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Ketamina

Ketamina, ou hidrocloridrato de ketamina, é uma substância usada como anestésico geral em humanos e animais. Seu uso ilegal está apresentando crescimento pelo público jovem, sendo encontrada em algumas raves, danceterias e outros lugares freqüentados por jovens.

É basicamente usado pelo mesmo público do Ecstasy e é produzida em laboratório cujo início se deu aproximadamente em 1965. É uma substância lícita, mas controlada pelas entidades federais, e que tem poder alucinógeno.

Seu uso é permitido apenas se ministrado por profissionais como médicos, médicos veterinários.

É produzida na forma líquida, sendo armazenada em ampolas, mas pode ser encontrada na forma de pó branco ou em pílulas.

É mais comumente utilizada na forma líquida, por médicos veterinários e sendo assim, é a forma mais encontrada nas ruas haja visto que já foram citados vários desvios de estoques farmacêuticos e de clínicas. As demais formas de apresentação são produzidas a partir da forma líquida.

EFEITOS

Produz efeito hipnótico, euforia, e efeitos desde a sensação de êxtase até paranóia e/ou estado de tédio. Produz alucinações e prejudica a percepção.

Comumente, a ketamina produz um efeito de exteriorização, isto é, dá a sensação ao usuário de estar saindo do próprio corpo, é como se estivesse separando a mente do corpo ou ainda, permite sentir a sensação de estar perto da morte. É molecularmente semelhante ao PCP e produz alguns efeitos parecidos.

Pode produzir dormência, perda de coordenação motora, sensação de invulnerabilidade, rigidez muscular, agressividade, comportamento violento, fala arrastada, exagerada sensação de força e olhar fixo ao vazio. Seu uso pode acarretar em depressão respiratória mas não do Sistema Nervoso Central.

Como se trata de um anestésico, impede o usuário de sentir dor fazendo com que o indivíduo cause danos físicos a si próprio. Dá a sensação de intensificar as cores e os sons.

Os efeitos da ketamina são normalmente mais intensos na primeira hora mas podem durar até seis horas ou, de 24 a 48 horas podem ser necessárias para que o usuário se sinta completamente normal novamente. Prejudica a memória de curto prazo, seu uso crônico pode fazer com que meses sejam necessários para que seja eliminada do corpo.

Baixas dosagens podem produzir efeitos psicodélicos rapidamente.

Doses altas podem produzir vômitos, convulsões, podem privar o cérebro e os músculos de oxigênio.

Uma grama da substância pode causar a morte. Os chamados "fash-backs" podem ocorrer até um ano após sua utilização.

A ketamina não está mais sendo utilizada em seres humanos, principalmente em crianças por produzir sonhos altamente malignos (pesadelos fortes) o que acarretava, em alguns casos, traumas psicológicos.

Fonte: www.drogasworld.hpg.ig.com.br

Ketamina

Longe das estrebarias e rumo às festas raves, uma inusitada droga começa a conquistar adeptos no Brasil.

Conhecida há anos pela eficácia na anestesia de cavalos e de outros animais, a ketamina vem sendo usada por jovens e adolescentes, interessados apenas nas propriedades alucinógenas da substância. à venda em lojas veterinárias e facilmente adquirido sem a apresentaç ão de receita, o uso indevido do anestésico cresce sem controle.

Apresentado na forma líquida, passa por uma transformação, vira pó e ganha o nome de Special K. "Na primeira vez, fiquei morrendo de medo porque me disseram que era muito perigoso, mas depois, vi que não era não", conta a produtora C. M., 28 anos, que desde então já usou a droga mais de dez vezes. Usada sem orientação médica, a ketamina pode causar distorções visuais, alucinações, paranóia, convulsões e até viciar.

Criada em 1962 pelo americano Calvin Stevens, a substância tornou-se popular no final dos anos 90 na Europa e EUA com a difusão da música eletrônica. Ao lado do êxtase, foi durante muito tempo a droga mais consumida nas raves.

Também conhecida como Vitamin K, Kit Kat, Keller, Super Acid e Super C, chegou a virar tema de músicas ("Lost in the K-Hole", dos Chemical Brothers e "Special K", do Placebo), e serviu de inspiração para uma cena do "Arquivo X" em que o agente Fox Mulder resolve recorrer à substância para recuperar a memória Ð propriedade que a ketamina não tem na vida real. Alguns livros sobre o tema também foram lançados.

O principal deles, Ketamine: Dreams and realities, foi escrito pelo neozelandês Karl Jansen, que é considerado o maior especialista do mundo no assunto. "Os efeitos podem incluir uma sensação de fundir-se com outra pessoa ou grupo e uma sensação de ser um animal, planta ou um objeto inanimado", afirma o psiquiatra de 34 anos, por e-mail.

