se lava em casa
Roma e Pavia não se fez em um dia
Rei morto, rei posto
S
Se os "ses" fossem feijões, ninguém morria de fome
São Mamede te levede, São Vicente te acrescente
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Sol e chuva, casamento de viúva
Se Deus o marcou, defeito lhe achou
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come
Sou homem e tudo o que é humano me diz respeito
Saco cheio não verga
Saco vazio não para em pé
Santos da casa não fazem milagres
Se não tens o que gostas, gosta do que tens
Se o gato não come o bife, ou o gato não é gato, ou o bife não é bife
Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes
Semeia e cria, (viverás com|terás) alegria
São mais as vozes que as nozes
Só a morte não tem remédio
Só se lembra de Santa Bárbara quando troveja
Só trabalha quem não sabe fazer mais nada
Só vemos os argueiros nos olhos dos outros
Se deres as costas à luz, nada mais verá do que sua própria sombra
T
Trabalhar para aquecer, é melhor morrer de frio
Trabalhando só pelos bens materiais construímos nós mesmos nossa prisão.
Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
Tanto é ladrão o que vai à vinha como o que fica à porta.
Tudo vale a pena quando a alma não é pequena
Tempo é dinheiro
Todo o burro come palha, a questão é saber dar
Todo o homem tem o seu preço
Todos os caminhos vão dar a Roma
Trabalho de menino é pouco, quem não o aproveita é louco
Tristezas não pagam dívidas
Tudo que não mata engorda
U
Um burro carregado de livros não é um doutor
Uma mão lava a outra e ambas lavam a cara
Um homem prevenido vale por dois
Uma andorinha só não faz verão
Um dia da caça, o outro do caçador
Um olho no burro e outro no cigano
Uma desgraça nunca vem só
V
Vaso ruim não quebra
Vamos em frente que atrás vem gente
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Vassoura nova é que varre bem
Você levou gato por lebre.
Viver é como desenhar sem borracha
Vai muito do dizer ao fazer
Velhos são os trapos
Voz do povo é voz de Deus
Vozes de burro não chegam aos céus
Vão-se os anéis, ficam-se os dedos
Z
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades
Fonte: www.quadroegiz.com