É uma doença infecciosa e parasitária, que existe somente no continente americano. É causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida ao homem por insetos do gênero triatomíneo, conhecidos pela população rural no Brasil como barbeiros. Foi descoberta por Carlos Chagas, médico e pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz, em 1909, na cidade de Lassance, localizada na região norte de Minas Gerais.
A doença tem origem silvestre e o parasita circula entre os barbeiros que sugam o sangue de animais silvestres como ratos, tatus, coatis, mucuras e pássaros.
O homem afugentou as fontes de alimento dos barbeiros e destruiu os abrigos dos animais (buracos, troncos, cavernas e copas de palmeiras: inajá, mucajá babaçu, patauá e dendê), atraindo assim os barbeiros para dentro de sua própria casa.
Sendo os barbeiros originalmente insetos silvestres, que se adaptam ao ambiente domiciliar em situações peculiares (proximidade do ambiente silvestre, tipo de casa e hábitos da população), sua presença se dá marcadamente na área rural. No Brasil, a presença de triatomíneos nas áreas urbanas é muito rara, apesar disto ser possível, principalmente nos bairros próximos ao ambiente natural. Com o crescimento desorganizado das cidades nos últimos anos e com a construção de casas precárias nas periferias, o risco de encontrarmos barbeiros nas cidades tem aumentado, e vale à pena manter uma especial vigilância nestas áreas.
Conforme relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), a transmissão da doença de Chagas no Brasil está muito próxima de ser solucionada. Acredita-se que até 2010 não haverá casos novos da doença. Isto se deve à campanha da antiga SUCAM (atual Fundação Nacional de Saúde), que a partir dos anos 80 fez campanhas sistemáticas de borrifação de inseticidas nos domicílios das cidades do interior, por todo o país. Porém, é preciso não descuidar das medidas de vigilância sanitária, para evitar que se criem condições que permitam a reinfestação das casas em áreas em que existem barbeiros.
A forma de transmissão mais conhecida é pela picada do inseto barbeiro
contaminado pelo protozoário. Este inseto tem por hábito defecar após sugar
o sangue das pessoas, o que ocorre habitualmente no período noturno. Nas fezes
do inseto é eliminado o parasita, conhecido
como Trypanossoma cruzi. Pelo contato com o local da picada (que se dá geralmente
no rosto, daí o nome de barbeiro), ao coçar, o parasita penetra
na corrente sanguínea da pessoa.
Existem outros meios de se transmitir a doença.
São eles: a transmissão congênita, ou seja, da mãe chagásica para o filho durante a gravidez, aleitamento materno, transfusão de sangue, mediante a recepção de órgãos transplantados de indivíduos infectados, a contaminação em acidentes de laboratório, mais frequente pela manipulação de material contaminado, e a contaminação por ingestão de alimentos que contenham fezes de barbeiros infectados.
A infecção pode ser transmitida pessoa para pessoa através do sangue (transfusão) ou materno-infantil (transplacentária ou por aleitamento). Como toda doença de veiculação sanguínea, a transmissão sexual teoricamente é possível em indivíduos com alta quantidade de parasitas no sangue (fase aguda evidente) que mantenham relações sexuais nas quais ocorram eventuais traumas físicos e exposição ao contato com sangue (coito anal, pouca lubrificação vaginal etc.).
Sim. Não há contra indicação para mulheres chagásicas, na fase crônica, engravidarem. Trabalhos realizados tanto em maternidades urbanas como em área rural, em regiões endêmicas e não endêmicas, mostram que o risco da mãe passar a doença para o bebê varia de 0,3% a 7%, com média de 1%. Ou seja, a cada 100 mulheres portadoras de doença de Chagas, uma passa a doença para a criança. Nestes casos, a criança deve ser acompanhada em serviço especializado para tratamento específico, com alta probabilidade de cura. O homem não transmite a doença para os filhos.