Além desses efeitos, já foram relatados casos de distorções visuais, perda de noções de tempo e do controle motor. "Há quatro meses experimentei o K pela primeira vez. Fiquei completamente desorientado. Não conseguia nem andar. Depois que passou a onda, um amigo veio dizer que aquilo era de elefante", lembra o estudante M. P., 25 anos, que depois disso já usou as versões de ketamina para gato e cavalo. "Aí a onda foi bem mais tranqüila", garante o rapaz.

Por causa de seu preço alto Ð cerca de R$ 200 Ð e da obrigatoriedade da receita médica, o anestésico para uso humano costuma ficar fora de cogitação.

Produtos para eqüinos e suínos podem ser facilmente adquiridos e não saem por mais de R$ 30. No último dia 9, a reportagem de no. comprou, sem nenhuma dificuldade, um frasco de Dopalen na farmácia do Jóquei Clube do Brasil. "Um só? Faço por R$ 20 pra você", disse o balconista, que apesar da simpatia se recusou a dar a nota fiscal da venda do produto.

No mercado desde o início do ano passado, o Dopalen tem pelo menos outros sete similares e é duas vezes mais concentrado do que o anestésico humano.

Registrado pelo Ministério da Agricultura, tem autorização para ser vendido sem prescrição. "Os efeitos nos animais podem variar de uma espécie para outra, e como atuam direto no sistema nervoso central, tendem a causar sedação e relaxamento muscular", afirma Cristina Jorge, técnica assistente da divisão de saúde animal do laboratório Agribands do Brasil, que fabrica o remédio. Sensação semelhante relatada pela pedagoga G. F., 29 anos, que experimentou o Special K uma vez com os amigos. "Senti o meu corpo muito pesado. Sentei e não consegui sair do lugar. Parecia que estava com caneleiras de ginástica de cinco quilos em cada perna. Ainda bem que não durou mais do que meia hora", conta.

Adquirido na forma líquida, a ketamina passa por um processo de modificação caseira antes de ser consumida. Colocado no forno microondas em potência baixa durante cinco segundos, vira pó. Em novo estado, a droga costuma ser aspirada, mas também pode ser fumada depois de misturada com tabaco ou maconha. "A primeira vez que cheirei foi numa rave na Inglaterra, há três anos.

Aqui, também foi numa festa. Pensei que era cocaína e só fui me tocar que era ketamina quando comecei a me sentir mal", lembra a publicitária D. P., 23 anos.

Segundo o psiquiatra Karl Jansen, doses altas de Special K podem causar alucinações, experiências extra-corporais, convulsões e até viciar, mas casos de overdose são raríssimos. "O uso de ketamina é seguro do ponto de vista físico já que não compromete a respiração ou altera os batimentos cardíacos como a heroína. Além disso, anestesistas costumam aplicar doses mais altas do que as que são normalmente usadas nos clubes noturnos", afirma o médico, que condena a combinação ketamina-álcool. "Pode ser fatal", diz. Na Europa, a mistura da substância com cocaína é bastante difundida e ganhou o nome de CK, em homenagem a Calvin Klein. "Em Londres, um amigo meu cheirou duas carreiras de CK e caiu no meio da pista. Teve três paradas respiratórias", lembra C. M.

Outros relatos apresentados por Jansen em seu livro conectam o uso da substância a insônia, pesadelos, paranóia, depressão, ansiedade e distúrbios de personalidade. "Normalmente, as experiências contadas pelos pacientes depois da anestesia são ruins. Alguns, garantem até ter vistos monstros.

Por causa disso, hoje, a ketamina só é usada em casos muito específicos, como quando os pacientes têm pressão baixa ou grande perda de sangue", diz o anestesista Arnoldo Bonin. O psiquiatra neozelandês vai mais longe e afirma ter comprovado que a ketamina pode induzir o chamado "estado de quase-morte". "é a experiência que possibilita as pessoas acharem que morreram e que podem se comunicar com Deus", explica. Um dos usuário famosos de Special K, o DJ Fatboy Slim descreve sensação parecida num dos milhares de sites dedicados à droga na Internet. "Use a quantidade certa e é incrível. Use errado e você se sente como se estivesse morrendo", conta.

Roberta Salomone

Fonte: www.maps.org

Ketamina

Origem

Ketamina, ou hidrocloridrato de ketamina, é uma substância usada como anestésico geral em humanos e animais. Seu uso ilegal está apresentando crescimento pelo público jovem, sendo encontrada em algumas raves, danceterias e outros lugares frequentados por jovens. É basicamente usado pelo mesmo público do Ecstasy e é produzida em laboratório cujo início se deu aproximadamente em 1965.

Classificação

É uma substância lícita, mas controlada pelas entidades federais, e que tem poder alucinógeno. Seu uso é permitido apenas se ministrado por profissionais como médicos, médicos veterinários.

