ADN (ou à inglesa, DNA) é o acrônimo ácido desoxirribonucléico (desoxirribonucleico, na ortografia africana e europeia). O acrônimo em inglês DNA significa deoxyribonucleic acid.
O DNA é a molécula orgânica que quando transcrita em RNA, tem a capacidade de codificar proteínas. Tem a forma parecida com uma escada espiral cuja disposição dos degraus se dá em quatro partes moleculares diferentes. Esta disposição constitui as chamadas quatro letras do código genético.
Presume-se que a Terra ao se formar de poeira e gases interestelares há mais ou menos 4,6 bilhões de anos, no turbilhão que se formava, já continha os elementos que posteriormente seriam a base da vida.
Através dos registros fósseis estudados, alguns cientistas afirmam que a vida se desenvolveu em torno de 4 bilhões de anos atrás nos oceanos primitivos do planeta. Segundo alguns, a complexidade das primeiras formas vivas era muito menor que qualquer organismo unicelular, que pode ser considerado um ser vivo altamente sofisticado em relação àquelas.
Presume-se que em reações das mais diversas, influenciadas pela luz ultravioleta do Sol, relâmpagos, etc, iniciaram as composições de moléculas bastante simples. Estas eram ricas em hidrogénio procedente da atmosfera primitiva.
Ao avançar do tempo, se iniciou um processo que levou aqueles fragmentos primitivos a se combinarem e recombinarem, o que gerou moléculas cada vez mais complexas.
Os oceanos da Terra se assemelhavam a um caldo orgânico porém, ainda não eram vivos. À medida em que a complexidade das moléculas aumentava, começaram a surgir algumas que iniciaram um processo grosseiro de copiarem a si mesmas.
Estas eram provavelmente as primeiras ancestrais do ácido desoxirribonucléico, ou ADN (DNA), molécula principal da vida na Terra.

Cada ser vivo que habita a Terra possui uma codificação diferente de instruções escritas na mesma linguagem em seu DNA. Estas diferenças geram as diferenças orgânicas entre os organismos vivos. O DNA se encontra no núcleo celular, as quatro partes que formam a figura parecida com uma escada espiral, contém uma estrutura muito parecida a degraus, estes são chamados nucleotídeos e decifram as instruções hereditárias para a formação dos organismos vivos e compõe os cromosomas, juntamente com proteínas. Mais precisamente, eles formam os genes, pois no longo código genético de cada DNA, registrado na seqüência das bases nitrogenadas, está implícita a programação de um ou mais caracteres hereditários como a cor dos olhos, da pele, dos cabelos e etc...
Dependendo da profundidade da alteração, e uma vez que esta é casual, poderá ser letal ao ser vivo primitivo, pois poderá codificar para a existência daquele uma enzima não-funcional, por exemplo.
Logo, de mutação em mutação, ao longo de muito tempo, começaram a aparecer algumas modificações que ao invés de serem letais, passaram algumas a ser benéficas, o que facilitou a sobrevivência de alguns organismos ao invés de outros.
Uma vez que a possibilidade de uma mutação benéfica é muito pequena, esta foi provavelmente o desencadeante da evolução.
Avançando-se no tempo, as moléculas orgânicas foram adquirindo mais e mais funções especializadas, foram se juntando aos poucos e de forma casual. A princípio, pode-se dizer que estas coletividades moleculares formaram algo parecido com o primeiro ser vivo composto a partir de algum momento por um DNA funcional.
As bases em DNA são:
Adenina
Guanina
Citosina
Timina
Sendo que Adenina se liga por meio de pontes de hidrogênio à Timina, e a Citosina se liga à Guanina.
A Cadeia de DNA apresenta-se enrolada numa estrutura em dupla-hélice que uma vez no núcleo recebe a acção de histonas e se enovela para formar a cromatina.
O DNA é encontrado em todos os seres vivos, incluindo os vírus, que ora possuem DNA, ora possuem RNA, porém, rara e recentemente, foi encontrado um vírus que possuía tanto DNA como RNA, ao mesmo tempo.
Fonte: pt.wikipedia.org