Sim, pode ser. Muitas pessoas adquirem a infecção durante a infância. O estágio mais precoce da infecção geralmente não é grave, causando sintomas que regridem em algumas semanas. Mas às vezes o quadro é grave e pode levar à morte, principalmente em crianças. Em cerca de 1/3 dos pacientes infectados, os sintomas só vão surgir após 10 ou 20 anos, diminuindo, em média, a expectativa de vida em nove anos.
Nas manifestações agudas, quando tratadas precocemente, há uma grande chance
de cura, ou seja, o indivíduo não morre e se recupera totalmente.
Nas formas crônicas, são raríssimos os casos de cura, mesmo quando tratados
com droga específica (Benzonidazol). "Cura" aqui está sendo entendida
como a negativização dos exames sorológicos previamente positivos, independente
da evolução clínica da pessoa.
Em relacão à cura clínica na forma crônica da doença, ou seja, a regressão
total das lesões cardiológicas ou digestivas para a normalidade, infelizmente
ela não se observa na prática médica.
Todo indivíduo com infecção chagásica deve procurar um serviço médico capaz
de fazer os diagnósticos clínico, laboratorial e epidemiológico e identificar
a fase da doença, para definição do tratamento adequado, quando necessário.
O manejo clínico do paciente chagásico, particularmente das formas cardíacas,
é importante, pois quando bem conduzido e iniciado precocemente resulta na
diminuição de mortalidade.
Existem dois tipos de métodos para o diagnóstico laboratorial da
doença: os sorológicos e os parasitológicos.
Os métodos sorológicos são aqueles que buscam identificar, no sangue do indivíduo,
a presença de anticorpos produzidos pelo organismo contra o Trypanosoma cruzi,
evidenciando desta forma a contaminação pelo parasito. As técnicas atualmente
mais utilizadas são a ELISA e a Imunofluorescência Indireta. Antigamente,
se realizava a Reação de Fixação de Complemento, conhecida como reação de
Machado e Guerreiro (nomes dos pesquisadores que a desenvolveram), mas esta
técnica foi abolida há alguns anos.
Deve procurar um Posto de Saúde da sua cidade para receber orientações de como fazer a pesquisa da doença. A doença é curável na maioria dos casos e o tratamento é gratuito.
Para esta resposta é necessário considerarmos as várias formas de transmissão.
Na transmissão vetorial, ou seja, através do barbeiro, o período
médio varia entre 10 a 14 dias após o contato com o inseto vetor. Na transmissão
oral os períodos são variáveis e por vezes difíceis de serem identificados,
variando entre 3 e 25 dias após a contaminação. Para a transmissão acidental,
na qual o parasita é inoculado diretamente na corrente sanguínea, o período
de incubação pode ocorrer em até 10 dias. Quando adquirida por transfusão
de sangue, o período de incubação varia de 30 a 40 dias.
Considerando as três fases da Doença de Chagas, produzida
por Trypanosoma cruzi (aguda, indeterminada, crônica); em geral, as formas
crônicas da doença permanecem assintomáticas (sem apresentar sintomas da doença)
durante 10 a 20 anos e vão se manifestar mais de 10 anos após a infecção inicial.
No entanto, neste período assintomático, o parasita continua a se reproduzir
em baixos números, causando danos irreversíveis que, mesmo com tratamento,
geralmente devido à cardiomiopatia (insuficiência cardíaca), podem ser fatal.
Há ainda alguns casos de morte súbita.
Na fase aguda da infecção, os principais sintomas podem ser:
febre, aparecimento de gânglios, crescimento do baço e fígado, alterações
elétricas do coração e ou inflamação das meninges nos casos graves, que duram
em média de três a oito semanas. Se o contato com o barbeiro se der na região
próxima ao olho, ocorre inchaço neste local (conhecido como "sinal de
Romaña"). Se o barbeiro tiver picado a pessoa no braço ou nas pernas,
forma-se um furúnculo, chamado de "chagoma de inoculação". Estes
sinais constituem as chamadas "portas de entrada" aparentes da infecção.