Como se apresenta

É produzida na forma líquida, sendo armazenada em ampolas, mas pode ser encontrada na forma de pó branco ou em pílulas. É mais comumente utilizada na forma líquida, por médicos veterinários e sendo assim, é a forma mais encontrada nas ruas haja visto que já foram citados vários desvios de estoques farmacêuticos e de clínicas. As demais formas de apresentação são produzidas a partir da forma líquida.

Possíveis efeitos

Produz efeito hipnótico, euforia, e efeitos desde a sensação de êxtase até paranóia e/ou estado de tédio. Produz alucinações e prejudica a percepção.

Comumente, a ketamina produz um efeito de exteriorização, isto é, dá a sensação ao usuário de estar saindo do próprio corpo, é como se estivesse separando a mente do corpo ou ainda, permite sentir a sensação de estar perto da morte. É molecularmente semelhante ao PCP e produz alguns efeitos parecidos.

Pode produzir dormência, perda de coordenação motora, sensação de invulnerabilidade, rigidez muscular, agressividade, comportamento violento, fala arrastada, exagerada sensação de força e olhar fixo ao vazio. Seu uso pode acarretar em depressão respiratória mas não do Sistema Nervoso Central.

Como se trata de um anestésico, impede o usuário de sentir dor fazendo com que o indivíduo cause danos físicos a si próprio. Dá a sensação de intensificar as cores e os sons.

Os efeitos da ketamina são normalmente mais intensos na primeira hora mas podem durar até seis horas ou, de 24 a 48 horas podem ser necessárias para que o usuário se sinta completamente normal novamente.

Pode causar

Prejudica a memória de curto prazo, seu uso crônico pode fazer com que meses sejam necessários para que seja eliminada do corpo.
Baixas dosagens podem produzir efeitos psicodélicos rapidamente.
Doses altas podem produzir vômitos, convulsões, podem privar o cérebro e os músculos de oxigênio. Uma grama da substância pode causar a morte.
Os chamados "fash-backs" podem ocorrer até um ano após sua utilização.

Outras considerações

A ketamina não está mais sendo utilizada em seres humanos, principalmente em crianças por produzir sonhos altamente malignos (pesadelos fortes) o que acarretava, em alguns casos, traumas psicológicos.

Fonte: www.diganaoasdrogas.com.br

Ketamina

Nomes: K, special K

A ketamina é um poderoso anestésico dissociativo que se encontra sob a forma de pó branco, líquido ou tablete e que é consumido por via oral, inalada ou injetada. A sua posse não é ilegal, dado que é prescrita por médicos.

A K ou special K, como é chamada pelos seus consumidores, é uma droga psicadélica derivada da fenciclidina. Parece deprimir seletivamente a função normal de associação do córtex e tálamo, aumentando a atividade do sistema límbico e produzindo um efeito analgésico e amnésico.

Origem

A ketamina foi produzida em 1965 pelos laboratórios Parke & Davis como um anestésico para uso humano (cirurgias) e, principalmente, veterinário. Foi utilizada no Vietnam para diminuir a dor dos feridos.

Começou a ter funções recreativas nos anos 70, muito associado à cultura Gay, sendo depois integrada nos contextos de festas rave.

Efeitos

A ketamina, cujos efeitos duram cerca de uma hora, pode produzir sensações de não pertença ao corpo, entorpecimento, alucinações profundas, visão em túnel, dificuldade em controlar movimentos e sentimentos, distorção do sentido de tempo e de identidade, sensação de distorção do corpo, experiência próxima da morte (a sensação de caminhar num túnel em direção a uma luz brilhante), sensação de sufocar, amnésia ou delírio. Para além disso, podem ainda ocorrer vómitos, náusea, diarreia, baixa de temperatura, deterioração da função motora, coma e problemas respiratórios potencialmente mortais. Riscos

Pode provocar problemas físicos e mentais profundos, incluindo delírio, amnésia, deterioração da função motora e problemas respiratórios potencialmente mortais.

A ketamina não deve ser misturada com álcool. Por vezes é vendida como ecstay.

Tolerância e Dependência

Esta substância cria tolerância. Não produz dependência física mas tem um ligeiro potencial para criar dependência psicológica.

Fonte: www.psicologia.com.pt

Ketamina

O que é?

Ketamina é também conhecida como K (quêi), key, special K e vitamina K.

K é um anestésico – às vezes é citado como ‘tranqüilizante de cavalo’. É uma das substâncias usadas em danceterias ou durante o sexo.

Ketamina vem em forma de pó ou líquido que é secado para fazer o pó.

Usando K

Sob a forma de pó, o K pode ser cheirado (conhecido como ‘dar um bump’) ou adicionada a bebidas (mas não com álcool).

Ele pode ser fumado se o pó for misturado a maconha ou cigarro.

O pó de ketamina pode também ser misturado a água e injetado num músculo (mas nunca numa veia). K pode vir também na forma de pílulas.

Altos e baixos

Ketamina pode aumentar seu nível de energia (em doses pequenas) ou fazer você se sentir chapado, anestesiado, não sentir o corpo, ou flutuando num estado de sonho. O K pode causar alucinações e e o sentimento de estar fora do corpo (às vezes descrito como entrar numa realidade diferente, encontrar Deus, extra-terrestres, etc).

Os efeitos duram de 45 minutos a uma hora e meia, se cheirado e até 3 horas se injetado ou engolido.

Os efeitos colaterais do K incluem tontura, náuseas, vômitos (perigoso pois você pode engasgar no seu vômito se você desmaiou), se sentir desorientado, visão embaçada e fala embolada.

Uma dose grande o suficiente pode te tirar a noção do que está em volta e de si mesmo. Isto é conhecido como ‘K hole’ (quêi-rôul) e dura até uma hora e meia.

Você sente que é difícil ou impossível se mover ou falar. Engolir ou respirar pode ficar difícil.

Sexo com ketamina

Apesar da Ketamina poder fazer você se sentir excitado, pode ser difícil conseguir uma ereção ou gozar. K é usado por algumas pessoas pois relaxa os músculos do orifício retal.

Como a droga faz você se sentir sem dor, sexo selvagem pode levar a ferimentos (por exemplo dentro do orifício retal), cortes e sangramentos que não são percebidos. Isto pode significar mais risco de HIV, hepatite C e outras infecções serem transmitidas.

Ketamina pode diminuir as inibições, o que poderia levara ao sexo sem proteção.

Um relacionamento a longo prazo?

Mortes por overdose são raras, mas você pode se tornar tolerante ao K, com uma maior quantidade sendo necessária para ter os mesmos resultados. Algumas pessoas ficam dependentes.

Usar ketamina por um longo prazo pode causar ansiedade, depressão, pensamentos em suicídio ou perda de memória.

Ketamina com outras drogas

Depressores (‘relaxadores’ como álcool, GHB/GBL, Valium, barbitúricos) – como o K e outros depressores reduzem as funções do corpo, o efeito combinado pode te deixar inconsciente e/ou reduzir sua respiração para níveis perigosos.

Coquetel anti-HIV – alguns deles, especialmente os inibidores de protease, podem aumentar o nível de ketamina no seu corpo.

Cigarro/maconha – fumar cigarros ou baseados trazem o risco de fogo (se K te deixar incapaz de se mover) ou queimaduras (se o efeito anestésico te impede de sentir uma queimadura).

É bom saber

Alguém num ‘K hole’ deve ser tirado do lugar com música e luzes claras, e tranqüilizado de que isto vai passar em breve e que ele ficará bem.

Injetar K deve ser evitado. É mais fácil de criar dependência ou dar uma overdose.

Se você compartilha seringas e agulhas há um risco real de pegar ou passar infecções como HIV ou hepatite C. Injetar pode também causar abscessos na pele, contaminação do sangue, coágulos sangüíneos perigosos ou infecções do coração.

O K deve ser evitado por pessoas que têm ataques emocionais, pressão sangüínea alta ou problemas do coração ou do fígado.

Fonte: www.quedroga.com.br

Ketamina

A KETAMINA é um anestésico dissociativo, desenvolvido em meados da década de 60, usada inicialmente com finalidades veterinárias. Embora não seja utilizada medicinalmente em seres humanos (mais por provocar efeitos alucinógenos nos pacientes), ela ainda é usada para algumas aplicações limitadas em humanos porque não é depressora da respiração ou da circulação.

A Ketamina é usada com fins recreativos primariamente sob a forma de um pó branco cheirado e para fins terapeuticos e psicodélicos, é freqüentemente injetada por via intra-muscular (IM).

Seus efeitos variam (em pequenas doses) de um suave entorpecimento, pensamento aéreo, tendência a tropeçar, movimentos desajeitados ou 'robóticos', sensações atrasadas ou reduzidas, vertigem, algumas vezes sensações eróticas, aumento de sociabilidade, e um interessante sentido de ver o mundo de uma maneira diferente até (em doses mais elevadas) dificuldade extrema de movimentos, náuseas, dissociação completa, entrada em outras realidades, a clássica Experiencia de Quase Morte (NDEs, na sigla em inglês), visões compulsórias, black outs, etc.

A Ketamine também é conhecida por ser mais viciante psicologicamente que a maior parte das substâncias psicodélicas e não é incomum ouvir sobre usuários que tomam uma vez ou mais por dia.