Na fase crônica, a maioria (cerca de 70%) dos portadores da doença permanece
durante longo tempo, em torno de duas a três décadas, sem apresentar nenhum
sintoma, ou seja, sem nenhuma alteração de seu quadro clínico. Esta é a chamada
forma assintomática ou indeterminada da doença.
Quando surgem os sintomas da fase crônica, eles estão relacionados a distúrbios
no coração (forma cardíaca) e/ou no esôfago e intestino (forma digestiva).
Nestes casos, a evolução da doença vai depender do grau de acometimento de
tais órgãos e do recurso à assistência médica.
Quando o coração é atingido, o comprometimento pode se dar na parte elétrica
e as queixas mais frequentes são as palpitações (sensação de batida do coração
fora do ritmo normal), as taquicardias (aceleração das batidas sem causa aparente),
sensação de desmaio ou até desmaio propriamente dito (síncope). No comprometimento
do músculo cardíaco, ocorrem sintomas como a falta de ar devido a médios e
pequenos esforços físicos, tosse frequente e inchação nas pernas e na barriga.
Nos casos de agressão cardíaca, a miocardiopatia dilatada é um fator de mau
prognóstico, ou seja, indica prováveis complicações na evolução da doença,
em especial quando há severa disfunção da capacidade de bombear sangue ou
quando ocorrem arritmias graves, que podem levar à morte súbita.
A forma cardíaca é a principal causadora de limitações ao doente chagásico,
pela incapacitação ao trabalho, e a principal responsável por casos fatais
da doença.
A forma digestiva da doença é caracterizada pela dilatação do esôfago e/ou
do intestino (respectivamente, mega-esôfago e megacólon), a qual tende a aumentar
progressivamente ao longo dos anos.
Quando o órgão comprometido é o esôfago, a principal queixa é a dificuldade
de engolir alimentos, especialmente sólidos, além da regurgitação após refeições.
No caso do intestino, o indivíduo fica sem evacuar por longos períodos, responde
muito pouco ao tratamento com dieta laxativa e necessita frequentemente de
lavagens por via retal.
É importante destacar que, apesar dos casos em que ocorrem alterações cardíacas
e digestivas, a maioria dos indivíduos infectados com a doença de
Chagas encontra-se na forma assintomática, ou seja, na condição de
mero portador, sem repercussões importantes em seu ambiente familiar e de
trabalho, mantendo-se nesta condição ao longo de toda a sua vida.
O tratamento específico da doença de Chagas está centrado
em um medicamento chamado Benzonidazol (Rochagan). A indicação de seu uso
é para os casos agudos (menos de seis meses) ou fase crônica recente e infecções
congênitas.
Nas formas crônicas, independentemente da presença de sintomas, há divergências
quanto ao tratamento com o Benzonidazol. Os Centros de Referência para tratamento
de chagásicos praticam condutas diferentes. Há os que tratam todos os portadores
de Chagas indiscriminadamente, outros que não praticam o tratamento em nenhum
caso, e alguns que seguem os critérios do Ministério da Saúde, tratando seletivamente
de acordo com a forma clínica. Esta falta de consenso é decorrente da escassa
literatura médica quanto ao real benefício do tratamento, pois não se tem
bem definido se este cura a pessoa ao interferir na evolução da doença.
Este tratamento deve obrigatoriamente ser acompanhado por médico experiente
no uso do Benzonidazol, através de monitoramento laboratorial, já que o medicamento
apresenta em 20% dos pacientes efeitos colaterais potencialmente graves.
Independentemente do uso do Benzonidazol, os pacientes que manifestem sintomas
da doença, relacionados às alterações cardíacas e/ou digestivas, devem ser
tratados mediante os procedimentos médicos habitualmente utilizados para controlar
tais alterações. É o que se chama de tratamento sintomático, isto é, voltado
para os sintomas. Nesse sentido, qualquer especialista das áreas em questão
(cardiologista, gastroenterologista, proctologista) está habilitado a acompanhar
um portador de doença de Chagas.