DOSE

Dependendo da concentração, forma, e método de administração, as doses recreacionais da ketamine variam de 30 a 300 mg.
A dosagem para a ketamina inalada varia amplamente de 15 a 200 mg.
Com doses mais altas que cerca de 50 mg é aconselhável que o indivíduo esteja dietado.
Quando administrada por injeções intra-musculares, a dosagem de ketamina varia geralmente entre 25 e125 mg. O uso oral normalmente demanda maior quantidade, entre 75 a 300 mg.

PREÇO

Vendida por 25 a 50 dólares o grama em festas e eventos ou, entre 15 e 25 dólares o grama em compras de maior quantidade e entre 10 e 20 dólares para compras no atacado.

INGREDIENTE ATIVO

O Hidrochlorido de Ketamina que é uma substância sintética, da classe dos 'anestésicos dissociativos'.

HISTÓRIA

Foi sintetizada pela primeira vez em 1962 por Calvin Stevens nos laboratórios da Parke Davis por ocasião de pesquisas para substituição dos anestésicos de PCP. Foi nomeada inicialmente de "CI581".

Em 1965, a Ketamina foi descoberta como um útil anestésico e foi pela primeira vez utilizada "recreacionalmente" por Edward Domino que cunhou a expressão "anestésico dissociativo".

A Ketamina foi usada para fins de anestesia porque ela suprime a respiração bastante menos que a maioria dos anestésicos disponíveis, mas, nos anos 70, os pacientes começaram a reportar visões involuntárias enquanto sob seus efeitos.

Em 1978, John Lilly publicou seu livro "The Scientist" e a popularidade da Ketamine cresceu pelos anos 80 até que em 1995 a DEA adicionou a Ketaminea em sua " lista de drogas emergentes".

Em 1998 & 1999, a Ketamine foi descrita pela mídia e pelos legisladores com GHB como uma 'droga de estupro ('date rape drug', no original) e como uma 'club drug' e foi emergencialmente classificada pela DEA em 12 de Agosto de 1999.

EFEITOS

Início

A injeção intra-muscular de Ketamina geralmente leva de 1 a 5 minutos para fazer efeito. Quando inalada, leva um pouco mais, entre 5 e 15 minutos.

Dependendo de quanto e quão recentemente ingerida, a ketamina oral pode levar entre 5 e 30 minutos para fazer efeito.

Duração

Os efeitos primários da ketamina duram aproximadamente entre 30 a 45 minutos quando injetada, 45 a 60 minutos quando inalada, e entre 1 e 2 horas quando ingerida oralmente.

PROBLEMAS

Os efeitos físicos negativos podem incluir boca seca, problemas respiratórios e aceleração cardíaca. Muitas pessoas também experimentam náuseas e/ou vômitos, que podem obviamente ser um problema quando tomados anestésicos ou sedativos.

Fonte: iplan2.pcrj.rj.gov.br

Ketamina

A Ketamina, um derivado da Fenciclidina (PCP), foi produzida em 1965 pelos laboratórios Parke & Davis como anestésico para uso humano e para uso veterinário, sendo atualmente cerca de 90% da sua venda legal destinada à medicina veterinária.

Ketamina
Ketamina

Devido aos seus efeitos foi utilizada no Vietname para diminuir a dor dos feridos.

Começou a ter funções recreativas nos anos 70, muito associado à cultura Gay, sendo depois integrada nos contextos de festas “raves” devido aos seus efeitos secundários como alucinações e euforia.

A Ketamina é um poderoso anestésico dissociativo de ação rápida que se encontra sob a forma de pó branco, líquido ou tablete e que é consumido por via oral, inalatória ou injetável.

Parece deprimir seletivamente a função normal de associação do córtex e tálamo, aumentando a atividade do sistema límbico e produzindo um efeito analgésico e amnésico.

É o único anestésico completo pois permite uma anestesia geral que inclui hipnose, analgesia poderosa e proteção neuroendócrina, além de uma amnésia considerável.

Em Portugal, o fármaco para consumo humano é o Ketalar®, solução injetável 200mg/20ml ou 500mg/10ml, administração intramuscular ou intravenosa — MSRM, sendo apenas permitido o seu uso em meio hospitalar, por pessoal especializado.Ao longo da monografia esta substância é designada por Ketamina, no entanto o seu nome em português é Cetamina.

Este composto apresenta várias terminologias, entre as quais: Special K, Super K, Vitamina K, Cat Valium, Kit-kat, Keets, Super ácido, Jet, Ketalar, Ketaset.

Ketamina
Estrutura molecular

Fórmula molecular C13H16ClNO
Nome IUPAC 2-(2-clorofenil)-2-metillamino-ciclohexanona
Massa Molecular 237.725 g/mol
Ponto de fusão 92,5ºC
pH 3,5 – 5,5
Coeficiente de partição 3,120
Estado físico e aspectos organolépticos Pó branco ou líquido incolor e inodoro
Nº DEA (Drug Enforcement Administration) 7285
Nº CAS (Chemical Abstracts Service) 6740-88-1

Propriedades da Ketamina

Classificação

Analgésico
Anestésico dissociativo
Antagonista de receptores de aminoácidos excitatórios
Scheduled III

A ketamina

É um derivado da Fenciclidina (ciclohexanona).
É uma mistura racémica, contendo partes iguais de S-ketamina e R-ketamina.
O isómero levógiro é 1,5 a 4 vezes mais potente do que a mistura racémica.

Sinonimos

BRN 2216965, CI 581 base, CLSTA 20, Ketaminum, NSC70151
Nome sistemático: (+-)-2-(o-clorofenil)-2-(metilamino)-ciclohexanona, (+-)2-(metilamino)-2-(2-clorofenil)ciclohexanona, cetamina

Usos terapêuticos

Obstetrícia

A Ketamina intravenosa apresenta um efeito anestésico rápido o que é vantajoso nas cesarianas.

Em comparação com o Tiopental, a Ketamina é vantajosa em pacientes hipovolémicos e também em pacientes com broncoespasmos.

Pacientes queimados

Em pacientes com queimaduras que requerem procedimentos dolorosos frequentes, a Ketamina é uma óptima opção, pois evita o emprego de técnicas anestésicas que conduzem à toxicidade hepática, se forem administradas frequentemente. Em muitos casos usa-se este anestésico por via intramuscular quando a queimadura dificulta ou impossibilita um acesso venoso primário.

Estes pacientes, independentemente da idade, não apresentam sonhos nem respostas psicotrópicas.

Pacientes pediátricos

Provavelmente é a área de maior aplicação deste fármaco, tanto porque neste grupo de pacientes são menores os sonhos e alucinações, como pelas suas múltiplas aplicações como diagnóstico, punções venosas difíceis, punções lombares, endoscopias e muitos estudos em Imagiologia. Por vezes é tecnicamente difícil a administração de anestesia geral na execução da tomografia axial computorizada (TAC) e na ressonância magnética, sendo a Ketamina usada sem contra-indicações.

Cirurgia cardíaca

Como indutor de anestesia em cirurgia cardíaca, a Ketamina tem apresentado imensas vantagens ao conservar melhor do que qualquer outra técnica, as constantes hemodinâmicas (frequência cardíaca e pressão arterial), comparativamente a altas doses de morfínicos.

As associações da Ketamina/Diazepam e Ketamina/Midazolam, diminuem os fluidos pós-operatório e a necessidade de vasopressores, diminuindo a permanência na Unidade de Cuidados Intensivos.

Vias aéreas obstruídas

Em pacientes com uma via aérea comprometida, em particular com alterações na anatomia normal da laringe, malformações congénitas em crianças, o uso da Ketamina permite fazer uma laringoscopia expansiva mantendo a função respiratória e assim localizar o problema.

Também em problemas gástricos, a Ketamina apresenta uma boa alternativa sem a perda da função respiratória, pois conserva os reflexos protetores da deglutição e permite fazer intubação sem ocorrer o risco de broncoconstrição.

Mecanismo de ação

A Fenciclidina (PCP) é uma substância interessante sob o ponto de vista patofisiológico pois produz uma psicose semelhante a esquizofrenia. Outros sintomas, não associados à esquizofrenia, também podem ser observados, tais como distorções espaciais e temporais, impulsividade e agressividade.

Atua no receptor N-metil-D-aspartato (NMDA), assim como a Ketamina. O receptor ionotrópico NMDA é bastante complexo e depende da ação do glutamato.

O L-glutamato é o principal neurotransmissor excitatório do Sistema Nervoso Central e em concentrações normais é crucial para as funções cerebrais como aprendizagem e memória. De modo semelhante a outros transmissores, o glutamato é armazenado em vesículas sinápticas e libertado por exocitose cálcio-dependente.

Os receptores NMDA podem ser regulados por moduladores como o magnésio, que atuam em locais distintos do local de ligação do glutamato, para impedir a ação dos agonistas do receptor.

Nestes receptores, a abertura do canal requer glutamato e glicina para a entrada de cálcio e sódio. O sítio de ligação da glicina é distinto do sítio de ligação do glutamato, e ambos precisam de estar ocupados para a abertura do canal. Quando ocorre a despolarização da célula pós-sináptica o magnésio desliga-se do seu local de ação permitindo o influxo de cálcio.

A Ketamina exerce efeitos inibitórios uma vez que bloqueia o canal dos receptores NMDA excitatórios.

Os efeitos analgésicos e anestésicos podem ser mediados por diferentes mecanismos. A analgesia pode dever-se a uma interação entre a Ketamina e receptores opiáceos, tanto centrais como medulares.