No caso das alterações cardíacas graves, recorre-se a cirurgias e transplantes
do coração e à colocação de marca-passos e desfibriladores intra-cardíacos.
O paciente cardiopata que não apresenta alterações graves pode beneficiar-se
exclusivamente do tratamento clínico com medicamentos cardiológicos e estacionar
o seu quadro clínico com aumento da qualidade e da expectativa de vida.
No caso das alterações do esôfago e do intestino, na maioria dos casos utiliza-se
a intervenção cirúrgica para a solução do problema.
Algumas novas drogas estão sendo estudadas para o tratamento da doença. Até
o momento, entretanto, nenhuma com resultados mais promissores. Processos
terapêuticos modernos de utilização de células tronco em doentes com avançada
doença cardíaca são promissores.
Não há vacina e nem remédio para prevenir a doença. Várias tentativas foram
feitas ao longo da década de 1980, porém nenhum dos antígenos utilizados se
mostrou adequado para tal propósito. O parasito apresenta vários mecanismos
de escape que inviabilizam a ação da vacina.
Está sendo desenvolvida na França, por uma equipe do Instituto Pasteur, liderada
pela brasileira Paola Minoprio, uma vacina experimental para combater a doença
de Chagas e também todas essas infecções parasitárias, mas nada ainda
foi confirmado quanto a sua eficácia. Ela permite que o organismo infectado
pelo protozoário causador da moléstia produza anticorpos específicos contra
ela. Normalmente, esse parasita dribla as defesas do organismo e induz à produção
de anticorpos incapazes de neutralizar os agentes agressores.
A partir de experimentos com camundongos, a equipe conseguiu identificar o
gene do protozoário que codifica uma proteína com propriedades mitogênicas
(TcPA45). A partir daí, desenvolveram um modelo experimental de vacinação
intramuscular com DNA contendo o gene.
Paola Minoprio afirma que injetando pequenas doses dessa proteína no organismo,
estimulam-se os linfócitos B a produzirem anticorpos específicos. Assim, uma
resposta neutralizadora estará presente quando os parasitas entrarem em contato
com o hospedeiro. Testes demonstraram que a vacina induziu uma diminuição
de 85% dos níveis de parasitas circulantes após infecção.
A produção de mitógenos para confundir as respostas do sistema imune do hospedeiro
é uma estratégia utilizada pela maioria das bactérias, fungos e vírus. A equipe
de Minoprio está trabalhando agora no isolamento dos genes de outros parasitas.
Não. Os bancos de sangue, em função do controle da qualidade do sangue e
para maior proteção aos seus transfundidos, não aceitam como doadoras pessoas
que já tenham tido a doença, mesmo que em seus exames de triagem o resultado
não apresente mais a doença. Este é um procedimento normal e uma forma eficaz
dos bancos de sangue protegerem seus pacientes (receptores). Por isso, hoje
são raros os casos transfusionais.
A maioria dos indivíduos com infecção pelo T. cruzi pode ficar com o parasito
nos tecidos e sangue, durante toda a vida, o que significa que devem ser excluídos
das doações de sangue e de órgãos.
Não mate, não esmague e nem coloque no álcool. Coloque o inseto numa caixinha ou frasco vazio sem conservante e leve até um posto de referência entomológica (Posto de Saúde, centros de controle de zoonoses, centros de pesquisa) para que ele seja identificado (confirmando se realmente é um barbeiro), e examinado, para sabermos se ele está infectado pelo Trypanosoma cruzi. Se estiver, e se tiver sido encontrado em contato direto com os moradores, vale a pena fazer um exame do sangue destas pessoas. Este exame pesquisa a existência de anticorpos contra o Trypanosoma cruzi no sangue (se há anticorpos, há infecção), considerando-se, porém, que estes anticorpos só aparecem cerca de 30 dias depois da infecção. O Sistema Único de Saúde (SUS) deverá estar preparado para pesquisar na casa a existência de outros barbeiros além do que foi encontrado e, se necessário, deve borrifá-la com inseticida adequado.