Teoria dos receptores N-metil-D-aspartato (NMDA) A N-metil-D-aspartato é uma amina excitatória e os seus receptores no cérebro dos mamíferos podem ser bloqueados pela Ketamina.

Os receptores NMDA representam um subgrupo de receptores opiáceos do tipo sigma que bloqueiam os reflexos nociceptivos espinais. Teoria dos receptores mistos

Há evidências de que outros sistemas neuronais podem estar envolvidos na ação nociceptiva da Ketamina, pelo que o bloqueio dos receptores da noradrenalina e da serotonina atenuam a ação analgésica da Ketamina nos animais.

Efeitos colaterais

Efeitos secundários

Sistema cardiovascular

Normalmente a pressão sanguínea e a pulsação aumentam com a administração isolada da Ketamina.

Contudo, tem sido observado hipotensão, bradicardia e arritmia.

A característica fundamental da Ketamina é o fato de se tratar do único anestésico com ação simpaticomimética, que produz estimulação do sistema cardiovascular, tanto a nível do coração como das resistências periféricas.

Sistema respiratório

Apesar da frequente estimulação da respiração, pode ocorrer depressão respiratória severa ou apneia após a administração intravenosa de elevadas doses de Ketamina.

É de particular importância a ação broncodilatadora da Ketamina, efeito bem conhecido desde os primeiros estudos clínicos, pois previne a broncoconstrição devido às catecolaminas circulantes.

Por outro lado, a Ketamina é a droga de eleição para a indução de anestesia em doentes asmáticos. Há imensas publicações pediátricas onde se aborda o tratamento do estado asmático, como tratamento de urgência, com resultados excelentes.

Visão

visão dupla, movimentos oculares rápidos e involuntários e reflexo pupilar à luz. Pode ocorrer ligeiro aumento da pressão intra-ocular. Em estudos recentes observou-se que depois da indução anestésica, a pressão intra-ocular diminui significativamente após a intubação e ventilação adequada, voltando mais tarde a níveis basais.

Sistema nervoso

Delírios, alucinações, sensação de flutuação. Estes fenómenos são mais comuns em pacientes com mais de 16 anos, mulheres, em procedimentos curtos, doses elevadas e rápida administração.

Sistema gastrointestinal

Anorexia, náuseas, vómitos e mal-estar geral.

Coagulação

A Ketamina intramuscular inibe a agregação plaquetária, da mesma forma que o ácido acetilsalicílico (aspirina).

Geral

Raramente foram referidas situações de dor e edema no local da injecção.

Efeitos agudos (semelhantes à Fenciclidina, com menor duração e intensidade)

Melhoria no humor
Despersonalização
Alucinações visuais
Leveza, sonhos
Dificuldade na aprendizagem
Falta de atenção, habilidade e memória

Efeitos a longo prazo

Dificuldades cognitivas: atenção, aprendizagem e memória

Efeitos tóxicos

Taquicardia/hipertensão
Bradicardia/hipotensão
Dificuldades cognitivas e psicomotoras
Depressão respiratória
Náusea
Convulsões e mal-estar intenso
Ansiedade/depressão
Amnésia
Flashbacks (dias/semanas)
Sensação de saída do próprio corpo ou proximidade à morte
Delírio, sintomas de esquizofrenia, psicose, paranóia
Hiperexcitabilidade, agitação severa

Tolerância

Atinge-se rapidamente

Dependência

Pode causar dependência psicológica.

Alguns consumidores crónicos tornam-se viciados e apresentam sintomas de abstinência severos, requerendo uma desintoxicação.

A principal desvantagem da Ketamina, apesar da segurança associada a uma inatividade depressora global, são as alucinações e às vezes o delírio e o comportamento irracional durante a recuperação.

Esses pós-efeitos limitam a sua utilidade, porém afirma-se que são menos acentuados em crianças, talvez por não serem capazes de verbalizar as suas experiências.

 

Ketamina
Ilusão óptica 1

Ketamina
Ilusão óptica 2

Aparentemente, é necessário um córtex pré-frontal íntegro para a medicação causar psicose. Existem evidências na literatura de que indivíduos com acidentes vasculares frontais não desenvolvem psicose com a Ketamina.

De forma semelhante, as crianças estariam mais protegidas, já que a mielinização das regiões pré-frontais ocorre numa fase mais tardia.

Interações

A Ketamina é clinicamente compatível com os agentes anestésicos gerais e locais mais comuns, quando se mantém uma respiração adequada.

Apresenta interação com hipericão uma vez que este induz a produção de enzimas do citocromo P450, aumentando a metabolização da ketamina pois esta é metabolizada por estes sistema enzimático.

O tempo de recuperação pode aumentar na combinação de Ketamina com barbitúricos e/ou narcóticos.

Tratamento

Medidas de suporte (por exemplo, respiração artificial).