Os princípios da prevenção da doença de Chagas baseiam-se fundamentalmente em medidas de controle do barbeiro, dificultando e/ou impedindo a sua proliferação nas residências e em seus arredores:
Ação sobre os barbeiros: borrifar as casas infestadas, manter a sua casa, chiqueiros, galinheiros e quintais bem limpos. Evitar a construção de casas próximo das matas e colocar tela nas janelas. Evitar deixar lâmpadas acessas durante a noite muito próximo dos cômodos onde as pessoas dormem. Encaminhar insetos suspeitos de serem barbeiros para o serviço de saúde mais próximo.
Ação sobre as fontes de infecção: o tratamento do paciente. Manter os demais reservatórios silvestres longe da casa do homem.
Transmissão por contaminação de alimentos: evitar o consumo de carne de caça ou ferver muito bem, tomando cuidado no momento do abate do animal. Muita atenção com as máquinas de bater açaí, de moer carne, cana de açúcar e mandioca. Manter as vasilhas de alimento sempre bem cobertas. No preparo do açaí selecione os caroços, lave pelo menos quatro vezes e por último, antes de colocar de molho na água morna, deixe os caroços já lavados por uma hora numa mistura de 10 litros de água para um vidro de (30ml) hipoclorito.
Transmissão transfusional: usar somente sangue dos hemocentros.
Transmissão pelo leite materno: a mãe com a doença não deve amamentar até que esteja completamente curada.
Medidas sócio-econômicas: melhoria de habitação e educação sanitária.
Nas áreas em que se verifica a transmissão pelo vetor, os métodos de controle consistem na aplicação sistemática de inseticidas nos domicílios e ao redor deles, e na realização de melhorias nas habitações, como, por exemplo, a substituição das paredes de barro por paredes de alvenaria (para evitar a infestação pelos barbeiros). Para controlar a transmissão transfusional, é necessário fiscalizar a qualidade do sangue dos doadores, mediante exames que comprovem que eles não são portadores da doença.
Se constar na embalagem o número de registro do produto junto ao ministério não há risco, pois para a comercialização de polpas de sucos tropicais, as empresas precisam atender algumas regras sanitárias do Ministério da Agricultura.
Sim. O suco do açaí congelado em casa e consumido somente no dia seguinte elimina o protozoário Trypanosoma cruzi. O congelamento mínimo é de 20°C negativos, pelo menos por oito horas até completa rigidez em freezer. O congelador da geladeira não é recomendado, pois não alcança a temperatura de -20°C. As empresas que comercializam o produto congelam em câmara, onde a temperatura passa de -30°C, isso sem contar com a pasteurização e a higienização feitas antes.
No processo de pasteurização, a polpa do açaí é aquecida durante alguns segundos a temperaturas entre 80°C e 90°C, e depois é imediatamente resfriada (temperatura que passa de -30°C). Esse processo elimina o agente causador da doença de Chagas.
Fonte: www.conexaoprofessor.rj.gov.br

O barbeiro vive nas frestas das paredes de barro, alimenta-se de sangue e transmite a doença de Chagas
Nome popular dos insetos que transmitem a doença de Chagas.
Também chamado bicho-de-parede ou chupançaTrypanossoma cruzi, causador da doença.
A transmissão ocorre quando o barbeiro pica as pessoas e resíduos de suas fezes penetram pelo ferimento causado por seu ferrão.
O combate à doença consiste na eliminação do barbeiro, já que ela não é transmitida de uma pessoa a outra.
Pode-se eliminar o barbeiro substituindo-se as moradias de barro ou de madeira por tijolos e fazendo o exame de sangue dos doadores, para garantir que ele não esteja contaminado por tripanossomas.
No Brasil, há mais de 30 espécies do inseto.
Fonte: www.klickeducacao.com.br