Benzodiazepínicos nos casos de agitação ou ansiedade, pois estes, em particular o Midazolam, têm demonstrado ser os agentes mais eficazes na prevenção das manifestações adversas. Em estudos clínicos comparativos entre o Diazepam e o Midazolam, verifica-se maior eficácia neste último, além do que permite diminuir o tempo de recuperação dos pacientes.

Cuidados para a hipertermia, convulsão, rabdomiólise.

Não há antídoto para overdose !!

Fonte: www.ff.up.pt

Ketamina

A Ketamina foi sintetizada em 1962 para uso humano como anestésico e atualmente é utilizada em medicina veterinária. Pertence a um grupo de substâncias que separa as percepções das sensações, tal como o PCP e outras. Foi usada na década de 1970 em investigação psiquiátrica e posteriormente como droga recreativa.

Vias de administração

Geralmente apresenta-se como pó branco, em líquido ou em tablete. Consoante a apresentação pode ser consumida por via oral, inalação ou injecção.

Ação farmacológica

A Ketamina é um inibidor não-competitivo dos receptores e influencia a transmissão dopaminérgica, induzindo sintomas psicóticos.

Tem ação no córtex pré-frontal, o que pode explicar alguns dos seus efeitos na memória e no pensamento, podendo induzir dissociação entre a percepção e a sensação.

Os seus efeitos são uma combinação entre efeitos estimulantes, depressores, alucinogéneos e analgésicos.

Os efeitos iniciam-se em média 15 a 20 minutos após a ingestão oral e duram pelo menos 90 minutos, em doses médias.

A Ketamina é rapidamente metabolizada pelo organismo, não se detectando vestígios na urina após de 48 horas da ingestão.

Efeitos

Efeitos imediatos

Em doses baixas, os seus efeitos alucinogéneos apenas existem em condições de falta de estimulação sensorial, como na escuridão ou com os olhos fechados.

Muitas vezes é preferida a outras do mesmo tipo, nomeadamente o PCP, pois os seus efeitos alucinogéneos duram 1 hora ou menos. No entanto, efeitos nas sensações, julgamento e coordenação podem persistir por 18 ou 24 horas.

Em doses mais elevadas surgem alterações na percepção das distâncias e do tempo ou mesmo da identidade e experiências dissociativas fora do corpo, em outros mundos ou dimensões. Amnésia, delírio, problemas respiratórios, alterações da motricidade, vómitos, diarreia, são efeitos que ocorrem frequentemente. O «regresso» à realidade pode ser lento e utilizador pode demorar bastante tempo até ter consciência do próprio corpo e dos movimentos.

Uso continuado

Dependência psicológica marcada. Alterações do estado da consciência, ataques de pânico, depressão.

Fonte: www.drogas.pt

Ketamina

A Ketamina e um anestésico de uso veterinário que deixa a pessoa relaxada. O uso pode provocar paradas cardíacas e respiratória.

Entre as drogas sintéticas talvez a mais assustadora, seja a Ketamina, também conhecida por Special K.

Por incrível que pareça, trata-se de um anestésico veterinário para animais, como cavalo e cachorro.

A substância existe há mais de cinqüenta anos como anestésico, mas só agora começa a virar mania entre os jovens. Ninguém sabe exatamente como a moçada descobriu que, ao inalar o pó que sobra da evaporação do remédio, chega-se a um “barato” semelhante a uma bebedeira. Só que sem ressaca. No entanto, a viagem pode não ter volta.

O psiquiatra paulista Durval Nogueira Filho alerta: “Se ela pode derrubar um leão, imagina o que não faz com o ser humano. Essa sensação de dormência pode ser o início de um processo no qual até as vias respiratórias ficam anestesiadas e provocam a morte”, diz.

Em princípio, qualquer um pode ter acesso à Ketamina. Lojas de agropecuária que deveriam vender a substância somente a veterinários ou portadores de receita, na prática, não o fazem. E assim o consumo cresce cada vez mais.

Um dentista paulista, trinta e quatro anos, experimentou o Special K, pela primeira vez, no último réveillon, com uma turma de amigos. Desde então, ele já usou a droga, por conta própria, mais de quarenta vezes. “Sei quais são as lojas que vendem sem receita e sempre volto nelas quando quero comprar mais”, diz.

A onda da Ketamina veio da Inglaterra. Seu auge foi há dois anos, época em que o anestésico era uma das drogas mais usadas nas squart parties – do inglês, “festas sujas” –, espécie de raves ilegais onde o principal objetivo da moçada é se drogar. “Era deprimente ver todo mundo largado no chão, sem o menor controle dos corpos”, conta a promoter paulista Betty, vinte e sete anos, que vive em Londres. Apesar de avessa às squart parties ela também costuma usar o Special K.

O cenário preferido das drogas da moda parece ser sempre a vida noturna..

Fonte: sobriedade.tripod.com

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